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Jan Gehl: O mais recente de arquitetura e notícia

Danish Architecture Center celebra os 90 anos do urbanista Jan Gehl com programação de atividades e exposição

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Pelo segundo ano consecutivo, Copenhague foi eleita a cidade mais habitável do mundo no Índice Global de Habitabilidade de 2026 da Economist Intelligence Unit. Segundo o Centro de Arquitetura Dinamarquês (DAC), parte desse progresso na qualidade de vida urbana se deve ao trabalho do arquiteto e urbanista dinamarquês Jan Gehl, que comemora seu 90º aniversário este ano. Jan Gehl dedicou sua carreira profissional ao campo da vida urbana e do desenvolvimento urbano focado nas pessoas, fundando o escritório Gehl Architects (hoje Gehl Studio) em 2000 e publicando extensivamente sobre metodologias de desenho urbano para criar ambientes urbanos vibrantes, saudáveis e centrados no ser humano. Em homenagem ao seu aniversário, o Centro de Arquitetura Dinamarquês apresenta uma exposição e uma série de atividades focadas no papel que ele desempenhou no desenvolvimento urbano global.

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Cidades para pessoas: conversa com Jan Gehl no Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023

O Congresso Mundial de Arquitetos UIA 2023 é um convite internacional para arquitetos de todo o mundo explorarem o futuro do ambiente construído. O evento deste ano, que reuniu mais de seis mil participantes, ficou no tema “Futuros Sustentáveis ​​– Não Deixar Ninguém Para Trás”, e teve como meta descobrir de que maneira a arquitetura influencia os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, abrangendo desde Adaptação Climática, Repensar Recursos, Saúde, Inclusão e muito mais. Durante a visita à edição deste ano em Copenhague, a equipe do ArchDaily teve a oportunidade de conversar com Jan Gehl, o pai do desenho centrado nas pessoas. A entrevista seguiu sua palestra de abertura, "Cidades para Pessoas - 50 Anos Depois", no UIA 2023.

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Os 126 melhores livros de arquitetura

Preparamos uma lista abrangente com 125 livros de arquitetura e temas relacionados que consideramos interessantes para ampliar seus conhecimentos sobre a disciplina.

Buscamos títulos de diferentes partes do mundo com o objetivo de apresentar visões que dizem respeito a contextos culturais distintos. De compilações de ensaios e teorias sobre o crescimento das cidades a romances que flertam com a arquitetura e séries de ilustrações e gravuras.

Veja, a seguir, nossas sugestões acompanhadas por uma breve descrição.

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No nível do solo: a importância da tipologia de uso misto

Os edifícios ao redor do mundo estão ficando mais altos. Desde o ano 2000, a construção global de arranha-céus aumentou em 402%. Cidades como Dubai abrigam quase 1000 arranha-céus, e o vibrante mercado imobiliário de luxo de Nova York não mostrou sinais de desaceleração, com mais adições de arranha-céus a serem acrescentadas à sua já imponente linha do horizonte. Isto é bom — os arranha-céus criam um espaço muito necessário em cidades já densas e podem reduzir a expansão urbana nos centros das cidades, permitindo uma melhor preservação das áreas naturais.

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Jan Gehl propõe plano diretor estratégico ecológico no Chile

A Gehl acaba de publicar o seu ‘Masterplan Framework with ecology at its heart’, um interessante estudo de caso desenvolvido em Huechuraba, região central do Chile. A equipe composta por David Sim, Esben Neander Kristensen, Alexander Spitzer e Tamara Kalantajevska chama a atenção para a vocação ecológica do plano diretor estratégico desenvolvido em parceira com a empreiteira chilena Tanica.

Psicologia da escala: pessoas, edifícios e cidades

Na introdução de seu famoso livro entitulado Cidades para Pessoas, o arquiteto dinamarquês Jan Gehl afirma claramente que a escala humana tem sido historicamente negligenciada pelos processos de planejamento urbano na maioria das grandes cidades ao redor do mundo. A medida que as novas tecnologias foram nos permitindo construir edifícios cada vez mais altos, maiores e mais complexos, deixamos de conceber espaços para as pessoas e passamos a desenvolvendo um novo tipo de arquitetura— uma arquitetura completamente alheia à nossa própria condição humana. Estratégias de planejamento urbano tomadas de cima para baixo desconsideram a necessidade de espaços adequados aos nossos sentidos, priorizando a velocidade, a funcionalidade e obviamente, a lucratividade.

Precisando a forma como experimentamos o espaço construído e consequentemente, como percebemos as relações estabelecidas entre o nosso corpo e o ambiente no qual estamos inserido, a noção de escala humana é fundamental para um espaço urbano que se pretende habitável. Neste artigo, falaremos sobre a transfiguração dos processos de planejamento urbano e quais podem ser as consequências imediatas desta mudança de direção em nossas vidas cotidianas. Paralelamente, o fotógrafo de arquitetura Kris Provoost—através de sua série fotográfica Eden of the Orient—nos convida a mergulhar ainda mais fundo neste universo “sem escala”.

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Jan Gehl: “Uma cidade viva está sempre em construção"

Autor de mais de 30 livros e arauto das cidades para as pessoas, o arquiteto dinamarquês Jan Gehl e sua equipe de cerca de 50 profissionais já trabalharam para livrar dos carros os centros de cidades tão diversas como Moscou, Melbourne, Xangai e Nova Iorque.

Jan Gehl: "Perdemos a capacidade de criar bairros onde seja um prazer crescer e envelhecer"

No último dia 14 de junho foi realizado o segundo e último dia do V Congresso Internacional de Arquitetura e Sociedade, realizado no Baluarte - Palácio de Congressos e Auditório de Navarra, na cidade espanhola de Pamplona. Um dia em que as diferentes sessões estiveram focadas em temas muito diversos como a construção do ambiente urbano, a ecologia política das cidades, a mobilidade ou o futuro de nossas cidades.

As arquitetas Farshid Moussavi e Belinda Tato iniciaram a primeira sessão do dia centrando suas reflexões na importância dos espaços públicos nas cidades, como "geradores de cidadania". Ambas as especialistas também focaram-se na discussão da importância das pessoas na configuração das cidades.

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Gehl: O paradoxo de planejar a informalidade

A seguinte publicação foi publicada originalmente no site Next City sob o título Embracing the paradox of planning for informality, e é o número dois de quatro publicações do trabalho da Gehl na América Latina.

Nesta, Mayra Madriz - associada de Gehl - e Jeff Risom - sócio e diretor geral da Gehl US - apresentam sua jornada pela Villa 31 em conjunto com cinco lições de desenho que aprenderam com o assentamento informal mais emblemático de Buenos Aires. Uma história interessante e complexa acompanhada das ilustrações do argentino Fernando Neyra. Leia o texto a seguir:

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Jan Gehl: "Nos últimos 50 anos, os arquitetos esqueceram o que é uma boa escala para o ser humano"

Esta entrevista foi inicialmente publicada no website da revista City Manager sob o título 'Jan Gehl, ciudades para la gente.'

Jan Gehl reconheceu ser um seguidor de Jane Jacobs, a quem ele chama de "avó" do urbanismo e do planejamento humanista. Ele também foi professor na Royal Danish Academy of Fine Arts em Copenhague e professor visitante no Canadá, Estados Unidos, Nova Zelândia, México, Austrália, Bélgica, Alemanha, Polônia e Noruega. Há cinquenta anos criou sua própria consultora intitulada Gehl Arquitects na Dinamarca, com a qual realizou vários projetos pela melhoria urbana ao redor do mundo, também utilizando dados e estratégias analíticas.

A seguir, a entrevista com o arquiteto dinamarquês, referência teórica internacional em desenvolvimento urbano, depois de Jane Jacobs, da escala humana no projeto de espaços públicos.

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Por que Jan Gehl não necessariamente odeia os arranha-céus

Esse artigo foi originalmente publicado em Common Edge como "Jan Gehl on Why Tall Buildings Aren’t Necessarily Bad for Street Life."

Jan Gehl, o grande urbanista dinamarquês, tem muito em comum com Jane Jacobs. Durante a maior parte do último meio século, seu foco tem sido o desenvolvimento de cidades orientadas para as pessoas. O autor de uma série de livros, incluindo Life Between Buildings, Cities for People, Public Spaces—Public Life e, mais recentemente, How to Study Public Life, Gehl e seus colegas também serviram como consultores para as cidades de Copenhague, Londres, Melbourne, Sidney, Nova York e Moscou. Gehl Architects atualmente tem escritórios em Copenhague, Nova York e San Francisco. Conversei com Gehl sobre Jacobs, a loucura do planejamento urbano modernista e a forma urbana duradora da cidade de Nova York.

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Cinco estratégias para prefeitos melhorarem a vida pública segundo Jan Gehl

A beleza e o lúdico da “vida pública” passam muitas vezes despercebidos em meio à rotina. Porém, o contato com os espaços públicos ocorre todos os dias desde os momentos mais usuais, como esperar o ônibus em um ponto, até os programas de final de semana, como passear no parque. A vida pública interfere diretamente no bem-estar das pessoas e deve ser tratada com seriedade por gestores urbanos. Pensando nisso, o incansável defensor das cidades para pessoas, Jan Gehl, lançou o Guia do Prefeito para a Vida Pública (“A Mayor’s Guide to Public Life”) , onde ele apresenta cinco estratégias sobre como promover a vida pública.

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Gehl Institute lança guia gratuito sobre como as prefeituras podem melhorar a vida nas cidades

Os espaços públicos estão, cada vez mais, sendo valorizados pelos seus habitantes. Sua importância reside no que é essencial para a vitalidade do espaço urbano e que determina a qualidade de vida de seus habitantes.

O valor dos acontecimentos que se desenvolvem no espaço público é tão importante que é responsável pela construção da vida pública das cidades. Este conceito, “vida pública”, tem sido o objeto de pesquisa do Gehl Institute, estabelecido em 2015 em Nova Iorque pelo estudio Gehl do reconhecido arquiteto e urbanista Jan Gehl, devido aquilo que, no seu ponto de vista, deveria ser prioridade para todos os prefeitos do mundo.

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A síndrome de Brasília: Jan Gehl tem razão? / Sérgio Ulisses Jatobá

Em matéria recente no ArchDaily Brasil, o urbanista Jan Gehl afirma que Brasília “ é fantástica vista de um helicóptero, mas do chão, onde vivem as pessoas, Brasília é uma merda." Em seu conhecido livro Cidade Para as Pessoas, publicado em 2013 no Brasil, Gehl admite que “vista do alto, Brasília é uma bela composição”, mas “a cidade é uma catástrofe ao nível dos olhos”, acrescenta. “Os espaços urbanos são muito grandes e amorfos, as ruas muito largas, e as calçadas e passagens muito longas e retas” [1].

Gehl criou o termo “Síndrome de Brasília” para designar a inexistência ou a desconsideração do que ele conceitua como a escala humana no planejamento urbano modernista, tomando a capital do Brasil como seu mais destacado exemplo. 

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Jan Gehl: "Do chão, onde vivem as pessoas, Brasília é uma merda"

Destacando a transformação urbana de Copenhague, analisando os equívocos do movimento moderno e abordando os desafios das cidades do século XXI, o arquiteto e urbanista dinamarquês, Jan Gehl, apresentou, no dia 29 de junho, a conferência Pensar en urbano: ciudades para la gente, organizada pela ONU-Hábitat no Colegio Oficial de Arquitectos de Madrid (COAM).

Em sua conferência, Gehl exemplificou o paradigma urbano de sua época de estudante, o qual denomina Síndrome de Brasília: 

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Fatores morfológicos da Vitalidade Urbana – Parte 3: Arquitetura da Rua / Renato T. de Saboya

* Este texto é uma versão compilada e revisada de dois posts publicados originalmente no Blog Urbanidades: Condições para a Vitalidade Urbana #3 – Características da relação edificação x espaço público e Condições para a Vitalidade Urbana #4 – Permeabilidade visual.

O terceiro fator a contribuir para a vitalidade dos espaços urbanos é o que tenho chamado de Arquitetura da Rua, ou seja, as características morfológicas das edificações e suas relações com o espaço aberto, bem como o conjunto e o ambiente que emergem dessa interação. Como veremos, a maneira como as edificações estão posicionadas e a forma como configuram seus sistemas de barreiras e permeabilidades em relação às ruas podem influenciar diretamente na quantidade de pessoas que utilizam o espaço público e no tipo de atividades que ali se desenvolvem.

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Jan Gehl: 50 anos de estudos e 8 ações para entender o uso dos espaços públicos

Ainda sabemos muito pouco sobre o que de fato são ambientes saudáveis para as pessoas. E por que, afinal, é tão importante conhecer e estudar o comportamento humano nas cidades?

A afirmação e a pergunta acima norteiam os estudos de Jan Gehl, arquiteto dinamarquês que dedicou a carreira profissional ao estudo das sociedades humanas nos ambientes urbanos. Em seu novo livro, How to Study Public Life (Como Estudar a Vida Pública, em tradução livre), Gehl e a também arquiteta Birgitte Svarre fazem uma análise profunda da vida pública, apresentando os métodos e instrumentos necessários para restabelecer a vida urbana como um componente vital do planejamento.

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Defensor de cidades mais humanas, Jan Gehl provoca em entrevista: “O que você está esperando, Brasil?”

É com bom humor que o arquiteto e urbanista dinamarquês Jan Gehl passa suas ideias sobre como construir um futuro melhor para as cidades. Aos 80 anos, Gehl consolidou os 50 anos de estudos e trabalho sendo um arquiteto “diferente”. Ao sair graduado da Academia Real de Belas Artes da Dinamarca, em 1960, ele se sentia preparado para começar a colocar em prática o que tinha aprendido com a base da escola modernista. Foi ao conhecer a esposa, a psicóloga Ingrid Mundt, que tudo mudou. Eles passaram a organizar reuniões semanais com colegas da sociologia, da psicologia e da arquitetura, até que Gehl chegou a uma simples, mas formidável percepção: o planejamento urbano deve ajudar a criar cidades para as pessoas e a escala humana deve ser a prioridade. Mais do que dar atenção à forma, a arquitetura precisa ajudar a criar o melhor habitat para o Homo sapiens.

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