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Tecnologia: O mais recente de arquitetura e notícia

Pesquisadores constroem abóbada de tijolo com ajuda de realidade aumentada

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As tecnologias atuais de desenho e fabricação podem ser incorporadas às técnicas de construção vernaculares e tradicionais? No campus da IE University, em Segovia, um grupo de pesquisadores da IE University, Princeton University e University of Bergamo construíram uma estrutura de alvenaria não reforçada chamada innixAR que demonstra como as tecnologias digitais podem contribuir com os trabalhos artesanais. Este experimento emprega as últimas inovações em realidade aumentada (AR) para auxiliar a construção de uma estrutura de alvenaria sem a necessidade de guias físicas e gabaritos temporários.

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EcoParque Itaipu: conheça os vencedores do concurso nacional de arquitetura

A Itaipu Binacional, empresa pertencente ao Brasil e ao Paraguai que administra a Usina Hidrelétrica de Itaipu, lançou um concurso nacional de arquitetura para o desenho do EcoParque Itaipu, em Foz do Iguaçu. O edital, publicado em dezembro de 2022, previa a criação de um parque urbano que "contribuirá para a conservação de uma das áreas verdes mais relevantes de Foz do Iguaçu, associada a utilização pública e sustentável".

As propostas arquitetônicas apresentadas deveriam estar preparadas para receber as mais distintas tecnologias, sejam elas digitais ou soluções baseadas na natureza, com o intuito de transformar o parque em um laboratório de soluções para enfrentar os problemas cotidianos de uma forma mais feliz e eficaz.

Construindo com resíduos: transformando solo escavado em arquitetura

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Atualmente, o entendimento da cultura de construção e a aplicação de métodos construtivos locais podem parecer um conceito distante e obsoleto, dado o papel da industrialização e da globalização na indústria. Podemos obter quase qualquer material de todo o mundo apenas pesquisando na Internet um distribuidor em nossa região. Mas essa prática tem implicações para a nossa sociedade, desde a perda de identidade arquitetônica até os custos ambientais relacionados a altas emissões de CO₂ associadas aos processos de extração, fabricação, transporte e descarte desses materiais.

A crescente necessidade global de reduzir nossas emissões de carbono e utilizar materiais de maneiras mais eficientes tem nos levado a pesquisar e aprender sobre a origem dos recursos de nossas regiões, levando ao melhor entendimento de suas aplicações dentro de uma abordagem de economia circular. Mas por que não olhar bem debaixo dos nossos pés? O solo é um dos materiais mais comuns do planeta e, quando é de origem local, não gera quantidades consideráveis de CO₂ incorporado. Parece que, após a industrialização, esquecemos que a construção com terra foi por muitos anos um método viável para nossos ancestrais em diferentes partes do mundo. Conversamos com Nicolas Coeckelberghs, um dos quatro fundadores da BC Materials, uma cooperativa com sede em Bruxelas que trabalha com terra, redescobrindo seu uso e compartilhando seu conhecimento em escala global através de uma consciência local.

Carreiras não lineares serão o caminho do futuro criativo

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Antigamente, as pessoas mapeavam suas carreiras de maneira muito linear. Você planejava cursar arquitetura, fazia faculdade, conseguia um emprego em uma empresa importante e, em vários anos, trabalharia para se tornar sócio.

Mas nem sempre as coisas saiam como o planejado. Talvez você tenha se formado em arquitetura, mas não conseguiu faixa salarial que sonhou. Ou você se junta a uma grande empresa e é demitido depois de um ou dois anos por causa da queda nos lucros e aumento das despesas. Você pode até se tornar um arquiteto apenas para descobrir depois de alguns anos que não é sua paixão. O que é então? É aí que entram as carreiras não lineares.

Mobiliários impressos em 3D: 12 designs que exploram a artesania digital

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Você pode imaginar poder prototipar uma peça de mobiliário com o toque de um botão e testá-la em apenas algumas horas? Isso pode se tornar uma prática comum mais cedo do que podemos pensar. Alimentado pela inovação material, automação e tecnologia de ponta, uma nova era está surgindo; onde a impressão 3D abre um mundo de possibilidades criativas que transcendem os limites do design tradicional. Sim, móveis ainda são produzidos em massa usando os métodos convencionais - moldagem, corte, dobras -, mas a impressão 3D continua a romper com os aspectos tradicionais da indústria. À medida que a tecnologia revolucionária evolui e se torna mais acessível, isso desencadeou um nível incomparável de expressão e eficiência criativas. O conceito é simples: um design digital é criado usando o software de modelagem 3D e, em seguida, impresso, camada por camada, na forma de um objeto físico, dando vida a geometrias complexas. É um tipo totalmente novo de artesania digital.

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Suíça testa painéis solares em trilhos de trem

A energia solar é uma das fontes energéticas que mais cresce no mundo. Indo além das instalações em telhados ou grandes usinas, diversas inovações têm surgido para aproveitar o potencial energético da luz solar. Uma iniciativa recente, neste sentido, vem sendo implementada pela startup Sun-Ways, que vai implantar painéis solares removíveis ao longo de trilhos ferroviários na Suíça.

Resorts de outro mundo e uma metrópole utópica: 8 projetos para o metaverso ou gerados por IA

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O metaverso está se mostrando um terreno fértil para pesquisa e experimentação, especialmente para os arquitetos. Este novo reino é atualmente indefinido e reúne muitas narrativas, explorações e oportunidades para arquitetos e designers moldarem um novo tipo de ambiente. Ferramentas como geradores de imagens por Inteligência Artificial estão contribuindo para a compreensão das suas inúmeras possibilidades. Embora eles ainda não façam parte da prática padrão, trazem a promessa de uma mudança na produção da arquitetura. Projetos conceituais como os apresentados a seguir não têm propósito externo mas, ainda assim, são importantes para a consciência das novas tecnologias que provavelmente terão um efeito significativo no futuro de nossa profissão.

A curadoria desta semana apresenta os melhores projetos de arquitetura não construída, destacando criações enviadas pela comunidade ArchDaily que experimentam um novo meio e integram novas tecnologias. De edifícios abstratos criados para serem experimentados por meio da realidade virtual no metaverso a investigações sobre a capacidade dos mecanismos geradores de imagens por IA de desenvolver expressões arquitetônicas inovadoras e até pesquisas em planimetria, os projetos a seguir estão ampliando os limites de como a arquitetura poderá ser na nova era dos desenvolvimentos tecnológicos.

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Dubai planeja ciclovia climatizada de 93 quilômetros de extensão

Conhecida por suas impressionantes construções, Dubai pode adicionar à sua lista de projetos uma ciclovia de 93 quilômetros que envolveria toda a cidade. Projetada pelo estúdio de arquitetura Urb, a mega estrutura seria uma via coberta destinada exclusivamente para ciclistas e pedestres, com o objetivo de incentivar os três milhões de habitantes de Dubai a trocar os carros por meios de transporte mais sustentáveis e saudáveis.

Um interior impresso em 3D com plástico reciclado: reduzindo os resíduos e aprimorando o design

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"Nosso planeta está sufocando com plástico", afirma as Nações Unidas. Embora o material feito pelo homem tenha muitos usos valiosos, nosso vício em produtos plásticos de uso único levou a severas questões econômicas, de saúde e ambientais. Aproximadamente um milhão de garrafas plásticas são compradas a cada minuto e cinco trilhões de sacos plásticos são usados todos os anos em todo o mundo - usados apenas uma vez e depois jogados fora. Plásticos e microplásticos chegaram a todos os cantos de nosso ambiente natural, desde os picos das montanhas mais altas até as profundezas dos oceanos. Tanto que eles se tornaram parte do registro fóssil da Terra e criaram um habitat microbiano marinho totalmente novo conhecido como "Plastisfera".

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Como a internet vai impactar o design de varejo?

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Com o comércio físico e digital se difundindo cada vez mais, os designers e arqutietos estão criando experiências de compra que preenchem a lacuna entre os espaços físicos e online. Estamos começando a ver o início de um novo varejo que habilmente sobrepõe comportamentos digitais disruptivos com novas estéticas.

Um aplicativo pode ajudar a reduzir o crime em nossos bairros?

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Visualize seu bairro ideal. Talvez seja em uma rua sem saída nos subúrbios, onde cada vizinho tem um gramado bem cuidado, uma garagem para dois carros e todos se cumprimentam amigavelmente a caminho do trabalho. Ou talvez você more em um arranha-céu em um centro urbano denso, use o transporte público para ir ao escritório cinco dias por semana e cumprimente o porteiro ao sair. Seja qual for a aparência do seu bairro, sempre há a sensação de querer conhecer as pessoas que moram perto de você — ou pelo menos uma confiança tácita umas nas outras para garantir que seu entorno esteja seguro. O que acontece quando a tecnologia junta você e seus vizinhos para relatar os acontecimentos locais? Seria isso algo bom, ou criaria uma estranha situação de vigilância distópica? 

A arquitetura pode ser imaterial?

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As novas tecnologias vindas do mundo digital promoveram uma série de mudanças na arquitetura e urbanismo. Novos materiais, novas técnicas construtivas, novas formas de fabricação e construção mudaram a forma como projetamos e como pensamos a construção. Mas, para além disso, as novas tecnologias também parecem revelar outras possibilidades de interação entre a sociedade e a arquitetura, transformando a compreensão do que é arquitetura e de qual sua finalidade.

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As melhores entrevistas de arquitetura de 2022

Oferecer espaço e amplificar a voz de arquitetas, arquitetos e outros profissionais do ambiente construído é um grande privilégio. É, também, um enorme desafio, pois exige de nossa equipe de conteúdo muita investigação e tempo. O esforço é, no entanto, gratificante, pois nos coloca em contato direto com alguns dos talentos mais proeminentes de nosso campo disciplinar que vêm discutindo assuntos como cidades, metaverso, comunidade, meio ambiente, democracia, sustentabilidade, tecnologia da construção e interiores, para mencionar apenas alguns.

Estruturas que se decompõem com larvas: pavilhão de EPS na Coréia do Sul

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O poliestireno expandido foi descoberto em 1839 em Berlim e tornou-se um material muito utilizado nos aviões da 2ª guerra mundial, por conta de sua densidade extremamente baixa. É isso que o torna um material adequado para isolamento térmico e acústico, frequentemente especificado em construções, mas também amplamente usado em embalagens. Trata-se de um plástico celular rígido, resultado da polimerização do estireno em água, cujo produto final são pérolas de até 3 milímetros de diâmetro, que se expandem. Um ponto negativo é que este material leva mais de 500 anos para se decompor e, neste processo, lixivia produtos químicos nocivos ao meio ambiente. Sua reciclagem é possível, mas é complexa e custosa. Isso quer dizer que a maior parte do isopor produzido até hoje permanece no mundo, ocupando valiosos espaços em aterros sanitários ou, pior ainda, quebrado em minúsculas partes e interferindo na vida dos oceanos. “Decomposition Farm: Stairway” é uma instalação temporária que sugere uma possível solução das questões ambientais relacionadas ao desperdício de construção no campo arquitetônico. 

Jovens brasileiros recebem prêmio da Unicef por projeto de minicisternas

Jovens do coletivo Quebrada Agroecológica receberam o prêmio ImaGen Ventures durante a COP-27, o maior encontro do mundo sobre mudanças climáticas, realizado em Sharm El Sheikh, no Egito. O coletivo leva minicisternas de baixo custo para assentamentos e comunidades de baixa renda.

Um escritório de ofício: entrevista com Terra e Tuma Arquitetos

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Juliana Terra, Fernanda Sakano, Danilo Terra e Pedro Tuma não são típicos arquitetos paulistanos. Ao menos, não na medida que o reconhecimento do escritório que lideram — Terra e Tuma Arquitetos Associados — poderia sugerir. Rejeitando a figura do gênio e dispensando a do empresário, o quarteto conduz a firma como artífices que trabalham o objeto. "Nós nos entendemos como um escritório de ofício", diz Danilo, que explica o processo de projeto como um refazer contínuo, livre de hierarquia, que envolve quatro cabeças e oito mãos.

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O que são biodomos?

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A obsessão de Buckminster Fuller pelas formas geodésicas as colocaram na história da arquitetura. A aparência esférica e o complexo tramado estrutural ganharam diferentes apropriações e escalas ao longo dos anos, sendo uma das obras mais icônicas a Biosfera de Montreal, o pavilhão dos Estados Unidos para a Exposição Mundial de 1967, projetada pelo próprio arquiteto. Essas estruturas emergiram dos seus interesses na eficiência material, integridade estrutural e modularidade, aspectos que, já na década de 60, o arquiteto entendia como primordiais para o que se esperava de uma intervenção sustentável e facilmente replicável.

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Ecocapitalismo e arquitetura: materiais e tecnologias a favor do meio ambiente

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Houve um tempo em que os edifícios queriam ser montanhas, os telhados queriam ser florestas, os pilares queriam ser árvores. Enquanto o mundo começava a entrar em estado de alerta com os derretimentos das geleiras e o consequente aumento da temperatura terrestre, a arquitetura – desde uma perspectiva geral – estava preocupada em imitar a forma da natureza. Uma aproximação de “ecossistemas” feitos pelo homem vista por muitos como figurativa e decorativa, estando a serviço de imagens comercializáveis de um “desenvolvimento sustentável”.

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