A construção do novo projeto de uso misto de 23 pavimentos do MVRDV começou em San Francisco. Um dos quatro edifícios de um plano diretor planejado em etapas, a torre está sendo construída ao lado de obras do Studio Gang, Henning Larsen e WORKac. O plano Mission Rock visa transformar 28 acres em um novo bairro para destinado a residentes e visitantes de São Francisco, conectado ao China Basin Park.
Guizhou Mountain Forest Hotel / Stefano Boeri Architetti. Imagem Cortesia de Stefano Boeri Architetti
O confinamento forçado, resultado da política de isolamento da pandemia global de COVID-19, fez com que todos passassem um bom tempo olhando pela janela. Às vezes, quando estamos exaustos com o trabalho e a vida cotidiana, desejamos apenas uma fuga rápida para oceanos e florestas, em algum lugar perto da natureza.
Este mês marcou o início das obras de reforma da Pirâmide de Tirana, um monumento brutalista na Albânia. O projeto assinado pelos arquitetos do MVRDV, trata da reabilitação daquilo que, originalmente, era um monumento comunista. A proposta transforma a estrutura brutalista em um novo polo para a vida cultural de Tirana. Preservando a casca de concreto, a intervenção abrirá o átrio do edifício para cafés, estúdios, oficinas e salas de aula.
O MVRDV acabada de apresentar as últimas imagens de seu mais novo projeto, uma estrutura temporária que visa proporcionar aos londrinos uma nova área pública acessível em pleno centro da cidade. Implantado junto ao Marble Arch de Londres, em frente ao maior parque urbano da cidade, o projeto desenvolvido pelo escritório holandês assume a forma de uma pequena montanha, a partir da qual, moradores e turistas poderão ter uma perspectiva única de toda a extensão do Hyde Park e da Oxford Street. Concebido a partir de um estrutura de andaimes, o projeto está inserido em uma série de iniciativas desenvolvidas para resgatar a economia da cidade pós pandemia.
Sou Fujimoto. Imagem Cortesia de Sou Fujimoto Architects
Depois da Biblioteca Wormhole do MAD, a cidade de Haikou divulgou imagens de um novo pavilhão projetado por Sou Fujimoto Architects. Programado para o final da primavera, o pavilhão branco em forma de fita com um telhado acessível será uma das primeiras intervenções públicas à beira-mar a ser concluída na primavera de 2021. Moldando o futuro da cidade de Haikou e do porto de Hainan, o plano diretor contendo 16 edificações permanentes reinventa o futuro da vida costeira.
Com o intuito de fornecer uma perspectiva interna dos centros criativos arquitetônicos do mundo, Raner Taepper publicou um livro de arquitetura, que não apresenta edifícios e plantas. Olhando os bastidores, o fotógrafo de arquitetura destacou os espaços de trabalho de empresas internacionais de arquitetura e as mentes criativas, que contribuem para a concepção de um edifício.
E assim começamos o ano de 2021, logo depois de encerarmos um dos anos mais difíceis e desafiadores das últimas décadas. E agora? Quais são as nossas expectativas para o futuro próximo? Em recente pesquisa, a UN75 relata que a maioria das pessoas se mantém muito otimista em relação ao que está por vir: “em todo o mundo, a maioria dos entrevistados acredita que a nossa civilização estará muito melhor em 2045 do que hoje (49%), ao passo que 32% dos entrevistados acreditam que a nossa situação estará pior.”
O concurso internacional RENAZCA anunciou as cinco equipes finalistas que podem ser responsáveis por revtaliizar o centro financeiro de Azca em Madri, Espanha, segundo informa o jornal El País. A convocatória, dirigida por Martha Thorne, visa transformar o distrito no nó econômico e cultural mais importante da capital espanhola. A equipe vencedora será revelada no final de Janeiro e será responsável por transformar a área em um novo espaço urbano aberto, sustentável e conectado à cidade.
Design and the City é um podcast criado pela reSITE para discutir e debater soluções inteligentes para as cidades do futuro. Começado a sua segunda temporada, o convidado da vez é o arquiteto Winy Maas, cofundador do MVRDV e da The Why Factory. Neste primeiro episódio, a reSITE nos convida a repensar aspectos da nossa disciplina que vão muito além da própria arquitetura.
O MVRDV acaba de dar início à construção do Matrix 1, um complexo de escritórios e laboratórios sustentáveis na cidade de Amsterdã. Implantado no coração do Parque das Ciências, na região leste da capital holandesa, o projeto foi concebido no contexto do chamado Centro de Inovação Matrix, “o qual será virtualmente neutro em seu balanço energético além de utilizar um sistema construtivo completamente desmontável e reciclável”.
A proposta da Henning Larsen para o Vale de Seul foi selecionada como vencedora do Concurso de Desenvolvimento Central da cidade. Com a intenção de configurar um novo lar para o público no centro da cidade, o empreendimento de uso misto"mescla o perfil comercial global de Seul com uma pegada ecológica, enfatizando à vida dos pedestres no centro da cidade". Outras propostas incluíram projetos do MVRDV e SOM.
MVRDV revelou as primeiras imagens do "Sky Valley" de Chengdu, projeto para o concurso da Cidade de Ciência e Tecnologia no sudoeste da China. A proposta vencedora apresenta “uma cidade habitável na paisagem da comunidade rural Linpan”, fundindo tecnologia e natureza, urbano e rural, modernidade e tradição. Localizado em uma das cidades emergentes da China, o projeto equilibra as necessidades da região por meio de um fluxo de trabalho computacional desenvolvido pelo grupo de tecnologia MVRDV NEXT.
Remanescentes do período de ocupação soviética, espaços urbanos monumentais e representativos de muitas das cidades do chamado Bloco de Leste Europeu ainda constituem um legado desafiador, tanto para seus cidadãos quanto para os arquitetos que nestes contextos projetam seus edifícios e espaços. Em completo desacordo com ambientes urbanos contemporâneos, regidos por valores democráticos e sociais, estes espaços ainda hoje representam um problema a ser resolvido. Edifícios e espaços públicos ideologicamente carregados estão aos poucos sendo recuperados, reconciliando os cidadãos com sua própria história—um passado que muitas vezes tende a ser esquecido e até apagado. Neste contexto, a (re)introdução da escala humana tem auxiliado arquitetos e urbanistas a restaurar a vitalidade dos espaços públicos destas cidades.
O escritório holandês MVRDV foi escolhido para projetar o Glass Mural, um novo empreendimento comercial em Detroit, EUA. O edifício de 3.716 m² contará com uma fachada de vidro adaptável que apresentará, de tempos em tempos, murais de artistas como DENIAL e Sheefy McFly. O Glass Mural será o terceiro projeto de uso misto liderado pelo MVRDV nos Estados Unidos e o primeiro em Detroit.
O espaço público deve ser uma prioridade na agenda de planejamento urbano de todas as cidades e, dado o contexto mundial atual, representam elementos fundamentais de cidades e bairros. Praças e parques, necessidades inegáveis do tecido urbano, tornaram-se, hoje, mais vitais do que nunca.
O escritório holandês MVRDV acaba divulgar o projeto para a If Factory, uma estrutura abandonada convertida em um novo edifício de 11.000 m2, com escritórios do Instituto de Pesquisa Urbana da Vanke e espaços para aluguel. Localizado em Nantou. um dos bairros mais antigos de Shenzhen, o projeto é o maior empreendimento de remodelação já proposto na cidade.
Sobre o papel da arquitetura nas relações sociais, Denise Scott Brown disse uma vez: “a arquitetura não deve forçar as pessoas a se conectarem; ela pode apenas definir espaços, eliminar barreiras e fazer dos locais de encontro mais úteis e atraentes.” Embora não possamos controlar o resultado ou a maneira como as pessoas irão se apropriar dos espaços que projetamos, a arquitetura tem o potencial de abrir portas e aproximar pessoas, preparando o terreno para que encontros casuais e interações sociais aconteçam — fortalecendo assim o sentido de pertencimento e identidade que tanto influenciam a estrutura de nossa sociedade. A seguir, procuramos expor — através de exemplos concretos — formas como a arquitetura pode potencializar interações sociais através de estratégias e soluções projetuais inteligentes, proporcionando um terreno comum capaz de aproximar pessoas e construir comunidades.
A proposta de “jardim flutuante”, apresentada pelo MVRDV para o concurso internacional de reurbanização da área de Ettlinger Tor na cidade alemã de Karlsruhe, foi escolhida como uma das vencedoras — ao lado daquela lançada pelo escritório de arquitetura liderado pelo suíço Max Dudler. Com abordagens muito similares, as duas equipes compartilharam o primeiro lugar no pódio e a intenção dos organizadores é sobrepor as duas propostas para a criação de um novo plano diretor integrado, inspirado pelo caráter histórico da cidade além de promover novos usos, espaços púbicos e áreas verdes acessíveis aos moradores e visitantes da cidade alemã.