Dos cogumelos à arquitetura, assim se apresenta a equipe da Mushbio, um painel de revestimento decorativo inspirado nos Andes. Sua fabricação é feita por meio de design paramétrico e sua materialidade é baseada no micélio de fungos. Além de contribuir para a identidade cultural por meio de um design que busca modelar a topografia do território equatoriano e latino-americano, o painel possui propriedades termoacústicas, leveza e uma beleza única, levando a natureza para os espaços internos.
A análise do local é um primeiro passo crucial para a elaboração de um projeto viável. Considerar a implantação, a topografia, as leis de zoneamento, as condições de tráfego e o clima permite que o/a profissional maximize oportunidades e antecipe potenciais problemas. Os quatro fatores a seguir são fundamentais para obter o máximo valor dessa etapa de análise.
O Brasil tem avançado cada vez mais a implementação de iniciativas de parcerias entre o setor público e o privado. O Radar PPP monitora hoje mais de 3,4 mil projetos de PPP e concessões em diversos segmentos, enquanto em 2015 eram apenas 625. Quando se fala em parcerias entre o setor público e o privado logo vem à cabeça os contratos de PPP e de concessão para a prestação de algum serviço público. Porém, as parcerias entre o setor público e o privado não se resumem a esses tipos de contratos, e um exemplo é o Business Improvement District, ou simplesmente BID.
Não se engane. O tamanho realmente importa. Principalmente quando se trata de novos empreendimentos habitacionais urbanos, nos quais o desafio de conciliar densidade com qualidade de vida e sustentabilidade continua sendo fundamental.
Uma das primeiras decisões a serem tomadas durante o processo de projeto de uma habitação é onde ela será implantada no terreno. Seja um lote grande ou pequeno, a implantação de uma casa impacta tanto a arquitetura da própria construção quanto sua relação de vizinhança, e por isso deve ser pensada e projetada com cuidado.
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Bad Bunny - "El Apagón" . Imagem via YouTube
Como parte dos lançamentos apresentados nos últimos meses, o cantor de reggaeton conhecido mundialmente como Bad Bunny lançou seu novo videoclipe para a música "El Apagón", que faz parte de seu último álbum "Un verano sin ti". Embora a faixa já fizesse sucesso em diferentes plataformas, poucos imaginavam que o lançamento do clipe se transformaria em um forte posicionamento político diante da situação atual de Porto Rico.
Desde que Mark Zuckerberg, CEO do Meta, mudou o nome da sua empresa e anunciou um maior investimento no chamado “metaverso”, as buscas por esse termo aumentaram consideravelmente. E, apesar de não ser um conceito novo, os temas da tecnologia que margeiam o assunto explodiram nos últimos anos.
Criptomoedas, NFTs e toda a criação de um mundo econômico virtual ajudam a dimensionar como o metaverso vem se impondo no nosso cotidiano. No entanto, as oportunidades não param nas mudanças financeiras: o metaverso vem se mostrando um espaço importante também para engenheiros e arquitetos.
O escritório mexicano Faci Leboreiro, liderado por Carlos Faci e Marina Leboreiro, foi premiado no concurso Grands Prix du Design, em Quebec, no Canadá, pelo design de interiores do projeto Estudio Basalto, obtendo a certificação de ouro na categoria de escritórios. A décima quinta edição do certame — que reconhece a excelência internacional e a prática exemplar de profissionais de design e arquitetura — foi realizada no Théâtre Le Capitole, diante de um júri composto por destacados profissionais e acadêmicos/as.
Desde 1985, há 37 anos, a Faculdade de Arquitetura da Universidade Nacional Autônoma do México organiza e realiza as convocações do Prêmio de Composição Arquitetônica Alberto J. Pani, com a finalidade de reunir os/as melhores estudantes das instituições filiadas à Associação de Instituições de Ensino de Arquitetura da República Mexicana (ASINEA). A organização é realizada em colaboração com uma instituição da ASINEA, que este ano é a Faculdade de Arquitetura da Universidade DeLaSalle Bajío, em León, Guanajuato.
https://www.archdaily.com.br/pt/1134376/finalistas-do-38o-premio-de-composicao-arquitetonica-alberto-j-pani-2022-da-faculdade-de-arquitetura-da-unamArchDaily Team
De acordo com a Academia Nacional de Bomberos de Chile, um incêndio é definido como “fogo fora de controle”. Uma vez iniciado, a temperatura atinge os 1000° Celsius, gerando chamas e fumaça que colocam em risco a vida das pessoas e a integridade dos edifícios.
Segundo o relatório da ONEMI, entre as principais causas de incêndios estruturais – aqueles que ocorrem em casas, edifícios e estabelecimentos comerciais – estão os acidentes domésticos, falhas elétricas e vazamentos de gás.
As vantagens de uma casa pátio são bastante conhecidas. Além de trazer contato mais próximo com o exterior desde o interior, ela aprimora significativamente o conforto ao brindar mais iluminação e ventilação naturais. Essa tipologia atravessa o tempo sendo reinventada a partir de diferentes formas de pensar não apenas a sua arquitetura, mas também o paisagismo de sua área externa. Sendo assim, reunimos distintas formas de pensar o jardim e outros elementos que podem constituir esse espaço.
A arquitetura de interiores é, sem dúvida, muito mais do que a composição de ambientes esteticamente atraentes. Desde materiais de construção e condições térmicas até revestimentos e mobiliário, cada decisão de projeto afeta diretamente o conforto do/a usuário/a. No entanto, essa relação entre design e bem-estar é ainda mais evidente no âmbito residencial, sobretudo após os mais de dois anos de pandemia que forçaram muitas pessoas a passar mais tempo em suas casas. Isso posicionou o lar como protagonista na renovação de espaços, transformando-o em um ambiente dedicado à tranquilidade e à saúde. O bem-estar não é, portanto, uma mera tendência passageira. Embora tenha ganhado destaque impulsionado pela pandemia, hoje se consolidou como um movimento de design que veio para ficar – e ao qual cada material ou produto deve responder.
O final da temporada de verão é geralmente marcado por multidões que correm para as piscinas públicas para aproveitar seus últimos dias na água. As piscinas públicas são muito mais complexas do que apenas espaços cercados, barulhentos e com cloro. Uma história delicada e muitas influências socioeconômicas estão sob a superfície e ditam quem pode nadar. O que acontece quando as piscinas se tornam propriedade privada e uma espécie de símbolo de status, e quando estes espaços públicos deixam de atender a todos?
Encomendado ao LAN (Local Architectural Network) pelo governo francês, o projeto da prisão de segurança mínima de Nanterre busca trabalhar com os conceitos do sistema prisional revisando criticamente o desenho destes edifícios. O complexo tem como partido a tentativa de melhor integrá-lo no tecido urbano, reforçando a importância da relação entre a cidade e as estruturas carcerárias como espaços de integração social. Dessa forma, a compreensão da proposta da Área de Segurança Mínima de Nanterre envolve fatores políticos, institucionais e históricos para recuperar e ressignificar as discussões históricas e contemporâneas sobre o sistema penitenciário de forma geral e, especificamente, o francês. A prisão é um espaço naturalmente entendido por seu confinamento, e o projeto desenvolvido pela LAN tem em seu desenho a valorização do caráter educativo e humanitário na transformação dos detentos e do olhar social sobre eles.
https://www.archdaily.com.br/pt/988167/reclusao-e-transparencia-como-a-area-de-seguranca-minima-de-nanterre-contribui-para-a-reformulacao-do-conceito-classico-de-prisaoAlexandre Kok, Caio França, Gabriela Rudge, Lara Girardi, Lia Soares, Maria Clara Calixto, Marina Liesegang, Marina Saboya, Pedro Trama, Tamara Silberfeld e Valentina Kacelnik
Barulho, prédios altos, carros, ônibus, metrôs e um altíssimo fluxo de pessoas indo e vindo pelas ruas. Assim são retratadas as grandes cidades no cinema. Essa imagem ainda se complementa com relações pessoais distantes e a possibilidade do anonimato em meio à massa, compondo uma rotina animada, conectada, que pode também ser opressora e solitária. Atualmente, vivemos em uma busca constante de equilíbrio entre os benefícios das megacidades e os prejuízos que essa escala apresenta.
Sob a premissa de dar visibilidade aos acontecimentos de terrorismo de Estado ocorridos durante a ditadura cívico-militar argentina iniciada em 1976, a Secretaria de Direitos Humanos do Ministério da Justiça e Direitos Humanos da Nação decidiu convocar o Instituto de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Nacional de San Martín (IA-UNSAM) para desenvolver uma proposta arquitetônica que envolvesse um novo espaço de memória a ser localizado no terreno de Campo de Mayo, na província de Buenos Aires.
Ao desenvolver um projeto, um arquiteto precisa lidar com inúmeras decisões: o edifício corresponde ao que o cliente demandou? A mão de obra contratada poderá construí-lo sem problemas? Os custos estão dentro do esperado? O projeto apresenta uma boa interface com o seu contexto? De que forma ele perdurará com o tempo? Para tal, o profissional deve equilibrar diversas questões que terão influência entre si e que alterarão diretamente o produto final. Dentre estas, os materiais e as técnicas construtivas escolhidas tem papel primordial, já que são os elementos que materializam os anseios dos projetistas e podem influenciar em fatores como a possibilidade de acesso, ou no impacto ambiental da edificação.
No entanto, estar ciente de todas as possibilidades, vantagens e desvantagens de cada decisão é uma tarefa hercúlea, que demanda muitos recursos, estudo e tempo - fatores que geralmente são escassos em nossa profissão. Sob o mote “O que é uma boa arquitetura”, compilamos abaixo uma série de artigos com boas práticas no uso de Materiais e Técnicas construtivas, buscando abranger o máximo possível de repertório para consulta:
Este mês, no dia 5, foi celebrado o dia da Amazônia. A data foi instituída em 2007 e preza pela conscientização da população sobre a importância deste bioma fundamental para o equilíbrio ambiental e climático do planeta. Em constante risco e conformando um território de disputa, o maior bioma natural da Terra é cenário constante de intervenções humanas. Como a arquitetura e o urbanismo tem se relacionado com isso?
O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe diferentes profissionais da área criativa para conversas improvisadas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.
Uma variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas de profissão, avaliações de edifícios e outros projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify, e YouTube.
Esta semana, David e Marina recebem o arquiteto Greg Warner, sócio-diretor e fundador da Walker Warner Architects, para discutir sua infância e juventude no Havaí e a influência disso em sua carreira profissional; a cofundação de seu escritório e o crescimento da empresa; a experiência de trabalhar no Havaí; as responsabilidades de um sócio-diretor e a importância da liderança; sua filosofia e abordagem de projetos; e muito mais.
“O objetivo da arte não é representar a aparência exterior das coisas, mas o seu significado interior”, observou o polímata grego Aristóteles. A arte urbana em espaços públicos busca esse objetivo, oferecendo significado e identificação aos moradores de cidades do mundo todo. Tomando a forma de murais, instalações, esculturas e estátuas, a arte urbana envolve o público fora dos museus e no espaço público. Esta arte apresenta uma maneira democrática de redefinir coletivamente conceitos como comunidade, identidade e engajamento social.
Como é a experiência de caminhar ao longo dos prédios e casas da rua onde você mora? Ou da rua onde você trabalha, estuda, faz compras, leva as crianças para a escola? Que relação esses prédios/casas têm com a calçada? Como eles tratam os pedestres? Dá vontade de passar na frente deles? Eles acolhem ou repelem?
O espaço ocupado pelas construções nas cidades tem crescido rapidamente. Em todo o mundo, a área ocupada pelo piso de edifícios pode dobrar até 2060. Construir e manter a infraestrutura urbana exige quantidades significativas de energia e recursos materiais. Dessa forma, a maneira como as cidades constroem – e com quais materiais – exerce um impacto sobre até que ponto as metas de sustentabilidade são atingíveis ou mesmo realistas. As cidades precisam se certificar de que estão usando materiais de baixo impacto para o planeta e que possam ser renovados. Esse cenário aponta uma oportunidade para a madeira.
https://www.archdaily.com.br/pt/988501/como-as-cidades-podem-adquirir-madeira-de-origem-sustentavelWhitney Light, Scott Francisco e Sadof Alexander
Estação Fairview Park Comfort, Staten Island. Imagem via NYC Parks, projeto de Sage e Coombe Architects
No campo do design, muitas vezes falamos em garantir que haja espaços públicos suficientes para atender a uma comunidade. Discutimos a necessidade de parques públicos para que as pessoas tenham acesso a espaços ao ar livre. Pensamos no transporte público e em como nossa dependência cada vez menor de carros ajudará a garantir um planeta mais saudável. Mas e quanto aos espaços públicos que nos faltam? O que acontece quando não temos banheiros públicos suficientes?