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Artigos

No México, estes 7 projetos para o INFONAVIT exploram as possibilidades de regeneração urbana e social

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O Infonavit, em conjunto com profissionais de arquitetura, Fundación Hogares, construtores, autoridades municipais, CONAGUA, CFE, CONAFOR e outros parceiros, realiza o Esquema Integral de Regeneração Urbana e Social.

O objetivo deste projeto é realizar intervenções físicas e sociais de maneira preventiva em Unidades Habitacionais do Infonavit, de modo a recuperar a imagem urbana e a integração comunitária.

O Paradoxo do Espaço de Trabalho: Participe da Master Class da IE School of Architecture and Design

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Na IE School of Architecture and Design, sabemos que o mundo do trabalho está mudando tão rapidamente que nem sempre conseguimos acompanhar. Fatores de disrupção do setor, como as tecnologias emergentes, estão desestabilizando a configuração do escritório tradicional. As exigências dos profissionais, a constante disputa por talentos e a ameaça de substituição de postos de trabalho por Inteligência Artificial contribuem para uma força de trabalho sob enorme pressão, gerando novas dinâmicas corporativas.

Paisagens Arquetípicas: 10 Projetos do Workshop Barozzi / Veiga no Chile

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A segunda edição do workshop organizado pela Escola de Arquitetura (EA) da Universidad San Sebastián (Chile) teve como convidado principal o arquiteto espanhol Alberto Veiga, sócio-fundador do escritório Barozzi / Veiga e autor de projetos como a Filarmônica de Szczecin e a Sede de Ribera del Duero. Além de participar de uma série de debates com os participantes do workshop, Veiga manteve uma conversa pública com o arquiteto chileno Pedro Alonso (vencedor do Leão de Prata na Bienal de Veneza de 2014), compartilhando a produção do escritório e suas reflexões sobre a arquitetura em uma aula magna.

Um total de 10 equipes de diferentes escolas de arquitetura do país reuniu-se na edição de 2017 desta iniciativa, somando 67 participantes entre estudantes e docentes. Buscando incentivar a produção de projetos capazes de promover o debate, cada dia do workshop abordou um tema diferente com acadêmicos/as convidados/as: Ernesto Silva, diretor da Escola de Arquitetura (estratégias), Pedro Alonso, renomado professor e pesquisador (argumentos) e Albert Tidy, decano da Faculdade de Arquitetura (materialização do projeto). Para o encerramento, na sexta-feira, 13 de outubro, foi realizada uma exposição coletiva com os projetos finais produzidos pelas diferentes equipes (que permaneceu aberta ao público pelas duas semanas seguintes) e uma atividade de integração para celebrar tanto o encontro das escolas quanto a qualidade da experiência e de seus resultados.

Algumas considerações se você pensa em ser o/a autopromotor(a) do seu projeto

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Construir a própria casa. Este talvez seja um dos grandes desejos de muitas pessoas — não apenas de arquitetos e arquitetas, mas de qualquer um que queira ver materializada a imagem de sua casa dos sonhos. Outros, no entanto, encaram esse desejo sob a perspectiva do legado: frases como “esta casa foi construída pelo meu bisavô” são o leitmotiv que os move. Preservar a própria memória em forma de construção.

Contudo, é preciso lembrar os inconvenientes de ser o próprio promotor, de não depender do trabalho de nenhuma imobiliária. Um caminho árduo. É por isso que muitas pessoas abandonam esse sonho para evitar complicações, acabando por optar pela compra de um apartamento ou de uma casa.

Esqueça a espera com a renderização em tempo real

Uma pesquisa independente recente, realizada com mais de 2.000 profissionais de visualização arquitetônica, revelou uma tendência intrigante. Mais de 20% desses profissionais de design e arquitetura já utilizam a renderização em tempo real em seus fluxos de trabalho de apresentação, enquanto outros 40% estão testando a tecnologia para adotá-la.

Guia de arquitetura em Colônia: 10 lugares que todo(a) arquiteto(a) deve visitar

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Colônia do Sacramento, margens do Rio da Prata, ao sul do Uruguai. A partir do barco — se você chega de Buenos Aires — avista-se o famoso farol que se ergue sobre um conjunto de antigas casas e ruas de pedra; um centro histórico declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco que não apenas apresenta uma arquitetura colonial e pós-colonial que é uma fusão de influências espanholas e portuguesas, mas também interessantes projetos de restauração e reforma que evidenciam uma apropriação pertinente da memória uruguaia.

Os locais de interesse arquitetônico surgem naturalmente de sua atmosfera congelada no tempo, enquanto se percorre a cidade a pé, por sua orla e espaços verdes. Veja, a seguir, uma lista de 10 locais que você deve conhecer e visitar.

Intrusas no clube do bolinha: mulheres redefinindo o sucesso na arquitetura

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Seja pela postura excessivamente delicada das figuras humanas em maquetes ou pela presunção de que são decoradoras de interiores residentes, a representação das mulheres na arquitetura é frequentemente marcada pela subserviência. Apesar dos esforços práticos de Despina Stratigakos com a Barbie Arquiteta ou do impacto global do legado da "starchitect" Zaha Hadid, as mulheres continuam carecendo de visibilidade na profissão.

Em um artigo recente no New York Times, a escritora Allison Arieff propõe a recorrente pergunta que a comunidade da arquitetura insiste em se fazer: "Onde estão todas as arquitetas?". Não se tratando mais de uma disparidade de gênero na formação acadêmica, a persistência de um número reduzido de mulheres em cargos de liderança e direção em escritórios simplesmente não condiz com a realidade. Ela argumenta que, talvez ainda mais importante do que as estatísticas, o real problema resida na própria definição de sucesso.

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8 belas casas belgas: o especialista em 'Ugly Belgian Houses' dá o seu veredito

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Às vezes, as melhores intenções de um/a arquiteto/a se perdem pelo caminho. Às vezes, são descartadas em prol da redução de custos; às vezes, simplesmente nunca existiram. É aí que entra o Ugly Belgian Houses. O blog, idealizado pelo perspicaz belga Hannes Coudenys, documenta algumas das desventuras arquitetônicas de seu país de origem — tudo com muito bom humor, é claro!

Hoje, para comemorar o Dia Nacional da Bélgica, convidamos o criador do blog para selecionar algumas belas casas belgas. Suas escolhas — acompanhadas de breves comentários de sua autoria e dos/as arquitetos/as responsáveis — você confere a seguir.

Querida Internet: pare de culpar um estilo arquitetônico pela gentrificação

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Este artigo foi publicado originalmente pelo Common Edge como "Architecture, Aesthetic Moralism, and the Crisis of Urban Housing".

Pode chocar algumas pessoas ouvir isso, mas arquitetura não é planejamento urbano. Não é planejamento de transportes, sociologia, ciência política ou geografia crítica. No entanto, a arquitetura — especificamente a arquitetura de novos edifícios de apartamentos — tornou-se um bode expiatório nas redes sociais para a atual crise de habitação urbana: uma gentrificação crescente e impulsionada pelo mercado imobiliário.

Por curiosidade, pesquisei em vários bancos de dados acadêmicos por pesquisas que correlacionassem com sucesso a estética arquitetônica de novos edifícios de apartamentos com a gentrificação. Embora muitos/as autores/as e usuários/as das redes sociais queiram culpar o estilo sem graça, em formato de caixote e dominado por revestimentos da habitação multifamiliar urbana atual pela gentrificação, receio que essa pesquisa não exista. Na verdade, um estudo apresentado em um artigo sobre sistemas de alerta precoce de gentrificação em bairros aponta a arquitetura histórica como um dos cinco preditores de gentrificação na região de Washington, D.C.

Quatro instalações efêmeras dão visibilidade ao FICMEC2018 em Tenerife

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No último mês de maio, o Festival Internacional de Cinema Ambiental das Canárias (FICMEC) celebrou sua vigésima edição em Garachico, uma pequena vila costeira no norte de Tenerife. Na ocasião, um grupo de estudantes da Escola de Arquitetura da Universidade Europeia das Canárias participou do festival com o projeto e a construção de uma série de quatro instalações de arquitetura efêmera que colonizaram, com provocativa ousadia, lugares emblemáticos da orla de Garachico.

Em quatro intervenções, os/as estudantes transformaram a orla com o duplo objetivo de dar visibilidade ao festival e conscientizar a população sobre o impacto que nossos hábitos diários têm no meio ambiente.

Conheça as propostas a seguir.

Jay Osgerby: "O design é a resposta para uma pergunta muito difícil"

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Nascido em Oxford, o designer Jay Osgerby alcançou praticamente tudo o que há para alcançar no mundo do design. Junto de seu sócio Edward Barber, Osgerby comanda o internacionalmente renomado estúdio de design Barber & Osgerby. De projetos diversos para fabricantes de grande prestígio, como Vitra e B&B Italia, à tocha oficial dos Jogos Olímpicos de Londres em 2012 e a uma moeda de duas libras em comemoração aos 150 anos do metrô de Londres, Osgerby e seu sócio têm sido quase incansáveis na criação de inúmeros ícones. “Acho bastante difícil não pensar em trabalho. Estou sempre pensando no que vem a seguir. Sou péssimo em parar e apenas refletir.”

A utopia da habitação social na Espanha

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O modelo de habitação social parece uma utopia atualmente na Espanha. Sob o domínio de incorporadoras e imobiliárias, o país se vê imerso em uma política de Estado que não atende — nem nunca atendeu — ao problema da moradia. 

Ao longo dos anos, promoveu-se a ideia de que alugar um imóvel era quase um crime, um desperdício de dinheiro que poderia ser investido na compra da casa própria. Boas-vindas ao maravilhoso mundo da especulação imobiliária. Com aluguéis abusivos, cujos preços são estipulados por imobiliárias ou particulares, sem qualquer tipo de regulação estatal ou provincial que os controle, o próprio sistema empurra a população a contrair hipotecas e a alimentar a incorporação privada. Se na década de 1950 mais de 50% das moradias na Espanha eram alugadas, esses números hoje estão muito distantes do declínio progressivo que nos trouxe ao cenário atual: quase 80% dos imóveis hoje são próprios, reduzindo a apenas 20% o total de habitações sob regime de aluguel.

Arquitetura contemporânea do Equador em ilustrações à mão livre

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Utilizando cortes, perspectivas e axonometrias, o arquiteto Carlos Valarezo representou as principais obras da arquitetura equatoriana dos últimos anos, comunicando e destacando as principais características de cada obra e sua relação com o/a espectador(a). 

Corrales y Molezún: arquitetura oniricamente racional

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Com José Antonio Corrales e Ramón Vázquez Molezún, repete-se uma situação bastante comum na arquitetura espanhola posterior a 1950: a falta de projeção internacional de talentos da arquitetura, em grande parte devido à ausência de teoria. Além disso, um caráter intrinsecamente misterioso e enigmático permeia sua obra, profundamente reforçado pela atitude de ambos em relação à própria produção. Nunca se detiveram a explicá-la. Jamais demonstraram interesse em dotá-la de fundamentação teórica. Tudo isso dificulta extraordinariamente a compreensão de sua arquitetura, deixando inúmeras perguntas sem resposta, abertas apenas à interpretação de quem se propõe a refleti-las.

Corrales e Molezún colaboraram desde 1952 em diversos projetos. Eram personalidades muito distintas. José Antonio costumava se definir como uma “pessoa mais rigorosa”, enquanto Ramón aproximava-se mais do “gaie”, dotado de um toque mais leve, quase romântico. A dupla poderia ser vista como a personificação dos dois hemisférios cerebrais: o esquerdo — visual, verbal, linear, controlado, dominante, quantitativo — em Corrales; e o direito — espacial, acústico, holístico, contemplativo, emocional, intuitivo — representando mais fielmente Molezún. Mais uma dupla para a longa história da criação: Dom Quixote e Sancho Pança, Sherlock Holmes e Dr. Watson...

10 projetos nos 10 anos do coletivo multidisciplinar Todo X La Praxis (TXP)

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Desde a instalação Speculator em 2008 — no ano do estouro da bolha imobiliária espanhola —, o coletivo multidisciplinar espanhol tem se caracterizado por suas práticas colaborativas, processos de coprodução e modelos de gestão cidadã. Em dez anos de existência, os números falam por si só: 15 países, 18 convênios, 29 instituições, 43 organizações de base e 96 projetos, incluindo o Campo de Cebada em Madri e o Núcleo Cultural La Y em Caracas (Venezuela), no âmbito do projeto governamental Espacios de Paz.

O TXP explica sua metodologia: "Partimos de um diagnóstico prévio que nos permite compreender as chaves, os códigos e as particularidades de cada processo. Definimos um contexto para o design colaborativo onde a proposta é prototipada em função dos interesses coletivos."

"Em nossa prática, propomos uma combinação de escopos que modula a proposta em função dos parâmetros disponíveis, permitindo definir um modelo consensual que responde de maneira resiliente. Propomos contextos de construção coletiva que definem âmbitos de aprendizado, servindo como ferramenta para a apropriação e o empoderamento cidadão. E, por fim, definimos modelos de gestão que respondem às necessidades de cada caso, estabelecendo protocolos de uso e manutenção", acrescentam.

Pershing Square, em Los Angeles, se prepara para um redesenho — e alguns temem a perda de um valioso espaço cívico

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Cercados por todos os lados por “quarteirões comerciais de beleza arquitetônica e dimensões metropolitanas”, os planos que se interceptam da Pershing Square proporcionam um refúgio modernista para muitos angelinos no centro da cidade. Projetada por Ricardo Legorreta e Laurie Olin, a atual configuração da praça foi inaugurada em 1994, sucedendo várias outras versões que deram origem à sua reputação de “ambiente cívico e dinâmico” — reagindo constantemente aos altos e baixos de uma cidade em eterna mudança. Embora para alguns sua grande torre de estuque e o espelho d'água que remete a um aqueduto sirvam como um marco cultural, o espaço tem atraído críticas negativas devido à escassez de áreas verdes e à frequência de atividades relacionadas ao uso de drogas. Após anos de campanhas, a praça passará por uma reconfiguração — um projeto de redesenho “radicalmente plano”, desenvolvido pelos escritórios Agence Ter e Gruen Associates.

Novo filme de ação de Dwayne 'The Rock' Johnson, *Arranha-Céu: Coragem Sem Limite*: o astro de ação salta de prédios e arremessa machados para derrotar inimigos

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Com a iminente estreia de Arranha-Céu: Coragem Sem Limite, o público ávido por arquitetura extravagante, cenas de ação mirabolantes e astros do wrestling que se tornaram fenômenos de bilheteria tem motivos de sobra para se entusiasmar neste verão. A grande estrela do longa é um edifício fictício de 1.067 metros de altura em Hong Kong, batizado de “The Pearl” (A Pérola). Obviamente, Dwayne “The Rock” Johnson assume o papel principal como Will Sawyer, um ex-agente de resgate de reféns do FBI que perdeu uma perna em combate e hoje ganha a vida como consultor de segurança para arranha-céus.

A julgar pelo trailer e pela breve sinopse no site oficial, Will Sawyer questiona seriamente a segurança daquela que é promovida como a estrutura mais alta, moderna e segura do mundo. Suas preocupações rapidamente se materializam quando um grupo de terroristas incendeia o 96º andar, sequestra sua família e, de alguma forma, o incrimina pelo desastre. Assim, Sawyer precisa resgatar sua família enquanto foge da polícia. O ponto alto do trailer mostra o protagonista realizando um salto inacreditável a partir de um guindaste (só nos resta presumir que o porte físico de Dwayne Johnson o impediria de passar por um duto de ventilação). O filme já gerou uma enxurrada de piadas bem-humoradas na internet, com usuários questionando como um homem amputado de cerca de 118 kg conseguiria saltar uma distância de 15 metros a partir de uma estrutura dessas. No entanto, à medida que o público começa a assistir à obra, fica claro que esse detalhe é apenas o começo das absurdidades divertidas da trama.

Guiando um processo criativo de sucesso

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A seguir, apresentamos um trecho do recente livro de Andrew Levitt, "Listening to Design: A Guide to the Creative Process". 

Ouvir plenamente, sem qualquer desejo de julgar ou provocar mudanças, pode abrir a porta mais obstinadamente fechada. Com uma escuta mais profunda, o desejo de mudar ou julgar o outro desaparece, dando lugar à disposição de apenas estar presente. No início, eu temia que ouvir não fosse suficiente, mas, com o tempo, aprendi que o processo de criatividade depende da capacidade de escuta. Precisamos criar o hábito de reconhecer a autenticidade de nossas vozes interiores. Ao ouvir essa voz sem julgamentos, podemos acessar todo tipo de riqueza. Todas as ideias do mundo de nada adiantarão se caírem em ouvidos moucos. Quando temos uma ideia, existem inúmeras maneiras de ignorá-la ou sabotá-la. Manter-se fiel ao comando interno é o momento sagrado do design. No entanto, a escuta é a chave para o sucesso de qualquer colaboração e feedback.

A Espanha é o país europeu com mais "Boas Práticas" URBACT em suas cidades

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A Espanha é o país europeu com o maior número de "boas práticas" reconhecidas pelo programa URBACT. No total, são 17 boas práticas reconhecidas em 15 cidades ou municípios do território espanhol. As temáticas abordadas por esses municípios são muito diversas, tanto pelas questões sobre as quais se decide intervir quanto pela forma de fazê-lo e pelas soluções propostas.  

O programa europeu URBACT foi criado com o objetivo de fomentar o desenvolvimento urbano sustentável e a inovação urbana em todos os municípios da Europa. Portanto, qualquer cidade ou município, independentemente do seu porte, pode participar do programa. Atualmente, participam 550 cidades de 29 países diferentes e 7.000 agentes locais ativos.

Teresa Novais: a riqueza dos limites e dos meios técnicos

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Teresa Novais, cofundadora do escritório aNC arquitectos, em Portugal, atua ativamente na reivindicação dos direitos da profissão.

Como a revolução digital fará as cidades produzirem tudo o que consomem... novamente

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Entre os dias 11 e 13 de julho deste ano, o encontro anual Fab City Summit acontecerá em Paris, na Prefeitura de Paris e no Parc de La Villette. O evento anual reunirá a equipe principal por trás da Fab City Global Initiative juntamente com autoridades municipais e ecossistemas de inovação da sociedade civil e da indústria. Garanta seus ingressos com 30% de desconto usando o código FABDAILY30.

A rápida urbanização do século XX foi possível graças à Revolução Industrial e à linha de montagem, que permitiram a rápida reprodução e replicação de infraestruturas, produtos e padrões urbanos repetitivos em cidades de todo o mundo. A morfologia e a dinâmica urbana produzem formas de vida e padrões padronizados. Paralelamente, e alinhando-se à lógica da economia linear, as cidades consomem a maior parte dos recursos globais e geram a maior parte dos resíduos do planeta (segundo dados das Nações Unidas). No entanto, o crescimento exponencial das tecnologias digitais (computação, comunicação, fabricação) das últimas décadas oferece a oportunidade de viabilizar uma transição para uma economia em espiral (uma abordagem de economia circular aberta), na qual dados (e conhecimento) fluem globalmente, e os materiais fluem localmente: de redes de logística que movem átomos para redes de informação que movem bits.

Guia de Arquitetura de Chucuito: 7 lugares que todo(a) arquiteto(a) deve conhecer

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Conhecida popularmente como a Cidade das Caixas Reais, Chucuito é um pequeno povoado peruano localizado a 20 quilômetros de Puno e a mais de 3.800 metros de altitude. Com uma posição privilegiada às margens do Lago Titicaca, o local fez parte da milenar cultura pré-colombiana de Tiahuanaco e foi sede de governo do reino Lupaca. Durante o período colonial espanhol, tornou-se um estratégico centro de arrecadação de impostos e, atualmente, conserva um valioso legado arquitetônico em suas ruas.

Após apresentarmos as atrações imperdíveis de Puno —por ocasião do recente XV TSL Puno— recomendamos sete lugares deste povoado em plena serra peruana. Devido à altitude do local (e, em especial, do Mirante de San Bartolomé), recomenda-se visitar esses marcos em companhia, caminhar em ritmo lento e mascar folhas de coca para evitar o mal de altitude.

40 anos da Bienal de Arquitetura de Quito

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O que significa para uma bienal de arquitetura — especialmente uma pan-americana — completar mais de 20 edições? Evidentemente, significa um importante acúmulo de participantes, palestrantes, coordenadores/as e projetos que não apenas evidenciaram, ao longo de todos estes anos, o volume da produção regional, mas também nos lembraram periodicamente o potencial de manter ativo o debate e o intercâmbio, tanto latino-americano quanto mundial.

Por essa razão, é interessante destacar números e fatos. Ambos servem como prova empírica do desenvolvimento histórico e do alcance da Bienal de Arquitetura de Quito, ajudando-nos a responder à primeira pergunta e a compreender por que ela é considerada um dos eventos de arquitetura mais importantes do continente americano.

Há quanto tempo não desenhamos (ou falamos sobre) o que sonhamos para a arquitetura?

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Na noite em que vi estes desenhos, sonhei... e muito.

Na manhã seguinte, despertei reflexiva-exausta de tantos lugares pelos quais havia percorrido, por isso decidi que era preciso escrever sobre essas paisagens que assaltaram meus sonhos. O que elas tinham de especial? O que me prendeu — e me enredou — nelas? Cores vibrantes, labirintos, caminhos sem fim ou que se cruzam, limiares, ramificações, organicidade... Há quanto tempo não desenhamos (ou falamos sobre) o que sonhamos? 

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