1. ArchDaily
  2. Desenho Urbano

Desenho Urbano: O mais recente de arquitetura e notícia

Cinco mantras do desenho urbano por Héctor Vigliecca

Acesso exclusivo | 

Costumo dizer aos arquitetos com os quais trabalho que pratiquem esse “mantra” todos os dias, pois sintetizam para mim os critérios básicos para o raciocínio do desenho urbano:

Como desenvolver estratégias para o desenvolvimento urbano no entorno dos corredores de transporte

Acesso exclusivo | 

Ampliar o acesso das pessoas ao transporte público e às oportunidades da cidade é o atual grande desafio dos grandes centros urbanos brasileiros. É preciso pensar no futuro como um cenário de ruas mais vibrantes, onde é seguro caminhar, usar a bicicleta ou o transporte público. Construir esse cenário é o objetivo do Desenvolvimento Orientado ao Transporte Sustentável (DOTS), tradução do termo original em inglês “Transit-Oriented Development”.

Como desenvolver estratégias para o desenvolvimento urbano no entorno dos corredores de transporte - Image 3 of 4

Mobilidade é questão de desenho urbano

Acesso exclusivo | 
Mobilidade é questão de desenho urbano - Image 4 of 4
© Osman Rana. Image via Unsplash. Licensed by CC0 1.0 Universal (CC0 1.0)
Mobilidade é questão de desenho urbano - Image 5 of 4

A crise da mobilidade urbana inspirou a reflexão sobre os modais de transporte e sua relação com eficiência, tempos de trajetos, poluição gerada, infraestrutura necessária, custos de implantação e operação e os impactos na saúde dos usuários. Atualmente, governos realizam grandes investimentos em novas infraestruturas que permitem que populações equivalentes a cidades inteiras se desloquem longas distâncias diariamente. Em São Paulo, por exemplo, o equivalente à população do Uruguai sai da Zona Leste para o Centro todos os dias.

O desenho do bairro pode impactar a saúde tanto quanto a genética

Acesso exclusivo | 

A conclusão a que podemos chegar com a análise do estudo The Case for Healthy Places (em português, “O caso dos lugares saudáveis”) cabe em uma frase: “O lugar onde uma pessoa mora pode ser um indicativo de saúde até mais confiável do que seu código genético”.

A afirmação, proferida por Melody Goodman, professora da Universidade de Washington, sintetiza a influência que o lugar onde moramos exerce sobre nós. A forma como diferentes bairros são desenhados tem um impacto considerável sobre a saúde física e mental das pessoas. As oportunidades e serviços que oferecem, os lugares de que dispõem, a organização do mobiliário urbano, as condições de segurança e acessibilidade – uma intrincada rede de elementos age sobre os organismos humanos, afetando-os positiva ou negativamente.

O desenho do bairro pode impactar a saúde tanto quanto a genética - Image 2 of 4

3º Prêmio {CURA} Rios Urbanos busca propostas que qualificam a relação entre os rios e as cidades

O 3º Prêmio {CURA} dá continuidade à proposta de realização de concursos de ideias com temas que se alinham às discussões atuais da cidade, buscando aprofundar-se na discussão sobre o desenho urbano.
Para o 3º Prêmio {CURA}, o tema do concurso está na pergunta: Como as cidades têm tratado seu rios? A pergunta provoca e confronta as estratégias de ocupação que ignoram a importância dos rios para o meio ambiente e, por consequência, provocam uma série de prejuízos para nossas cidades. Felizmente, diversas cidades ao redor do mundo tem promovido a reconciliação desejada entre o meio urbano e o fluvial. Na maioria das vezes, por notarem a necessidade de se reduzir o espaço dedicado aos carros. Por esse motivo, as propostas para o concurso deverão ter os pedestres, ciclistas e outros modais ativos (skate, patins, carroças de reciclagem, etc) como prioridade.
Para estimular o debate de modo mais amplo possível, o edital é simples, tornando cada escolha feita critério de avaliação, como o local de intervenção, situação atual do rio, entre outras decisões. Não abriremos seções de perguntas e respostas, portanto, caso não esteja escrito no edital, arrisque.

Nova Iorque propõe redistribuição viária para aumentar a segurança nas ruas

Acesso exclusivo | 

Cruzamentos peatonais inseguros, ciclovias que não são respeitadas pelos condutores, e trechos permitidos para automóveis apesar do risco que geram para ciclistas e pedestres são, lamentavelmente, problemas comuns em diversas cidades.

Mostramos a seguir um caso bem sucedido em Nova Iorque que apresentava os mesmos problemas, mas que foi resolvido com uma proposta de desenho urbano que consistiu, basicamente, em redistribuir o espaço viário a partir do Plano Visão Zero.

Como 'fazer' cidade considerando as diferenças de gênero?

Acesso exclusivo | 

A luta das mulheres pelo reconhecimento de que sua contribuição para a sociedade não é apenas reprodutivo tem sido constante. De invisíveis e relegadas ao domínio do privado, hoje as mulheres tem passado a assumir novos papéis que antes lhes eram negados e os espaços ganhos, vão sendo modificados na maneira em que participam da vida da cidade.

No entanto, o excesso de burocracia, indolência e falta de vontade tem deixado as mudanças físicas da cidade em uma evidente defasagem, distanciadas das mudanças ideológicas, deixando-as, muitas vezes, no discurso do como deveria ser.

Como 'fazer' cidade considerando as diferenças de gênero? - Image 1 of 4Como 'fazer' cidade considerando as diferenças de gênero? - Image 2 of 4Como 'fazer' cidade considerando as diferenças de gênero? - Image 3 of 4Como 'fazer' cidade considerando as diferenças de gênero? - Image 5 of 4Como 'fazer' cidade considerando as diferenças de gênero? - Mais Imagens+ 1

Vídeo: O que são "ruas completas"?

Acesso exclusivo | 

As "ruas completas" são aquelas projetadas para que as pessoas, independentemente de suas condições físicas ou meio de transporte, possam se deslocar de maneira confortável e segura entre os lugares onde trabalham, vivem, estudam etc.

Embora esta definição possa ser aplicada a qualquer rua, existem certos elementos de projeto que, dependendo se estão presentes ou não, acabam definindo se uma rua cumpre os requisitos para esta classificação. 

10 razões para desenhar cidades pensando nas comunidades

Acesso exclusivo | 

A influência do desenho urbano na ocupação dos espaços públicos e as interações sociais é um tema cada vez mais relevante para direcionar as cidades à habitabilidade.

Nesta matéria, destaca-se o escritório Gehl, que desde o ano 2000 se dedica a esta tarefa usando um foco centrado nas pessoas. Desde então, seus fundadores, os arquitetos Jan Gehl e Helle Søholt, compartilharam sua experiência em ideias que procuram centrar o desenho nas pessoas.

Guia do urbanista tático: materiais e projeto

Acesso exclusivo | 
Guia do urbanista tático: materiais e projeto - Image 1 of 4

O urbanismo tático corresponde às intervenções que permitem experimentar mudanças na cidade por um período determinado, oferecendo uma aproximação ao impacto causado caso a iniciativa fosse, de fato, executada. 

Em todo o mundo existem vários casos que, diante das necessidades da população, buscaram soluções a partir de intervenções feitas com materiais econômicos e de rápida implementação. 

Guia do urbanista tático: materiais e projeto - Imagem de Destaque

Três ideias para recuperar os espaços públicos e fomentar a vida urbana

Acesso exclusivo | 

A importância dos espaços públicos na vida urbana é um assunto presente desde a Grécia antiga até os nossos dias. As possibilidades de encontro e de debate nesses espaços são capazes de influenciar a forma como os habitantes participam no desenvolvimento de suas cidades, contando com maiores espaços disponíveis para todos.

Porém, nas sociedades modernas, o papel estratégico dos espaços públicos foi limitado, sendo a massificação dos automóveis um dos principais fatores, segundo o blog de planejamento urbano e mobilidade sustentável, The City Fix. De fato, segundo uma pesquisa do Instituto de Energia e Meio Ambiente do Brasil, cerca de 70% dos espaços públicos dos centros urbanos são consistem nas vias para automóveis, por onde deslocam-se apenas de 20% a 40% da população da cidade.

Como os espaços públicos podem ser recuperados para fomentar a vida urbana? Apresentamos a seguir três ideias.

3 ideias para criar cidades para pessoas, segundo Gehl Architects

Acesso exclusivo | 

Orientar o desenho das cidades para as pessoas é uma diretriz que vem cada vez mais norteando o desenvolvimento das cidades. Assim, planejadores e autoridades vêm retomando a escala humana e colocando os pedestres em primeiro plano, em detrimento dos automóveis.

Exemplo disso são os projetos realizados em espaços que antes eram dominados por automóveis e que agora estão abertos para pedestres e ciclistas, entre os quais se destacam a pedestrianização da Times Square e a demolição de rodovias.

Primeiro lugar no Concurso Público Nacional de Ideias para Elementos de Mobiliário Urbano de São Paulo

O Concurso Público Nacional de Ideias para Elementos de Mobiliário Urbano da Cidade de São Paulo, organizado pela SP Urbanismo, teve seus vencedores anunciados na última terça-feira, 29 de novembro . O concurso buscou selecionar as melhores propostas para nove elementos ou famílias de elementos mobiliários: quiosques, sanitários públicos, abrigos em ponto de parada de táxi, papeleiras, bebedouros, paraciclos, balizadores e guarda-corpos.

Veja, a seguir, o projeto desenvolvido pelo Estúdio Módulo, que recebeu o primeiro prêmio.

Fatores morfológicos da vitalidade urbana – Parte 1: Densidade de usos e pessoas / Renato T. de Saboya

Acesso exclusivo | 

Como todos os fenômenos urbanos que valem a pena ser estudados, a vitalidade urbana é um conceito complexo e multifacetado, que acontece a partir da interação entre diversos padrões sociais, espaciais e econômicos. Esta série de textos busca discutir e refletir sobre alguns desses padrões, examinando suas interfaces com a vitalidade e sua suposta capacidade de fazê-la emergir.

Reduzir a velocidade para preservar vidas

Acesso exclusivo | 

Uma das medidas adotadas para reduzir o número de mortes no trânsito é a redução dos limites de velocidade. Ao redor do mundo, mais de uma centena de países já estabeleceram o limite de 50 km/h recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para vias urbanas. Em áreas com grande circulação de pedestres e ciclistas, praticam-se velocidades ainda menores, como 30 km/h ou menos.

Reduzir os limites de velocidade é uma tendência contemporânea em cidades que priorizam o direito à vida. Todos o dias as ocorrências de trânsito, como colisões e atropelamentos, fazem novas vítimas e essa questão deve ser tratada com urgência e prioridade. O trânsito mata 1,3 milhão de pessoas por ano no mundo, o equivalente à queda, sem sobreviventes, de 2,6 mil aviões Boeing. No Brasil, é mais provável morrer em um acidente de trânsito do que em decorrência de um câncer ou mesmo por homicídio.

Reduzir a velocidade para preservar vidas - Image 2 of 4

Superando o clichê da "participação"

Acesso exclusivo | 

Existe o desenho participativo? Ou trata-se simplesmente de uma etiqueta de marketing que os arquitetos e urbanistas utilizam? Está é, talvez, a pergunta central por trás de muitas das intervenções e projetos que vemos nas cidades latino-americanas, mas que não sabemos responder.

Em primeiro lugar, levanta-se a pergunta sobre o que podemos definir como "participação" dentro da atuação urbana encontra-se em constante discussão. O que é o que entendemos por participação? Como se faz? Quais métodos são necessários para que, efetivamente, afirme-se que existiu participação em um determinado projeto? Sobre a linha dessas questões, em Maio deste ano promoveu-se uma discussão chamada "O desenho participativo existe?", onde o diretor da Msc Building and Urban Design in Development da University College of London, Camilo Boano, desenvolveu algumas ideias sobre o tema da participação. Aqui colocam-se algumas reflexões:

Como o desenho das cidades pode ajudar a reduzir a obesidade

Acesso exclusivo | 

Caminhar pela cidade não é apenas uma forma de conhecer os espaços urbanos, mas um estímulo a uma vida mais ativa. Para isso, é preciso que a rua seja atrativa para os pedestres. E a obesidade, doença que já afeta grande parte dos países desenvolvidos, é uma das questões que podem ser em parte solucionadas pelo desenho urbano.

Metrópole Expandida

A exposição Metrópole Expandida apresenta ensaios produzidos pelo ateliê de Mestrado em Desenho Urbano (MSAUD) da Escola de Pós-Graduação em Arquitetura da Universidade de Columbia (GSAPP), na escala territorial da metrópole fluminense, com foco na Região do Médio Paraíba. Esse estudo contou com a colaboração da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (FAU-UFRJ) através do Programa de Pós-Graduação em Urbanismo (PROURB) e do Centro Universitário Geraldo Di Biase (UGB) em Volta Redonda.