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Instalações externas: O mais recente de arquitetura e notícia

Protótipos de arquitetura efêmera: o futuro dos espaços públicos

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Concéntrico regressou a Logroño para sua 12ª edição em junho de 2026, transformando a cidade em um canteiro de trabalho para a arquitetura. Desde a sua fundação em 2015, o festival construiu uma identidade pautada na resistência a uma exposição de design distante e controlada, optando por construir instalações em escala real nas ruas, praças e lotes vazios da cidade. O Concéntrico insere as instalações diretamente na vida cotidiana, engajando moradores/as e visitantes como participantes ativos/as e observadores/as. O programa deste ano reuniu mais de vinte projetos de arquitetos/as, designers e pesquisadores/as atuantes em diferentes geografias e métodos, cada um deles contribuindo para um experimento em escala urbana de reimaginação do espaço público.

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Uma linguagem arquitetônica do resfriamento artificial: sombra, névoa e autonomia

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Concéntrico retornou a Logroño em junho para sua 12ª edição, transformando a cidade em um campo de trabalho para a arquitetura. Desde sua fundação em 2015, o festival consolidou sua identidade ao rejeitar a lógica de exposições de design distantes e controladas, construindo instalações em escala real nas ruas, praças e terrenos baldios da cidade, de modo a integrar habitantes e visitantes ao cotidiano urbano. A programação deste ano reuniu mais de vinte intervenções de arquitetos/as, designers e pesquisadores/as que atuam em uma ampla variedade de geografias e métodos, em que cada proposta contribui para um experimento em escala urbana voltado a reimaginar o espaço público.

Sonhar nas ruínas: como um ritual do sono em Logroño propõe uma nova arquitetura cívica

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As cidades são cada vez mais projetadas para mitigar riscos e, para isso, precisam coletar dados sobre o clima, a infraestrutura, a biodiversidade e a fragmentação social, de modo que a linguagem da resiliência se torne parte integrante do planejamento. No entanto, as condições subjacentes que produzem a polarização, o desengajamento cívico e o colapso ecológico muitas vezes não são questionadas. As ferramentas que dominam a prática urbana tendem a abordar apenas um registro da experiência humana, enquanto as dimensões emocionais e imaginativas da transformação não são tratadas como soluções viáveis.

O filósofo Félix Guattari propôs que a transformação ecológica sustentada depende da atenção simultânea a três ecologias distintas: a ecologia da mente, a ecologia da sociedade e a ecologia do meio ambiente. As políticas ambientais hegemônicas tendem a se concentrar em apenas uma ou duas delas, achatando uma condição complexa em um problema delimitado com uma resposta clara. Rituais ancestrais nos lembram que a transformação depende de práticas que engajam simultaneamente o corpo, a comunidade e o meio ambiente.

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O trabalho curatorial como construção da cidade: Marisa Yiu, do Design Trust, reflete sobre exposições e agência espacial

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Em Hong Kong, onde a arquitetura é frequentemente impulsionada pela lógica imobiliária, pela infraestrutura e pelo desenvolvimento acelerado, o espaço para a experimentação cívica em escala humana pode ser surpreendentemente limitado. É aí que o Design Trust se destaca. Como uma plataforma de fomento e viabilização de projetos, a organização apoia intervenções espaciais que transitam entre arquitetura, pesquisa e programação pública — um trabalho que costuma ser modesto, coletivo ou incerto demais para se encaixar nos fluxos convencionais entre cliente e arquiteto/a.

No centro desse trabalho está Marisa Yiu, cuja liderança posiciona o Design Trust tanto como agente viabilizador quanto como ator cultural. Por meio de iniciativas como o Micro-Parks Hong Kong, além de exposições e programas públicos, a organização trata o discurso e a prototipagem como formas de agência espacial, conectando designers, comunidades, instituições e debates sobre políticas públicas, ao mesmo tempo em que coloca em primeiro plano questões de gestão, manutenção e a "sobrevida" do espaço público.

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Como as inovações estão mudando o poliestireno expandido (EPS)?

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À medida que nos aproximamos do seu centenário, o poliestireno expandido (EPS) tornou-se amplamente utilizado em várias indústrias e aplicações, especialmente na construção. Desde 1970, o EPS tem sido usado na construção de edifícios devido às suas propriedades de isolamento térmico, estrutura leve de células fechadas, resistência durável e integridade de longo prazo. No entanto, enquanto essas qualidades o tornam altamente útil e fácil de reciclar, também geraram debate devido a discussões recorrentes sobre seus processos de degradação e impacto ambiental de várias perspectivas.

Enquanto o debate continua, muitas melhorias e abordagens alternativas surgiram em torno deste material, destacando que alcançar uma construção sustentável envolve usar o material certo para o trabalho certo desde o início. Assim, ao longo do tempo, as inovações trouxeram novas opções para a reciclagem e uso do EPS além das aplicações tradicionais de construção, como blocos de preenchimento ou painéis de divisórias. Isso demonstra que, em vez de estigmatizá-lo como um material problemático ou "simples", é essencial considerar suas qualidades por meio de design, tecnologia e desenvolvimento de métodos para gerenciamento responsável e sustentável.

Art D'Egypte lança exposição "Forever is Now" nas Pirâmides de Gizé

Recentemente, a CulturVator - Art D'Egypte inaugurou a terceira edição da sua exposição internacional anual "Forever is Now" no Cairo. "Ambientada ao lado das Grandes Pirâmides de Gizé, a exibição apresenta o trabalho de 14 artistas internacionais. Em essência, a mostra destaca a importância do intercâmbio cultural entre artistas no cerne da história e da antiga civilização egípcia".

A terceira edição "Forever Is Now", que acontece de 26 de outubro a 18 de novembro, apresenta um conjunto diversificado de artistas de diferentes partes do planeta. Entre eles estão o artista egípcio Mohamed Banawy e o talento saudita Rashed Al Shashai, além da artista visual americana Carol A. Feuerman e o criativo belga Arne Quinze. Coletivamente, esses artistas se uniram para interagir de forma criativa com um dos locais históricos mais icônicos do mundo, tecendo narrativas visuais imersivas que fundem elementos contemporâneos com o passado, contando histórias sobre a terra e seus habitantes.

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NYCxDESIGN promove instalações públicas e pavilhões por toda a cidade de Nova York

De 12 a 18 de outubro, NYCxDESIGN apresentou o Design Pavilion, uma importante exposição pública de arquitetura em Nova York. Ocorrendo durante o Archtober, uma celebração da arquitetura no mês de outubro, o Design Pavilion deste ano destacou três instalações imaginativas que abrangem materialidade, sustentabilidade e igualdade social.

Duas instalações foram projetadas para transformar a Gansevoort Plaza, no Meatpacking District, em retiros urbanos, enquanto a terceira exposição oferece uma projeção de arte digital no World Trade Center Podium, abordando a história da escravidão do país. Além dos pavilhões, o programa Design Talks promoveu discussões sobre questões relevantes da profissão, centradas em temas de sustentabilidade, reaproveitamento e redução de resíduos.

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Hello Wood testa técnicas de construção para reviver uma pedreira abandonada na Hungria

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Após uma pausa de três anos, o festival de construção da Hello Wood está de volta para receber estudantes, arquitetos e jovens profissionais de todo o mundo para participar do camp de construção de 10 dias e testar suas habilidades de construção em madeira, além de aprender a participar ativamente do projeto e da construção no próprio local. Pela primeira vez na história do evento, o workshop deste ano acontece em um novo local, uma cratera de uma pedreira de basalto abandonada na montanha Haláp, na Hungria. O workshop também se alinha e apoia o título de Veszprém de Capital Europeia da Cultura de 2023, que também inclui mais de uma centena de outras vilas e cidades em toda a região de Bakony-Balaton. O evento aconteceu entre 6 e 15 de julho, culminando num festival de música de dois dias aberto a todos.

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A vida é temporária: instalações ao ar livre que destacam a natureza passageira da humanidade

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A Teoria da Relatividade de Einstein introduz o conceito de que o tempo, como o conhecemos, não é tão estável e confiável como parece. Como característica definidora que é referência em toda a história da humanidade, a falibilidade do tempo é uma perspectiva confusa. Quinze minutos, por exemplo, parecem uma eternidade enquanto se espera em uma fila, e ainda assim, os trezentos mil anos de história humana parecem ser poucos minutos na vida da Terra.

Então, quando falamos em "salvar o planeta" ao desacelerar e reverter a crise climática, o que realmente queremos dizer é prolongar nossa própria existência nele. Porque não importa o que façamos, essa massa rochosa que chamamos de casa continuará seguindo seu curso no Sistema Solar por mais alguns bilhões de anos. Com efeito, a humanidade em si é apenas uma instalação temporária.

As quatro instalações apresentadas a seguir investigam nossa relação humana com o tempo e como isso afeta nossas vidas na Terra.

16 Instalações arquitetônicas na Semana de Design de Milão 2023

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A Semana do Design de Milão representa um dos maiores eventos anuais de design do mundo, do qual fazem parte o Salone del Mobile, a maior feira de móveis e design do mundo, e o Furiosalone, além de diversas exposições, lançamentos de produtos, conferências e eventos relacionados ao design. A edição deste ano, realizada entre 17 e 21 de abril de 2023, reuniu arquitetos, designers, fabricantes e entusiastas italianos e internacionais. Escritórios de arquitetura contribuíram com empresas para desenvolver produtos e criar instalações arquitetônicas que destacam não apenas o design de móveis e objetos, mas também o contexto da arquitetura e cultura milanesa.

Apresentando projetos de escritórios de arquitetura reconhecidos internacionalmente, como OMA, MAD Architects, Stefano Boeri Interiors e CRA-Carlo Ratti Associati, a seleção a seguir mostra intervenções temporárias em contextos históricos e contemporâneos. Os projetos apresentam vários temas recorrentes, como o interesse e fascínio pelas propriedades da água, seja ela contida em estruturas feitas pelo homem ou em seu estado natural. Muitas das empresas participantes optaram por destacar não apenas seus produtos, mas também a arquitetura histórica de Milão, usando edifícios como a Pinacoteca di Brera, Casa Maveri ou a igreja desconsagrada de San Vittore e 40 Martiri como cenário para suas instalações.

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Pavilhões exploram os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023

Servindo como uma construção emblemática para a Capital Mundial da Arquitetura, Copenhague, e para o Congresso Mundial de Arquitetos da UIA, os Pavilhões dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em Copenhague, Dinamarca, começarão a aparecer nesta primavera e verão, explorando como os arquitetos podem responder aos objetivos de desenvolvimento da ONU. Questionando a construção do futuro, em relação a um ou mais dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, arquitetos, engenheiros, produtores de materiais, instituições científicas, associações e fundações colaboraram para criar cada uma das diferentes estruturas. Os Pavilhões ODS foram criados por vários estúdios de arquitetura dinamarqueses, incluindo Schmidt Hammer Lassen, EFFEKT, Architects Without Borders Denmark, ReVaerk, LOKAL, Leth & Gori, Rnnow Architects, GXN, FORMA, Terroir, AART, Mangor & Nagel, NOAA Architects, Studio Coquille, Tan & Blixenkrone, ATENASTUDIO e MAST.

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Instalações do Coachella 2023 exploram arquitetura, cor e escala

O Coachella Valley Music Festival, um festival anual de música e arte realizado no deserto do Colorado, abriu em 14 de abril de 2023. Durante os dois fins de semana, 14 a 16 de abril e 21 a 23 de abril, quatro designers e artistas emergentes de todo o mundo deixaram sua marca na famosa paisagem. O festival contou com instalações de arte feitas por nove designers, artistas e coletivos internacionais. As novas obras esculturais de Kumkum Fernando, Vincent Leroy, Güvenç Özel e Maggie West emprestam cor, luz e perspectivas alternativas à atmosfera carregada e atuam como faróis coloridos que transformam a icônica paisagem de Coachella em diferentes momentos do dia e da noite.

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Por uma arquitetura que possa ser lida como obra de arte: uma entrevista com gru.a

Transescalar é uma palavra interessante. Ela pode significar a passagem de uma escala para outra, isto é, um deslocamento de grandezas, como também a negação da própria escala, a recusa em aceitar seus próprios limites físicos. É também o termo que Pedro Varella usa para descrever a prática do gru.a (grupo de arquitetos), escritório com sede no Rio de Janeiro do qual é sócio juntamente com Caio Calafate. Apoiado num tripé formado por projeto, ensino e pesquisa, o gru.a realizou um conjunto relevante de obras que lhe rendeu reconhecimento dentro e fora do Brasil em pouco mais de dez anos de trabalho.

Nomeado ao Mies Crown Hall Americas Prize (MCHAP) 2022 e ao DÉBUT da Trienal de Lisboa 2019, o gru.a também tem no portfólio dois troféus de primeiro lugar no Prêmio Arquitetura Tomie Ohtake AkzoNobel (2015 e 2019), além de premiações em concursos de projeto. Mais recentemente, em 2022, integrou a lista de melhores Novas Práticas do ArchDaily por um trabalho baseado na economia de recursos que tensiona os limites do campo convencional da arquitetura e reivindica a esta a possibilidade de ser lida como arte.

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Esculpindo a terra: land art e o envolvimento com o solo

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Os artistas são frequentemente inspirados pela terra — sejam as interpretações de paisagens americanas do pintor Robert S. Duncanson ou as subversões de William Kentridge das pinturas britânicas da era colonial retratando paisagens africanas. No entanto, alguns artistas preferiram trabalhar diretamente com a terra, criando estruturas que se assentam em paisagens ou esculpindo o próprio solo. Esse estilo de arte — formalmente denominado land art — ganhou destaque nos Estados Unidos nas décadas de 1960 e 1970 com a ascensão do movimento ambientalista em meio aos protestos pelos direitos civis e contra a guerra, quando os artistas buscavam se separar do mercado de arte.

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Nona edição do MPavilion é inaugurada com instalação do Studio All(zone)

A nona edição do MPavilion foi aberta ao público em Melbourne com uma instalação efêmera que consiste em uma cobertura laranja. Ela foi projetada pelo escritório all(zone) de Bangkok em colaboração com o AECOM e o Schiavello Architects. De dezembro de 2022 a abril de 2023, os visitantes poderão experimentar um ambiente vibrante e alegre feito de materiais reciclados, com projeto lumínico da Bluebottle.

A instalação faz parte da programação de verão de eventos gratuitos no Queen Victoria Garden. Desde 2014, a MPavilion se orgulha de motivar a excelência da arquitetura e do design na Austrália, contratando arquitetos de destaque como MAP Studio Magnani Pelzel Architetti Associati (2021), Glenn Murcutt (2019) e Estudio Carme Pinós (2018).

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CRA e Italo Rota instalam cobertura cinética em complexo hospitalar do século XVIII na Itália

CRA - Carlo Ratti Associati e o arquiteto Italo Rota desenvolveram um projeto para transformar um complexo hospitalar do século XVIII em Modena, na Itália, em um polo multidisciplinar de cultura e inovação. O projeto para o novo centro, chamado AGO Modena Fabbriche Culturali, inclui uma cobertura cinética inspirada em origami projetada em colaboração com o engenheiro e artista Chuck Hoberman. O equipamento cobrirá um pátio triangular no centro do complexo. O plano de restauração também busca melhorar a flexibilidade para que a estrutura possa se adaptar facilmente às mudanças futuras de configuração do espaço.

Instalações de Stefano Boeri e Daniel Arsham se destacam na Miami Art Basel 2022

Diferenciada por sua qualidade, profundidade e diversidade, a Design Miami 2022 foi concluída, dando aos colecionadores e aos visitante do mundo inteiro o melhor em arte e design contemporâneo e emergente. Começando no final de novembro e indo até a primeira semana de dezembro, o evento ocorreu em paralelo ao anual Art Basel Miami Beach. A feira internacional de arte apresentou desde instalações interativas a exposições de arte promissoras e obras-primas do século XX, incluindo Daniel Arsham, Andrés Reisinger, e Stefano Boeri. Também durante este evento, o MetaMundo apresentou os Top 50 Criadores do Metaverso - uma coleção selecionada a dedo de alguns dos melhores artistas 3D do mundo.

Para esta edição, o Miami Design District premiou o arquiteto e designer de Miami, Germane Barnes, e encomendou uma instalação multifacetada que honra a cultura poli étnica da cidade. Com outras instalações arquitetônicas relevantes durante a Miami Art Week, a seleção a seguir inclui obras de Leandro Erlich no Perez Art Museum Miami e Pilar Zeta.

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Estruturas que se decompõem com larvas: pavilhão de EPS na Coréia do Sul

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O poliestireno expandido foi descoberto em 1839 em Berlim e tornou-se um material muito utilizado nos aviões da 2ª guerra mundial, por conta de sua densidade extremamente baixa. É isso que o torna um material adequado para isolamento térmico e acústico, frequentemente especificado em construções, mas também amplamente usado em embalagens. Trata-se de um plástico celular rígido, resultado da polimerização do estireno em água, cujo produto final são pérolas de até 3 milímetros de diâmetro, que se expandem. Um ponto negativo é que este material leva mais de 500 anos para se decompor e, neste processo, lixivia produtos químicos nocivos ao meio ambiente. Sua reciclagem é possível, mas é complexa e custosa. Isso quer dizer que a maior parte do isopor produzido até hoje permanece no mundo, ocupando valiosos espaços em aterros sanitários ou, pior ainda, quebrado em minúsculas partes e interferindo na vida dos oceanos. “Decomposition Farm: Stairway” é uma instalação temporária que sugere uma possível solução das questões ambientais relacionadas ao desperdício de construção no campo arquitetônico.