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Prefabrication: O mais recente de arquitetura e notícia

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Casas pequenas no Uruguai: como três escritórios constroem com leveza em terrenos rurais e litorâneos

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No Uruguai, projetos residenciais de pequena escala ocupam cada vez mais as paisagens rurais e costeiras, das colinas de Villa Serrana às florestas marítimas ao longo da costa atlântica. Construir nessas áreas costuma exigir materiais estruturais que equilibrem durabilidade, eficiência térmica e viabilidade de transporte. Diante disso, os projetos nesses ambientes dependem significativamente de materiais como estrutura de madeira engenheirada, perfis estruturais de aço, revestimento externo de madeira ou fabricação offsite. Essas escolhas de projeto não apenas ajudam a reduzir o peso das matérias-primas que devem ser transportadas por vias de acesso não pavimentadas, mas também tornam a construção mais viável em locais remotos. Além disso, o contexto dos projetos desta seleção parece ter desempenhado um papel limitador em relação às áreas construídas, mantidas em 60 m² ou menos para reduzir a demanda por materiais estruturais e o impacto no terreno.

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Além da caixa: O que a arquitetura com contêineres acerta e onde deixa a desejar

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Além da caixa: O que a arquitetura com contêineres acerta e onde deixa a desejar - Imagem de Destaque
Edifício de contêineres District 10. Imagem cortesia de Shipping Containers

Usar contêineres marítimos como base para uma estrutura — prática também conhecida como "cargotectura" — parece ser uma abordagem simples para a construção. Uma impressão que, no entanto, pode ser enganosa. Embora seja verdade que os contêineres são um material de construção rápido, econômico e que frequentemente exige menos esforço, além de durável e personalizável, as conversões dessas estruturas também trazem desafios. Sem um planejamento minucioso, o processo de obra pode ser desgastante e os resultados, frustrantes.

Para entender se os contêineres são a escolha certa para um projeto de construção, é importante olhar além de seu apelo industrial e encarar a realidade e as limitações das caixas de aço como material construtivo.

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Acima da linha de neve: 11 abrigos erguidos nos limites da construção

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Não há lugar mais difícil para se construir do que a alta montanha, e nenhum outro onde uma edificação pareça tão provisória. Dos Andes ao Himalaia e aos Alpes, a construção em alta altitude reduz a arquitetura às suas relações mais elementares. A rocha evoca a própria permanência; no entanto, uma estrutura implantada próxima ao limite do habitável existe em constante negociação com quase tudo ao seu redor: com o vento que sopra livre de obstruções, com um solo íngreme e congelado demais para ser escavado, e com a premissa de que tudo de que necessita deve vir de muito abaixo. O que pode ser transportado montanha acima, o que pode ser montado por poucas mãos e o que pode se autossustentar são algumas das variáveis dessa equação.

Essas restrições geraram uma cultura construtiva notavelmente consistente em cordilheiras que, de outro modo, não teriam relação entre si. O refúgio, a cabana, o bivaque e o observatório pertencem a uma tipologia compartilhada na qual o abrigo é indissociável da logística, e onde a leveza, a pré-fabricação e a autossuficiência eram necessidades estruturais muito antes de se tornarem virtudes.

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Como a escassez de mão de obra está remodelando a arquitetura

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Construir uma cidade do zero não é tarefa fácil. Nunca foi e nunca será. A própria ideia de criar de forma planejada o que de outro modo se desenvolveria e cresceria gradualmente exige recursos, organização e, acima de tudo, mão de obra. Foi o que aconteceu em 1958, quando o Planalto Central do Brasil se transformou em um dos maiores canteiros de obras do século XX para a construção de Brasília. Dezenas de milhares de candangos (migrantes vindos predominantemente do Nordeste, muitos sem formação técnica prévia) chegaram para erguer uma capital inteira em pouco mais de três anos, sob o lema do então presidente Juscelino Kubitschek de realizar "cinquenta anos de progresso em cinco". A arquitetura de Oscar Niemeyer e o plano de Lúcio Costa não teriam sido possíveis sem a premissa de que haveria mão de obra suficiente e disposta a suportar baixos salários e condições extremamente severas para transformar concreto e curvas em um símbolo nacional.

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Como a Terraco potencializa a eficiência térmica e a longevidade das fachadas em edifícios pré-fabricados

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O mercado global de construção offsite—que engloba sistemas modulares, pré-moldados de concreto e híbridos pré-fabricados—foi avaliado em US$ 172 bilhões em 2024 e projeta-se que atinja US$ 225,7 bilhões até 2030 (com uma taxa de crescimento anual composta, ou CAGR, de 4,9% a 8%). Nos Emirados Árabes Unidos, as metas governamentais preveem que 25% a 30% dos componentes de projetos públicos sejam produzidos em sistemas offsite até 2030; o Reino Unido lidera globalmente hoje, com 15% a 20% das habitações utilizando soluções offsite. A fabricação offsite é cada vez mais promovida como o futuro sustentável da construção civil, apresentando benefícios como a redução de resíduos, prazos de entrega acelerados e melhor controle de qualidade. A sustentabilidade, contudo, não se define pela rapidez com que um edifício é montado, mas sim por seu desempenho ao longo do tempo.

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Explorando a pré-fabricação: desafios e possibilidades com o Parkside Carvoeira

Toda inovação traz consigo fricções, disrupções e, acima de tudo, aprendizados. Na construção civil — um setor historicamente resistente a mudanças — novos sistemas construtivos costumam ser recebidos com certo estranhamento, exigindo uma análise cuidadosa dos desafios que surgem. O sistema wood frame, amplamente adotado em países como Estados Unidos, Japão e Alemanha, nunca se popularizou no Brasil, devido a fatores que mantêm o setor intensivo em mão de obra e fortemente vinculado aos métodos convencionais de alvenaria e concreto. 

No entanto, com a diminuição da oferta de mão de obra e novas demandas por eficiência e sustentabilidade, o setor da construção civil tem, gradualmente, explorado alternativas inovadoras. Nesse contexto, o edifício Parkside Carvoeira, em Florianópolis, destaca-se como um marco de inovação, sendo o edifício em wood frame mais alto da América Latina. Desenvolvido em parceria entre a Parkside, o escritório Desterro Arquitetos e a construtora local Tecverde, o projeto pioneiro adota o sistema como uma solução sustentável e eficiente para atender às necessidades da construção contemporânea no país.

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Pré-fabricação e ousadia formal do modernismo belga: a história dos Edifícios CBR e LH 187 em Bruxelas

Entre 1960 e 1976, a capital da Bélgica tornou-se um cenário de experimentos arquitetônicos que combinavam os ideais modernistas com a pré-fabricação, culminando na construção de dois edifícios icônicos. O CBR Office Building (1967-1970) e o LH 187 (1976), projetados por Constantin Brodzki e Marcel Lambrichs, são vizinhos e compartilham uma linguagem arquitetônica audaciosa. Ambos se destacam por suas fachadas formadas por grandes módulos de concreto pré-fabricado, que não só evidenciam a estética brutalista, mas também revelam o empenho em usar materiais industriais e técnicas construtivas inovadoras para a época.

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Por que edifícios de madeira estão em ascensão? Uma entrevista com a especialista em estruturas de madeira da Perkins+Will

Material Minds, apresentado por ArchDaily Materials, é a nossa nova série de entrevistas com arquitetos, designers, cientistas, e outros que utilizam materiais arquitetônicos de maneiras inovadoras.

Madeira. Os Estados Unidos são o maior produtor deste recurso natural no mundo, Mas ainda sim é difícil vê-lo empregado em construções comerciais em altura. Então fomos perguntar para uma especialista em madeira - Rebecca Holt, da Perkins+Will - sobre seus potenciais benefícios.

AD: Por que a madeira é um material que deveria ser utilizado em edifícios em altura?

Existem muitas razões para considerar a madeira - primeiramente por ter um baixo impacto ambiental se comparado à outras escolhas tradicionais como o concreto e o aço. Madeira é o único dos principais materiais de construção que é feito pelo sol e é completamente renovável.