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Well Being: O mais recente de arquitetura e notícia

Como os cursos d'água e a memória moldam o design de banheiros

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A água sempre ocupou uma posição singular na arquitetura: elementar, mas elusiva; funcional, mas simbólica. Trata-se tanto de um material quanto de um meio que molda cidades, estrutura rituais e influencia a percepção do espaço. Em diferentes culturas, a água é compreendida não apenas como fonte de vida, mas também como portadora de significados, associada à purificação, à renovação e à continuidade. Sua presença no ambiente construído frequentemente vai além da utilidade prática, tornando-se um recurso por meio do qual a arquitetura estimula os sentidos e constrói atmosferas.

Terapia verde: qual o papel da natureza na cura dos pacientes hospitalizados?

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O contato com a natureza tem ganhado cada vez mais protagonismo tanto na teoria quanto na prática arquitetônica dos últimos anos, especialmente após a pandemia de COVID-19, que evidenciou a relevância dos ambientes naturais como espaços de cura. Esse período trouxe à tona diversos estudos científicos que destacaram o impacto positivo dos espaços verdes no bem-estar humano, seja em locais de trabalho, residências ou áreas urbanas. Com tantos benefícios cientificamente comprovados torna-se evidente, portanto, a urgência de integrar elementos naturais em projetos hospitalares, criando ambientes que ofereçam apoio essencial para aqueles que enfrentam desafios físicos ou mentais.

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Desenhando a escola do futuro: espaços multifuncionais para uma educação dinâmica

O século XXI trouxe mudanças significativas na arquitetura dos edifícios escolares, refletindo novas filosofias educacionais, avanços tecnológicos e valores sociais que priorizam sustentabilidade e inclusão. Essa evolução não é apenas estética, mas representa uma profunda reformulação do papel dos ambientes físicos na educação. Os corredores apertados e as inúmeras carteiras enfileiradas há tempos deram lugar a espaços dinâmicos, conectados com o entorno e com a comunidade, sendo a flexibilidade e a multifuncionalidade suas características fundamentais.

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Design inclusivo e regenerativo: projetando ambientes para idosos e neurodiversos

A intersecção entre neurociência e arquitetura/design vem apresentando inovações no ato de projetar espaços. Recentemente, a relevância do design inclusivo e regenerativo ganhou destaque, abordando a necessidade de criar ambientes que acolham a diversidade humana, incluindo idosos e pessoas com neurodiversidade. Este enfoque não só amplia a acessibilidade como também promove a regeneração ambiental e o bem-estar dos usuários.

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Neuroestética: a influência do design na experiência humana

Atualmente a atenção à saúde mental e ao bem-estar, não apenas físico, mas também emocional e psíquico, tem se tornado um foco crescente em âmbitos clínicos, mas também em relação a inúmeros fatores cotidianos. A exemplo, a campanha Janeiro Branco que ressaltou essa urgência, convidando-nos a refletir sobre o bem-estar mental e emocional. Nesse cenário, a neuroestética e a neuroarquitetura emergem como campos que se colocam como aliados nessa busca. Elas não são apenas disciplinas acadêmicas; são abordagens práticas que buscam compreender como nosso ambiente físico afeta nosso estado psicológico. A neuroestética, especialmente, estuda a relação entre a percepção estética e os processos neurológicos, como destacado por Colin Ellard, psicólogo da Universidade de Waterloo e autor de "Places of the Heart: The Psychogeography of Everyday Life" (2015).

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Neurogastronomia aplicada à arquitetura em prol do envelhecimento humano

A aplicação da neurociência à arquitetura, mais especificamente no âmbito da neurogastronomia, proporciona uma compreensão singular da interseção entre os domínios sensoriais humanos e o ambiente construído. Busca-se compreender o funcionamento do cérebro em função da alimentação, até agora focada unicamente na boca e no estômago. Quem come na verdade é o cérebro. Desse modo, este artigo tem como objetivo reunir os conceitos científicos relacionados à neurogastronomia aplicada à arquitetura, considerando a experiência gastronômica e os espaços arquitetônicos, com especial atenção ao envelhecimento ativo.

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Neuroarquitetura residencial: projetando ambientes para o Ciclo de Setênios de Rudolf Steiner

A arquitetura residencial desempenha um papel vital na vida das pessoas, influenciando sua qualidade de vida e bem-estar. Para criar ambientes que sejam verdadeiramente adaptados às necessidades biopsicossociais de cada usuário, é essencial incorporar os princípios da neurociência aplicada à arquitetura. Nesse sentido, a Teoria dos Setênios de Rudolf Steiner oferece um quadro conceitual valioso para entender as diferentes fases da vida e suas implicações na concepção de espaços habitacionais. Este texto abordará as etapas do projeto arquitetônico, desde o briefing até a execução, destacando a relevância de conceitos da neurociência cognitiva e comportamental, como priming, framing, nudging, wayfinding, design salutogênico e design biofílico, à luz da Teoria dos Setênios.

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Design responsivo, neuroarquitetura e biossensores: tecnologias emergentes na interseção de arquitetura e neurociência

A interação entre arquitetura e bem-estar humano é um campo que desperta cada vez mais interesse no mundo contemporâneo. A importância da arquitetura no cotidiano das pessoas vai muito além de sua função estética ou prática, influenciando diretamente na experiência e no bem-estar dos indivíduos que interagem com os espaços construídos. Este elo fundamental entre o espaço arquitetônico e o bem-estar humano tem sido cada vez mais explorado por pesquisadores e profissionais da área, que buscam compreender e otimizar os impactos dos ambientes construídos na saúde e na qualidade de vida das pessoas.

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Refúgios de verão: 6 projetos de clubes e piscinas

Com a proximidade da chegada do verão no hemisfério sul — que promete ser um dos mais intensos já vistos, e em meio ao ano que já é considerado como um dos mais quente da história — a busca por locais que ofereçam momentos de relaxamento, frescor e diversão se intensifica. À medida em que as altas temperaturas do verão se aproximam, a relevância e procura por equipamentos como os clubes, com suas áreas de lazer ao ar livre, piscinas e espaços verdes, se destaca de maneira significativa. Esses locais se transformam em verdadeiros refúgios, oferecendo não apenas a possibilidade de escape do calor, mas também uma série de outras atividades e benefícios para seus usuários.

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Como a neuroarquitetura pode influenciar a percepção de segurança em espaços urbanos e edifícios

A interseção entre arquitetura e neurociência, conhecida como neuroarquitetura, emerge como um campo inovador, trazendo à tona a influência significativa do design, seja de espaços urbanos ou de edifícios, na percepção humana, incluindo o aspecto de segurança. Esta área de estudo ganha relevância em um contexto em que a arquitetura urbana não é apenas uma questão estética ou funcional, mas também um elemento crucial na criação de ambientes que promovam bem-estar e segurança.

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Neuroarquitetura e esportes: uma análise do Estádio de Braga de Eduardo Souto de Moura

Os estádios de futebol são muito mais do que meros locais para a prática esportiva; são verdadeiros ícones culturais que abrigam a paixão de torcedores e a história dos clubes que representam. No entanto, o impacto desses espaços vai além das arquibancadas e do gramado. Envolve também os bastidores, onde uma equipe dedicada de profissionais trabalha incansavelmente para garantir que os jogos aconteçam sem problemas. É fundamental reconhecer que o ambiente construído desses estádios desempenha um papel crítico na qualidade de vida e no bem-estar mental desses trabalhadores.

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WTA projeta 60 estações de quarentena para combater o COVID-19 nas Filipinas

À medida que hospitais do mundo todo estão se aproximando de sua capacidade máxima, a comunidade de arquitetos e designers está desenvolvendo novas alternativas para combater a epidemia de COVID-19. Pensando nisso, o WTA Design Studio buscou inspiração em seu pavilhão temporário construído no ano passado para o Festival de Antologia, desenvolvendo uma estrutura similar replicável para acolher 60 Estações Emergenciais de Quarentena (EQF) na cidade de Manila, nas Ilhas Filipinas. Uma estrutura simples e viável para responder a um momento de crise, o antigo Pavilhão Boysen “incorpora facilidade de montagem, escalabilidade e simplicidade estrutural.”

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