O OMA está desenvolvendo um mega projeto no subúrbio de Melbourne, Austrália. O complexo com mais de 10 mil metros quadrado integrará uma série de espaços comunitários voltados ao bem estar da população da cidade de Whittlesea, no Estado de Vitória, uma das regiões que mais crescem atualmente no país.
A AMO, o laboratório de ideias do Escritório de Arquitetura Metropolitana (OMA), cofundado por Rem Koolhaas, e liderado por Samir Bantal, anunciou uma recente colaboração de pesquisa com a Volkswagen. Focada nas áreas rurais e no campo, a parceria analisará o futuro da mobilidade rural, através de um primeiro estudo conceitual sobre tratores elétricos.
O OMA acaba de inaugurar o Potato Head Studios, uma nova tipologia de edifício de uso misto resultante da fusão entre centro cultural e hotel de luxo. Localizado em Seminyak, Bali, o projeto do edifício foi encabeçado pelo arquiteto sócio e diretor do OMA David Gianotten em colaboração com o arquiteto Ken Fung. Seu inovador programa, o primeiro deste tipo no mundo, conta com um centro cultural aberto à comunidade para a realização de eventos e atividades culturais públicas e um hotel de luxo.
O OMA e o designer Shohei Shigematsu acabam de apresentar novas imagens do projeto de reforma das galerias de arte do Denver Art Museum (DAM), no Colorado, Estados Unidos. A reforma das galerias faz parte de um projeto completo de restruturação do Museu de Denver, o qual pretende revitalizar o a antiga estrutura original do museu projetada por Gio Ponti em 1971. Com a reforma da estrutura do edifício já pronta, o projeto de reabertura do museu está sendo implementado em etapas. O redesenho das galerias de arte do DAM, encabeçado pelo OMA, faz parte de um amplo projeto de reunificação e renovação das estruturas do museu, o qual está sendo liderado em parceria pelo escritório Machado Silvetti e o Fentress Architects.
À medida que 2019 se aproxima do fim, aumenta nossa expectativa em relação a tudo aquilo que está por vir no mundo da arquitetura para 2020. Uma infinidade de projetos deverão ser concluídos no próximo ano, edifícios das mais variadas escalas e programas, impressionantes obras de arquitetura espalhadas pelos quatro cantos do mundo.
O OMA concluiu as obras de sua mais recente adição à paisagem construída de Amsterdã. O edifício formado pelo empilhamento de três volumes triangulares deslocados abrigará o Nhow Amsterdam RAI Hotel.
O Office for Metropolitan Architecture (OMA) foi escolhido como o grande vencedor do concurso de reforma do Van der Meulen-Ansemsterrein (VDMA), um antigo complexo fabril em pleno centro de Eindhoven, na Holanda. Desenvolvido em parceria com a Being Development, o projeto pretende reabilitar a histórica estrutura e transformá-la em “um vibrante centro cívico com moradias, escritórios e espaços públicos.”
O OMA divulgou sua proposta para um grande masterplan educacional em Dubai. Projetado para o Fundo de Conhecimento do Governo de Dubai, em um terreno localizado no centro da Cidade Acadêmica Internacional de Dubai (DIAC), o projeto será a maior zona franca do mundo dedicada ao ensino superior.
https://www.archdaily.com.br/pt/928723/oma-divulga-projeto-de-masterplan-educacional-em-dubaiNiall Patrick Walsh
O OMA divulgou o projeto do KUBE, uma instalação localizada em frente à entrada do K11 MUSEA, na orla de Hong Kong. A instalação multifuncional cria um marco urbano em meio ao denso horizonte da cidade através de uma geometria muito simples e envolvente.
Liderada por Iyad Alsaka, Reinier de Graaf, Jad Semaan e Adrianne Fisher, a proposta da OMA foi eleita vencedora de um concurso para uma torre residencial na orla da Cidade do Kuwait. Desenvolvida em colaboração com a firma de consultoria Pace, com sede no Kuwait, a torre Wafra será o primeiro empreendimento do OMA no país.
O OMA venceu o concurso de projeto para a nova loja de departamentos e hotel KaDeWe no Museumsquartier de Viena. Liderado por Ellen van Loon, Ippolito Pestellini Laparelli e Laurence Bolhaar, o projeto será o primeiro empreendimento da OMA na capital austríaca.
Edifício da CCTV em Pequim, China. Um enorme balanço estrutural, a dezenas de metros do solo, exigiu pensar no projeto como simbiose entre arquitetura e engenharia. Foto de Photo credit: rudenoon on Visual hunt / CC BY-NC-ND
Comece imaginando uma composição de elementos tendenciosamente verticais. Entre eles, figuras ovóides flutuam entrelaçadas. Condensando tal esquizofrenia (in)formal, tem-se um envoltório cúbico translúcido fatiado horizontalmente em seis partes iguais. Um icônico sistema de coordenadas cartesianas contaminado por bolhas amorfas.
Phillips Exeter Academy Library by Louis I. Kahn (1972). Published in Manual of Section by Paul Lewis, Marc Tsurumaki, and David J. Lewis published by Princeton Architectural Press (2016). Image Courtesy of LTL Architects
Para Paul Lewis, Marc Tsurumaki e David J. Lewis, o corte "é muitas vezes entendido como um tipo simplificado de desenho, produzido no final do processo de concepção para descrever condições estruturais e materiais para a etapa da construção."
Esta é uma definição muito familiar para a maioria das pessoas que estudam ou trabalham com a arquitetura. Muitas vezes pensamos primeiramente na planta baixa, pois nos permite abraçar as expectativas programáticas de um projeto e fornecer um resumo das várias funções necessárias. Na idade moderna, programas de software de modelagem digital oferecem cada vez mais possibilidades quando se trata de criar objetos tridimensionais complexos, tornando o corte uma reflexão ainda mais tardia.
Com o seuManual of Section(Manual do Corte) lançado em 2016, os três sócios fundadores do LTL architects apresentam o corte como uma ferramenta essencial no projeto arquitetônico, e vamos admitir isso, essa leitura pode fazer você mudar de ideia sobre o tema. Para os co-autores, "pensar e projetar o corte requer a construção de um discurso sobre ele, reconhecendo-o como um local de intervenção." Talvez, na verdade, precisamos entender as capacidades dos desenhos em corte tanto para usá-los de forma mais eficiente, quanto para desfrutar ao fazê-los.
O escritório OMA venceu o concurso para projetar um novo centro financeiro internacional em Shenzhen, China. Chamado de IFEC, o projeto combina espaços para conferências, programas públicos e um hotel de 400 unidades. Localizado na orla de Qianhai, um novo distrito no Delta do Rio das Pérolas, o IFEC foi projetado como um "farol" para os navios que navegam pela rota da seda do século XXI.
Cortesia de Malcolm Reading Consultants / Hawkins\Brown
O Concurso Internacional de Arquitetura MK:U divulgou a lista dos cinco finalistas selecionados para a segunda fase da competição, entre eles o OMA, a Hopkins e a LDS. Os cinco concorrentes se destacaram entre mais de 50 propostas enviadas por mais de 250 escritórios internacionais de arquitetura. A proposta da MK:U é o projeto de uma nova universidade que englobará cursos no âmbito da economia digital além de oferecer uma variedade de cursos de curta duração. A MK:U é resultado de uma parceria entre a MKC e a Universidade de Cranfield, um novo e moderno campus em pleno centro da cidade, uma universidade modelo que será utilizada como um "laboratório" para testar novos conceitos e ideias.
O Museu de Arte Contemporânea de Chicago vai apresentar uma exposição com curadoria da AMO dedicada ao trabalho do artista e designer ultramoderno eVirgil Abloh. Intitulado “Virgil Abloh: Figures of Speech”, o espaço imersivo foi projetado pelo curador-chefe do Museu, Michael Darling, e Samir Bantal, diretor do setor de pesquisa do OMA, focando no processo criativo e o trabalho colaborativo de Abloh que redefine moda, arte e design.
Antes das redes sociais surgirem, edifícios eram publicados em revistas, editados e refinados segundo as preferências dos arquitetos que os projetaram. Hoje, as revistas foram ofuscadas por novas plataformas muito mais influentes e que não estão no controle dos arquitetos. A comunicação digital transformou o modo como as pessoas veem e interagem com a arquitetura, oferecendo aos profissionais novos pontos de vista sobre como projetar seus edifícios.
A PLANE—SITE, uma agência global dedicada a estudos relacionados aos espaços sociais e cultura urbana, produziu um vídeo que analisa o impacto das redes sociais nos escritórios de arquitetura. Intitulado Building Images, o vídeo mostra as opiniões de profissionais do OMA/AMO e UNStudio, dois escritórios com abordagens muito distintas em relação às redes sociais, que explicam como estas novas plataformas os têm ajudado a compreender seus projetos de modos nunca antes possíveis.