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Uma "paisagem de aprendizagem" tridimensional e uma escola de arquitetura de inspiração soviética: 10 instalações educacionais não construídas enviadas ao ArchDaily

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A seleção com curadoria desta semana dos melhores projetos de Arquitetura Não Construída destaca a arquitetura educacional enviada pela comunidade do ArchDaily. De escolas de educação infantil a institutos de ensino superior, este artigo explora como os/as arquitetos/as passaram a priorizar o fomento à criatividade individual, ao pensamento crítico e à exploração, apresentando projetos enviados de todas as partes do mundo.

Apresentando um jardim de infância isolado nas montanhas islandesas, uma creche de cores vibrantes na cidade industrial de Shenzhen e uma escola de ensino médio florentina banhada por luz natural, esta seleção explora como os/as profissionais priorizam o bem-estar e o conforto dos/as estudantes em espaços que promovem produtividade, aprendizado e criatividade. A seleção também inclui escolas de educação infantil, escolas de ensino médio e academias na França, Estados Unidos, Egito, Cazaquistão e Israel.

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A planta livre de Le Corbusier: discutindo o conceito aberto

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O termo “conceito aberto” tornou-se bastante popular em programas de televisão sobre reformas residenciais e no mercado imobiliário para descrever lofts ou residências de estilo moderno. No entanto, a expressão praticamente não existe no vocabulário da arquitetura, possivelmente devido à enorme riqueza de termos e precedentes históricos que descrevem a continuidade espacial no ambiente doméstico. Este vídeo é a segunda parte de uma série que destrincha os diferentes “conceitos abertos” na arquitetura. Enquanto o primeiro episódio foi dedicado à “planta orgânica” de Frank Lloyd Wright, este novo vídeo aprofunda-se no “plano livre” de Le Corbusier. A partir da comparação com o trabalho de Wright e apoiado por exemplos práticos dos Cinco Pontos da Arquitetura Moderna, o “plano livre” se apresenta como uma maneira singular de compreender a continuidade espacial.

"Não se pode levar os projetos adiante sem antes sentir e entender o lugar": Marta Maccaglia, da Asociación Semillas

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Conversar com a arquiteta Marta Maccaglia sobre seu trabalho não é falar apenas sobre arquitetura. Cada um de seus projetos deriva de um modo de trabalhar participativo, baseado na aproximação e na profunda compreensão das pessoas que habitam e utilizam esses espaços em seu contexto social e local, suas necessidades, o território e os recursos disponíveis, resultando em obras que adquirem um sentido que vai além da própria função.

O Pavilhão de Barcelona, um instrumento para dizer: 10 intervenções para refletir sobre a arquitetura contemporânea

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Em 1929, Ludwig Mies van der Rohe e Lilly Reich projetam o pavilhão nacional da Alemanha para a Exposição Internacional de Barcelona de 1929. Realiza-se nele a recepção oficial da exposição, presidida pelo rei Afonso XIII ao lado das autoridades alemãs. A partir de então, a história é bastante conhecida por todos. Obra simbólica do Movimento Moderno, o pavilhão tem sido estudado e interpretado exaustivamente, ao mesmo tempo em que inspira a obra de várias gerações de arquitetos e arquitetas.

Arquivo de Ideias Recebidas: Manuel de Rivero / 51-1 Arquitetos + Supersudaca

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Archivo de Ideas Recibidas é um projeto interdisciplinar de pesquisa e difusão que busca registrar e relacionar as ideias de pessoas que contribuem para o ecossistema criativo contemporâneo a partir da arte, do design e da arquitetura. O projeto é construído por meio de conversas que a equipe mantém com profissionais da criação, nas quais se aprofundam temas relacionados à memória, à academia, ao contexto cultural, às suas principais influências e metodologias de trabalho. Nesta ocasião, compartilham conosco a entrevista do arquiteto e urbanista Manuel de Rivero, cofundador do 51-1 Arquitectos, um escritório de arquitetura sediado em Lima, Peru, e do Supersudaca, um coletivo internacional de pesquisa urbana.

De volta às origens: o uso da ventilação natural em diferentes ambientes

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A automação está em toda parte — em nossas casas, móveis, escritórios, carros e até mesmo em nossas roupas; nos acostumamos tanto a ser cercados por sistemas automatizados que chegamos a esquecer como seria a vida sem eles. Embora os sistemas de automação melhorem significativamente a qualidade dos espaços internos por meio de soluções como purificação de ar e controle de temperatura, nada se compara à brisa fresca proporcionada pela Mãe Natureza.

No entanto, como em tudo na arquitetura, não existe uma fórmula única; o que funciona na Tanzânia não se aplica à Suíça ou à Colômbia. Isso ocorre devido a fatores como diferentes direções de vento, médias de temperatura, necessidades espaciais e limitações (ou deficiências) ambientais. Neste artigo, abordamos as diversas formas de ventilação natural e como os/as arquitetos/as utilizam essa solução passiva em diferentes contextos.

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A Galeria Nacional de Victoria, em Melbourne, vislumbra o futuro

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Na republicação desta semana da Metropolis, a National Gallery of Victoria, uma instituição na vanguarda do pensamento contemporâneo, examina os campos em constante expansão do design especulativo e crítico na Austrália por meio do trabalho do estúdio Formafantasma.

Estratégias de organização dos cômodos de Louis Kahn

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Neste vídeo, o canal Architecture with Stewart analisa a estratégia de projeto em planta de Louis Kahn (1901-1974), especificamente como sua obra articula e organiza os espaços servidos e servidores. Após a Segunda Guerra Mundial, o lado sombrio da tecnologia tornou-se evidente, de modo que a concepção da arquitetura como uma "máquina de morar" passou a soar equivocada ou mesmo desumana. Em contraposição à planta livre e fluida do período anterior à guerra, Kahn explorou novas possibilidades para a organização dos ambientes, fundamentado na crença de que a privacidade e o confinamento de cada cômodo poderiam coexistir de forma integrada, funcionando como uma "sociedade" de espaços. Partindo de uma análise detalhada dos Vestiários de Trenton, o vídeo utiliza animações digitais, croquis, fotografias e narrativas históricas para traçar a evolução dessa abordagem espacial através de projetos como as residências Adler e Esherick e a Biblioteca de Exeter.

Além dos renders, que outras formas existem para representar um projeto?

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Se há uma palavra capaz de descrever as renderizações arquitetônicas atuais, essa palavra é: impressionante. Universos renderizados imensos permitem que as pessoas interajam com ambientes construídos virtualmente, explorando cada espaço e vivenciando o que poderiam ouvir ou sentir ao passar de um cômodo a outro, sem a necessidade de visitar o projeto pessoalmente.

O principal objetivo de uma renderização é ajudar o público a visualizar o resultado final de um projeto. Seja para fins de apresentação ou de construção, os/as arquitetos/as precisam traduzir suas visões em um formato que ajude quem não participou do processo de concepção a compreender o espaço e a experiência resultante dele. No entanto, nem todos/as os/as profissionais de arquitetura dispõem das habilidades ou do tempo necessários para criar esses ambientes hiper-realistas. Ainda assim, com a excelente qualidade dos efeitos visuais atuais e o aumento dessa demanda, apresentar cada projeto por meio de renderizações 3D realistas tornou-se, de certa forma, uma exigência. Diante disso, se você faz parte do grupo de arquitetos/as que não possui tais habilidades ou tempo, apresentamos a seguir algumas alternativas para transformar seu projeto em uma experiência visual imersiva e traduzir sua identidade sem necessariamente recorrer a softwares de renderização 3D em tempo real.

Além dos renders, que outras formas existem para representar um projeto? - Imagem 2 de 4Além dos renders, que outras formas existem para representar um projeto? - Imagem 7 de 4Além dos renders, que outras formas existem para representar um projeto? - Imagem 12 de 4Além dos renders, que outras formas existem para representar um projeto? - Imagem 9 de 4Além dos renders, que outras formas existem para representar um projeto? - Mais Imagens+ 8

Patxi Mangado e José María Ezquiaga inauguram o Congresso de Arquitetura e Sociedade 2021: “É preciso recuperar a dimensão do público na cidade”

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De 8 a 10 de setembro, acontece a VI edição do Congresso Internacional de Arquitetura, sob o título “A Cidade que Queremos” — e, pela primeira vez, o evento pode ser acompanhado ao vivo pelo canal do YouTube da Fundação Arquitetura e Sociedade.

“Expandindo a Bienal no tempo e no espaço”: Em conversa com Mariana Pestana, curadora da 5ª Bienal de Design de Istambul

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Com uma evolução digital e física em curso, a 5ª Bienal de Design de Istambul adotou uma nova abordagem. “Em vez de focar na apresentação de resultados finais em um período comprimido de tempo e espaço”, as circunstâncias globais criaram a oportunidade de apresentar novos projetos ao longo de um período de tempo maior e em espaços expandidos, oferecendo não uma exposição, mas sim “um programa digital e de pesquisa com uma série de intervenções permanentes na cidade.”

Lançado em 15 de outubro de 2020, o evento reuniu, com sua nova estrutura, diferentes formatos sob o tema Empathy Revisited (Empatia Revisitada). Com o fim da primeira parte da exibição física, o ArchDaily teve a oportunidade de conversar com Mariana Pestana, arquiteta e curadora da 5ª Bienal de Design de Istambul, sobre o evento, as escolhas por trás do tema deste ano, os programas, os/as participantes e a evolução de sua abordagem diante das circunstâncias globais.

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Espaços de encontro: quando a gastronomia se conjuga com o design de iluminação

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Como parte de um projeto colaborativo criado por mulheres criativas, surge "Ostras & Burbujas", um evento realizado no último dia 28 de agosto no Cucina, na Cidade do México. O evento foi concebido a partir da proposta de criar um espaço imersivo que jogasse com a percepção visual – contando com o design e controle de iluminação desenvolvidos por Paola Jose, fundadora da SOMBRA, com a tecnologia da Lutron - Ketra –, alterando a atmosfera por meio da luz e agregando uma experiência culinária liderada pela chef Montserrat Garza, que combinou paladar, olfato e tato através de um jantar composto por diversos tempos e harmonizado pelo Cavanegra Natural Wine Club.

Um novo nível de espaço público: casos de ativação de coberturas urbanas

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Em ambientes urbanos cada vez mais densos, surge um novo interesse por espaços subutilizados como oportunidades para o desenvolvimento das cidades. Representando cerca de 25% da área urbana, as coberturas estão entre os recursos espaciais mais instigantes. De infraestrutura sustentável e agricultura urbana a espaços sociais e equipamentos culturais, este artigo explora o potencial de ativação das coberturas urbanas para a criação de cidades em múltiplas camadas.

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Federico Assler e suas esculturas na usina de energia solar Cerro Dominador

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Nem todos conhecem a existência e o funcionamento da usina de energia solar Cerro Dominador, na região de Antofagasta, no norte do Chile.

Crimson Veritas: Construindo Arquitetura e História em Harvard

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Como a instituição de ensino superior mais antiga dos Estados Unidos, Harvard consolidou-se como uma das universidades mais conhecidas do mundo. Organizada em dez faculdades acadêmicas e no Radcliffe Institute for Advanced Study, a universidade se estende por mais de 200 acres (cerca de 80 hectares), com seu centro em Harvard Yard, em Cambridge. Desenvolvida ao longo do Charles River adjacente ao bairro de Allston, em Boston, Harvard possui o maior fundo patrimonial (endowment) entre todas as instituições de ensino do mundo. Esses recursos viabilizaram diversos projetos de construção no campus ao longo da história da universidade.

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O futuro da habitação multifamiliar e os desafios de segurança associados

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A habitação multifamiliar em ambientes urbanos proporciona benefícios sociais, econômicos e ambientais tanto para quem nela reside quanto para as cidades como um todo. Impulsionada após a crise financeira de 2008, a demanda por habitação multifamiliar continuou a crescer desde então e permanece forte hoje. As gerações Y e Z representam a parcela mais jovem e urbanizada de adultos, e esse grupo de jovens profissionais vem impulsionando grande parte da demanda por moradias compactas nos centros urbanos. Embora as gerações mais jovens sejam as principais promotoras dessas mudanças, a expectativa é que o resultado proporcione uma vida mais segura e prática para todas as pessoas.

SinHei Kwok repensa a habitação multifamiliar em Phoenix

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Com projeto e incorporação de SinHei Kwok, foi concluído o Polker, um empreendimento multifamiliar de seis unidades no bairro histórico de Garfield, próximo ao centro de Phoenix, no Arizona. Composto por unidades de dois quartos e outras em estilo loft, o projeto propõe uma releitura do contexto circundante de residências unifamiliares. O Polker oferece um novo modelo de residência para pessoas que buscam viver no ambiente urbano e não desejam morar em uma casa unifamiliar ou em grandes blocos de apartamentos, mas que preferem viver e trabalhar perto do centro.

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Quanto espaço verde há nas cidades mais populosas da Argentina?

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É inegável que o espaço verde público se valorizou após o confinamento decorrente da pandemia de coronavírus. Em cidades de todo o mundo, praças, parques, clubes e zonas ribeirinhas começaram a adquirir um papel fundamental. Esses espaços souberam responder às necessidades de lazer, descanso e convívio coletivo dos habitantes que, em muitos casos, passaram meses confinados em suas residências privadas, funcionando como ágoras dentro do denso tecido urbano das cidades. Além de se apresentarem como espaços de lazer e convívio cidadão, a ONU-Habitat afirma que essas áreas verdes impactam diretamente na melhoria das condições ambientais, pois contribuem para o aumento da qualidade do ar, a redução do efeito estufa e o sequestro de carbono — razão pela qual sua ampliação, qualificação e manutenção deveriam ser prioridades para os governos locais.

Dutch Design Week 2021: 8 intervenções arquitetônicas

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Com o tema “The Greater Number” (O Número Maior), a Dutch Design Week (DDW) aconteceu de forma presencial entre os dias 16 e 24 de outubro de 2021 em Eindhoven, nos Países Baixos. O maior evento de design do norte da Europa retornou com o propósito de promover conceitos como menor consumo, menor produção e menos desperdício. Diante da consciência de que isso nem sempre é viável, exige-se também mais sustentabilidade e valor do design.

Em um esforço para transformar o comportamento de consumo e de produção, a Dutch Design Week organizou palestras, debates e exposições, das quais o ArchDaily selecionou oito intervenções relacionadas à arquitetura para destacar. Esta lista evidencia ideias que podem moldar um futuro positivo, concentrando-se principalmente nas cidades do amanhã, além de abordar conceitos como adaptação à realidade, vida conectada, experiências interativas e o design social.

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Axonométricas da Argentina: 30 projetos de arquitetura em perspectiva

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Como aponta Francis D. K. Ching em seu Manual de desenho arquitetônico, em comparação com os desenhos ortogonais convencionais — plantas, cortes e vistas —, que permitem representar os projetos arquitetônicos de maneira bidimensional e apenas “por meio de uma série fragmentada de vistas relacionadas”, os desenhos de vista única, entre os quais estão as axonometrias — também conhecidas como perspectivas ou projeções axonométricas —, permitem ilustrar as três dimensões de forma simultânea, incorporando noções de profundidade e espacialidade aos desenhos técnicos.

A arquitetura, um veículo para os sem-parte: Propostas contra-hegemônicas no Equador

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No artigo a seguir, Cuqui Rodríguez discorre sobre as instalações 'La Puta Carra Loca' e o 'Archivo Vivo de las Luchas Sociales', projetadas por Al Borde Arquitectos e La Cabina de la Curiosidad, apresentando a arquitetura como um veículo de resistência contra a hegemonia.

Arquitetura em Marte: Projetos para habitar o planeta vermelho

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Arquitetura em Marte: Projetos para habitar o planeta vermelho - Imagen 1 de 4Arquitetura em Marte: Projetos para habitar o planeta vermelho - Imagen 2 de 4Arquitetura em Marte: Projetos para habitar o planeta vermelho - Imagen 3 de 4Arquitetura em Marte: Projetos para habitar o planeta vermelho - Imagen 4 de 4Arquitetura em Marte: Projetos para habitar o planeta vermelho - Mais Imagens+ 10

Fevereiro de 2021 foi um mês histórico para a exploração de Marte. Embora as aproximações ao planeta já estejam em curso há mais de 50 anos — com a primeira espaçonave entrando em órbita em 1971 e o primeiro rover pousando na superfície em 1997 —, esta é a primeira vez que três sondas de diferentes países (China, Estados Unidos e Emirados Árabes Unidos) chegam ao planeta no mesmo mês. Ainda que cada expedição tenha seus próprios objetivos, elas ampliarão as informações disponíveis até o momento sobre o planeta por meio de análises profundas do solo, coleta de amostras e estudos diversos. Além de lançar luz sobre aspectos ainda desconhecidos da história de Marte, estas missões pretendem gerar um avanço substancial que permita, em pouco tempo, enviar naves tripuladas à superfície do planeta — um plano que Elon Musk projeta para 2022.

A Forma dos Nossos Edifícios Existentes

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

Jeffry Burchard explora em seu ensaio a "oportunidade encontrada ao estender a vida útil e o propósito de edifícios existentes viáveis", que moldaram nossas cidades. Ao argumentar que "temos uma oferta abundante de edifícios", o autor propõe quatro etapas essenciais para transformar as edificações existentes.

O interior dos monumentos: Uma inversão de perspectiva

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A Escuela Técnica Superior de Arquitectura de Barcelona sempre foi prolífica na formulação de novas e transformadoras maneiras de observar as nossas cidades. O olhar crítico sobre objetos que, no cotidiano, costumamos ignorar é outra característica frequentemente destacada. O arquiteto chileno Javier Toledo Cárdenas, no âmbito do seu trabalho final de mestrado do MBArch desenvolvido na referida cidade, reúne esses dois modos de estudar a realidade através de O interior dos monumentos.

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