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Soluções energéticas e eletrodomésticos na casa elétrica moderna

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Seja por um esforço motivado pela culpa para reduzir a própria pegada de carbono, por uma redução nas contas de energia visando a economia ou simplesmente para aproveitar um programa de incentivo governamental, as escolhas de design e construção sustentável já não são exclusividade das pessoas mais conscientes ecologicamente, mas sim de qualquer pessoa atenta tanto ao custo atual da energia quanto ao custo futuro de sua obsolescência.

Independentemente da motivação, enquanto tentamos reduzir a nossa dependência autodestrutiva de combustíveis fósseis, nossas casas e edifícios estão gradualmente dando as costas ao gás — um dos últimos obstáculos entre nós e uma residência de carbono zero. Esses sistemas e eletrodomésticos alternativos funcionam com eletricidade renovável, rompendo nossa dependência de produtos poluentes movidos a gás e utilizando tecnologias elétricas inovadoras para aprimorá-los ainda mais.

“Nossa missão é preservar e explorar o legado de Neutra”: Em conversa com Raymond Neutra, o filho mais novo de Richard Neutra

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Foi, naturalmente, Frank Lloyd Wright quem preparou o terreno para a arquitetura moderna em Los Angeles. Depois dele vieram os vieneses: Rudolph Schindler, em 1920, e Richard Neutra, em 1925, a convite de Schindler. Ambos trabalharam com Wright, optando por absorver dele o que consideravam essencial — com foco na clareza espacial e formal, na flexibilidade, na materialidade contida e no ambiente habitável para alcançar a qualidade de vida desejada no interior. Neutra e Schindler colaboraram inicialmente e, em seguida, cada um construiu um portfólio rico, composto principalmente por casas e blocos de apartamentos. Universais em princípio, essas estruturas abstratas e robustas definiram e lideraram o desenvolvimento de um vernáculo construtivo local. Esses edifícios, que somam várias centenas, estão hoje fortemente associados à cidade adotiva de ambos.

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O bambu na habitação latino-americana: 10 casas que mostram o futuro do material na arquitetura

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A incorporação de materiais locais na arquitetura ganha cada vez mais protagonismo diante da necessidade de encontrar novas formas de construção mais sustentáveis e que contribuam para combater a crise climática atual. Ao compreender o comportamento dos diferentes materiais e suas principais propriedades construtivas, diversos/as profissionais da arquitetura apostam no uso do bambu, buscando desenvolver estratégias e implementar metodologias que viabilizem sua aplicação tanto nas estruturas de seus projetos quanto nos fechamentos e demais elementos que compõem os espaços.

Por que escolher o papel de parede de fibra de vidro? Resiliência, resistência à umidade e estética

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Com sua variedade de cores, padrões, texturas e materiais, a integração de papéis de parede pode enriquecer a estratégia de design de um espaço. O recurso destaca as paredes, adicionando profundidade aos ambientes, ao mesmo tempo em que eleva sua estética e personalidade.

Diante disso, a Inkiostro Bianco pesquisa e desenvolve novas e versáteis soluções em papel de parede, adequadas para áreas internas e externas. Com estampas que vão de inspirações naturais a formas geométricas contemporâneas, esses papéis de parede traduzem ideias abstratas em realidade, adaptando-se tanto a projetos de interiores modernos quanto clássicos. Desafiando os limites dos materiais tradicionais, os papéis de parede de fibra de vidro EQ Dekor combinam durabilidade, resistência à umidade e apelo estético para estabelecer novos padrões em revestimentos de parede. Mas como incorporar essa solução ao projeto de cozinhas, banheiros e pisos?

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O que é sustentabilidade hedonista na arquitetura?

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Se você acompanha o gigante do mundo arquitetônico BIG — com o perdão da redundância — provavelmente já deve ter visto Bjarke Ingles falar sobre sustentabilidade hedonista e como esse conceito permeia os projetos mais ousados do escritório dinamarquês.

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Neuroarquitetura e autismo: diretrizes para projetos saudáveis e acolhedores

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O entendimento contemporâneo da neuroarquitetura desencadeou um novo foco no design inclusivo, com ênfase na criação de ambientes que respeitem e respondam às necessidades específicas das pessoas. Nesse contexto, a abordagem do design arquitetônico para pessoas no espectro do autismo ganhou destaque.

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Do Art Nouveau à Bauhaus: como eram os interiores residenciais nos movimentos artísticos do passado

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A arte sempre foi um meio pelo qual as pessoas podem se conectar com os espaços, e os movimentos artísticos têm servido como uma plataforma para explorar novas relações com a arquitetura. Ao incorporar a arte em edifícios e espaços internos, eles foram transformados, resultando em uma fusão que cria ambientes bonitos, inspiradores e espiritualmente edificantes. Ao longo da história, vários movimentos artísticos, como o Renascimento no século XVII, o Barroco no século XVIII e o Art Nouveau, Art Déco e Bauhaus no início do século XX, tiveram um impacto significativo na arquitetura. Os arquitetos se inspiraram nos ideais, conceitos, abordagens estilísticas e técnicas desses movimentos, usando-os para criar estruturas habitáveis em grande escala. Como a casa é uma expressão fundamental de um movimento arquitetônico e a moldura mais simples para exibir o ethos artístico de uma determinada época, estudar seus espaços internos fornece uma imagem detalhada da influência da arte na organização espacial, design de móveis, padrões de produtos e interação do usuário.

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Materiais que definem a estética arquitetônica mexicana contemporânea

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Desde o período pré-colombiano das Américas -quando culturas como Olmec, Maia, Purepecha e Mexica (Astecas) prosperaram- até a era moderna, onde a arquitetura foi influenciada por movimentos sociais e até desastres naturais, a arquitetura mexicana mostra uma expressão arquitetônica valiosa, com sua própria voz e características distintas. O prêmio Nobel Octavio Paz argumentou que a arquitetura é uma testemunha incorruptível da história. Da mesma forma, os materiais usados para moldá-la atuaram como protagonistas dessa história, durando em muitos casos ao longo do tempo e evoluindo graças às gerações de arquitetos que contribuíram para ela, de diferentes perspectivas.

Para traçar uma linha do tempo, é possível tomar como uma arquitetura pré-hispânica de ponto de partida, que exibiu uma diversidade de nuances devido à vasta extensão territorial do México. Isso permitiu que diversas culturas encontrassem seu nicho e desenvolvessem seus estilos arquitetônicos característicos. Posteriormente, a era da colonização espanhola, que atraiu a influência da arquitetura islâmica, representou um ponto de virada notável no desenvolvimento arquitetônico. Essa fase perdurou até o advento da independência mexicana no século XIX. Por sua vez, isso marcou o início dos movimentos sociais e culturais, durante e após a revolução mexicana no início do século XX.

O papel das cores no espaço urbano: projetando para a segurança e acessibilidade

As cores são fundamentais para as dinâmicas e o cotidiano da vida urbana, mas seu impacto ultrapassa sua aparência e dimensão estética, sobretudo para as pessoas com algum tipo de comprometimento visual. Para essa parcela da população, as cores desempenham um papel ainda mais significativo, porém muitas vezes subestimado, na formação e aprimoramento da acessibilidade dos espaços públicos. A arquitetura tem um papel importante nessa inclusão, o que perpassa a escolha consciente de cores que tem o poder de melhorar a acessibilidade urbana e criar um ambiente mais inclusivo para as pessoas de todas as habilidades.

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The Second Studio Podcast: Preparando estudantes para suas carreiras e desafios globais

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O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pela dupla de arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe diferentes profissionais criativos para conversas espontâneas que dão espaço a reflexões profundas e discussões pessoais.

Uma variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Esta semana, David e Marina discutem como as faculdades podem preparar melhor os/as estudantes para suas carreiras e para enfrentar questões de equidade, justiça social e mudanças climáticas. As perguntas foram extraídas do painel do Fórum de 2023 do EQiA (Equity in Architecture), realizado no Instituto de Tecnologia da Geórgia (Georgia Institute of Technology). O EQiA é uma organização estudantil do College of Design do Georgia Tech, dedicada à união e à equidade na arquitetura.

Desenho urbano em grelha: a arte esquecida de fazer cidades

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A locomoção em algumas cidades pelo mundo é mais simples de compreender, assim como achar um endereço sem o GPS não se torna uma tarefa tão difícil, mesmo para quem visita um lugar pela primeira vez. O desenho dos municípios ajuda a explicar essa sensação que determinadas localidades transmitem. Espaços urbanos projetados em grelha (ou grid, do original em inglês), como Barcelona (Espanha), Nova York, Chicago e Phoenix (EUA) e Toronto (Canadá), por exemplo, no qual as vias se cruzam formando ângulos retos — compondo um mapa parecido com uma grade — facilitam a orientação dos indivíduos e otimizam a utilização dos ambientes.

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Afinal, existe arquitetura gótica no Brasil?

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Arcos ogivais, abóbadas de cruzaria, vitrais coloridos, florão, rosácea, detalhes decorativos complexos. Estes são alguns dos elementos que ajudam a caracterizar a arquitetura gótica, movimento que surgiu e vigorou na Europa do século X ao XV. No Brasil, eles foram incorporados tardiamente, num contexto que revivia o movimento geral e foi chamado de neogótico. A expressão desse ressurgimento histórico é vista principalmente em grandes igrejas e alguns edifícios históricos. Por mais que o país tropical não apresente tantas obras como no continente europeu, é possível encontrar arquiteturas que expressam seus ideais de norte a sul.

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Cores em estruturas e fechamentos: aplicações em residências contemporâneas na América Latina

Embora o uso da cor possa ser utilizado para esconder ou disfarçar uma característica específica, também pode servir para destacá-las. Dentro do território latino-americano, podemos descobrir que em estruturas e fechamentos têm predominado tonalidades de vermelho, verde e azul no contexto de uma arquitetura residencial que pretende integrar uma linguagem adequada ao ambiente em que se insere.

Quando as mudanças no piso alteram nossa experiência espacial

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Os designers e arquitetos têm, hoje em dia, uma infinidade de opções de pisos de alto desempenho à sua disposição. Desde escolhas mais comuns, como madeira, carpete, azulejos cerâmicos, porcelanato ou pedra natural, até alguns favoritos, como granilite, concreto ou epóxi. A estas, somam-se opções menos óbvias, como cortiça e couro, e suas variações artificiais em pisos laminados e vinílicos: as opções são inúmeras.

No entanto, apesar da variedade de opções, tendemos a fazer nossas escolhas usando apenas um tipo de piso para cada cômodo. Não é o caso dos quatro projetos a seguir, que selecionam e combinam diferentes tipos de pisos no mesmo ambiente, alterando nossa relação com os espaços.

Como criar cidades acessíveis para crianças

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Ao estudar e viajar por cidades do mundo inteiro, uma das cenas urbanas mais marcantes que vi foi uma praça em Tóquio cheia de crianças uniformizadas, brincando durante seu intervalo escolar. A praça tinha apenas uma cerca baixa, mas pessoas diversas (como eu) podiam se misturar e interagir em meio às crianças. A independência infantil no Japão é mundialmente conhecida e foi recentemente retratada na série “Old Enough” do Netflix, onde crianças com menos de 6 anos fazem tarefas fora de casa, sozinhas, sem os pais. Para um morador de Tóquio talvez sejam cenas corriqueiras, mas para alguém com outro referencial urbano, é imediata a pergunta “como isso é possível?”, tão distante é da realidade da maior parte das nossas grandes cidades.

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Parques urbanos como focos de biodiversidade: seis projetos bem-sucedidos

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A modernidade e a globalização diminuíram as distâncias entre lugares, alteraram as formas de se relacionar, aceleraram a troca de informações entre países, e, de certa maneira, fizeram o mundo conhecido para todo mundo. Mas a verdade é que “todo mundo” é muita gente, e a dupla modernidade-globalização trouxe consigo a evidente disparidade social e tecnológica, e países privilegiados acabaram protagonizando certos modos de lazer, cultura e consumo. A hegemonia de determinadas culturas acabou incutindo a ideia de que existe um jeito “certo” de se viver e construir cidades, e o desenvolvimento indômito tem custado aos biomas do planeta Terra.

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Cidades de madeira serão a próxima revolução urbana?

A Atrium Ljungberg divulgou recentemente o Stockholm Wood City, o maior projeto de construção urbana em madeira do mundo — uma tentativa de demonstrar a preocupação sueca com a sustentabilidade. Do outro lado do mundo, o Projeto Tamango da Tallwood Architects é um exemplo dos desafios e oportunidades da construção em madeira no Chile e poderá ser o primeiro edifício de 12 pavimentos feito com estrutura de madeira pré-fabricada na América Latina.

Arquitetura para a mudança: prototype elabora plano de reconstrução para a Ucrânia

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Em meio à globalização da arquitetura, a arte de criar projetos adequados a contextos específicos está desaparecendo. Essa preocupação é especialmente significativa em países em crise, como a Ucrânia, onde a história do ambiente construído está sendo erodida pela guerra. Nessas condições, a contribuição de arquitetos locais com conhecimento das nuances culturais do país se torna imperativa. Liderando a reconstrução da Ucrânia está a prototype, uma prática que desafia convenções arquitetônicas para impulsionar o país em direção ao futuro.

Reconhecendo sua visão voltada para o futuro, o ArchDaily apresentou a prototype como parte das Novas Práticas 2023, uma pesquisa anual global. A perspectiva do escritório sobre o futuro da arquitetura está alinhada ao design responsável que aborda o impacto ambiental da construção e combina considerações contextuais e específicas para cada projeto. Suas realizações recentes incluem a livraria Readellion e a Casa da Juventude Ucraniana-Dinamarquesa, que exemplificam seus princípios de projeto como mobilidade, adaptabilidade, níveis dinâmicos e mudança de cenários.

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Espaços abertos positivos

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No projeto de espaços abertos, considero que um dos conceitos mais importantes — e mais difíceis de serem explicados — é o de conformação de espaços abertos “positivos”. Até onde pude apurar, essa denominação foi dada por Alexander et al (1977) no “Linguagem de Padrões” e continua sendo utilizada por outros autores (ver, por exemplo, CARMONA et al, 2003), apesar de não ser um termo amplamente adotado.

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O que afinal significa o "Midcentury Modern" hoje em dia?

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Casas de leilão, lojas de móveis usados e corretores de imóveis faturam pequenas fortunas com uma nomenclatura que, apesar da imprecisão que cerca sua extensão indeterminada e do questionamento se tudo o que foi produzido ao longo dessa duração indefinida deveria receber o mesmo selo, continua a atrair as atenções. Daqui a muitos anos, colecionadores obstinados de revistas de arquitetura talvez procurem em vão por uma única edição da revista Dwell, do século XXI, que não traga uma grande reportagem sobre uma casa projetada ao estilo mid-century modern (MCM) ou a restauração de um edifício daquela época. O MCM é o próprio sangue que corre pelas artérias da publicação, promovendo uma visão de vidas impecavelmente limpas e bem iluminadas, vividas quase invariavelmente por casais ectomorfos (geralmente sem filhos), plenamente felizes sob uma cobertura plana com esquadrias de vidro do piso ao teto que proporcionam belas vistas de paisagens distantes — melhor apreciadas por trás de vidros duplos em uma temperatura ambiente de 22 °C. Mas o que devemos pensar desse termo, desse período — que alguns chegam a chamar de "movimento" — tão conhecido mundialmente que passou a ser tratado por suas iniciais?

O Castelo Wülff de Viña del Mar: um renascimento arquitetônico em curso

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O Castelo Wulff, em Viña del Mar, é uma edificação emblemática, reconhecida por sua aparência e estilo arquitetônico inspirado no Castelo de Liechtenstein, na Alemanha. A estrutura apresenta características do design alemão e francês, além de traços medievais, qualidades que atraem tanto o público local quanto os milhares de turistas que a visitam.

Antes e depois: 15 reformas em apartamentos brasileiros

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Normalmente, fazemos reformas para mudar completamente um espaço ou de forma mais cirúrgica para trazer melhorias em questões de circulação e privacidade. Não importa a quantidade de paredes derrubadas, revestimentos trocados e marcenaria desenhada, o resultado sempre busca um espaço mais funcional e bonito. No caso de apartamentos que costumam ter as plantas tipo, intervir nelas também é uma forma de trazer um caráter único e mais pessoal para cada lar. 

Moradores: um projeto do WORC devolve o esplendor a uma casa antiga do Vale de Toluca

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Como parte de um novo projeto do escritório WORC, surge o "Moradores", um espaço localizado a poucos metros do Jardín Zaragoza em Toluca, Estado do México. Situado em uma casa de 342 m² com quase 100 anos de história, o imóvel é um dos poucos sobreviventes à evolução de um bairro emblemático do centro da cidade. O escritório, liderado por Ricardo Martínez e Camila Ureña, define-se como uma “casa pública” que abriga um restaurante, exposições artísticas e serve como ponto de encontro para a comunidade.

Conheça os 4 projetos construídos no Taller Social Latinoamericano El Salvador 2023

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Entre 2 e 16 de abril, estudantes da América Latina, juntamente com arquitetas e arquitetos, trabalharam na análise, projeto e construção de equipamentos públicos para a cidade de Suchitoto, em El Salvador, no âmbito do XIX Taller Social Latinoamericano (TSL).

Desde a primeira edição, realizada em Barranquilla em 2002, o TSL reúne anualmente entidades públicas e privadas, estudantes universitários, arquitetas e arquitetos, docentes e membros da sociedade civil da América Latina para desenvolver exercícios arquitetônicos práticos com um forte enfoque comunitário e local. Nesta ocasião, o XIX TSL foi coordenado pela Coordinadora Latinoamericana de Estudiantes de Arquitectura (CLEA) e pela organização local Asocación Nacional de Estudiantes de Arquitectura de El Salvador (ANEA).

Este foi o trabalho das oficinas lideradas por arquitetas e arquitetos do El Sindicato, Taller Bugambilias, Taller de Tierra, Colectivo Hormiga, ACCIÓN, Laborateca, Sen Sos Hábitat, Alejandro Alcázar e Coonvite:

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