O 11th Street Bridge Park da OMA e Jason Long alcançou novos marcos importantes em seu projeto e na campanha de capital após uma série de refinamentos. A equipe aprimorou ainda mais as áreas do programa em todo o parque da ponte e mudou a localização do anfiteatro e do principal espaço de reunião, estendendo sua capacidade para 250 pessoas. Os acabamentos e os projetos paisagísticos também foram refinados, enquanto as vias de pedestres, terraços, centros e praças públicas permaneceram inalterados.
O OMA Nova York projetou uma nova ponte de pedestres de 145 metros sobre o rio Apatlaco que busca conectar o lado leste e o centro de Jojutla de Juárez, Morelos, como parte de um esforço de reconstrução do Infonavit após os danos estruturais e ambientais na área após os terremotos de 2017 no México: casas construídas nas margens do rio sofreram colapso, a linha principal de drenagem sofreu fraturas, espaços abertos foram ocupados com aterros sanitários e a dificuldade de atravessar o rio foi agravada pela destruição da ponte principal.
O projeto de uso misto do OMA para o Morden Wharf, em Londres, recebeu autorização do Comitê de Planejamento do Royal Borough of Greenwich. Criado para a incorporadora U+I, o projeto está localizado em uma antiga zona industrial de 2,4 hectares na Península de Greenwich, de frente para a Arena O2.
Liderado por Iyad Alsaka, Adrianne Fisher e Wael Sleiman, o projeto mais recente do OMA, o Prestige Liberty Towers, é inaugurado em Mumbai, Índia. Previsto para ser concluído em 2025, o complexo de uso misto é o primeiro empreendimento da empresa na Índia, localizado nas históricas fábricas têxteis, no coração da cidade.
Corrtesia de OMA Nova Iorque, Fotografia por Jason O’Rear
O OMA, liderado pelo arquiteto associado Shohei Shigematsu, acaba de concluir as obras do Pavilhão Audrey Irmas junto ao Templo Wilshire Boulevard, a mais antiga congregação judaica da cidade de Los Angeles. Além disso, o pavilhão é o primeiro projeto cultural realizado pelo OMA na Califórnia, assim como a primeira encomenda recebida pelo escritório de uma instituição religiosa. Com data de inauguração prevista para janeiro de 2022, “o Pavilhão Audrey Irmas, com seus mais de 5.000 metros quadrados, será uma adição valiosa ao importantíssimo Templo Wilshire Boulevard, o qual disponibilizará novos espaços para reuniões e eventos da comunidade judaica de Los Angeles”.
O escritório OMA divulgou o projeto de um novo edifício de escritórios em Amsterdã, que substituirá a sede de um banco construída nos anos 1980. Localizado em uma das principais avenidas da cidade, o edifício de cinco pavimentos é definido pelas características de seu entorno. Apresentando volumes de vidro na fachada que se volta à avenida e tijolos na fachada que se volta à área residencial, o Apollolaan 171 busca estabelecer um diálogo com a arquitetura Berlage do século XX do distrito sul de Amsterdã.
Nos últimos anos, assistimos a um maior reconhecimento do esforço coletivo que é a arquitetura e a crescente valorização das diferentes profissões que participam no processo de projeto. Dentro de cada edifício extraordinário, a engenharia estrutural desempenha um papel essencial na materialização da ideia arquitetônica. O artigo destaca as contribuições passadas e presentes da engenharia para o ambiente construído, personalidades que ficaram à sombra dos arquitetos apresentando suas intenções de projeto e a colaboração entre engenheiros e arquitetos hoje.
Dentre os escritórios mais amplamente difundidos e consolidados no mundo, o OMA - Office for Metropolitan Architecture, fundado na década de 1970 por Rem Koolhaas, Elia Zenghelis, Madelon Vriesendorp e Zoe Zenghelis, definitivamente faz parte do panteão dos mais famosos. Fato curioso é que, embora receba grandes comissões e já tenha construído obras emblemáticas em diversos países, o escritório é frequentemente associado a uma abordagem menos centrada no projeto arquitetônico, extrapolando os limites rígidos do campo disciplinar e englobando outras áreas de atuação.
Há três anos, a Jersey City Redevelopment Agency (JCRA) selecionou o escritório holândes OMA, para projetar um novo museu na Journal Square, no centro da cidade. Recentemente, foi revelado que o prédio será o lar de nada menos que o primeiro Centro Pompidou norte-americano: o Centro Pompidou × Jersey City.
Localizadas no extremo norte do Brooklyn, justo onde o Newton Creek desemboca no East River, as torres residenciais Greenpoint Landing projetada pelo arquiteto sócio do OMA de Nova Ioque, Jason Long, acabam de entrar em fase final de construção; enquanto a Torre Norte está atualmente com 90 metros de altura, e a Torre Sul já superou a marca dos 120 metros. Juntas, as duas torres disponibilizarão 745 novas unidades residenciais ao bairro do Brooklin além de criar uma nova orla pública com vistas para o skyline de Manhattan.
Shanghai Minsheng Wharf Waterfront Landscape and Reconnection / Atelier Liu Yuyang Architects . Image
Fred Kent, fundador da organização sem fins lucrativos Project for Public Spaces, declarou em certa ocasião que “Quando se planejam cidades com ênfase no trânsito e veículos automotores, o resultado é uma cidade repleta de carros e congestionamentos. Quando se planeja cidades para pessoas, por outro lado, o que se obtêm é uma cidade agradável de se viver e repleta de espaços públicos.” Isso tudo pode até parecer bastante óbvio, entretanto, nossa sociedade está passando hoje por uma mudança de paradigma, com mais e mais cidades abrindo mão de seus espaços e infraestruturas para veículos e privilegiando pedestres e espaços públicos.
Você pode se surpreender, mas os dias de compras nas lojas físicas estão longe de acabar - na verdade, eles estão em fase de revitalização, para criar um modelo totalmente novo de experiência e design, de forma a atrair novamente os consumidores para as lojas. A ascensão do e-commerce e a pausa causada pela pandemia COVID-19 serviram como um catalisador perfeito para a criação de um novo modelo de experiência, através de recursos projetuais exclusivos, avanços tecnológicos e customização, que revitalizarão as lojas físicas no futuro.
O OMA e o escritório GMP venceram o concurso de planejamento e arquitetura para a Cidade da Ciência e Tecnologia do Futuro de Chengdu, na China. A equipe desenvolverá a primeira fase do plano diretor geral, segundo preceitos de Desenvolvimento Orientado para o Trânsito (TOD), e um Parque Educacional Internacional de 460 mil metros quadrados.
Um novo filme produzido pelo OMA / Reinier de Graaf intitulado The Hospital of the Future [O Hospital do Futuro] foi lançado como parte da exposição Twelve Cautionary Urban Tales no Centro de Criação Contemporânea Matadero em Madri. Considerado um “manifesto visual”, o curta-metragem de 12 minutos questiona antigas convenções de saúde no campo da arquitetura em termos de metodologia de construção dos hospitais e suas tipologias. Investigando o papel que a doença desempenhou na formação das cidades, o filme oferece uma perspectiva possível para o futuro dos projetos voltados à área da saúde.
O concurso internacional RENAZCA anunciou as cinco equipes finalistas que podem ser responsáveis por revtaliizar o centro financeiro de Azca em Madri, Espanha, segundo informa o jornal El País. A convocatória, dirigida por Martha Thorne, visa transformar o distrito no nó econômico e cultural mais importante da capital espanhola. A equipe vencedora será revelada no final de Janeiro e será responsável por transformar a área em um novo espaço urbano aberto, sustentável e conectado à cidade.
Embora Dallas não seja a cidade mais famosa ou conhecida do Texas, ela tem se estabelecido como um ponto de referência no mapa da arquitetura contemporânea. Muito disso se deve ao fato de sua altíssima concentração de estruturas arquitetônicas projetadas pelas mãos dos mais importantes e afamados arquitetos e escritórios de arquitetura do mundo. Como uma das cidade com maior concentração de estruturas arquiteturas icônicas por quilômetro quadrado dos Estados Unidos e do mundo, Dallas é habitada por projetos desenvolvidos por nada mais nada menos que seis arquitetos vencedores do Prêmio Pritzker. Da Ópera de Norman Foster ao Museu da Natureza e Ciência de Thom Mayne, esses são alguns dos projetos mais emblemáticos que fazem de Dallas, a capital texana da arquitetura contemporânea.
Na medida em que as forças que moldam nosso ambiente construído mudam, envolvendo, nesta mudança, tecnologia, redes e sistemas complexos, profissionais da arquitetura precisam visualizar mais do que o espaço físico; precisam produzir narrativas sobre como operar melhor dentro dessa nova paisagem social. Nesse contexto, a arquitetura especulativa parece nunca ter sido tão crítica. Este artigo examina os meios que atualmente questionam as condições do ambiente construído e explora novas possibilidades arquitetônicas.