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Arquitetos: L. McComber
- Área: 12553 ft²
- Ano: 2026
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Fabricantes: Boiserie Raymond, Docol, Forbo , La Tuilerie, Montréal Briques et pierres, +1


O Habitat 67, projetado pelo arquiteto israelense-canadense Moshe Safdie como o Pavilhão do Canadá para a Exposição Mundial de 1967, foi originalmente concebido como uma solução experimental para habitação de alta qualidade em ambientes urbanos densos. Safdie explorou as possibilidades de unidades modulares pré-fabricadas para reduzir os custos habitacionais e permitir uma nova tipologia que poderia integrar as qualidades de uma casa suburbana em um arranha-céu urbano.
Refletindo sobre a importância do projeto em “A look back at habitat ’67”, Safdie afirmou que o projeto compreende duas ideias em um. Um trata da pré-fabricação, enquanto o outro é repensa os projetos de edifícios residenciais em um novo paradigma. "[1]

A exposição Built Environment: An Alternative Guide to Japan no Centre de design da Université du Québec à Montréal (UQAM) ficará em cartaz até 25 de janeiro de 2026. Com curadoria de Shunsuke Kurakata, Satoshi Hachima e Kenjiro Hosaka, a mostra apresenta uma seleção de 80 projetos das 47 províncias do Japão, incluindo obras de renomados/as arquitetos/as japoneses/as, como o/a laureado/a com o Prêmio Pritzker de 2014, Shigeru Ban, Kengo Kuma, o/a autor/a do projeto de reforma do Museu de Arte Moderna de Nova York, Yoshio Taniguchi, o/a célebre paisagista e escultor/a Isamu Noguchi, e o/a laureado/a com o Prêmio Pritzker de 2019, Arata Isozaki. A seleção busca oferecer uma perspectiva renovada sobre o Japão por meio de edifícios inovadores, projetos de engenharia civil e desenhos de paisagem. Organizada em colaboração com a Fundação Japão e apresentada com o apoio do Consulado Geral do Japão em Montreal, a exposição foi concebida como um projeto itinerante que explora a resiliência da arquitetura e da infraestrutura japonesas diante de desastres naturais e das mudanças climáticas.


A história dos Jogos Olímpicos, embora celebrada pelos feitos esportivos, é constantemente marcada por desafios de infraestrutura. Em diversas cidades-sede, de Atenas a Rio e Pequim, repetem-se os mesmos problemas: grandes estouros de orçamento e a complexa questão do legado. Surge, então, a grande pergunta: qual é o melhor uso de longo prazo para instalações construídas especificamente para o evento? Os Jogos de Montreal, em 1976, não fugiram a esse padrão após a construção de um Parque Olímpico criticado pelos custos excessivos e pela dívida gerada por obras especializadas. No pós-Jogos, estruturas como o Velódromo de Montreal corriam o risco de se tornar um peso financeiro. No entanto, a cidade reagiu de forma proativa ao propor a transformação do edifício em um ativo cívico dinâmico, hoje reconhecido internacionalmente como um exemplo bem-sucedido de reutilização de instalações olímpicas.




A organização Arquitetura Sem Fronteiras Quebec (ASFQ) divulgou o catálogo Architecture + Homelessness: Inclusive Practices for a Supportive City. A publicação, disponível em inglês e francês, foi criada para incentivar escritórios de arquitetura e design a contribuirem para o bem-estar das pessoas em situação de rua. O catálogo faz parte de um projeto de pesquisa em andamento iniciado pela ASFQ e apoiado pelo Governo de Quebec e pela Cidade de Montreal.




Após um concurso internacional, o Museu do Holocausto de Montreal (MHM) selecionou os escritórios de arquitetura KPMB Architects e Daoust Lestage Lizotte Stecker Architecture para projetar o novo edifício do museu no centro da cidade. Localizado na Av. St-Laurent, o museu tem inauguração prevista para 2025. O MHM escolheu mudar sua localização atual em resposta à crescente demanda por seus programas educacionais, que abordam temas importantes como o Holocausto, genocídio e direitos humanos. O novo edifício terá vários espaços de exposição, salas de aula, um auditório, um jardim memorial e uma sala dedicada a testemunhos de sobreviventes.

