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A Forma Segue a Formação: Como a arquitetura trabalha com formas geológicas

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Um cânion é um espaço que ninguém projetou. Suas paredes expõem camadas de rocha depositadas ao longo de milhões de anos, e a passagem entre elas existe porque a água lentamente desgastou essa rocha. Geleiras moldaram vales de maneira semelhante, deixando encostas para trás à medida que o gelo recuava. Muito antes de arquitetos e arquitetas começarem a moldar espaços, a Terra já os produzia.

Há muito tempo, arquitetos e arquitetas buscam no solo sua geometria. Um penhasco pode sugerir um corte; uma cavidade, um cômodo; e a rocha estratificada, uma forma de empilhar materiais. Alguns profissionais constroem diretamente em uma formação existente, ocupando uma encosta ou cavidade no próprio local. Outros estudam uma formação e reproduzem algumas de suas características em outro lugar, desde dados geológicos precisos até a experiência geral de uma paisagem.

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OMA vence concurso para projetar novo campus da Universidade Hongik em Seul

O escritório holandês OMA venceu o concurso para projetar o novo campus da Universidade Hongik em Seul, Coreia do Sul. A proposta introduz um conjunto de edifícios de baixo gabarito interligados por uma rede de espaços públicos moldados à topografia existente. O projeto tem como objetivo reforçar a conexão da universidade com a cidade e suas áreas vizinhas e introduzir áreas verdes e vários espaços abertos criando uma conexão perfeita entre terraços, pátios externos e praças escavadas. A firma foi selecionada entre uma série de outros escritórios de renome mundial, como SANAA, Herzog & de Meuron, Renzo Piano Building Workshop e David Chipperfield Architects.

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Renascendo das Cinzas: estudante da Krakow University cria projeto para a Ilha do Fogo

A Bienal de Veneza de 2016 destacou que lidar com desastres naturais pode se tornar uma das maiores preocupações da arquitetura. Mas a natureza tem suas próprios modos de destruição e erupções vulcânicas estão entre os casos mais extremos. Na Ilha do Fogo, o Parque Natural do Fogo, projetado pelo escritório OTO – e eleito como Melhor Edifício do Ano de 2015 pelos leitores do ArchDaily – foi destruído por uma corrente de lava fundida pouco mais de um ano após sua inauguração em 2013. O edifício, que conciliava centro cultural e atividades administrativas, ajudou a ativar a economia na área mais remota da ilha. Depois do desastre, Adrian Kasperski, um estudante da Krakow University, dedicou sua dissertação de mestrado para reabilitar esta área, propondo a expansão das rodovias existentes e trilhas de escalada e desenvolvendo equipamentos para implementar alternativas oferecidas pelo turismo.