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Arquitetos: RO&AD Architecten
- Área: 50 m²
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Fabricantes: Accoya


Um dos cernes do pensamento urbanístico é, e foi historicamente, o planejamento dos grandes equipamentos e infraestruturas de transporte nas cidades. Esses são projetos que lidam com uma diversidade de aspectos de um programa que, em geral, responde a demandas coletivas no espaço público, e por isso costumam ser construções de grande escala para amparar grandes fluxos de circulação e funcionar como verdadeiros articuladores das formas de se deslocar no espaço urbano.

Nossas cidades, vulneráveis por natureza e desenho, geraram o maior desafio que a humanidade precisa enfrentar. Com a expectativa de que a grande maioria da população se estabeleça em aglomerações urbanas, a rápida urbanização levantará a questão da adaptabilidade à futuras transformações sociais, ambientais, tecnológicas e econômicas.
De fato, a principal problemática da década questiona como nossas cidades irão lidar com fatores que mudam rapidamente. Ela também analisa os aspectos mais importantes a serem considerados para garantir o crescimento a longo prazo. Neste artigo, destacamos os principais pontos que ajudam a proteger nossas cidades no futuro criando um tecido habitável, inclusivo e competitivo que se adapta a qualquer transformação futura inesperada.


A HyperloopTT (Hyperloop Transportation Technologies) divulgou os primeiros detalhes de seu projeto para o novo sistema comercial de transporte Hyperloop do mundo em Abu Dhabi. Localizado nos limites ente Abu Dhabi e Dubai, próximo do Aeroporto Internacional Al Maktoum e do local onde será realizada a Expo 2020, o HyperloopTT começará a operar em um trecho de dez quilômetros, o qual deverá potencializar o desenvolvimento futuro daquela que será a primeira rede comercial de Hyperloop nos Emirados Árabes Unidos e no mundo.

O que é favela, hoje, em São Paulo? Quais seus conflitos e potencialidades? Como arquitetos, urbanistas e planejadores poderiam propor uma forma mais gentil e inovadora de intervir nessa realidade? A partir destas questões são propostas estratégias de requalificação para a segunda maior favela da cidade de São Paulo, Paraisópolis.

Na esteira da divulgação da proposta de Rogers Stirk Harbour + Partners para o Taiwan Taoyuan International Airport, o UNStudio divulgou seu projeto que foi premiado com o segundo lugar no concurso. Considerado “o projeto mais inovador”, a proposta reimagina a escala da tipologia do aeroporto. Saiba mais a seguir.



O escritório BIG divulgou o projeto de um novo hub de transportes no coração de Västerås - uma das maiores cidades da Suécia. O ambicioso plano chamado "3B - Build Away the Barriers" prevê a reurbanização de 17 acres em torno de uma estação ferroviária numa tentativa de reconectá-la à cidade. Do modo como se encontra hoje em dia, os trilhos da estação dividem duas áreas da cidade; a proposta do BIG busca uni-las sob uma única "cobertura flutuante" moldada pelo "fluxo de pessoas e pela vida pública".



Os Jogos Olímpicos representam, sem dúvida alguma, um investimento colossal para os países que os recebem e organizam. Mas, uma vez findo o evento esportivo, qual o destino de todas as infraestruturas construídas paras as competições? Em alguns casos os edifícios não servem para mais nada e a natureza retoma seu espaço.
Veja a seguir alguns exemplos de cidades que receberam Jogos Olímpicos (de verão e inverno) e que evidenciam o destino de algumas dessas estruturas:

Crossrail, "o maior projeto de infraestrutura da Europa, custando mais, por exemplo, que as Olimpíadas de Londres", vem trilhando aos poucos seu caminho sob Londres. Podendo acessar a labiríntica coleção de túneis subterrâneos, Rowan Moore, do The Observer, disse que - apesar da superficial exaltação em torno disso - este empreendimento de £5 bilhões eventualmente valerá o investimento: além dos túneis e trilhos haverá cerca de 300 mil m² ("ou cerca de seis Gherkins") de espaços comerciais, e 100 mil m² de "áreas públicas". Leia o artigo completo aqui.

