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Parques: O mais recente de arquitetura e notícia

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Arquitetura e estruturas de brincar: como os espaços lúdicos estão evoluindo em ambientes urbanos?

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O brincar, como atividade humana, é uma prática multidimensional: nasce do biológico, transmite-se socialmente e situa-se no plano arquitetônico. Nessa inter-relação, enquanto o lúdico propõe dinâmicas e ficções que convidam a explorar outras formas de habitar o mundo, os projetos de arquitetura oferecem o suporte físico e sensorial que permite desdobrar essas possibilidades, sendo as estruturas de recreação o meio que conecta ambos. Desse modo, evidencia-se uma relação determinante entre o brincar, o ambiente construído e sua transformação ao longo do tempo.

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Como Nova York planeja lidar com as tempestades: precedentes globais

Em setembro deste ano, a cidade de Nova York vivenciou uma tempestade severa que inundou suas ruas com mais de 177 mm de água em menos de 24 horas, causando o fechamento de várias ruas, a inundação de carros e o bloqueio de ônibus. Esse evento destacou novamente a incapacidade da antiga infraestrutura da cidade de lidar com chuvas torrenciais. À medida que as mudanças climáticas se intensificam, os especialistas alertam que esses eventos se tornarão cada vez mais frequentes. Essa vulnerabilidade é especialmente preocupante em áreas urbanas densamente ocupadas, como a cidade de Nova York, onde os riscos de inundação aumentam devido à grande quantidade de superfícies impermeáveis.

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Parques urbanos como focos de biodiversidade: seis projetos bem-sucedidos

A modernidade e a globalização diminuíram as distâncias entre lugares, alteraram as formas de se relacionar, aceleraram a troca de informações entre países, e, de certa maneira, fizeram o mundo conhecido para todo mundo. Mas a verdade é que “todo mundo” é muita gente, e a dupla modernidade-globalização trouxe consigo a evidente disparidade social e tecnológica, e países privilegiados acabaram protagonizando certos modos de lazer, cultura e consumo. A hegemonia de determinadas culturas acabou incutindo a ideia de que existe um jeito “certo” de se viver e construir cidades, e o desenvolvimento indômito tem custado aos biomas do planeta Terra.

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A importância do acesso à natureza: praças e parques urbanos

Em mais um episódio sobre qualidade de vida e conexão com a natureza, o Arquicast explora um tema que se tornou ainda mais relevante nos últimos tempos: as áreas livres públicas nas cidades, com foco nos preciosos espaços verdes e revitalizantes, os parques e praças urbanas. Em um mundo cada vez mais urbano, a busca por lugares de conexão com a natureza se tornou essencial. A discussão é enriquecida por dois convidados especiais: Luciana Jesus, arquiteta urbanista e líder do grupo de pesquisa Paisagem Urbana e Inclusão da Universidade de Vila Velha, e Klaus Chaves Alberto, doutor em urbanismo e pesquisador no campo da saúde, bem-estar e qualidade de vida da Universidade Federal de Juiz de Fora.

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Possibilidades espaciais para entroncamentos e cruzamentos rodoviários

Entroncamentos rodoviários evoluíram de infraestruturas para distribuir o tráfego a marcos que definem e rasgam a paisagem das cidades. Essas intersecções envolvem viadutos, rotatórias e pontes, podendo ter muitos níveis. Elas se torcem, viram e fazem voltas, criando áreas vazias entre as pistas e em seus baixios. Esses espaços podem ser vistos como liminares e de transição, sem um uso específico. Na sua imprecisão, contudo, podem ser transformados em lugares mais amigáveis à escala humana, voltando a fazer parte dos tecidos urbanos.

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Quando o arquiteto desenha para comunidades: 7 parques e praças

A arquitetura é capaz de reconciliar o sentido de pertencimento e dignidade espacial. Além de projetar equipamentos habitacionais ou de cultura, abordar o espaço público em comunidades que habitam espaços vulneráveis também é urgente e necessário para brindar uma infraestrutura digna que traga qualidade de vida à população. Por isso, reunimos sete intervenções em territórios marginalizados que demonstram o potencial de transformação que pode surgir a partir do espaço.

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Por uma cidade lúdica: 7 projetos públicos pensados para a diversão

Uma cidade lúdica é uma cidade projetada com o objetivo de promover o jogo, o lazer e a criatividade em seu espaço público e arquitetura. Ela oferece oportunidades de encontro que ajudam a desenvolver social e culturalmente uma comunidade, e melhora a qualidade de vida, trazendo elementos essenciais para hábitos mais saudáveis e equilibrados. Assim, interfere diretamente no desenvolvimento cognitivo e emocional de seus cidadãos, ao estimular a criatividade e a imaginação ao proporcionar espaços para a diversão.

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As origens dos cemitérios como parques públicos

No século XIX, muitos estadunidenses que viviam em cidades e vilas em ascensão frequentemente se viam passeando pelos caminhos sinuosos de jardins desenhados, parando para descansar à sombra de uma árvore e fazer um piquenique com a família e amigos. As áreas gramadas eram pontilhadas lápides, marcando os locais de sepultamento daqueles que foram enterrados. Embora o conceito de relaxar em um cemitério possa parecer um pouco estranho para algumas pessoas e crenças, muitas vezes era a única opção que as pessoas encontravam para recreação e lazer. Muitos dos parques que temos hoje se originaram da evolução e planejamento de cemitérios.

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Espaços públicos contemporâneos: 11 projetos que inspiram novas ideias

Os espaços públicos não refletem apenas as aspirações de uma sociedade. Também configuram os cenários nos quais podem surgir novas ideias de convivência e do coletivo a partir de suas qualidades. Pensar as ruas, praças, parques e até mesmo a natureza, é um modo de lidar com ideais comuns e garantir a dinâmica social presente na relação entre os corpos e o ambiente. 

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Novos usos e diretrizes contemporâneas para os espaços públicos

Espaços públicos urbanos têm potencial para transformar a vida dos bairros e das cidades e por isso precisam estar abertos às mudanças sociais, culturais e tecnológicas que ocorrem na sociedade. Da horta urbana ao espaço pet, dos jardins de chuva aos pavilhões de arte, a vida nas cidades contemporâneas criou novas demandas e novas formas de usar e se apropriar dos espaços públicos. 

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O que é uma cidade-esponja e como ela funciona?

O que é uma cidade-esponja e como ela funciona? - Imagem de Destaque
Berlim. Foto por Maria Krasnova no Unsplash

A crise climática tem acentuado as mudanças de quantidade de chuvas, provocando secas ou tempestades com grande volume de água, que resultam em enxurradas que podem causar um grande dano à infraestrutura urbana. Para combater isso, a cidade-esponja é uma solução que conta com uma infraestrutura verde para operar a infiltração, absorção, armazenamento e, até mesmo, purificação dessas águas superficiais.

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Praças e parques em São Paulo: um roteiro de destinos ao ar livre

Após um difícil período de isolamento, finalmente estamos voltando a circular. Na busca por novas atividades que podem ser realizadas de forma segura, os parques e passeios ao ar livre tem ganhado ainda mais destaque. São Paulo é famosa por ser a "selva de concreto", marcada por sua arquitetura moderna, mas também é possível se deparar com muito verde em seu entorno.

Reproduzindo cidades não-violentas: 10 exemplos de espaços públicos amigáveis

Quando consideramos o contexto das cidades, ao mesmo tempo que a violência urbana é um reflexo dos problemas e das desigualdades sociais, ela também reflete no território e na nossa forma de viver. Em outubro, no dia 2, foi celebrado o Dia Internacional da Não-Violência – inspirado nisso, destacamos aqui uma série de projetos para refletir sobre formas não-violentas de ocupar os espaços públicos. 

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Qual é o papel do xadrez nos espaços públicos?

Você já se perguntou por que os tabuleiros de xadrez estão presentes em tantos parques, praças e outros espaços públicos, ou que papel o jogo desempenha no espaço? A realidade é que, ao longo do tempo, tanto os esportes quanto os jogos contribuíram para reduzir a ansiedade e melhorar a saúde mental da população. O xadrez é um dos jogos mais antigos que, com seu caráter intelectual e cultural, permite que qualquer pessoa em qualquer parte do mundo possa jogá-lo, independentemente das barreiras que língua, idade, sexo, habilidade física ou classe social possam impor.

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Pequenas praças contemporâneas: 9 espaços de encontro e socialização

Praças são espaços livres em meio ao tecido urbano, delimitados por construções ou vias, onde se possibilitam uma série de encontros, atividades sociais e culturais. Sejam espaços planejados, ou resquícios do tecido urbano, as praças são fundamentais para a vida e a cultura da sociedade na qual estão inseridas, e se provaram ainda mais importantes após a pandemia de Covid-19. Reunimos aqui nove praças de pequena escala que atestam a diversidade de usos e funções que esses espaços podem assumir nas cidades contemporâneas.

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Seis projetos urbanos que aplicam Soluções baseadas na Natureza

Eventos naturais extremos estão se tornando cada vez mais frequentes em todas as partes do mundo. Esse colapso vem sendo alertado em inúmeras pesquisas as quais indicam que inundações, tempestades e aumento do nível do mar podem afetar mais de 800 milhões de pessoas no mundo, custando às cidades US$ 1 trilhão por ano até a metade do século. Essa situação parece indicar que o único caminho para a sobrevivência urbana é trabalhar urgentemente com as vulnerabilidades das cidades para proteger seus cidadãos.

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Paisagismo em escala urbana: 12 projetos de parques lineares

Presentes em diferentes contextos – de orlas fluviais, áreas costeiras ou inseridos na malha urbana – parques lineares representam uma tipologia muito particular de espaço público que, de partida, evoca a ideia de um vetor e, consequentemente, o sentido de movimento. Nem por isso limitam-se a atividades e programas associados à passagem e deslocamento, mostrando-se uma instigante solução para a carência de espaços de lazer, contemplação e permanência nas mais variadas situações urbanas.

A seguir, reunimos 12 exemplos de parques lineares construídos em diferentes partes do mundo, ilustrados por fotografias e pelos desenhos de suas plantas. 

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Em meio à pandemia de Covid-19, reserve um tempo para se reconectar com a natureza

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Se você estiver em um local afetado pela pandemia de COVID-19, passar 20 minutos vivenciando a natureza em um parque, rua ou mesmo em seu quintal, pode reduzir significativamente seus níveis de estresse. Apenas se certifique de seguir as diretrizes federais, estaduais e locais, além de manter o distanciamento social de 2 metros (6 pés). Mas, se você não puder sair de casa, fazer uma pausa abrindo uma janela e olhando para uma árvore ou planta, também auxiliam a aliviar o estresse.