1. ArchDaily
  2. Políticas Públicas

Políticas Públicas: O mais recente de arquitetura e notícia

Pré-Fórum de ATHIS e Extensão Universitária: Resgate Histórico de Formação das Assessorias Técnicas

O “Fórum Regional de ATHIS e Extensão Universitária: Atuação Integrada no Espaço Urbano” visa aproximar estudantes e profissionais da Região Metropolitana de São Paulo que trabalham em defesa do direito à cidade, à moradia digna e aos espaços de vivência adequados junto à comunidades de baixa renda e movimentos sociais.

V Seminário de Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social

Com o objetivo de incentivar as práticas para Assistência Técnica em Habitações de Interesse Social (ATHIS), em 2017 o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) definiu que todos os CAU/UFs destinassem 2% de seu orçamento para apoiar ações de Assistência Técnica em Habitações de Interesse Social (ATHIS). Em atenção às diretrizes do CAU/BR, o CAU/SC institui, ainda em 2017, a Comissão Especial de Assistência Técnica (CTEC), composta por um grupo de arquitetos e urbanistas, para coordenar ações do desenvolvimento da política de assistência técnica pública e gratuita, conforme prevê a lei 11.888/2008.

MobiliDADOS: as políticas de mobilidade urbana nas eleições de 2018

Acesso exclusivo | 

Como promover a discussão baseada em dados confiáveis durante as eleições, e a incorporação de indicadores de mobilidade urbana aos planejamentos a serem apresentados posteriormente, quandos os eleitos assumirem seus mandatos? Concentrada nesta pergunta, a equipe do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP Brasil) têm feito um esforço, em parceria com a Purpose Climate Lab, para influenciar as campanhas das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Recife.

A estratégia é promover a articulação entre organizações e movimentos sociais que atuam localmente nas agendas de mobilidade e sustentabilidade. De posse de indicadores apurados e disponibilizados na plataforma MobiliDADOS, estas organizações passam a dispor de subsídios importantes para a incidência no debate eleitoral. A ferramenta apresenta dados ilustrados e contextualizados sobre a realidade do transporte em diversas cidades e regiões metropolitanas, fornecendo insumos para questionar as propostas dos candidatos aos cargos do Executivo e do Legislativo.

MobiliDADOS: as políticas de mobilidade urbana nas eleições de 2018 - Image 1 of 4

Mulheres e mobilidade urbana: indicadores para a formulação de políticas urbanas sensíveis ao gênero

Acesso exclusivo | 

Diversos estudos têm se dedicado a compreender a relação entre gênero e mobilidade urbana. Eles concluem que mulheres  enfrentam desafios maiores para exercer o direito à cidade e acessar as oportunidades oferecidas no espaço urbano. As desigualdades na divisão do trabalho doméstico implicam em maior carga para as mulheres, que acumulam funções como levar e buscar as crianças na escola, o cuidado com membros idosos e doentes da família, a ida às compras entre outras atividades, o que determina em grande parte um padrão de deslocamento consolidado por viagens em sequência, para múltiplos destinos e com uso preponderante do transporte público e da caminhada.

Mulheres e mobilidade urbana: indicadores para a formulação de políticas urbanas sensíveis ao gênero - Image 7 of 4

Primeiras Aulas - O Projeto da Cidade Contemporânea

PRIMEIRAS AULAS

A Segregação Urbana nos Estados Unidos e o Papel das Políticas Públicas

Acesso exclusivo | 
A Segregação Urbana nos Estados Unidos e o Papel das Políticas Públicas - Image 1 of 4

A segregação espacial é um dos grandes problemas urbanos no mundo. Ela se caracteriza pela separação de classes sociais em diferentes regiões das cidades. Esse processo, ao longo do tempo, acaba contribuindo para o aprofundamento dessas diferenças. Nos Estados Unidos após a crise de 1929, o governo federal criou uma metodologia para orientar empréstimos financeiros, visando possibilitar a quitação de imóveis para as populações endividadas. A metodologia se dedicou a classificar as regiões da cidade de acordo com seus aspectos sociais, e acabou por enfatizar e aprofundar uma urbe fragmentada, encorajando o preconceito e a intolerância. A segregação como política pública, acabou por limitar as oportunidades de muitas populações por gerações, resultando em uma distribuição social que ainda hoje, quase 100 anos depois, é evidente na maioria das cidades norte americanas.

Índice de caminhabilidade permite avaliar ruas sob ótica do pedestre

Acesso exclusivo | 

Desde 1905 o escritor brasileiro João do Rio falava em ‘flanar’ pela cidade’. Quase 100 anos depois, o sentido de ‘flanar’ foi ressignificado, mas também trouxe um novo olhar de como podemos nos relacionar com nossa cidade. ‘Flanar’ hoje é um convite à caminhar, esbarrar, reconhecer e aprofundar-se na experiência urbana. Vivemos mesmo é na cidade, nos relacionamos com ela o dia todo, todos os dias.

Em sua origem, a rua não era apenas uma via de acesso a um local e, sim, o próprio local. Um espaço de convivência para se estar, passar o tempo, interagir com outras pessoas. Na segunda metade do século XX o planejamento urbano focou em infraestrutura para a circulação eficiente de veículos motorizados. Tal modelo tem sido questionado já há algumas décadas, por autores como Jane Jacobs e Jan Gehl, cujos trabalhos pioneiros valorizaram o pedestre e a vida urbana”, contextualiza Danielle Hoppe, gerente de Transportes Ativos e Gestão da Demanda por Viagens do ITDP Brasil.

Índice de caminhabilidade permite avaliar ruas sob ótica do pedestre - Image 1 of 4

Espaço Urbano: Episódio 3 - Política Pública Beta

Acesso exclusivo | 

Espaço Urbano é uma websérie de 10 episódios sobre cidades brasileiras vistas e debatidas através de diferentes ângulos. Produzida pelo Rio Academy, Espaço Urbano é uma compilação de ideias, pensamentos e visões de palestrantes do Fórum Internacional de Arquitetura e Urbanismo - FIAU 2015 que aconteceu este ano no Rio de Janeiro.

Neste episódio - o terceiro da série - o tema abordado é a política pública beta. Numa analogia às tecnologias beta, isto é, em fase de testes, os convidados deste episódio debatem acerca da possibilidade de pensar as políticas urbanas de modo menos engessado e mais aberto ao erro e a adaptação.

I Encontro “Esporte, Sociedade e Políticas Públicas”, na UFRN

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, promove, nos dias 15 e 16 de maio, o I Encontro “Esporte, Sociedade e Políticas Públicas” com o propósito de debater as questões que permeiam os megaeventos esportivos no Brasil, com especial enfoque para a cidade de Natal, RN.

O evento está aberto a pesquisadores, professores, alunos de graduação e pós-graduação, setor público e privado e sociedade em geral, já que a realização de megaeventos no Brasil, direta ou indiretamente, interessa e afeta a todos. 

A Mobilidade que não depende do Transporte

Há algumas semanas tive a oportunidade de assistir a um curso lecionado por Carme Miralles, doutora em urbanismo e especializada em temas de Mobilidade, Transportes e Sustentabilidade vinculada a estes assuntos. Uma das particularidades dos estudos que ela tem realizado diz respeito à compreensão da mobilidade como transformador social e urbano, deixando de anteceder a figura dos meios de transporte como objetos de estudo, mas compreendendo a mobilidade a partir da soma dos deslocamentos que fazem autonomamente todos os indivíduos.

Quais são os pontos chaves da solução do problema do transporte das cidades, que não dependem dos modais de transporte?

A transformação da percepção de como lidar com a questão da mobilidade na cidade torna pertinente uma análise dos fatores que permitem, a partir do território urbano, responder às necessidades de uma cidade com deslocamentos cada vez maiores.

Onde o Zoneamento se Encaixa no Planejamento das Nossas Cidades do Futuro?

Vamos abandonar a palavra "zoneamento", como nas portarias de zoneamento que regem a forma como a terra é utilizada e como edifícios, muitas vezes são projetados. A regulamentação do uso da terra ainda é necessária, mas cada vez mais o zoneamento se tornou um termo conceitualmente inadequado, uma caracterização obsoleta de como planejamos e e damos forma ao crescimento. - Roger K. Lewis

O zoneamento, conceito com pouco mais de um século de idade, já está se tornando um sistema ultrapassado pelo qual o governo regula o desenvolvimento e o crescimento. Exceções e brechas na legislação de zoneamento atual provam que o planejamento da cidade está empurrando uma transformação de zoneamento para refletir os objetivos e as necessidades de construção da cidade hoje e no futuro. Para determinar como o zoneamento e o uso do solo precisam mudar é preciso primeiro avaliar as intenções da construção de cidade do futuro. Planejadores e arquitetos, legisladores e ativistas comunitários já começaram a estabelecer diretrizes e portarias que abordam os objetivos de sustentabilidade e habitabilidade. A AIA estabeleceu Líderes Locais: Comunidades Mais Saudáveis ​​Através do Design e fez um compromisso com a Década do Design: Desafio Soluções Globais. Nova York veio com o Diretrizes de Design Ativo: Promoção de Atividade Física e Saúde no Design e na sua iniciativa de Zona Verde no que diz respeito à atualização da sua resolução de zoneamento. Filadélfia tem aumentado seu zoneamento para incluir fazendas urbanas e jardins comunitários. É seguro supor que muitas outras cidades seguirão esses precedentes.

“Hovenring”: Rotatória “flutuante” para ciclistas em Eindhoven, Holanda