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Concéntrico 2022: Explorando ideias de domesticidade, inclusividade e ecologia

Todos os anos, o festival Concéntrico em Logroño, na Espanha, reúne arquitetos/as e designers de todo o mundo com o intuito de usar a criatividade para construir uma cidade melhor. Na edição deste ano, alguns temas transversais se destacaram como pontos de interesse fundamentais para os/as profissionais de arquitetura e design participantes. Diversas instalações urbanas buscaram ajudar os cidadãos a redescobrir pontos de interesse em suas cidades e arredores, enquanto outras desafiaram as ideias frequentemente engessadas sobre como uma casa deve se parecer e funcionar. Muitos/as designers viram oportunidades no conceito do brincar livre, uma vez que essa atividade exploratória pode ativar espaços públicos subutilizados e engajar pessoas de todas as idades.

Desde 2015, o festival Concéntrico já apresentou 91 instalações e pavilhões ao longo de suas sete edições. O festival é conhecido principalmente por reunir arquitetos/as e designers emergentes, que recebem total liberdade para experimentar em novas vertentes do design ambiental. O festival é organizado pela Fundação Cultural dos Arquitetos de La Rioja juntamente com Javier Peña Ibáñez, idealizador da iniciativa, em colaboração com a Prefeitura de Logroño, o Governo de La Rioja, a Garnica e as Bodegas LAN, além de outras 30 instituições de apoio.

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Fixadores de Carbono: Calcule o impacto de carbono dos seus projetos de edificações

A construção em madeira e seus benefícios estão ganhando espaço no ecossistema BIM para viabilizar usos ainda mais sustentáveis. Um novo aplicativo web integrado ao BIM, chamado Carbon Fixers (que expande as funcionalidades do plug-in Offsite Wood para o Revit), pré-calcula os benefícios de carbono ao se optar por madeira e outros materiais de base biológica nas fases iniciais de projeto. 

Carbon Fixers permite criar rapidamente um cenário utilizando apenas informações básicas do programa arquitetônico, como o tipo, a área e o número de pavimentos do edifício. Para profissionais com necessidades avançadas, as preferências podem ser salvas para escritórios com um painel regional de especialistas, comparações lado a lado e composições detalhadas.

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Descomplicado e Fluido: Projetando o Bem-Estar com Cattelan Italia

Mesmo antes de a palavra iniciada com “C” passar a dominar nossas vidas, as casas já começavam a ser vistas como santuários, exigindo que o mobiliário desempenhasse um papel ainda mais ativo, em forma e função, para nos acolher. Linhas retas vêm se curvando e cadeiras começam a nos abraçar, enquanto as texturas e padrões suavizantes da natureza tornam-se altamente demandados.

Tecnologia não é moda, é atemporal

“Esperança para a Arquitetura” é o chamado de Clay Chapman, descrito por ele como “uma iniciativa de construção para enfrentar os desafios de um futuro incerto”. Na verdade, “Esperança para a Arquitetura” é uma tecnologia de alvenaria e madeira, reinventada e adaptada desde a antiguidade até hoje. Clay e sua jovem família mudaram-se para Carleton Landing, Oklahoma, há quinze anos, para cumprir uma missão: criar uma comunidade e explorar essa tecnologia.

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BY, Galeria de Arquitetura apresenta sua primeira mostra "Prelúdio" na Cidade do México

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Sempre Jovem: Sottsass e como fundar um escritório aos 62 anos de idade

"Domingos Libro" é apresentado por Carmelo, do Enorme Studio, que se aprofunda em publicações de arquitetura esquecidas, livros e revistas de arquitetura das décadas de 1960, 70 e 80, que guardam as histórias mais interessantes por trás de suas páginas.

Após uma pausa em 2022, o canal retornou com o capítulo 19, intitulado “Sempre Jovem”. O episódio aborda Ettore Sottsass Jr. e como ele, aos 62 anos — quando o restante dos mortais estaria pensando na aposentadoria —, fundou, junto a quatro jovens na casa dos vinte anos, um estúdio que mudaria a história do design.

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11 Anos de ArchDaily Brasil, 11 projetos que marcaram nossa história

A arquitetura é realizada através do projeto. Profissionais que enfrentam uma tela vazia e passam a preenchê-la com traços que expressam desejos, técnica e beleza, conhecem todos os desafios que existem nessa atividade. O ato de projetar envolve um emaranhado de referências, sabedorias e cultura, por isso, quando compartilhamos uma obra sabemos que mais do que um edifício, estamos contando uma história e inspirando o público. Em onze anos de existência, o ArchDaily Brasil já publicou mais de 23 mil projetos, sabendo a importância de cada um e como ajudam a transformar visões a partir do que se propõem, influenciando não apenas a arquitetura local, mas levando sua discussão e inventividade a todo o mundo.

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Quincha leve: Sistemas construtivos sustentáveis de reinterpretação patrimonial no Chile

A fundação Protierra Chile trabalha desde 2014 na certificação de sistemas construtivos mistos baseados em madeira, palha de trigo e terra, testando esses materiais em relação a parâmetros de resistência ao fogo, transmitância térmica e transmitância acústica. Em 2018, teve início o processo de certificação da técnica construtiva de quincha seca e úmida, sob os parâmetros mencionados anteriormente, com o objetivo de construir em conformidade com as normas e exigências da construção civil no Chile.

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Entendendo os terraços andinos: infraestrutura natural e paisagem

Nas geografias de encostas e em conjunto com fatores como a precipitação e o excesso de água que promovem o escoamento superficial, produz-se uma série de impactos que levam a processos de perda de solo, água, nutrientes e sementes, com a consequente redução da produtividade agrícola (Posthumus, 2005). Nos contextos montanhosos andinos, esta situação se agrava pela variabilidade e escassez de água, assim como pela dificuldade de retenção da mesma (Canziani, 2007). Diante desses desafios, foram surgindo transformações e modificações territoriais conhecidas como andenes e terraços, que constituem uma das mais antigas práticas infra-estruturais de conservação e manejo hidrológico e do solo. Sua presença física, uso produtivo e importância cultural ainda estão presentes em muitas partes do mundo.

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O que são biomateriais na arquitetura?

Como parte do esforço para tornar o setor da construção civil mais sustentável no enfrentamento da crise climática, a bioeconomia tem ganhado destaque. Embora o caminho para uma arquitetura neutra em carbono ainda seja muito complexo, é evidente a mudança emergente na cultura e no pensamento geral, e a inovação parece estar impulsionando tal transformação.

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Reciclados e biocompósitos: quais são os materiais do futuro

Embora a indústria da construção esteja avançando em novos campos como nanotecnologia e impressão 3D há anos, ainda é uma das mais atrasadas em termos de tecnologia. Muitas das inovações permanecem apenas em fase experimental e, embora haja uma tentativa constante de reverter essa situação, ao mesmo tempo sabemos de um fato preocupante: a construção civil é uma das atividades que mais poluem e geram resíduos do mundo.

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Arquitetura residencial e natureza: 16 casas que integram os biomas brasileiros

O Brasil é, em área, um dos maiores países do mundo, estendendo-se da Linha do Equador até depois do Trópico de Capricórnio e apresentando uma grande variedade de climas e vegetações, o que implica nos diversos cenários naturais, flora e faura pelos quais o país é conhecido. A arquitetura residencial, quando considerada a partir de seu local de implantação, deve se adaptar às condições do entorno, transformando seu desenho de acordo com o clima e a morfologia. Reunimos a seguir uma seleção de casas brasileiras que respondem ao meio natural onde estão inseridas.

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5 coisas que você precisa saber antes de aprender BIM

A metodologia BIM é um conceito que está em pleno auge e na boca de todos os profissionais do setor, sendo fundamental levá-la em consideração para qualquer especialista da área. Neste artigo, analisamos os 5 fatores mais relevantes para que você possa encontrar sua compatibilidade com o BIM, de acordo com a Editeca.

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A Assembleia de Fundação da Filial de Design de Espaços de Artes Cênicas da Associação Chinesa de Tecnologia de Equipamentos para Artes Cênicas foi realizada com sucesso!

A Assembleia de Fundação da Filial de Design de Espaços de Artes Cênicas da Associação Chinesa de Tecnologia de Equipamentos para Artes Cênicas foi realizada com sucesso! - 1 的图像 4A Assembleia de Fundação da Filial de Design de Espaços de Artes Cênicas da Associação Chinesa de Tecnologia de Equipamentos para Artes Cênicas foi realizada com sucesso! - 2 的图像 4A Assembleia de Fundação da Filial de Design de Espaços de Artes Cênicas da Associação Chinesa de Tecnologia de Equipamentos para Artes Cênicas foi realizada com sucesso! - 3 的图像 4A Assembleia de Fundação da Filial de Design de Espaços de Artes Cênicas da Associação Chinesa de Tecnologia de Equipamentos para Artes Cênicas foi realizada com sucesso! - 4 的图像 4A Assembleia de Fundação da Filial de Design de Espaços de Artes Cênicas da Associação Chinesa de Tecnologia de Equipamentos para Artes Cênicas foi realizada com sucesso! - Mais Imagens+ 16

Em 28 de agosto, a cerimônia de fundação da Divisão de Projeto de Espaços de Performance da Associação Chinesa de Tecnologia de Equipamentos de Performance, juntamente com o 1º Fórum de Discussão sobre Projeto de Espaços de Performance da China, coorganizados pelo Instituto de Projeto e Pesquisa Arquitetônica da Universidade de Tsinghua Co., Ltd., foi realizada solenemente em Pequim, a capital do país. A divisão tem como objetivo fortalecer a integração interdisciplinar entre o setor de turismo cultural e artes cênicas e o campo do projeto arquitetônico. Juntos, buscam promover o planejamento e o projeto científico de espaços de performance no país, otimizar processos integrados, expandir funções multifuncionais e elevar a qualidade de projeto, construção e operação desses espaços na China, contribuindo para o desenvolvimento do setor.

Por que o bambu é o futuro da construção na Ásia

Os filipinos acreditam que o homem e a mulher surgiram dos nós de uma haste de bambu. Os chineses veem a cana como um símbolo de sua cultura e valores, recitando “não há lugar para se viver sem bambu”. A planta é um símbolo de prosperidade no Japão e amizade na Índia. Junto com mitos e histórias, fortes estruturas feitas de bambu floresceram na Ásia pré-moderna. As formas construídas variaram nas paisagens em mudança dos países orientais, todas compartilhando um aspecto em comum - o respeito pelos ecossistemas naturais.

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Semear em pó: o novo Centro de Arte, Artesanato e Design de Cabo Verde

Há duas maneiras de se chegar a Cabo Verde, pelo mar ou pelo céu. Dos dois jeitos, somos surpreendidos pela paisagem de imensas massas rochosas brotando do umbigo do Atlântico antes de pôr os pés em terra. Despovoado até meados do século XV, o arquipélago vulcânico é formado por dez ilhas, nove delas atualmente habitadas, cada uma com características singulares — umas mais turísticas, como o Sal, outras mais rurais, como Santo Antão — e uma versão própria do kriolu kabuverdianu, língua que não é a oficial (o português ocupa esse lugar), mas que é de longe a mais falada.

São Vicente é a segunda ilha mais populosa do país e faz parte do grupo insular norte, chamado Sotavento, juntamente com Santo Antão, Santa Luzia, São Nicolau, Sal e Boa Vista. Sua maior cidade, Mindelo, tem vocação portuária e é historicamente ponto de partida e chegada de pessoas e mercadorias. Marcada pelo trânsito, a cidade é lugar de passagem e de trocas culturais intensas. É, também, lar do primeiro museu construído no país, o Centro Nacional de Arte, Artesanato e Design — CNAD.

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Bares residenciais em projetos contemporâneos

Segundo uma pesquisa recente da empresa de análise de mercado IWSR, 54% dos compradores online de álcool nos EUA fizeram sua primeira compra durante a pandemia. A maioria dos consumidores decidiu "se presentear" com marcas mais caras do que o habitual, optando pelas garrafas das prateleiras mais altas, a fim de finalmente dominar a arte de coquetéis caseiros - bebidas elaboradas e que são dignas de um investimento mais alto. A IWSR aponta que esses hábitos estão pegando. Junto com eles, vem a necessidade de um plano estético para exibi-las estas aquisições: é aí que entram os bares residenciais

Tendências urbanas: o modelo de habitação cooperativa em Barcelona

A habitação cooperativa ou co-habitação é um modelo habitacional que permite expandir o acesso à moradia nas cidades. Este modelo começou a ser desenvolvido em países como a Dinamarca e o Uruguai e está se tornando cada vez mais popular na Europa. Tanto que, há alguns anos, chegou a Barcelona e desde então não parou de se expandir na região, ultrapassando os limites da própria cidade. A seguir, explicaremos em que consiste o modelo de co-habitação em Barcelona e como ele contribui para uma arquitetura mais democrática para os cidadãos.

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Arinda da Cruz Sobral, a primeira arquiteta brasileira

Por décadas, a história da arquitetura brasileira coroou figuras masculinas como seus grandes representantes, porém, nos últimos anos, podemos observar o crescente número de trabalhos que se dispuseram a identificar as figuras femininas neste campo. “Onde estão as mulheres na história da arquitetura no Brasil?” foi, e ainda é, uma das questões que mais ouvimos como profissionais de história da arquitetura e do urbanismo. Muitas vezes a reposta se volta para os nomes de Lina Bo Bardi e Carmen Portinho, referências fundamentais, mas, ainda assim, podemos nos perguntar quais outras tantas personagens construíram suas trajetórias nesta área?

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O eruv enquanto artifício de territorialização das comunidades judaicas ortodoxas nas metrópoles

O eruv divide o público do privado, o secular do sagrado e o trabalho do shabat. O presente ensaio pretende entender como as tradições da cultura judaica se atualizaram ao longo dos séculos e convivem hoje com a dinâmica da metrópole, deixando marcas identitárias no espaço urbano. Ou seja, buscamos aqui o tensionamento entre as relações de comunidade, identidade e pertencimento, que constroem outras leituras, compressões e compartilhamentos nos espaços públicos da cidade. 

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As vantagens do mercado de móveis usados em economias fragilizadas

Impulsionada pela geração Z que prefere ter acesso a coisas do que a posse delas, o mercado de usados começa a crescer significativamente no mundo inteiro.

Entre eles, o mercado de móveis usados, que além de dar reuso a produtos que iriam para o lixo, ajuda na diminuição dos índices de CO2 liberados pelas fábricas – fabricar e despachar uma única peça de mobiliário emite cerca de 90kg de CO2, o equivalente a voar em um Boeing 747 por uma hora.

Bio-materiais como estruturas autoportantes: fungos, algas e forquilhas de árvores

Como Caitlin Mueller, pesquisador, designer e professor do MIT, aponta: "o maior valor que se pode dar a um material é dá-lo um papel de carga em uma estrutura". Os componentes de carga - fundações, vigas, colunas, paredes etc. - são projetados para resistir às forças e movimentos permanentes ou variáveis. Semelhante aos ossos do corpo humano, eles apoiam, protegem e mantêm tudo unido. Para cumprir essa função indispensável, devem ser feitos de materiais com excelentes propriedades mecânicas, o que explica o destaque de concreto e aço em estruturas. No entanto, seu alto desempenho tem um alto custo ambiental: juntos, eles representam 15% das emissões globais de CO2 no mundo. Isso nos faz pensar: é possível que os materiais estruturais sejam realmente sustentáveis? Conhecemos soluções como versões mais ecológicas de concreto, mas há muitas outras alternativas para explorar. E, às vezes, a resposta está mais próxima do que esperamos; na terra embaixo de nós ou na natureza que nos rodeia.

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Pergunta aberta: O que é boa arquitetura?

Em parceria com a editora gestalten, publicamos recentemente o nosso primeiro livro: The ArchDaily Guide to Good Architecture. Uma pausa para olhar para os mais de 40.000 projetos selecionados ao longo dos últimos 15 anos, a fim de extrair suas contribuições e responder à ambiciosa pergunta sobre o que é uma boa arquitetura.

Agora, é a vez de vocês — nossos queridos leitores e queridas leitoras — enfrentarem essa questão. 

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Qual é o futuro dos edifícios altos?

Há quase um século, o mundo foi apresentado a uma nova tipologia arquitetônica que mudou toda a indústria da construção. A partir do Home Insurance Building em 1885, passando pelos edifícios Empire State e Chrysler em Manhattan, os arranha-céus tornaram-se símbolos de poder e abundância financeira. Não tardou para que passassem a ser construídos em quase todas as cidades do mundo, com projetos de ponta que desafiam as normas da engenharia. No entanto, diante de todas as transformações pelas quais passa a prática da arquitetura, o que o futuro reserva para esses edifícios tão criticados, mas constantemente desenvolvidos?

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