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Desenho Urbano: O mais recente de arquitetura e notícia

Antes e Depois: 30 fotos que mostram que é possível projetar para os pedestres

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Proporcionar mais espaço aos pedestres é uma das principais metas dos projetos de renovação urbana em muitas cidades do mundo.

Recorrendo à distribuição do espaço público, que implica, muitas vezes, em restringir o espaços dos automóveis - seja nas ruas ou estacionamentos -, plantar mais árvores, construir mais calçadas e ciclovias e estabelecer novas zonas de lazer, é possível projetar lugares mais acolhedores, com menos congestionamento viário e que fomentam o uso de meios de transporte sustentáveis, como as caminhadas e o ciclismo.

Espaço Público de Ogmios / DO ARCHITECTS

Espaço Público de Ogmios / DO ARCHITECTS - Espaço PúblicoEspaço Público de Ogmios / DO ARCHITECTS - Espaço PúblicoEspaço Público de Ogmios / DO ARCHITECTS - Espaço PúblicoEspaço Público de Ogmios / DO ARCHITECTS - Espaço PúblicoEspaço Público de Ogmios / DO ARCHITECTS - Mais Imagens+ 7

  • Arquitetos: DO ARCHITECTS; DO ARCHITECTS
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  12
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  Lunawood

IKEA lança projeto de habitação "Do it Yourself"

Faz tempo que a IKEA caiu nas graças do povo, e porque não, de grande parte da comunidade de arquitetos. O conceito de "Do it Yourself" parece cada vez mais apelativo em uma sociedade cada dia mais individualista. Seus móveis de design simples e requintado passaram a ser objetos de desejo de tal forma que a IKEA se tornou um sinônimo de design, praticidade e beleza. Todos os dias, do Japão aos Estados Unidos e da Noruega à Honk Kong, casas inteiras são montadas exclusivamente com móveis da IKEA. Pensando nisso, a empresa multinacional fundada na Suécia está planejando alçar voos mais altos: construir casas inteiras. Durante o último Democratic Design Days, um evento anual onde a IKEA apresenta as suas novidades para o mundo, a empresa lançou o The Urban Village Project, uma colaboração desenvolvida em parecia com o SPACE10 (Laboratório de Pesquisa da IKEA) e o EFFEKT Architects. Após dois anos de pesquisas e prototipagem, o The Urban Village está pronto para ser divulgado ao público, uma nova maneira de projetar, construir, compartilhar e habitar nossas cidades.

IKEA lança projeto de habitação "Do it Yourself" - Image 1 of 4IKEA lança projeto de habitação "Do it Yourself" - Image 2 of 4IKEA lança projeto de habitação "Do it Yourself" - Image 3 of 4IKEA lança projeto de habitação "Do it Yourself" - Image 4 of 4IKEA lança projeto de habitação Do it Yourself - Mais Imagens+ 25

Por que a tecnologia nem sempre é a resposta para tornar as cidades mais inteligentes?

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Inovação e tecnologia geralmente são apresentadas como dois conceitos semelhantes, quando não utilizadas como sinônimos. Entretanto, quando se trata de resolver os atuais problemas de nossas cidades, tecnologia nem sempre é a melhor solução.

A inovação, por outro lado, deve ser uma atuação responsiva, a qual considera todas as funções e processos de uma cidade, incluindo suas carências e potencialidades. Tecnologia pode sim ajudar, mas isso não significa que devemos confiar cegamente em tudo aquilo que surge com a promessa de resolver todos os nossos problemas. 

Meganom propõe investir nas periferias para melhorar a qualidade da vida urbana

Meganom propõe investir nas periferias para melhorar a qualidade da vida urbana - Image 1 of 4Meganom propõe investir nas periferias para melhorar a qualidade da vida urbana - Image 2 of 4Meganom propõe investir nas periferias para melhorar a qualidade da vida urbana - Image 3 of 4Meganom propõe investir nas periferias para melhorar a qualidade da vida urbana - Image 4 of 4Meganom propõe investir nas periferias para melhorar a qualidade da vida urbana - Mais Imagens+ 11

Enquanto as grandes cidades se esforçam para recuperar e revitalizar áreas urbanas centrais, zonas periféricas geralmente são ignoradas ou esquecidas. Geralmente, e com pouquíssimas exceções, o centro de uma cidade é onde se encontra a maioria das infra-esturturas urbanas, serviços públicos e principalmente, uma maior acessibilidade aos sistemas de transporte público. Em si só, isso é um motivo bom o suficiente para que uma cidade se esforce em manter a qualidade e a vitalidade de suas áreas centrais. Entretanto, isso também significa que políticas públicas voltadas tão somente para áreas centrais e que, por outro lado, negligenciam áreas periféricas - historicamente pobres e carentes em infra-estrutra urbana -, penalizam duplamente as zonas mais afastadas e principalmente, a população que ali vive. Com isso em mente, o escritório russo de arquitetura Meganom desenvolveu um projeto chamado de "Dvorulitsa", o que significa literalmente "rua -jardim". Dvorulitsa é um projeto de desenvolvimento urbano que pretende contribuir com a recuperação de áreas periféricas de Moscou. A ideia é um desdobramento de um antigo projeto do estúdio fundado por Yury Grigoryan e Iliya Kouleshov. Desenvolvido em 2013, "Archaeology of the Periphery," foi um projeto de recuperação de um antigo estaleiro que apresentava o conceito de "super parque", uma alternativa para a transformação da periferia das cidades pós-soviéticas.

8 Estratégias de planejamento, desenho e mobilidade para criar ruas mais seguras

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Apesar de mais de 1,35 milhões de pessoas perderem a vida em acidentes de trânsito todos os anos, esse tipo de fatalidade não tem a mesma atenção de políticos e da mídia quando desastres de avião, trem ou embarcações. Algumas acreditam que as mortes em acidentes com veículos são parte da rotina ou inevitáveis – mas elas não precisam ser.

Por que a arquitetura pode ser o melhor investimento para a segurança nos espaços públicos?

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Por que a arquitetura pode ser o melhor investimento para a segurança nos espaços públicos? - Image 1 of 4Por que a arquitetura pode ser o melhor investimento para a segurança nos espaços públicos? - Image 2 of 4Por que a arquitetura pode ser o melhor investimento para a segurança nos espaços públicos? - Image 3 of 4Por que a arquitetura pode ser o melhor investimento para a segurança nos espaços públicos? - Image 4 of 4Por que a arquitetura pode ser o melhor investimento para a segurança nos espaços públicos? - Mais Imagens+ 15

A arquitetura é poderosa, e assim como a energia nuclear, ela depende da forma como é utilizada. Pode criar cidades inabitáveis, mas também pode criar cidades mais seguras e melhorar nossa qualidade de vida.

Em diversos exemplos, o desenho urbano forneceu uma resposta aos espaços públicos deteriorados ou abandonados, o que não só evidencia o quanto a organização e a iluminação são imprescindíveis, mas também permite considerar os usuários e gerar espaços para o encontro.

Da China à Colômbia, 5 cidades tornam suas ruas mais seguras através do desenho urbano

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Em 2015, a comunidade global se comprometeu a reduzir pela metade as mortes e ferimentos gravesdecorrentes de acidentes de trânsito até 2020. Mas as ruas das cidades ainda não são seguras. Mais de 3.200 mortes nas vias ocorrem todos os dias, e este número deverá triplicar até 2030, à medida que aumenta o número de veículos nas ruas. Um adicional de 20 a 50 milhões de pessoas são feridas e deixadas com deficiências permanentes.

Cobe projeta novo centro de visitantes e produção da cervejaria LERVIG da Noruega

Em breve, os moradores de Stavanger, Noruega, poderão o processo de fabricação da cerveja LERVIG em seu novo centro de visitantes e produção projetado pelo escritório dinamarquês COBE. Localizado em um antigo pier industrial, o edifício oferecerá uma série de novos serviços e espaços no centro de Stavanger, como jardins e um mercado de rua. Destes pontos, os visitantes poderão observar os tanques e o processo e fermentação acontecendo no interior do edifício.

A diferença entre o ocupar e o habitar

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Os projetos públicos de habitação social costumam ser frustrantes mais por uma questão filosófica do que política. Como princípio piramidal: o espaço, quando é matematicamente considerado, não tem sítios nem lugares. Ou seja, quando o objetivo é construir apenas as urgências através do máximo possível de moradias, em detrimento da qualidade de vida, não se cria condições de habitabilidade.

O filósofo alemão Martin Heidegger tratou de pensar a questão da construção em relação ao habitar em um congresso de arquitetura, em 1951, no qual se discutia a reconstrução da Alemanha no pós-guerra. Ele pretendia discutir o sentido do habitar antes de pensar na reconstrução; isso era o fundamental para ele. Não se tratava de resolver problemas técnicos, econômicos e políticos relativos à construção, mas sim de pensar sobre a relação entre o habitar e o construir e talvez essa indagação nos ajude a encontrar a “alma” que falta nas áreas de “não-cidade”.

La Serpentina, um jogo infantil urbano projetado por ELEMENTAL para Somos Choapa

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No centro do Parque Cultural de Valparaíso (Chile), um novo jogo infantil urbano capturou a atenção e a energia de crianças de todas as idades nas últimas duas semanas: é uma estrutura metálica de 40 metros de comprimento que contém um caminho ondulado colorido onde crianças correm, pulam, se escondem e deslizam.

Trata-se de La Serpentina, um dos projetos públicos espaciais que o escritório ELEMENTAL (Alejandro Aravena) construirá para Somos Choapa no Chile, e que por estes dias, faz uma parada em Valparaíso por ocasião da XX Bienal de Arquitectura y Urbanismo de Chile.

Após a concepção de dispositivos similares implantados no perímetro do Parque Bicentenário da Infância (2012) em Santiago, La Serpentina é uma das duas intervenções com as quais a Somos Choapa participa da Bienal. O segundo é um modelo interposto com uma série de telas de toque implantadas no recinto principal do Parque Cultural de Valparaíso, representando mais de 100 iniciativas concretas do projeto.

Vagas de estacionamento custam caro para quem não tem carro

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Quanto mais carros nas ruas, mais vagas de estacionamento são necessárias. Não é incomum que as pessoas se questionem se existem vagas suficientes. Mas provavelmente o problema é que perguntas erradas levam a respostas erradas. Na verdade, não faltam vagas: sobram carros. O que acontece de fato é que quanto maior a oferta de vagas, maiores as chances de que as pessoas escolham o automóvel como transporte individual, o que gera, claro, maior demanda por vagas. 

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Seis princípios para tornar as cidades mais seguras a partir do desenho urbano

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É assustador o fato de que 1,25 milhão de pessoas morrem a cada ano em acidentes de trânsito. Diversos fatores contribuem para esse alto índice, porém a maneira como as cidades são construídas é a principal responsável por esse cenário. E se um guia prático pudesse ajudar as cidades a salvarem mais de 100 pessoas por dia? O Nossa Cidade deste mês tratará do tema Segurança Viária. Para começar, apresentamos as soluções propostas pela publicação O Desenho de Cidades Seguras.

Elaborado pelo WRI Ross Centro para Cidades Sustentáveis, o guia fornece aos gestores e projetistas um compilado de orientações e exemplos de intervenções no desenho viário que ajudam a reduzir os acidentes e as mortes no trânsito. O Brasil é, atualmente, o quarto país que mais mata no trânsito. Essas fatalidades custam cerca de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Outras economias emergentes como México, Indonésia, Turquia e China também têm grandes prejuízos econômicos com as mortes no trânsito. São também nos países de baixa e média renda em que 90% das fatalidades em acidentes ocorrem.

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6 Dicas para projetar ruas preparadas para enfrentar as chuvas

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6 Dicas para projetar ruas preparadas para enfrentar as chuvas - Imagem de Destaque
© NACTO

A Associação Nacional de Funcionários de Transporte Urbano de Nova Iorque, NACTO, lançou um novo guia orientado a melhorar o desenho das ruas, desta vez focado em como esses espaços públicos podem estar melhor preparados para enfrentar as chuvas.

A partir da perspectiva de que na cidade é mais complexa a absorção das águas pluviais devido à alta presença de concreto, seja nos edifícios, nas diversas infra-estruturas viárias, ou nas calçadas, torna-se necessário introduzir mudanças para melhorar a qualidade de vida.

Por isso, no novo guia desenvolvido em colaboração com o setor de Cidades Sustentáveis da Fundação Summit, são propostas estratégias orientadas a tornar as ruas locais mais seguros, sobretudo através da mobilidade, para que as cidades tenham uma melhor relação com seus corpos d'água já existentes.

FGMF Arquitetos realizará Workshop no CURA no final de Julho

WORKSHOP | ÂNCORAS DE URBANIDADE
os equipamentos urbanos como deveriam ser

Como fazer calçadas ativas?

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Como fazer calçadas ativas? - Image 4 of 4
© Cidade Ativa
Como fazer calçadas ativas? - Image 5 of 4

Uma cidade inclusiva, resiliente e saudável, deve, em primeira instância, colocar seus cidadãos como prioridade no planejamento e desenho urbano, com estratégias que ofereçam a eles boas experiências e que atendam às suas necessidades. As calçadas, como importantes elementos na rede de espaços públicos das cidades, são um território complexo pensado, geralmente, a partir de conceitos técnicos e construtivos que desconsideram aqueles que usufruem e transitam nestes espaços. É nesse contexto que se propõe o Safári Urbano, uma ferramenta para analisar calçadas a partir da experiência dos pedestres.

Cinco mantras do desenho urbano por Héctor Vigliecca

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Costumo dizer aos arquitetos com os quais trabalho que pratiquem esse “mantra” todos os dias, pois sintetizam para mim os critérios básicos para o raciocínio do desenho urbano:

Como desenvolver estratégias para o desenvolvimento urbano no entorno dos corredores de transporte

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Ampliar o acesso das pessoas ao transporte público e às oportunidades da cidade é o atual grande desafio dos grandes centros urbanos brasileiros. É preciso pensar no futuro como um cenário de ruas mais vibrantes, onde é seguro caminhar, usar a bicicleta ou o transporte público. Construir esse cenário é o objetivo do Desenvolvimento Orientado ao Transporte Sustentável (DOTS), tradução do termo original em inglês “Transit-Oriented Development”.

Como desenvolver estratégias para o desenvolvimento urbano no entorno dos corredores de transporte - Image 3 of 4