1. ArchDaily
  2. Políticas Públicas

Políticas Públicas: O mais recente de arquitetura e notícia

No Dia Internacional da Democracia: Encontro, Equidade e o Poder Simbólico da Arquitetura

Áudio disponível

No Dia Internacional da Democracia, as Nações Unidas revisitam este ano uma ideia tradicional do conceito: a ampla participação cidadã nas tomadas de decisão governamentais. Na ocasião, o órgão internacional convida a uma reflexão sobre como a participação e a inclusão de vozes diversas nas decisões do governo podem ajudar a construir uma sociedade mais equitativa. Sob uma perspectiva espacial, a reflexão sobre a democracia pode ir além desse enquadramento vertical, passando a compreendê-la a partir do encontro. O que significa um espaço ser democrático? Como a arquitetura pode contribuir para alcançar os princípios historicamente associados à democracia? No atual contexto de crise nos sistemas de organização política em todo o mundo, este dia serve como plataforma para questionar a individualização e o autoritarismo por meio das ferramentas socioespaciais de que dispomos.

No Dia Internacional da Democracia: Encontro, Equidade e o Poder Simbólico da Arquitetura - Image 1 of 4No Dia Internacional da Democracia: Encontro, Equidade e o Poder Simbólico da Arquitetura - Image 2 of 4No Dia Internacional da Democracia: Encontro, Equidade e o Poder Simbólico da Arquitetura - Image 3 of 4No Dia Internacional da Democracia: Encontro, Equidade e o Poder Simbólico da Arquitetura - Image 4 of 4No Dia Internacional da Democracia: Encontro, Equidade e o Poder Simbólico da Arquitetura - Mais Imagens+ 10

Áreas verdes e o preço dos imóveis na Costa Oeste dos EUA

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

Toda crise de habitação acaba se tornando uma questão fundiária, e toda questão fundiária se torna, inevitavelmente, uma questão de valores. A Costa Oeste dos Estados Unidos chegou a esse ponto. À medida que cidades de Los Angeles a Seattle buscam terrenos para construir as moradias acessíveis que prometem há anos, elas se deparam repetidamente com a mesma alternativa: o parque ou o cinturão verde. O que parece ser uma decisão de zoneamento é, na verdade, um referendo sobre qual forma de bem-estar a cidade está disposta a sacrificar em detrimento de outra.

Áreas verdes e o preço dos imóveis na Costa Oeste dos EUA - Image 1 of 4Áreas verdes e o preço dos imóveis na Costa Oeste dos EUA - Image 2 of 4Áreas verdes e o preço dos imóveis na Costa Oeste dos EUA - Image 3 of 4Áreas verdes e o preço dos imóveis na Costa Oeste dos EUA - Image 4 of 4Áreas verdes e o preço dos imóveis na Costa Oeste dos EUA - Mais Imagens+ 1

Modelo de habitação social das Baleares recebe o Prêmio OBEL 2026

Áudio disponível

Em meio à crescente instabilidade econômica, política e climática, o OBEL Award de 2026 destaca a necessidade de abordagens arquitetônicas que repensem tanto as infraestruturas existentes quanto as emergentes. O título desta edição é "Systems' Hack", no qual "sistemas" são compreendidos como mecanismos inter-relacionados regidos por regras comuns, e o "hackeamento" é definido como uma intervenção estratégica que busca alterar o funcionamento desses mecanismos. Sob esta perspectiva, a OBEL Foundation anunciou o Modelo de Habitação Social das Baleares como o vencedor do prêmio deste ano, ao mesmo tempo em que anunciou um novo ciclo em 2027 sob a mesma temática. O Modelo de Habitação Social das Baleares foi reconhecido por "transformar o papel da gestão de habitação social nas Ilhas Baleares entre 2019 e 2023", propondo novas abordagens em resposta a uma grave escassez de moradia e a um estoque de moradias públicas para aluguel criticamente limitado na Espanha.

Modelo de habitação social das Baleares recebe o Prêmio OBEL 2026 - 2 的图像 4Modelo de habitação social das Baleares recebe o Prêmio OBEL 2026 - 3 的图像 4Modelo de habitação social das Baleares recebe o Prêmio OBEL 2026 - 7 的图像 4Modelo de habitação social das Baleares recebe o Prêmio OBEL 2026 - 8 的图像 4Modelo de habitação social das Baleares recebe o Prêmio OBEL 2026 - Mais Imagens+ 23

Estados Unidos aprovam legislação abrangente de reforma habitacional para expandir moradia acessível

Áudio disponível

A lei 21st Century ROAD to Housing Act, um projeto de lei bipartidário sobre habitação do Senado dos Estados Unidos, tornou-se lei de forma automática em 11 de julho de 2026. Oficialmente denominada "Renewing Opportunity in the American Dream (ROAD) to Housing Act", a medida tem sido descrita como a iniciativa habitacional mais significativa no país desde a Lei Nacional de Habitação de Interesse Social (National Affordable Housing Act) de 1990, e "a legislação de habitação mais abrangente em décadas". Diante de uma crise global de moradia, o texto revisa programas habitacionais federais, expande as opções de financiamento disponíveis, oferece subsídios para comunidades, foca em exigências regulatórias para a construção civil e enfrenta a concentração da propriedade imobiliária. Essa legislação soma-se a iniciativas globais por moradias dignas, tais como limites para aluguéis de curta temporada, a tributação de unidades residenciais desocupadas e o reaproveitamento e adaptação de estruturas existentes, com o duplo objetivo de aumentar o número de unidades residenciais e disponibilizar os imóveis já existentes.

Estados Unidos aprovam legislação abrangente de reforma habitacional para expandir moradia acessível - Imagem 1 de 4Estados Unidos aprovam legislação abrangente de reforma habitacional para expandir moradia acessível - Imagem 2 de 4Estados Unidos aprovam legislação abrangente de reforma habitacional para expandir moradia acessível - Imagem 3 de 4Estados Unidos aprovam legislação abrangente de reforma habitacional para expandir moradia acessível - Imagem 4 de 4Estados Unidos aprovam legislação abrangente de reforma habitacional para expandir moradia acessível - Mais Imagens+ 3

Reimaginando o bairro completo por meio da renaturalização urbana

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

O projeto ReGreeneration, uma iniciativa do programa Horizon Europe liderada pela Inetum e apoiada pelo C40 Cities, pela ARUP, pela Placemaking Europe, entre outros parceiros, atua como uma colaboração ativa entre governos locais, empresas privadas, academia e organizações da sociedade civil na interseção entre regeneração urbana, espaços públicos verdes e desenho em escala de bairro. Sua premissa aborda como as cidades europeias são construídas e mantidas, e de que forma vivenciam as mudanças climáticas, defendendo que os centros urbanos precisam mudar estruturalmente para continuarem habitáveis diante das crescentes pressões climáticas.

Reimaginando o bairro completo por meio da renaturalização urbana - Imagen 1 de 4Reimaginando o bairro completo por meio da renaturalização urbana - Imagen 2 de 4Reimaginando o bairro completo por meio da renaturalização urbana - Imagen 3 de 4Reimaginando o bairro completo por meio da renaturalização urbana - Imagen 4 de 4Reimaginando o bairro completo por meio da renaturalização urbana - Mais Imagens+ 12

Saúde, habitat e infraestrutura cívica: projetando a cidade como um parque nacional

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

Cidades em todo o mundo compartilham um objetivo comum: tornarem-se mais saudáveis e verdes, apoiadas por uma infraestrutura cívica que restaure ecossistemas e fortaleça a vida pública. A questão é como alcançar esse objetivo. Metas climáticas globais, códigos de obras locais e normas municipais orientam cada vez mais os/as profissionais de design e planejamento rumo a melhores escolhas. Contudo, muitas cidades ainda enfrentam dificuldades para traduzir essas diretrizes em conforto cotidiano ao nível da rua e em proteção ecológica de longo prazo. O que acontece se a cidade deixar de ser tratada como uma cidade tradicional e passar a ser vista como um parque nacional?

Os parques nacionais operam por meio de sistemas de proteção que tratam o território como uma rede de relações ecológicas, e não como uma coleção de áreas isoladas. Eles estabelecem uma base comum sobre o que deve ser preservado, mantido e tornado acessível ao longo do tempo. Quando essa lógica é aplicada ao ambiente urbano, o sucesso dessa abordagem pode inspirar orgulho e um senso de responsabilidade compartilhada entre projetistas, formuladores/as de políticas públicas e moradores/as, fomentando um compromisso coletivo com a saúde, o habitat e a infraestrutura cívica.

Saúde, habitat e infraestrutura cívica: projetando a cidade como um parque nacional - 1 的图像 4Saúde, habitat e infraestrutura cívica: projetando a cidade como um parque nacional - 2 的图像 4Saúde, habitat e infraestrutura cívica: projetando a cidade como um parque nacional - 3 的图像 4Saúde, habitat e infraestrutura cívica: projetando a cidade como um parque nacional - 4 的图像 4Saúde, habitat e infraestrutura cívica: projetando a cidade como um parque nacional - Mais Imagens+ 13

Prêmio Europeu de Habitação Coletiva abre inscrições para sua segunda edição

Áudio disponível

A habitação coletiva é uma marca registrada da Europa. Em sua segunda edição, a premiação busca projetos que evidenciem seu impacto social e os marcos regulatórios e de políticas públicas que os viabilizam. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 30 de abril.

A modernidade pós-industrial gerou uma ampla gama de modelos de habitação coletiva que deixaram uma marca duradoura nas cidades europeias e na história da arquitetura: desde os Hofs de Viena e a Weissenhofsiedlung até a Unité d'habitation de Le Corbusier e as obras apresentadas na Interbau de Berlim.

Os excessos do movimento moderno projetaram uma longa sombra sobre a habitação social — um estigma que a pós-modernidade não foi capaz de dissipar. Contudo, desde a virada do milênio, novas formas de habitação coletiva têm ressurgido, reconectando-se com os ideais do Estado de bem-estar social diante das pressões da urbanização, das tensões do mercado imobiliário e da urgência ecológica.

Alimentar a Terra: O que comemos construiu o mundo que habitamos

Áudio disponível

Existe uma forma convencional de contar a história da arquitetura e da alimentação. Ela começa com a decisão humana de cultivar, armazenar, distribuir e consumir, e termina com o edifício que essa decisão produziu. Nessa versão dos fatos, o alimento é o pretexto e a arquitetura é a resposta.

Mas e se a história for diferente? E se o tomate tivesse construído Almería? E se o bacalhau tivesse redesenhado o Atlântico Norte? E se a soja estiver, neste exato momento, construindo um porto em Santos e, ao mesmo tempo, devastando uma floresta no Cerrado, sem que o/a arquiteto/a simplesmente tenha sido avisado/a? Trata-se da descrição de processos já concluídos, ou em andamento avançado, que produziram algumas das paisagens contemporâneas de maior impacto espacial. Grande parte do ambiente construído é moldada pelas pressões, metabolismos e ambições territoriais daquilo que comemos. Nisso, a arquitetura costuma ser menos um projeto e mais uma consequência — e a disciplina tem contado sua própria história pelo lado errado.

Alimentar a Terra: O que comemos construiu o mundo que habitamos - Image 1 of 4Alimentar a Terra: O que comemos construiu o mundo que habitamos - Image 2 of 4Alimentar a Terra: O que comemos construiu o mundo que habitamos - Image 3 of 4Alimentar a Terra: O que comemos construiu o mundo que habitamos - Image 4 of 4Alimentar a Terra: O que comemos construiu o mundo que habitamos - Mais Imagens+ 23

A computação não é imaterial: a infraestrutura de IA e a arquitetura da cidade

Áudio disponível

À medida que a inteligência artificial continua a desestabilizar setores da economia e a remodelar indústrias inteiras, tanto instituições quanto indivíduos se preparam — e se adaptam rapidamente — às transformações que as máquinas parecem projetar sobre nosso futuro. Contudo, a pressão mais latente não decorre simplesmente do fato de a IA alterar a forma como as pessoas trabalham e vivem, mas sim dos modelos de negócios e das lógicas de investimento das empresas que desenvolvem esses sistemas: a concentração de capital, as novas demandas por capacidade de processamento, a corrida por talentos altamente especializados e a pegada de infraestrutura necessária para sustentá-la. Na Grande Área da Baía — ancorada por Guangzhou, Shenzhen e Hong Kong —, essa dinâmica é especialmente pronunciada. Iniciativas governamentais estão acelerando ativamente o crescimento do setor, com mecanismos de políticas públicas e planejamento começando a traduzir um campo aparentemente intangível em forma física: atualizações de zoneamento, destinação de terrenos e o surgimento de tipologias edilícias orientadas à IA, de laboratórios de pesquisa a centros de processamento de dados (data centers) em grande escala.

A computação não é imaterial: a infraestrutura de IA e a arquitetura da cidade - Imagen 1 de 4A computação não é imaterial: a infraestrutura de IA e a arquitetura da cidade - Imagen 2 de 4A computação não é imaterial: a infraestrutura de IA e a arquitetura da cidade - Imagen 3 de 4A computação não é imaterial: a infraestrutura de IA e a arquitetura da cidade - Imagen 4 de 4A computação não é imaterial: a infraestrutura de IA e a arquitetura da cidade - Mais Imagens+ 23

Projetando espaços que sejam bons para as mulheres — e para todos

Acesso exclusivo | 

"Estamos focados em criar um espaço público justo", disse Chelina Odbert, Hon. ASLA, CEO e principal fundadora da Kounkuey Design Initiative (KDI), no National Building Museum em Washington, D.C. E por justo, "queremos dizer livre, inclusivo, acessível, imparcial e equitativo". "Um espaço público justo está aberto a todos". Há acesso ilimitado às ruas e espaços públicos para que as pessoas possam ir para a escola, para o trabalho e serem membros plenos de suas comunidades.

Infelizmente, o espaço público é muitas vezes "intimidante, excludente, inacessível, injusto e desigual" para muitas mulheres, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência e pessoas negras. Arquitetos paisagistas, urbanistas e outros planejadores urbanos precisam entender quem se sente seguro e confortável em espaços públicos, caso contrário, há o risco de perpetuar desigualdades, argumentou Odbert.

FGKD24: Congresso Distritos do Conhecimento de Quarta Geração 2024

O FGKD24 - Congresso Distritos de Conhecimento de Quarta Geração 2024 será a 1ª Conferência Internacional do CEUCI - Centro de Estudos sobre Urbanização para o Conhecimento e a Inovação.

Conheça o plano de reflorestamento de Nova Orleans baseado na equidade

Acesso exclusivo | 

Nova Orleans tem o efeito de ilha de calor urbano mais forte dos EUA, com temperaturas quase 5°C mais altas do que as áreas naturais próximas. A cidade perdeu mais de 200 mil árvores com o furacão Katrina, diminuindo a área sombreada para apenas 18,5%.

A ONG Sustaining Our Urban Landscape (SOUL) fez uma parceria com arquitetos paisagistas da Spackman Mossop Michaels (SMM) para criar um plano de reflorestamento acessível e focado na equidade. O plano fornece um roteiro para alcançar a marca de 24% de área coberta por árvores até 2040. Mais importante, o plano também busca igualar a área sombreada por árvores, de modo que pelo menos 10% de todos os 72 bairros estejam cobertos. Atualmente, mais da metade dos bairros está abaixo da marca de 10%.

Conheça o plano de reflorestamento de Nova Orleans baseado na equidade  - Imagen 1 de 4Conheça o plano de reflorestamento de Nova Orleans baseado na equidade  - Imagen 2 de 4Conheça o plano de reflorestamento de Nova Orleans baseado na equidade  - Imagen 3 de 4Conheça o plano de reflorestamento de Nova Orleans baseado na equidade  - Imagen 4 de 4Conheça o plano de reflorestamento de Nova Orleans baseado na equidade  - Mais Imagens+ 3

O que acontece quando os espaços públicos não têm banheiros públicos?

Acesso exclusivo | 

No campo do design, muitas vezes falamos em garantir que haja espaços públicos suficientes para atender a uma comunidade. Discutimos a necessidade de parques públicos para que as pessoas tenham acesso a espaços ao ar livre. Pensamos no transporte público e em como nossa dependência cada vez menor de carros ajudará a garantir um planeta mais saudável. Mas e quanto aos espaços públicos que nos faltam? O que acontece quando não temos banheiros públicos suficientes?

Cidades dos EUA e Europa proíbem uso de combustíveis fósseis em novos edifícios

Boston acaba de anunciar um plano que, se aprovado, eliminaria o uso de combustíveis fósseis em novas construções e grandes projetos de renovação. Esta medida expande o compromisso pela ação climática e inclui Boston na lista das cidades integrantes do Green New Deal. Outras cidades dos EUA, como Nova York, Los Angeles, San Jose, Seattle e Berkeley, impuseram medidas semelhantes nos últimos anos. Sete cidades europeias — Bilbao, Bratislava, Dublin, Munique, Roterdã, Viena e Winterthur — também apresentaram projetos para eliminar gradualmente o uso combustíveis fósseis para aquecimento urbano.

Cidades dos EUA e Europa proíbem uso de combustíveis fósseis em novos edifícios - Imagem 1 de 4Cidades dos EUA e Europa proíbem uso de combustíveis fósseis em novos edifícios - Imagem 2 de 4Cidades dos EUA e Europa proíbem uso de combustíveis fósseis em novos edifícios - Imagem 3 de 4Cidades dos EUA e Europa proíbem uso de combustíveis fósseis em novos edifícios - Imagem 4 de 4Cidades dos EUA e Europa proíbem uso de combustíveis fósseis em novos edifícios - Mais Imagens+ 2

SimCity criou uma geração de urbanistas

Acesso exclusivo | 

Enquanto trabalhava em Raid on Bungeling Bay — um jogo sobre bombardear cidades —, o lendário designer de jogos Will Wright descobriu que se divertia mais projetando as cidades do que as destruindo. Ele então se perguntou se os jogadores iriam gostar de ter essa mesma oportunidade.

Quatro anos depois, o resultado foi SimCity, um jogo que partiu das bases de um jogo tradicional, trocando as fases por uma jogabilidade aberta e os objetivos claros por um sandbox, uma “caixa de areia” para criar. Os jogadores receberam uma área sem nada construído, uma pilha de dinheiro e algumas ferramentas básicas de planejamento antes de poderem fazer o que quiserem.

Você moraria aqui? O que torna uma cidade desejável?

Desde que as cidades existem, surge uma questão fundamental para o seu futuro: "O que torna as áreas urbanas desejáveis?" Mais da metade dos habitantes do mundo vive em cidades e esse número deve aumentar na próxima década, com mais de 5 bilhões de pessoas vivendo em centros urbanos em todo o mundo. Para se preparar para essa demanda, as cidades estão encontrando maneiras de ser mais desejáveis ​​e atrair talentos para grandes e pequenas empresas, enquanto encontram outras maneiras de criar oportunidades de vida igualitárias para todos.

Fórum Regional de ATHIS e Extensão Universitária

Gratuito e aberto ao público, principalmente para os estudantes de arquitetura e urbanismo, o “Fórum de Assistência Técnica (ATHIS) e Extensão Universitária em Habitação de Interesse Social: Atuação Integrada no Espaço Urbano” acontecerá entre os dias 16 a 19 de maio de 2019.

II Pré-Fórum Regional de ATHIS e Extensão Universitária "Passado, Presente e Futuro"

Estão abertas as inscrições para o II Pré-Fórum Regional de ATHIS e EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA.