Dando sequência ao conjunto de cartas com exemplos de quadras urbanas, a editora espanhola a+t architecture publishers acaba de lançar a segunda edição da sua série de baralhos sobre densidade urbana. Intitulada50 Housing Floor Plans, essa nova versão compila exemplos de plantas de projetos habitacionais recentes, construídos entre 2000 e 2017, com diferentes formas - triangular, forma de Z, circular, hexagonal etc. - e também exemplos de unidades residenciais dentro dessas plantas.
O escritório de arquitetura Humphreys and Partners, com sede em Dallas, apresentou no início deste ano durante a exposição 'International Buiders', uma perspectiva particular daquilo que poderá vir a ser a arquitetura residencial em um futuro próximo. A proposta considera questões importantes na arquitetura como a habitação social e a sustentabilidade na construção, além de como a tecnologia tem transformado a maneira como habitamos nossas cidades. Este projeto futurístico composto de dois arranha-céus chamados de Pier 2: Apartment of the Future, não poderiam estar situados em um lugar mais sugestivo: a orla Manhattan.
Construir e crescer, duas ações que deveriam ser mais levadas em conta. É assim que o concurso de habitação social "Construye para Crecer 2017" 2017, com projeções para diferentes estágios de crescimento, procura estabelecer bases que sustentem um modo de vida flexível. O local era o bairro de Belém, localizado na cidade de Iquitos, em um terreno de 3,7 hectares. O projeto atual que obteve o primeiro lugar propôs localizar 120 casas progressivas como uma alternativa que permita aos usuários modificarem e expandirem suas residências de acordo com suas necessidades e possibilidades econômicas. Em suma, um modo de vida, tanto elementar como livre, através de um núcleo sólido formado por uma estrutura que apóia atividades diversas.
Foram anunciados 20 finalistas para o Open International Competition for Standard Housing, na Rússia. Com o plano de fornecer 30 milhões de residentes russos com novas residências até 2025, o concurso visa descobrir novas soluções inovadoras para melhorar o planejamento e os projetos residenciais nos novos empreendimentos. O concurso foi organizado pelo Governo da Federação da Rússia, pelo Instituto Nacional para a Fundação do Desenvolvimento da Habitação e pelo Ministério da Construção da Rússia trabalhando em conjunto para criar um novo padrão para habitação a preços acessíveis.
John King tem coberto o ritmo do desenho urbano para o jornal San Francisco Chronicle há 17 anos. O que é tempo suficiente, em outras palavras, ter escrito sobre um punhado de booms econômicos e fracassossubsequentes. Mas a Bay Area tem um ritmo único. Nenhuma outra região do país foi tão transformada pela revolução digital. E é uma transformação que continua até hoje. Pouco antes do Ano Novo, falei com King sobre o destino de San Francisco, o renascimento de Oakland e sua bolsade 4 meses em Washington, DC.
Há uma extensa bibliografia acadêmica evidenciando os malefícios que enormes conjuntos habitacionais, monofuncionais e afastados dos centros trazem às cidades. Geralmente eles se tornam espaços altamente segregados, estigmatizados e, muitas vezes, com condições degradantes de vida. Após a ocupação, é frequente que os próprios moradores comecem a criar modificações, abrindo pequenos comércios e se apropriando dos espaços de formas muito distintas do que foi imaginado na etapa projetual. Mas há a possibilidade do desenho urbano melhorar a qualidade de vida desses conjuntos? Veja essa proposta realizada em João Pessoa:
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Moradias informais em Dhaka, Bangladesh. Foto: Zoriah/Flickr, via TheCityFix Brasil
Mais de 1,2 bilhão de habitantes de cidades – uma de cada três pessoas que vivem em áreas urbanas – não têm acesso à moradia de forma acessível e segura. Esse déficit habitacional é um grande obstáculo para a economia e o meio ambiente. O impacto é severo na Ásia e na África, onde espera-se que 2,25 bilhões de pessoas se mudem para as áreas urbanas até 2050. Se tudo permanecer como está, as favelas crescerão em todos os países em desenvolvimento, ampliando a desigualdade e ameaçando o papel tradicional de motores do crescimento econômico exercido pelas cidades.
https://www.archdaily.com.br/pt/886329/hora-de-confrontar-o-deficit-habitacional-nos-centros-urbanosRobin King
A ONG Peabiru Trabalhos Comunitários e Ambientais, composta por arquitetos, urbanistas e técnicos sociais voltados ao lado social da profissão, trabalha com habitação de interesse social, junto a movimentos de moradia, para promover habitação, melhorias habitacionais e regularização.
A partir de oficinas realizadas entre 2015 e 2016 em diferentes cidades do estado de São Paulo, a organização realizou um curta-metragem para expor os problemas reais que a o cenário da habitação enfrenta. Agora, seus esforços se concentram em levar esse filme de volta às comunidades onde foram foram gravadas as cenas, para promover eventos com música, cinema e debate entre os moradores de cada cidade.
Construção - Novembro de 2017. Image Cortesia de OMA
Fotografias publicadas recentemente registram o progresso das obras do "Park Grove", um empreendimento composto por três torres, projetado pelo OMA em Miami.
Localizadas próximas às torres "Grove at Grand Bay", projetadas pelo BIG, o trio de edifícios do OMA somam 90 mil metros quadrados de área residencial de alto padrão com vistas para a Baía de Biscane.
Bee Breeders anunciou os vencedores do Prêmio Modern Collective Living Challenge, parte da série de concursos Global Housing Crisis. Os participantes conceberam novos modelos habitacionais acessíveis aos agricultores rurais remanejados da China. A acelerada urbanização da China está fazendo com que milhões de pessoas rurais se mudem para as cidades. Sem um lote designado, os melhores projetos precisaram ser versáteis o suficiente para trabalhar em uma variedade de territórios e até serem adotados como padrão para abordar a deslocalização. Os projetos vencedores foram realizados com um alto padrão na resposta à pergunta: Como podemos criar situações modernas de vida comunitária de modo que indivíduos deslocados não sejam forçados a mudar seu modo de vida? Temas comuns em projetos vencedores são modularidade e espaços verdes.
Confira os vencedores do concurso listados a seguir.
Todos os anos, desde 1985, na primeira segunda-feira de outubro, é celebrado o Dia Mundial do Habitat. Esta tem sido uma das estratégias da agência ONU-Habitat para disseminar, a governos e cidadãos, campanhas e mensagens relacionadas ao tema. Neste Dia Mundial do Habitat, depois de muitos anos sem abordar a questão, a declaração da agência enfoca a necessidade urgente de implementação de políticas habitacionais de interesse social pelos governos.
O projeto da ODA New York para o Bushwick II, um complexo residencial localizado no terreno da antiga cervejaria Rheingold, está ganhando forma em Bushwick, um bairro em rápido processo de desenvolvimento em Nova Iorque. Administrado pela All Year Management, as unidades do 123 Melrose já estão sendo comercializadas. Enquanto isso, a construção do 10 Monthieth, projetado pelo Rabksy Group, acaba de ser inaugurada.
Juntos, os projetos ocupam três quarteirões inteiros da cidade, um total de mais de 125 mil metros quadrados brutos. Bushwick II será o maior complexo habitacional que este bairro de Brooklyn já viu.
O Royal Institute of British Architects (RIBA) concedeu a Medalha Real de Ouro ao artista e arquiteto modernista Neave Brown, mais conhecido por seu projeto habitacional visionário Alexandra Road. Construído pelo Conselho de Londres de Camden na década de 1970, a propriedade de 500 unidades é, nas próprias palavras de Brown, uma "cidade" contendo lojas, oficinas, um centro comunitário, uma escola para necessidades especiais e um centro para crianças, uma casa de cuidados para jovens com dificuldades de aprendizagem e um parque público de 16 mil metros quadrados.
A medalha é um reconhecimento à carreira e é aprovada pessoalmente por Sua Majestade a rainha Elizabeth II. É dada a uma pessoa, ou grupo de pessoas, que teve uma influência significativa "direta ou indiretamente no avanço da arquitetura". A medalha está sendo apresentada mais cedo do que o habitual - em 2017 em vez de 2018 - devido à saúde debilitada de Brown.
Faltam 13 dias para encerramento do prazo das inscrições para o Concurso Nacional de Projetos de Urbanismo e Arquitetura no Setor Habitacional Pôr do Sol. Interessados em participar do certame, promovido pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (CODHAB-DF), podem se inscrever até o dia 29 de setembro pelo site.
O objetivo do concurso é selecionar o projeto de urbanismo e arquitetura melhor e mais adequado, que propicie as infraestruturas necessárias e a qualificação do espaço urbano no Pôr do Sol. A proposta abrangerá aspectos de planejamento urbano, mobilidade, infraestrutura, paisagismo, arquitetura de unidades habitacionais e de Equipamentos Públicos Comunitários (EPCs).
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Planta baixa do apartamento de 10m² no centro de São Paulo. Image via Blog da Raquel Rolnik
O lançamento de um edifício no centro de São Paulo causou certo espanto pelo tamanho dos seus apartamentos: apenas 10 metros quadrados. Isso levantou o debate sobre a tendência do mercado de produzir imóveis cada vez menores e a capacidade desses imóveis de atender às necessidades de seus moradores.
Não há dúvida de que, por um lado, esse produto imobiliário se relaciona com as formas de morar das novas composições familiares. É cada vez mais comum que as residências sejam ocupadas por apenas uma pessoa ou, no máximo, duas. De acordo com dados da Fundação SEADE para 2010, no Estado de São Paulo são quase 40% os domicílios que têm essa característica, sendo 13% até uma pessoa.
Estão abertas as inscrições para o Edital nº 002/2017, do Concurso Público Nacional de Projetos de Urbanismo e Arquitetura no Setor Habitacional Pôr do Sol, em Ceilândia. Os interessados em participar do concurso promovido pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (CODHAB-DF) podem se inscrever até 29 de setembro pelo site.
O objetivo do concurso é selecionar o projeto de urbanismo e arquitetura melhor e mais adequado, que propicie as infraestruturas necessárias e a qualificação do espaço urbano no Pôr do Sol. A proposta abrangerá aspectos de planejamento urbano, mobilidade, infraestrutura, paisagismo, arquitetura de unidades habitacionais e de Equipamentos Públicos Comunitários (EPCs).