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Living Environment: O mais recente de arquitetura e notícia

Projetando com som: como o áudio molda a arquitetura residencial

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O que define a atmosfera de uma casa? Para além das paletas de materiais e da luz natural, o som desempenha um papel decisivo na forma como os espaços são percebidos e habitados. A reverberação dos passos sobre a pedra, a calmaria atenuada de um cômodo revestido de tecidos ou a maneira como a música se propaga por um interior em plano aberto moldam a identidade sensorial do espaço doméstico. A arquitetura não é vivenciada apenas visualmente, mas também acusticamente.

O conceito de "paisagem sonora" descreve essa relação entre as pessoas, o som e o ambiente construído. Na arquitetura residencial, o som vai além do ruído de fundo ou do desempenho técnico; ele influencia a privacidade, a concentração, o descanso e o conforto emocional. A geometria e a materialidade atuam como os principais condutores acústicos: enquanto o concreto, o vidro e a pedra refletem e amplificam, a madeira e os estofados suavizam e absorvem. Alturas de pé-direito, fluxos de circulação e proporções dos cômodos moldam ainda mais a maneira como o som se propaga e se dissipa pelo espaço.

A arquitetura do mofo: o que os edifícios não podem controlar

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A arquitetura contemporânea aprendeu a celebrar a matéria viva. Painéis de micélio, sistemas de algas, paredes vivas — a vida agora é bem-vinda nos edifícios, sob a ótica da inovação. No entanto, a mesma disciplina que celebra esses organismos trata o mofo como contaminação. Ambos são biológicos. Ambos respondem à umidade, à temperatura e às condições dos materiais. A diferença não é científica; diz respeito a quais formas de vida a arquitetura está disposta a aceitar e quais prefere eliminar.

O mofo não se limita a edifícios abandonados ou interiores mal conservados. Ele surge em residências, escolas, escritórios, estruturas históricas e novas construções, nos mais diversos climas e contextos. Isso torna difícil ignorá-lo como um problema menor ou isolado. Se o mofo continua voltando, o que ele nos diz sobre os ambientes que os edifícios criam?

A arquitetura do mofo: o que os edifícios não podem controlar - Imagen 1 de 4A arquitetura do mofo: o que os edifícios não podem controlar - Imagen 2 de 4A arquitetura do mofo: o que os edifícios não podem controlar - Imagen 3 de 4A arquitetura do mofo: o que os edifícios não podem controlar - Imagen 4 de 4A arquitetura do mofo: o que os edifícios não podem controlar - Mais Imagens+ 17

“Floresta das Crianças:” Pavilhão da Lituânia atua como ferramenta educacional na Bienal de Veneza 2023

Para a 18ª Exposição Internacional de Arquitetura - La Biennale di Venezia, o Pavilhão da Lituânia apresentará uma exposição intitulada "Floresta das Crianças", com curadoria de Jurga Daubaraitė, Egija Inzule, e Jonas Žukauskas. A intervenção visa tornar-se uma paisagem lúdica, reconhecendo as perspectivas únicas através das quais as crianças observam e interagem com o ambiente. O projeto busca explicar o ecossistema da floresta, reunindo trabalhos e descobertas desenvolvidas em paralelo às atividades ao ar livre, realizadas com crianças nas florestas da Lituânia e Finlândia. Educadores ambientais, ativistas, arquitetos e silvicultores discutirão a ideia das florestas como espaços negociados onde todos os atores desempenham um papel importante. O pavilhão estará aberto para visitação de 20 de maio a 26 de novembro de 2023.

“Floresta das Crianças:” Pavilhão da Lituânia atua como ferramenta educacional na Bienal de Veneza 2023 - Imagem 1 de 4“Floresta das Crianças:” Pavilhão da Lituânia atua como ferramenta educacional na Bienal de Veneza 2023 - Imagem 2 de 4“Floresta das Crianças:” Pavilhão da Lituânia atua como ferramenta educacional na Bienal de Veneza 2023 - Imagem 3 de 4“Floresta das Crianças:” Pavilhão da Lituânia atua como ferramenta educacional na Bienal de Veneza 2023 - Imagem 4 de 4“Floresta das Crianças:” Pavilhão da Lituânia atua como ferramenta educacional na Bienal de Veneza 2023 - Mais Imagens

O conforto está nos matando?

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“Nos últimos anos, ficamos cada vez mais confinados em nossas casas”, diz o mentor e empresário de saúde, Enitor Joiner. “Isso nos tornou mais conscientes dos (des)confortos do nosso ambiente imediato. Por exemplo, ficar sentado por longos períodos enquanto se trabalha em casa levou a queixas físicas, como LER (lesões por esforço repetitivo). Um ambiente cotidiano medíocre também pode causar estresse e desafios mentais. A solidão é um problema crescente na sociedade, e a falta geral de conhecimento sobre padrões de vida saudáveis levou a um aumento das doenças. Com isso em mente, Marc Koehler Architects e eu começamos a nos perguntar: como podemos criar um ambiente agradável que contribua automaticamente para um estilo de vida saudável?”

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Conheça os vencedores do concurso para habitação na Rússia

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Na terceira reunião do "Living Environment Forum: All About Housing" em Kaliningrado (Rússia), realizou-se a apresentação dos projetos vencedores do concurso internacional aberto para a concepção do Conceito de Habitação Padrão e Desenvolvimento Residencial.