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Rem Koolhaas: sobre Identidade, Ásia, Bienal e outras coisas

Nesta entrevista, publicada originalmente na The Architectural Review, Andrew Mackenzie senta com fundador do OMA, Rem Koolhaas, para discutir a Bienal de Veneza, a extinção da identidade nacional, sua fascinação pela Ásia, a ligação entre "De Rotterdam" e "Delirious New York" e o futuro da profissão.

Sua proposta deste ano para a Bienal de Arquitetura de Veneza pergunta se a identidade nacional tem sido, como você diz, "sacrificada para a modernidade". Alguns podem ver isso como um projeto de recuperação, não muito diferente do regionalismo de Frampton. Como você diferencia sua proposta da de Frampton?

Bem, Kenneth Frampton é um cara inteligente, mas o problema é que ele olhou para o regionalismo como um antídoto para o desenvolvimento cosmopolita. Ao fazê-lo, perverteu a causa do regionalismo, porque de repente o regionalismo foi mobilizado como uma causa particular que não poderia ser sustentada. No entanto, a questão da identidade nacional é uma questão aberta. Por exemplo, à primeira vista, a Holanda é um país muito internacionalista, mas olhando de perto você pode ver um enorme retorno da arquitetura quase-vernacular e das fortalezas antigas que foram recentemente construídas com um sabor nacional. Olhe para Zaandam e seu enorme conjunto das chamadas construções vernaculares.

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Sobre este autor
Cita: Mackenzie, Andrew. "Rem Koolhaas: sobre Identidade, Ásia, Bienal e outras coisas" [Rem Koolhaas' Current Fascinations: On Identity, Asia, the Biennale, & More] 27 Abr 2015. ArchDaily em Português. (Trad. Martins, Maria Julia) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/01-187624/rem-koolhaas-sobre-identidade-asia-bienal-e-outras-coisas> ISSN 0719-8906

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