An aerial view of the High Line with Chelsea Market. The park plans to reopen, with certain restrictions, on July 16. Cortesia de Timothy Schenck
A Metropolis Magazine abordou a produção da High Line Network, um consórcio norte-americano de projetos de reuso que tem compartilhado ideias e práticas ao longo da pandemia.
Desde o início da pandemia, a High Line Network — um associação dedicada ao planejamento e execução de projetos de requalificação urbana em toda a América do Norte — tem realizado uma série de encontros virtuais entre seus membros e parceiros, tanto para comunicar informações à respeito dos projetos em andamento quanto para compartilhar experiências de como cada um dos escritórios está lindando com as dificuldades impostas pela recente crise sanitária. Com muitos projetos sobre a prancheta e outros tantos para serem concluídos e inaugurados em breve, a High Line Network acredita que iniciativas como esta passarão a desempenhar um papel ainda mais relevante na vida das pessoas, especialmente à medida que as restrições de circulação começam a ser abrandadas.
Source: Nearmap. Imagem Cortesia de Daily Overview
Ver a Terra à grande distância provou estimular o temor, aumentar o desejo de colaborar e promover o planos a longo prazo. O Daily Overview diário tem como objetivo inspirar esses sentimentos - geralmente chamados de Efeito Visão Geral - por meio de imagens, produtos e colaborações. Ao adotar a perspectiva que surge desse ponto de vista, a equipe acredita que pode estimular uma nova consciência que levará a um futuro melhor para o nosso único lar. Confira a Galeria de Parques de Diversões do Daily Overview e siga o trabalho da equipe em seu Instagram.
Fazendinhando é um movimento de transformação física, cultural e social no Jardim Colombo, feito por e para os moradores, por meio da recuperação de espaços públicos e ações de arte e cultura visando a integração da comunidade.
A principal frente do Movimento é a transformação de uma área de 1000m2, a Fazendinha, em um parque. A construção deste espaço se baseia na transformação física do terreno em paralelo a uma programação cultural e artística constante que envolva a comunidade e aqueles que utilizam este espaço.
Desenvolvido pelo Instituto Semeia e pelo Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS),Parques para Todas e Todosé uma ferramenta para inspirar a construção de espaços mais diversos a partir da inserção da perspectiva de gênero em parques urbanos em sua implantação ou gestão. Nele podem ser encontradas diretrizes, sugestões e ideias para começar a pensar em parques que considerem as necessidades de todas e todos.
A infraestrutura de drenagem urbana existente em grande parte das cidades, principalmente as brasileiras, já se encontram obsoletas, sendo assim, necessário sua expansão e adequação. Mas para isso, é preciso pensar em um novo modelo de gestão dessas águas, que considere aspectos que há muito tempo foram esquecidos, como aqueles ligados à ecologia. Nos últimos anos, o termo ecologia urbana ganhou espaço como uma forma de produzir cidades regenerativas e mais resilientes. Essas cidades têm sido chamadas de cidades ecológicas ou biocidades. Termos semelhantes, mas que variam de autor para autor, e têm em comum o fato de terem como principal linha de condução o uso de soluções baseadas na natureza e nas relações ecológicas.
Prefeitura de São Paulo abriu nesta semana o edital de licitação para as empresas que tenham interesse em construir oito acessos para pedestres ao Elevado João Goulart, popularmente conhecido como Minhocão, no centro da capital paulista.
Há sentido em projetar parques verdes em cidades desérticas como Casablanca, Dubai ou Lima? A princípio sim, por que eles fornecem frescor e vegetação a seus cidadãos, no entanto, é necessário considerar o descarte dos ecossistemas característicos das regiões, além dos altos custos de manutenção e da constante luta pela disponibilidade hídrica.
Conceber a espacialidade do espaço público e distribuir o seu programa para a população é um dos maiores desafios de arquitetos e urbanistas. Urbanizações, parques e praças são alguns dos tipos de intervenção que estes profissionais se deparam para conceber lugares de uso democrático e que, muitas vezes, podem se tornar símbolos da cidade. Para ilustrar estes projetos, reunimos dez exemplos brasileiros que exploram diferentes contextos e escalas.
No século XXI a gestão inteligente das cidades será um dos fatores mais influentes no desenvolvimento econômico. Questões sobre como serão confrontados os desafios na área da habitação, saneamento, democracia, educação, segurança, desenvolvimento econômico e qualidade de vida, serão as principais pautas dos gestores.
https://www.archdaily.com.br/pt/928652/planejamento-urbano-e-espacos-publicos-parques-como-ferramentas-de-transformacao-socialAna Paula Wickert
Auditório do Ibirapuera. Foto: Luciano Osorio on Visual Hunt / CC BY-NC-SA
O Tribunal de Justiça de São Paulo liberou hoje a concessão do Parque Ibirapuera, o maior da capital paulista, para a iniciativa privada. Segundo informações da Folha de S. Paulo, o processo estava suspenso desde março deste ano, após ser questionado pelo Ministério Público e pelo vereador Gilberto Natalini, do Partido Verde.
Hoje o maior e mais frequentado parque de São Paulo, o Ibirapuera, completa 65 anos de sua inauguração, em 1954. Para celebrar a data, a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) promove cinco dias de programação especial com passeios, debates, concertos, aulas de meditação, apresentações, oficinas, entre outras atividades.
O arquiteto chinês Mingfei Sun projetou um hub urbano de orientação ambiental para a cidade de Masdar, em Abu Dhabi. Intitulado SURGE, o projeto explora a imagética do poder da natureza, tornando-se um oásis de grande valor ecológico.
https://www.archdaily.com.br/pt/922044/surge-um-hub-urbano-que-combina-tecnologia-sustentabilidade-e-tradicaoLilly Cao
Na última semana convidamos nossos leitores pelas redes sociais a darem suas opiniões a respeito da pergunta: "O que significa arquitetura pública para você?". Essa é uma reflexão que faz parte do debate arquitetônico de forma permanente e entra em jogo em diversos tipos de projeto, sobretudo nos que se referem ao planejamento dos espaços de uso comum nas cidades.
A Prefeitura de São Paulo retomou esta semana o edital de concessão de seis parques públicos à iniciativa privada. Suspenso desde julho do ano passado devido à divergências com o governo estadual, o projeto foi retomado pelo atual prefeito Bruno Covas, do PSDB.
Além do Ibirapuera, maior parque da cidade, com 158 hectares, o edital compreende também a concessão dos parques Lajeado (zona leste), Eucaliptos (zona sul), Jacintho Alberto (zona norte), Tenente Brigadeiro Faria Lima (zona sul) e Jardim Felicidade (zona norte).
Como seria um tradicional parque parisiense para você? Para muitos, só existe uma imagem capaz retratar com exatidão a essência deste espaço: ASunday Afternoon on the Island of La Grande Jatte, de Georges Seurat. A famosa pintura retrata a burguesia desfrutando de um oásis natural, uma ilha verde em meio a uma cidade industrializada.
Final feliz de uma das disputas em torno da apropriação do espaço urbano em São Paulo: o terreno que abrigará o Parque Augusta finalmente se torna um bem público e comum. Depois de décadas de impasse, a função social-ambiental-cultural do último bosque central da cidade prevaleceu sobre o direito das empresas proprietárias do terreno de explorá-lo construindo torres.
https://www.archdaily.com.br/pt/900128/sao-paulo-ganha-o-parque-augusta-finalmenteRaquel Rolnik e Augusto Aneas
Vista aérea do Rio Cocó no Núcleo Esportivo. Image Cortesia de Base Urbana + COTA760
Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto a seguir foi o vencedor do Concurso Nacional de Ideias para o Parque do Cocó em Fortaleza, no Ceará. São 1080 hectares de área de conservação ambiental atravessando a cidade e 50 hectares de área de projeto, é o quarto maior parque urbano do Brasil e, diante desta condição ele guarda a responsabilidade de promover a preservação e regeneração de importante floresta de mangue, além de poder servir à população como infraestrutura urbana para ações socioculturais, econômicas e ambientais. O projeto para o parque propõe soluções gerais que possibilitam pensar as 17 áreas de intervenção propostas pelo concurso em consonância com o restante da área de conservação e sua relação com a cidade que a rodeia. Trata-se de criar uma simbiose entre o uso do parque e a preservação ambiental.
Considerada a dama do paisagismo brasileiro, Rosa Grena Kliass foi a mulher responsável pela transformação no cenário, ao longo de uma caminhada de amadurecimento, traduzindo à sociedade a luz sobre a importância do papel do arquiteto paisagista.