Você já se perguntou (ou acabou esquecendo) qual é a diferença entre planta aberta e planta livre? Neste vídeo, o designer de arquitetura e professor Stewart Hicks explica o que faz da Planta Aberta uma vertente única do ‘conceito aberto’. O conteúdo integra uma série que explora termos do mercado imobiliário a partir de exemplos contemporâneos, históricos e teóricos da arquitetura. Nesta oportunidade, as estratégias espaciais de Mies van der Rohe são analisadas, partindo de seus primeiros projetos residenciais não construídos, passando pelo Pavilhão de Barcelona, até chegar à Casa Farnsworth. Cada obra apresenta um uso particular, porém em constante evolução, de paredes, pilares e planos de cobertura que, combinados, resultam no que chamamos de ‘Planta Aberta’. Outros vídeos da série são dedicados a temas como Planta Livre ou Orgânica, ajudando a aprimorar a compreensão de conceitos arquitetônicos.
Vladimir Belogolovsky conversa com Antoine Predock sobre o projeto Bahías, uma comunidade de 13 casas que será construída em breve na Costa Rica, inspirada por uma visão de folhagem construída.
Capela Coast Whale / Jinyu Zhang. Imagem cortesia de A' Design Awards
Se você estava deixando para depois, esta é a sua última chance de inscrever seu projeto no A' Design Award antes do prazo final de 28 de fevereiro. A competição internacional "nasceu do desejo de destacar os melhores designs e produtos bem projetados" de designers, arquitetos/as e inovadores/as de todas as áreas do design. Frente a outras premiações e competições do setor, o A' Design Award se destaca por sua escala excepcional, contando com mais de 100 categorias de design.
A ARIZON Design (ARIZON 乾正设计) foi fundada em Xangai em 2008 por Shen Junwei. O escritório é especializado no planejamento geral, design e consultoria para edifícios e espaços como shopping centers de alto padrão e complexos comerciais. Com projetos frequentemente reconhecidos por prêmios de design internacionais, consolidou-se como uma das agências de design mais inovadoras e especializadas no setor de varejo e complexos multiuso. O nome ARIZON evoca a expressão “Grandioso é o princípio criativo do Universo, do qual todas as coisas provêm” (originária do I Ching). Com uma imaginação sem limites que confere vitalidade contínua aos espaços arquitetônicos, a empresa posiciona-se na vanguarda da estética “Eco-Fashion” aplicada à arquitetura. Sob a missão de “impulsionar o futuro dos negócios por meio do design”, o escritório busca gerar valor comercial maximizado para seus clientes.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130588/vagas-em-xangai-arizon-design-designer-de-interiores-senior-designer-de-interiores-arquiteto-a-senior-pleno-a-paisagista韩爽 - HAN Shuang
Criado na paisagem costeira e ondulada do condado de Dorset, no oeste da Inglaterra, Fred Rigby encontrou na natureza a inspiração que moldaria sua assinatura projetual. Seu trabalho se caracteriza por formas orgânicas, simbolismos naturais e materiais táteis, estabelecendo uma forte conexão com o meio ambiente nos espaços internos. Em resposta às demandas do trabalho remoto decorrentes da pandemia, a fabricante nórdica de mobiliário de alto padrão MENU colaborou com Rigby no desenvolvimento de uma nova linha de móveis para escritório. O objetivo da coleção é trazer o calor, a suavidade e a naturalidade característicos de suas criações para atenuar as ansiedades do cotidiano contemporâneo.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130586/mesa-sem-arestas-marca-de-mobiliario-nordico-menu-x-o-designer-de-interiores-fred-rigby韩爽 - HAN Shuang
Em 1968, a pequena cidade de Gibellina, na Sicília, foi arrasada pelo violento terremoto de Belice, um sismo de magnitude 5,5 que tirou a vida de centenas de pessoas e deixou mais de cem mil desabrigados. Diante da impossibilidade de reconstruir a cidade em seu local original, os planejadores urbanos projetaram Gibellina Nuova a cerca de 11 quilômetros (7 milhas) de distância. Com o início do projeto e da construção da nova cidade, e na esteira da tragédia, o prefeito de Gibellina convidou vários artistas a apresentarem propostas de intervenção artística para o novo assentamento. Um desses artistas foi o prolífico pintor e escultor polimatérico italiano Alberto Burri (1915–1995).
https://www.archdaily.com.br/pt/1130595/cretto-di-burri-a-psicogeografia-de-gibellinaLilly Cao
Arquitectura de ondas gravitacionales. Image Cortesía de El Equipo Mazzanti
A detecção de ondas gravitacionais é uma das descobertas recentes mais importantes. Ela revoluciona a forma como observamos e estudamos o universo.
El Equipo Mazzanti, em parceria com Lino Cabras, Fabrizio Pusceddu, Eugenio Coccia, Massimo Faiferri e Michele Punturo, projetou uma instalação que torna visíveis os projetos mais recentes sobre o tema. Intitulada 'Arquitetura de ondas gravitacionais', a exposição está inserida no pavilhão italiano, com curadoria de Alessandro Melis, na Bienal de Veneza 2021.
A reunião de homologação do concurso para o "Projeto Completo de Arquitetura da Escola de Ensino Fundamental (9 anos) da Unidade 4 de Guiwan" foi realizada em 29 de janeiro de 2021. A entidade promotora constituiu legalmente o comitê de seleção que, após votação, definiu a seguinte classificação final:
https://www.archdaily.com.br/pt/1130651/resultado-da-licitacao-do-projeto-integral-da-escola-de-ensino-fundamental-de-nove-anos-da-unidade-4-de-guiwanMilly Mo
Hoje, 13 de agosto, comemoram-se dois marcos importantes para o México: a data aproximada da fundação de Tenochtitlán, capital da civilização mexica, por volta do ano 1325 em uma ilha no lago de Texcoco, no Vale do México, e a queda deste império em 1521 diante do exército espanhol liderado pelo conquistador Hernán Cortés.
Esses são apenas alguns dos diversos acontecimentos que moldam o que hoje conhecemos como a Cidade do México, sendo quase impossível resumir cada um deles. No entanto, vale a pena recordar alguns para compreender de que é feito o solo sobre o qual pisamos, mas sobretudo para refletir sobre o futuro de nossas ações hoje como profissionais da arquitetura: o período pré-hispânico, a colonização ao lado da independência e da revolução, as influências estrangeiras do Movimento Moderno e as diversas interpretações que resultam hoje no que conhecemos como arquitetura contemporânea.
Desde que o ArchDaily lançou sua plataforma de recrutamento, recebemos anúncios de vagas de escritórios de arquitetura de diversos portes em todo o país, de Pequim e Shenzhen a Hangzhou. Com estilos únicos, essas empresas atuam em diferentes campos da arquitetura, buscando atrair profissionais talentosos/as para suas equipes. Paralelamente, o ArchDaily, em conjunto com a plataforma de comércio eletrônico de materiais e mobiliário Architonic, está contratando um/a Gerente de Negócios para a China. A seguir, apresentamos uma seleção de nove oportunidades de emprego e seus respectivos projetos de destaque. Convidamos todos os leitores e leitoras a se candidatarem.
O concreto e a sustentabilidade são duas palavras frequentemente consideradas incompatíveis. Utilizado desde a era romana, o concreto moldou grande parte do nosso ambiente construído, sendo o material manufaturado mais consumido no planeta devido à sua resistência, versatilidade, excelente relação custo-benefício e acessibilidade, entre outros benefícios inerentes. Seu uso generalizado em edifícios e infraestruturas constitui a base das cidades, conecta comunidades e continuará a desempenhar um papel vital no desenvolvimento de soluções para os desafios do futuro — especialmente diante da necessidade de resposta das cidades a uma população global em constante crescimento. No entanto, tendo o cimento como ingrediente principal, ele também acarreta custos ambientais significativos, sendo responsável por pelo menos 8% das emissões globais de carbono no contexto das mudanças climáticas. Contudo, esse cenário não é inevitável. Com o surgimento de tecnologias e produtos inovadores, existem hoje diversas formas de tornar o concreto mais ecológico.
København (Copenhague), a capital da Dinamarca, está na vanguarda do pensamento de muitos/as arquitetos/as paisagistas e planejadores/as urbanos/as, tanto por suas iniciativas pioneiras em direção à sustentabilidade quanto por seus espaços públicos inovadores, cultura cicloviária, arquitetura e cenário gastronômico. Tendo passado um período significativo na cidade ao longo da última década, tive a oportunidade de começar a conhecer a fundo o lugar e seus habitantes. Um dos aspectos mais marcantes de Copenhague, perceptível mesmo durante minha estadia, é sua contínua trajetória de aprimoramento. Um esforço coletivo de pessoas trabalhando diligentemente há décadas para otimizar a cidade para a vida cotidiana de seus habitantes vem pavimentando o caminho para o que é possível realizar hoje.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130643/aprendendo-com-copenhague-foco-na-vida-cotidianaJohn Bela
O termo “conceito aberto” é popular em programas de televisão sobre reforma de imóveis e em descrições imobiliárias de lofts ou residências de estilo contemporâneo. No entanto, o termo está ausente do léxico da arquitetura, provavelmente devido a um vocabulário muito mais robusto e a um acervo de precedentes para descrever a continuidade espacial no ambiente doméstico. Este vídeo é o segundo de uma série que explora vários “conceitos abertos” na arquitetura. O primeiro vídeo foi dedicado à “Planta Orgânica” de Frank Lloyd Wright, ao passo que este examina de perto a “Planta Livre” de Le Corbusier. Por meio de comparações com Wright e com o apoio de exemplos dos Cinco Pontos da Arquitetura Moderna, as “Plantas Livres” são apresentadas como uma maneira única de compreender a coerência espacial.
O estudo de Mogilevich sobre como a administração Lindsay aproveitou a vontade política e popular para construir praças de bolso (pocket parks), defender o fechamento de ruas, introduzir refeições ao ar livre e reduzir a desigualdade socioeconômica racial poderia apontar o caminho a seguir para arquitetos e planejadores modernos. Imagem cortesia de Minnesota Press
Na reedição desta semana do The Architect's Newspaper, a autora Karen Kubey, urbanista especializada em habitação e saúde, questiona se a invenção do espaço público foi "inventada ou acordada". Baseando suas ideias no livro de Mariana Mogilevich, The Invention of Public Space, o artigo questiona se os espaços públicos são um produto de negociação na cidade.
A arquitetura residencial é uma das categorias mais consultadas por nosso público leitor. Durante o ano de 2021, publicamos mais de 1.300 casas, apresentando projetos de diferentes regiões do mundo e oferecendo uma variedade de soluções, materiais, contextos, ambientes, escalas e tipologias. Trata-se de uma ampla fonte de conhecimento para quem busca soluções tanto para sua própria casa quanto para projetos profissionais.
Em abril de 2021, o A8 Design Center, em Luhu (Chengdu), apresentou a exposição conjunta transdisciplinar “2 quilômetros de margem: arquitetos independentes do sudoeste no Luhu 2021”. O evento convidou 31 arquitetos/as independentes a criar, ao longo das margens do lago Luhu e com um orçamento de 30 mil iuanes, microespaços experimentais, interativos e sensoriais baseados em suas próprias autorreflexões e percepções sobre o espaço público, revelando 31 perspectivas diferentes de ver o mundo. Por meio do diálogo entre profissionais da arquitetura e da interação destes com o público, a exposição buscou estimular a participação ativa da comunidade no design.
Após a visita guiada, o A8 Design Center organizou um encontro informal ao redor de um *hot pot* sob a ponte com as equipes de arquitetura de Chengdu. Foi assim que nasceu esta conversa. Nosso objetivo era compreender o que a nova geração de escritórios independentes em cidades que não são metrópoles globais (as chamadas cidades de "primeira linha") está produzindo, como estão se desenvolvendo e o que pensam sobre a prática atual.
Entrevista por: Han Shuangyu Entrevistados da primeira parte: Lu Yun (MUDA-Architects), Pan Youcai (Xiaoyin Architecture), Jin Hongduo (Relative Architecture) Entrevistados desta segunda parte: Cai Kefei (Menkou Architecture), Wang Xiang (Tektōn Architecture), Li Yuejiu (a9a architects), Zhang Tang (One Take Architects)
https://www.archdaily.com.br/pt/1130533/um-encontro-em-torno-do-hot-pot-com-arquitetos-as-independentes-de-chengdu-parte-ii韩爽 - HAN Shuang
Moscone Center Expansion / Skidmore, Owings & Merrill + Mark Cavagnero Associates. Imagem cortesia de BOK Modern
Como qualquer arquiteto/a ou profissional da construção sabe, edificar é um processo que consome muito tempo e mão de obra. Atrasos imprevistos devido a falhas mecânicas, questões político-econômicas ou mesmo intempéries climáticas podem agravar as dificuldades habituais de construção e instalação. Diante disso, os melhores produtos de construção do mercado buscam minimizar ao máximo o tempo de instalação e o esforço de trabalho. Por exemplo, o sistema de painéis metálicos estruturais integrados da BŌK Modern reduz o tempo de montagem no canteiro e minimiza a necessidade de suportes estruturais redundantes, gerando economia de material e de custos de mão de obra. Além disso, a excelente capacidade de personalização desses painéis os torna ideais para as mais diversas demandas arquitetônicas e construtivas.
Esta semana, a seleção de projetos de Arquitetura Não Construída destaca estruturas culturais enviadas pela comunidade do ArchDaily. De pavilhões a instalações, este artigo explora o tema das intervenções urbanas de caráter cultural e apresenta abordagens propostas em todo o mundo.
Apresentando desde um pavilhão implantado nas dunas de areia do deserto persa até uma instalação artística interativa e afrofuturista proposta para o festival Burning Man, além de uma nova leitura dos cinemas de verão na Rússia, esta seleção explora como profissionais da arquitetura reimaginaram os espaços tradicionais de encontro e criaram intervenções urbanas em diversas escalas. O panorama inclui ainda projetos localizados nos Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, França e Reino Unido, cada qual respondendo a diferentes contextos e topografias.
O engenheiro de saneamento estadunidense do século XIX George E. Waring, Jr. era um miasmatista. Ele acreditava na teoria dos miasmas, segundo a qual vapores tóxicos viajavam através do solo úmido, da vegetação em decomposição e de poças de água parada. Entendia-se que esses vapores tóxicos emanavam da Terra, interagiam com a atmosfera e causavam doenças nas cidades americanas.
De acordo com Catherine Seavitt Nordenson, ASLA, professora de arquitetura da paisagem na Bernard & Anne Spitzer School of Architecture do City College de Nova York, Waring era uma “figura marginal”, mas tinha ideias interessantes sobre como “modificar o clima para melhorar a saúde”. Em uma palestra virtual promovida pela Harvard Graduate School of Design, Seavitt Nordenson afirmou que Waring estava equivocado sobre os mecanismos de propagação de doenças — ele não compreendia o conceito de vetores, como os mosquitos —, mas suas soluções de drenagem e saneamento foram “surpreendentemente bem-sucedidas”. Um ano após o início da pandemia de coronavírus, vale a pena revisitar as ideias de Waring sobre as conexões entre a Terra, a atmosfera, as doenças e a manutenção dos espaços públicos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130563/a-teoria-dos-miasmas-estava-errada-mas-levou-ao-saneamento-inteligenteJared Green
De acordo com o Relatório do Índice de Desperdício de Alimentos de 2021 da ONU, cerca de 17% da produção global de alimentos é desperdiçada, tornando-se a terceira maior fonte de emissões de gases de efeito estufa. Desse total, 11% do desperdício é gerado pelas próprias residências, o que não apenas agrava a crise climática, mas também resulta em enormes perdas econômicas, declínio da biodiversidade e níveis de poluição que crescem a um ritmo sem precedentes. Diante disso, considerando o papel crucial que a arquitetura e o design desempenham ao oferecer opções de habitação mais ecológicas, torna-se essencial adotar e fortalecer abordagens mais autossuficientes e de poluição zero.
Pouco depois da virada do milênio, Vanity Fair, uma revista que se propõe a acompanhar todo tipo de marco cultural, pediu a um grupo selecionado de 52 "especialistas" que escolhesse os cinco melhores edifícios desde 1980. As escolhas foram bizarras; quase todas as obras eram de autoria dos próprios arquitetos e arquitetas selecionados, que constituíam a grande maioria dos consultados. Poucas indicações receberam mais de cinco votos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130558/onde-estao-as-obras-primas-da-arquiteturaMark Alan Hewitt
Desenho de proposta de concurso número 11956 de Jørn Utzon, Jørn Utzon | Hellebæk, Dinamarca.. Imagem cortesia de State Archives, NSW
Este breve ensaio, escrito pelo autor e crítico Jonathan Glancey, coincide com o lançamento da primeira edição do Architecture Drawing Prize – uma premiação organizada pelo World Architecture Festival, pelo Sir John Soane's Museum e pelo escritório Make. O prazo de inscrição para o prêmio se encerra em 17 de setembro de 2021.
“'Letramento visual' é uma palavra?”, pergunta Ken Shuttleworth, fundador da Make Architects e idealizador do The Architecture Drawing Prize. Sim, é. “Assim como a alfabetização tradicional”, diz ele, “é certamente o que me interessa ao analisar e avaliar desenhos. Trata-se da fluência em produzi-los e compreendê-los.” O Architecture Drawing Prize está agora em seu quinto ano. “Costumamos ver pouquíssimos desenhos feitos à mão por jovens arquitetos/as — eles/as usam majoritariamente computadores — e, hoje, a maior parte dos/as estudantes de arquitetura vem de uma formação mais voltada à matemática e à física do que às artes. Ainda assim, acredito que o desenho à mão seja de suma importância.”
TECLA, Habitat impresso em 3D por WASP e Mario Cucinella Architects. Imagem cortesia de WASP
Este projeto é a mais recente colaboração entre a empresa italiana de impressão 3D Mario Cucinella Architects (MC A) e a WASP. Trata-se da primeira vez que as duas equipes utilizam um material natural e reciclável — a terra crua (solo não processado) — para uma construção impressa em 3D. O domo resultante, batizado de TECLA, está localizado em Massa Lombarda, na província de Ravenna, Itália. A estrutura foi construída a partir do funcionamento simultâneo de várias impressoras 3D ao longo de 200 horas.