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Renders: O mais recente de arquitetura e notícia

O futuro da visualização pode ser o passado

Lidamos com edifícios todos os dias. Nós dormimos neles, trabalhamos neles, vivemos nossas vidas usando suas acomodações. Mas como uma música ou uma pintura, uma pessoa geralmente ajuda a criá-los, juntamente com quem os usa e constrói. Mas antes de serem construídos, os edifícios são apenas ideias.

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Tecnologia para quem? Os custos para acessar as ferramentas de representação arquitetônica

Dois mil e quinhentos reais é o preço médio de um bom óculos para realidade virtual. Se você optar pela experiência completa, desembolse mais quatro mil reias e adicione sensores e controles. Esses modelos precisam ser conectados a um computador de alto desempenho para processar as informações e transformar os espaços em modelos 3D que custará pelo menos cinco mil reais. Além dos óculos, sensores e computador, será necessário também um software, com licenças anuais que atingem igualmente a casa dos milhares. Ou seja, é um tanto quanto oneroso ser tecnológico hoje em dia.

Entre o comercial e o real: reflexões sobre a representação arquitetônica

A arquitetura utiliza desenhos como forma de comunicação. Seja para representar ideias, comunicar espaços e suas ambientações ou até entender tecnicamente questões construtivas, são muitos os tipos de desenhos e as ferramentas usadas para sua realização. Cabe aos arquitetos encontrar, dentro de seus conhecimentos, preferências e objetivos, a melhor forma de se comunicar. Se, por um lado, os desenhos de obra são mais técnicos, rígidos e normatizados, para que possam servir para a execução construtiva, aqueles usados para o entendimento do projeto pelo cliente, costumam ser mais livres e ter maior apelo visual. É dentro dessa liberdade estética que questionamos: até onde podemos ir com essas representações sem confundir as pessoas?

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A importância das modernas ferramentas de visualização na especificação de materiais

Em arquitetura, escolher os materiais de construção adequados é crucial para melhorar a eficiência, garantir a integridade estrutural e maximizar o desempenho do edifício acabado. Como qualquer edifício - de sua pele externa ao seu sistema estrutural- consiste em muitas camadas e peças, entender como estes se encaixam e funcionam é extremamente importante durante o projeto e a fabricação. A especificação técnica de materiais e sistemas construtivos desempenha um papel fundamental para transmitir essas informações, fornecendo todos os conhecimentos, propriedades e características necessárias para qualquer projeto de sucesso. Afinal, quanto mais você sabe sobre o que está entre paredes e acabamentos, melhor será sua arquitetura.

Estilos de renderização: aspectos, diferenças e como fazer

Os renders, enquanto composições capazes de comunicar o aspecto tridimensional de um projeto a partir de um suporte bidimensional — isto é, a imagem — permitem uma noção prévia do que a obra arquitetônica ainda virá a ser. Mas, ao contrário do que muitas vezes se imagina, a renderização não é sinônimo de uma representação realista da arquitetura.

Por se tratar de uma ferramenta de comunicação projetual, um render pode assumir diferentes estilos a depender não apenas do projeto em questão, mas também do público a quem é direcionado e, além de tudo, da identidade do arquiteto, arquiteta ou escritório de arquitetura responsável pela obra.

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Série de renderizações mostra três projetos não construídos de Frank Lloyd Wright

Mais de 60 anos após sua morte, a história de Frank Lloyd Wright permanece relevante e intensamente estudada devido ao grande legado que ele deixou à arquitetura. Considerado o primeiro arquiteto verdadeiramente estadunidense e a primeira "estrela" de seu ofício, Wright continua vivo através de seus edifícios, sua influência e sua presença na imaginação dos arquitetos. Surpreendentemente, contudo, mais da metade dos 1.171 projetos de Wright nunca foram construídos.

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O que é arquitetura paramétrica?

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Modelos sinuosos, curvas acentuadas, formas geometricamente complexas. Quando se aborda o tema da arquitetura paramétrica, essas são, provavelmente, as primeiras imagens que surgem em mente. E não é à toa. Enquanto modo de projetar, a utilização de parâmetros no processo de criação tem possibilitado a criação de formas impressionantes no enlaçamento entre a tecnologia digital e a construção civil.

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Série de renderes reproduzem as cinco propostas finalistas do concurso para a Casa Branca dos Estados Unidos de 1791

Série de renderes reproduzem as cinco propostas finalistas do concurso para a Casa Branca dos Estados Unidos de 1791  - Imagem de Destaque
Proposta construída. Imagem © HouseFresh

Série de renderes reproduzem as cinco propostas finalistas do concurso para a Casa Branca dos Estados Unidos de 1791  - Imagen 1 de 4Série de renderes reproduzem as cinco propostas finalistas do concurso para a Casa Branca dos Estados Unidos de 1791  - Imagen 2 de 4Série de renderes reproduzem as cinco propostas finalistas do concurso para a Casa Branca dos Estados Unidos de 1791  - Imagen 3 de 4Série de renderes reproduzem as cinco propostas finalistas do concurso para a Casa Branca dos Estados Unidos de 1791  - Imagen 4 de 4Série de renderes reproduzem as cinco propostas finalistas do concurso para a Casa Branca dos Estados Unidos de 1791  - Mais Imagens+ 7

Em 1792, o presidente dos Estados Unidos da época, George Washington, organizou um concurso para projetar a casa presidencial. A proposta do arquiteto James Hoban foi a vencedora, uma mansão neoclássica que hoje conhecemos como Casa Branca, ficando gravada no imaginário coletivo dos Estados Unidos.

"Estamos muito longe dos limites da renderização": leitores opinam sobre o uso de renders na arquitetura

O que é um render? Apenas uma imagem para ganhar concursos e clientes? Ou é uma ferramenta eficaz para o desenvolvimento de um edifício?

Perguntamos a nossos leitores quais são os limites da renderização no desenho arquitetônico, e a quantidade de respostas foi imensa. Depois de ler e compilar todos os comentários recebidos de profissionais da construção, estudantes e pessoas interessadas em arquitetura, há um grande consenso de que devemos pensar não apenas na renderização como um elemento de venda, mas como um elemento chave na verificação do projeto.

O ensino da arquitetura através da tela: será o fim das maquetes e do desenho à mão?

O ensino da arquitetura através da tela: será o fim das maquetes e do desenho à mão? - Imagem de Destaque
Render simulando ser una maqueta física. Image © Arq. Julio Andrés Pinedo Agudelo

Durante o ano de 2020, a passagem do sistema presencial ao remoto–tanto em escolas quanto universidades—, permitiu que jovens e adultos pudessem seguir seus planos de estudo durante as fases mais críticas da pandemia. Entretanto, é evidente que esta repentina mudança transformou substancialmente as antigas dinâmicas de ensino e aprendizado. Nas escolas de arquitetura, por exemplo, onde os alunos muitas vezes trabalham em grupos e utilizam objetos físicos como maquetes e modelos tridimensionais para desenvolver seus estudos, eles tiveram que adaptar-se a esta nova realidade muito rapidamente. Em se tratando de disciplinas de caráter projetual e de desenho, onde o engajamento entre os alunos e a colaboração com os professores são fatores fundamentais para o desenvolvimento do trabalho prático, a transição direta e completa para o ambiente virtual—com aulas, apresentações, discussões, revisões e entregas sempre em modo remoto—privou os alunos de explorar qualquer outro método alternativo de expressão que não a representação digital.

Para quem fazemos renders hiper-realistas?

A pergunta pode parecer direta, mas a busca pelas respostas pode apontar para uma série de caminhos mais complexos que contribuem não apenas para o entendimento do público-alvo das renderizações hiper-realistas na arquitetura, mas também para problematizar quais são seus objetivos.

Para quem fazemos renders hiper-realistas? - Image 2 of 4Para quem fazemos renders hiper-realistas? - Image 3 of 4Para quem fazemos renders hiper-realistas? - Image 4 of 4Para quem fazemos renders hiper-realistas? - Image 6 of 4Para quem fazemos renders hiper-realistas? - Mais Imagens+ 2

Os diferentes usos das renderizações na arquitetura

Com renderizações cada vez melhores se tornando onipresentes, alunos e arquitetos sentem a pressão de dominar um conjunto adicional de habilidades para transmitir suas ideias. Até que ponto as renderizações ajudam ou atrapalham um portfólio ou um projeto? Qual a importância dessas imagens no processo de projeto? As renderizações informam sobre um determinado conjunto de habilidades além das relacionadas aos softwares? Este artigo explora diferentes perspectivas sobre o papel das renderizações na profissão.

Os diferentes usos das renderizações na arquitetura - Image 1 of 4Os diferentes usos das renderizações na arquitetura - Image 2 of 4Os diferentes usos das renderizações na arquitetura - Image 3 of 4Os diferentes usos das renderizações na arquitetura - Image 4 of 4Os diferentes usos das renderizações na arquitetura - Mais Imagens+ 3

Em busca do render ideal: como compreender e aprimorar o uso dessa tecnologia

Em busca do render ideal: como compreender e aprimorar o uso dessa tecnologia - Image 1 of 4Em busca do render ideal: como compreender e aprimorar o uso dessa tecnologia - Image 2 of 4Em busca do render ideal: como compreender e aprimorar o uso dessa tecnologia - Image 3 of 4Em busca do render ideal: como compreender e aprimorar o uso dessa tecnologia - Image 4 of 4Em busca do render ideal: como compreender e aprimorar o uso dessa tecnologia - Mais Imagens+ 22

A renderização se tornou uma ferramenta indispensável na maioria dos escritórios de arquitetura. Para compreender como essas imagens podem auxiliar no processo projetual, evoluíram no decorrer do tempo e, principalmente, quais aspectos levar em conta para criar uma representação que se destaque no momento de apresentar sua obra, conversamos com Guilherme Bravin e Marcus Vinicius Damon, que além de serem fundadores do Estúdio Módulo, também coordenam o {CURA}, uma escola livre de arquitetura baseada principalmente na representação arquitetônica.

Quais são os limites da renderização no processo de projeto arquitetônico?

O que é uma renderização? Apenas uma imagem para vencer concursos e conquistar clientes? Ou é uma ferramenta eficaz para o processo de projeto?

Renders vs. realidade: o antes e o depois na obra de renomados arquitetos

Hoje em dia é quase impossível ver uma apresentação de projeto de arquitetura sem que a mesma esteja acompanhado de imagens. Independentemente do método ou software utilizado, renderes são atualmente uma ferramenta extremamente valiosa para dar voz à uma série de elementos bastante abstratos para aqueles que não estão habituados com a linguagem técnica de um projeto de arquitetura. Além de nos aproximar cada vez mais da realidade visível, imagens renderizadas são capazes de traduzir ideias em formas concretas. E quando aprovadas, tais imagens passam a ser vistas como uma promessa de futuro, seja para os clientes, investidores ou para cada um de nós.

Quando se trata de projetos desenvolvidos por arquitetos famosos, estas visualizações representam um momento crítico, utilizadas tanto como uma ferramenta de análise por parte dos projetistas quanto uma referência para toda a comunidade de arquitetos. Muitos detalhes acabam sendo incorporados no projeto exatamente no momento em que as imagens estão sendo desenvolvidas. Alguns elementos são fundamentais para se obter um resultado satisfatório e uma representação mais precisa da realidade: iluminação natural e artificial, materiais e texturas e principalmente, o contexto no qual o projeto está inserido.

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A evolução da representação na arquitetura (e qual é o seu futuro)

De acordo com Howard Gardner, a inteligência humana pode ser dividida em oito categorias, sendo uma delas, a inteligência espacial. Gardner define este tipo de inteligência como a capacidade do ser humano em imaginar e dar forma à modelos tridimensionais da realidade. A arquitetura, assim como a escultura, é uma das disciplinas que mais se beneficiam desta faculdade. Considerando isso, neste artigo procuramos explorar como a representação da arquitetura evoluiu ao longo do tempo e como ela está se tornando cada dia mais fiel à imagem idealizada por quem a projetou.

Visualizações arquitetônicas em processos criativos: hiper-realismo ou colagens?

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A história da representação na arquitetura passou por inúmeras transformações ao longo dos séculos. Sua relação com o objeto construído vai muito além da mera e simples reprodução de sua imagem objetiva, atuando principalmente, como uma ferramenta de expressão e crítica que, tem influenciado diretamente a forma como percebemos, nos relacionamos e até mesmo, como concebemos e construímos nossos edifícios e cidades.

A imagem fala: ou, por que precisamos ir além dos renders

A arquitetura, do mesmo modo que qualquer outra profissão, necessita de ferramentas específicas para acontecer. Como o poeta usa a caneta e o carpinteiro o serrote, o arquiteto também usa alguns instrumentos para traduzir suas arquiteturas imaginárias em paredes, chão e teto. A complexidade, porém, da arquitetura exige mais que caneta e serrote, muito mais que régua e prancheta; atividade coletiva e realizada e múltiplas etapas, até que se faça a arquitetura propriamente dita – aquela concreta – há passos que devem ser seguidos e, para cada um deles, as ferramentas mais adequadas.

Na arquitetura não há quem não tenha fracassado. Dito de outro modo, não há arquiteto ou arquiteta que tenha conseguido, todas as vezes, transformar as ideias em espaço concreto, construído. Aliás, essa espécie de “fracasso” é muito recorrente na profissão; o longo e intrincado processo necessário para trazer uma ideia ao mundo das concretudes faz com que a maior parte de nossos projetos permaneça apenas projeto. Assim, lidamos boa parte do tempo com representações – ou apresentações, já que não existe um referencial concreto a ser re-apresentado.

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