Depois da água, o concreto é o material mais consumido do planeta e sua produção está crescendo substancialmente, devendo passar de 4,4 bilhões de toneladas, atingindo 5,5 bilhões de toneladas até 2050. Infelizmente, isso tem um enorme custo ambiental, contabilizando por quase oito por cento das emissões globais de carbono. Com esta estimativa de crescimento esperada, as partes interessadas da indústria da construção devem trabalhar na integração de materiais de construção sustentáveis e processos inovadores.
Metaverso é o nome usado para denominar um ambiente virtual imersivo, coletivo e hiper-realista, onde as pessoas poderão conviver usando avatares customizados em 3D.
Ele foi cunhado pelo escritor Neal Stephenson em seu livro de ficção científica “Snow Crash”, publicado em 1992. A obra conta a história de “Hiro Protagonist”, personagem que na vida real é um entregador de pizza, mas no mundo virtual – chamado na história de metaverso – é um samurai.
Alunos da Universidade de Tunghai, em Taiwan, projetaram uma espécie de recife de coral artificial. A proposta é que a estrutura seja feita com cerâmica ecológica e impressa em 3D que pode ajudar a revitalizar rios urbanos.
Os corais são essenciais para garantir a saúde e a vida nos oceanos, portanto são insubstituíveis. Entretanto, a estrutura impressa tem como missão cumprir uma função específica: servir de abrigo para organismos aquáticos. Isso por si só já pode contribuir para a manutenção de várias espécies.
Cube / HENN Dresden University of Technology. Courtesy of Iurii Vakaliuk
Visto como uma das grandes promessas para o futuro da construção civil, o concreto carbono mescla resistência, leveza e flexibilidade. Além disso, em uma época marcada por uma grave crise ambiental que põe em xeque os métodos construtivos da indústria civil, o concreto carbono surge como uma alternativa que se aproxima das diretrizes da sustentabilidade.
Ao redor do mundo, os museus funcionam como símbolos culturais - espaços de significado que frequentemente se tornam símbolos da paisagem arquitetônica de uma cidade. Exemplos históricos como o Museum de Fundatie, na Holanda, e o Museu do Louvre, na França continuam a atrair milhões de visitantes, com as intervenções arquitetônicas contemporâneas sobre eles redefinindo suas contribuições espaciais a seus contextos locais.
O CAU Brasil está desenvolvendo um Banco de Dados Interativo para a Comissão de Ensino e Formação. Objetivo será a coleta, sistematização e o uso qualitativo e quantitativo de dados sobre a formação, ensino, pesquisa e atividades de extensão em Arquitetura e Urbanismo.
Para desenvolver a tecnologia, o CAU Brasil lançou uma licitação de modalidade especial para contratação de uma startup de desenvolvimento de software. O valor estimado é de R$ 100.000.
Com o objetivo de gerar um impacto significativo no consumo responsável e sustentável de recursos e energia na indústria da construção, a ETH Zürich em colaboração com a FenX AG está usando a impressão 3D de espuma (F3DP) para fabricar formas geometricamente complexas para a construção de elementos em concreto.
Cactus Towers (Kaktustårnene), Copenhague. Image Cortesía de Sigfox España
O controle da resistência e maturidade do concreto em projetos de grande escala é tradicionalmente registrado e medido manualmente. Hoje em dia, existem novas tecnologias que permitem fundir sensores diretamente dentro do concreto, o que, conectado a um transmissor, permite conhecer continuamente suas diferentes temperaturas, enviando os dados remotamente à plataforma em nuvem. O software então calcula automaticamente a maturidade e a resistência com base em dados históricos, de forma que o processo de desenvolvimento da mistura e da resistência do concreto possa ser acompanhado de qualquer dispositivo e em tempo real.
Esses sensores, baseados na tecnologia 0G da Sigfox, uma das principais operadoras de IoT (Internet of Things) em todo o mundo, permitiram a construção de um dos projetos arquitetônicos mais inovadores da Europa, as Cactus Towers (Kaktustårnene) em Copenhagen, auxiliando a conhecer quando exatamente retirar a fôrma para gerar sua fachada característica.
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Fused filament fabrication for multi-kinematic-state climate responsive aperture. Image Cortesia de David Correa / Achim Menges
Enquanto ainda estamos tentando entender sobre as possibilidades e limites da impressão tridimensional e a manufatura aditiva, mais um termo chega para o nosso vocabulário. A impressão 4D nada mais é que uma tecnologia de fabricação digital, de impressão 3D, onde se inclui uma nova dimensão: a temporal. Isso quer dizer que o material impresso, após pronto, poderá se modificar, transformar ou se movimentar autonomamente por conta de suas propriedades intrínsecas que respondem aos estímulos do ambiente.
O conceito foi popularizado pelo pesquisador Skylar Tibbits, que dirige o Self-Assembly Lab do Massachusetts Institute of Technology (MIT), em colaboração com as empresas Stratasys e Autodesk. A tecnologia ainda é bastante nova, mas espera-se que ela seja utilizada em muitos campos, desde a construção civil, infraestrutura, indústria automobilística e aeronáutica e até mesmo para a saúde, combinado com a bioimpressão.
Bjarke Ingels Group revelou o projeto para um campus tecnológico na Bratislava, uma vila urbana de edifícios interligados organizados em torno de um pátio central, que fomentaria um ecossistema criativo para a segurança cibernética e a inovação da IA. Criado em colaboração com a Inflow, Pantograph, BuroHappold e ARUP, o projeto apresenta uma cobertura fotovoltaica ondulada que unifica às doze estruturas individuais, enquanto define a silhueta arquitetônica sobre o pano de fundo das montanhas Cárpatos.
Com canais que somam mais de 100 quilômetros de extensão, Amsterdã acaba de apresentar um barco totalmente elétrico e autônomo. A ideia é que o modelo funcione como um táxi aquático, transportando até cinco pessoas por vez.
Batizado de Roboat, o veículo é capaz de operar por 10 horas ininterruptamente sem um piloto a bordo. A recarga é feita sem fio, por aproximação e sem intervenção humana. Outras tecnologias incluem sensores e câmeras de 360 graus com inteligência artificial.
Uma obra-prima equivale ao trabalho mais notável da carreira de um artista, que geralmente evidencia o auge da sua técnica e ideais. A Mona Lisa de Leonardo da Vinci; a Pietá de Michelangelo; Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band dos Beatles. São muitos os exemplos, que nem sempre são unânimes. Mas e como seria se o que muitos consideram como a obra-prima tenha sido iniciada por outra pessoa, o autor não viveu para ver sua finalização e quase toda sua documentação tenha sido destruída? O arquiteto catalão Antoni Gaudí e seu mundialmente famoso Templo Expiatório da Sagrada Família são exemplos disso. De uma construção em pedra altamente artesanal às técnicas mais modernas de impressão 3D e concreto de alta resistência, o projeto incorporou e permanece incorporando inúmeras tecnologias durante sua construção.
Kigali, Ruanda - 21 de setembro de 2018: uma ampla vista para o centro da cidade com a Praça da Pensão em primeiro plano, e a Torre da Cidade de Kigali em segundo plano, contra as colinas azuis distantes. Imagem via Shutterstock/ Por Jennifer Sophie
As metrópoles urbanas de nosso planeta são o lar de uma abundância de histórias. Elas são o lar de histórias de riqueza, de inovação e de maravilhas arquitetônicas, assim como de histórias de desigualdade, iniquidade e segregação urbana — lugares onde a renda determina a qualidade do ambiente espacial ao seu redor. Dentro destas histórias se desenvolveu uma crescente defesa para tornar as cidades "mais inteligentes", para usar dados e tecnologia digital para construir ambientes urbanos mais eficientes e convenientes.
Acreditando que um criador tem um dever para com a sociedade, Philippe Starck é um designer de muitas facetas cujos projetos abrangem várias disciplinas. Da arquitetura e interiores ao design industrial e de mobiliário, o portfólio de Starck é "focado no essencial" e em "melhorar a vida do maior número de pessoas possível". Autor do famoso espremedor de limão para a Alessi, é conhecido por ultrapassar os limites do design em objetos do dia a dia.
Com dez mil criações, concluídas ou ainda por vir, Philippe Starck é um pioneiro em “fazer coisas no caminho da ecologia”. O ArchDaily teve a oportunidade de conhecer o designer no Salone del Mobile 2021 e discutir sua abordagem de projeto, visões e sua mais recente criação de compensado para Andreu World.
Modelos sinuosos, curvas acentuadas, formas geometricamente complexas. Quando se aborda o tema da arquitetura paramétrica, essas são, provavelmente, as primeiras imagens que surgem em mente. E não é à toa. Enquanto modo de projetar, a utilização de parâmetros no processo de criação tem possibilitado a criação de formas impressionantes no enlaçamento entre a tecnologia digital e a construção civil.
O tema será BIM de Norte a Sul – a 3º edição do Congresso BIM CREA-SC será realizada em Florianópolis nos dias 10 e 11 de novembro. O evento é aberto a todos os profissionais de âmbito nacional que atuam em empresas públicas e privadas, fabricantes de software, engenheiros, arquitetos e das demais áreas relacionadas a obras e projetos.
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O designer Dror é um dos destaques do evento
Re-Atitude, Mentes Criativas e Futuros Possíveis são tema da 2ª edição do Connectarch Summit Evento gratuito contará com palestras de Alejandro Aravena, Fernando Forte, Sarkis Semerdjian, Dror, entre outros nomes de destaque nacional e internacional
Ao chegar a um ambiente escuro e desconhecido, nossas mãos tateiam a uma certa altura, até acharmos um teclado para acender as lâmpadas e, com sorte, achá-lo. É uma das muitas coisas que só realmente percebemos quando estão mal desenhadas. Ao projetar um ambiente, a decisão de locar os controladores em locais acessíveis e intuitivos exige atenção por parte dos projetistas. Teclados se enquadram na lista de objetos que queremos que sejam muito fáceis de achar quando precisamos, mas que, sem uso, preferimos que fiquem escondidos. Isso porque seu design, muitas vezes, chama mais atenção do que deveria, o que pode acabar destoando na proposta estética do ambiente. Mas nem sempre é preciso que seja assim. Há algumas opções que unem design e funcionalidade, com customizações que permitem que os controladores se encaixem em qualquer tipo de projeto.