
Visitar a Cidade do México várias vezes nos últimos meses me permitiu conhecer alguns dos principais nomes da arquitetura local. Com isso, acabei sendo direcionado a outros/as arquitetos/as que ainda não conhecia, mas que logo descobri serem, na verdade, os/as profissionais mais reverenciados/as do país, segundo a comunidade local. Refiro-me, em especial, a Alberto Kalach e Mauricio Rocha, cujas entrevistas foram publicadas nesta coluna no ano passado, e a Benjamín Romano, cujo nome surgiu quando pedi a vários/as arquitetos/as que indicassem seu edifício favorito dos últimos anos na Cidade do México. Ao lado do favorito absoluto, a Biblioteca Vasconcelos de Kalach, outra estrutura se destacou: a Torre Reforma, uma torre de escritórios de 57 andares, o edifício mais alto da cidade. A conversa a seguir com Romano, responsável pelo projeto, ocorreu dentro dessa estrutura excepcionalmente potente e inventiva.














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