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Desconstrutivismo: O mais recente de arquitetura e notícia

Adeus aos mestres: homenagem aos arquitetos que perdemos em 2025

Todos os anos trazem novas ideias, projetos e deslocamentos na cultura arquitetônica, mas também marcam a perda de vozes que moldaram a disciplina ao longo de décadas. A arquitetura avança, mas também se constrói por meio da ausência. Quando desaparecem figuras que ajudaram a formular sua linguagem e suas ambições, o que fica vai além de obras concluídas ou textos influentes. A ausência se torna um limiar — um momento em que a disciplina pausa para compreender o que permanece, o que se transforma e o que continua a nos orientar. Essas perdas nos lembram que a arquitetura é uma construção longa e coletiva, sustentada não apenas por quem atua no presente, mas também por aqueles cujas visões seguem moldando a maneira como pensamos cidades e paisagens.

Os arquitetos e pensadores que perdemos em 2025 vieram de contextos muito distintos, mas as questões que atravessaram seus trabalhos frequentemente se cruzam. Alguns abordaram a cidade a partir da identidade, do simbolismo e da continuidade histórica, buscando ancorar o ambiente construído na memória cultural. Outros a interpretaram por meio da precisão técnica, dos sistemas ecológicos ou da experimentação radical, expandindo os limites do que a arquitetura pode ser e de como pode ser vivenciada. Suas obras atravessam contextos tão diversos quanto a Grã-Bretanha do pós-guerra, a urbanização acelerada da China, as vanguardas centro-europeias e as instituições culturais em transformação de Berlim e Nova York. Juntos, compõem um espectro de respostas que definiu — e continua a definir — a cultura arquitetônica dos últimos cinquenta anos, revelando a multiplicidade de formas pelas quais a arquitetura pode se relacionar com a sociedade, a tecnologia e o meio ambiente.

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Características e diferenças de 12 estilos arquitetônicos

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Panthéon em Paris. Obra neoclássica de Jacques-Germain Soufflot e Jean-Baptiste Rondelet concluída em 1758. Foto de Matthieu Gouiffes via Unsplash

Há muito tempo a história das civilizações vem sendo contada e ensinada de forma linear, com um sentido evolutivo, em prol de uma apreensão facilitada por uma didática mais direta. É fato que, muitas vezes, questionou-se esse método de pensar e organizar a forma como os eventos ou manifestações culturais aconteceram no decorrer do tempo, nas diversas partes do mundo, com suas especificidades que, muitas vezes, são deixadas de lado nas grandes narrativas históricas produzidas, sobretudo, no âmbito ocidental e, mais ainda, europeu.

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5 Movimentos artísticos de vanguarda que moldaram a arquitetura do século XX

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A síntese entre arte e arquitetura remonta à origem da própria disciplina. Das formas elaboradas do barroco à estrutura geométrica do modernismo, a arte tem sido historicamente uma determinante fonte de inspiração para muitos arquitetos, os quais se tornaram responsáveis por traduzir estilos, técnicas e conceitos em estruturas habitáveis. Pensando nisso, neste artigo procuramos explorar a influência de cinco dos principais movimentos da história da arte na arquitetura, observando a forma como os arquitetos se apropriaram de algumas de suas características mais elementares para criar as suas próprias composições arquitetônicas.

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Explicando 12 estilos da arquitetura moderna

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O modernismo pode ser descrito como um dos momentos mais otimistas da história da arquitetura, um estilo inovador inspirado por pensamento e idéias utópicas que finalmente reinventou nossos espaços de vida e trabalho, assim como a maneira como as pessoas se relacionavam entre si e com o ambiente construído. Conforme expusemos em nosso artigo AD Essentials Guide to Modernism, a filosofia moderna ainda permanece vigente no discurso arquitetônico contemporâneo, mesmo que as condições específicas que deram origem ao movimento moderno na arquitetura no início do século passado, já não tenham mais nada que ver com o mundo em que vivemos hoje.

Ao nos despedirmos do ano que marcou o centenário da Bauhaus, compilamos uma lista dos principais estilos arquitetônicos que definiram o modernismo na arquitetura. Como uma ferramenta para entender o desenvolvimento da arquitetura ao longo do século 20, esta lista tem como principal objetivo apresentar um panorama completo sobre os desdobramentos do modernismo para além de seu contexto teórico.

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Peter Eisenman: desconstrução da prática, teoria e educação

Construída, escrita ou desenhada, a obra do arquiteto, teórico e educador americano Peter Eisenman (nascido em 11 de agosto de 1932) é caracterizada pelo desconstrutivismo e por seu interesse pelos signos, símbolos e processos significação.

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O que é desconstrutivismo?

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Desconstrutivismo” (embora a palavra não conste no dicionário da língua portuguesa), poderia ser entendido como a desmontagem ou demolição de uma estrutura construída, seja por razões estruturais ou como um ato subversivo. Muito além do significado literal da palavra, o fato é que a grande maioria das pessoas, inclusive os arquitetos, mal sabem o que é realmente o desconstrutivismo.

Efetivamente, desconstrutivismo não foi um estilo de arquitetura. Muitos menos pode ser considerado um movimento de vanguarda. Não possui um conjunto de “regras” específicas ou uma estética consensual e também não foi um movimento de revolta contra os paradigmas da arquitetura moderna. Desconstrutivismo poderia ser traduzido como uma provocação, uma incitação à explorar diferentes possibilidades e uma liberdade formal ilimitada.

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Clássicos da Arquitetura: Museu do Design Vitra / Gehry Partners

Descrição enviada pela equipe de projeto. Mesmo no Vitra Campus, em Weil-am-Rhein, uma coleção de fábricas de móveis, escritórios, salas de exposição e galerias, dos quais muitos são produtos de arquitetos icônicos, o Vitra Design Museum se destaca como excepcional. Com sua forma escultural composta de volumes curvos interconectados, o museu é uma obra inconfundível de Frank Gehry - um arquiteto que construiu um legado para si mesmo sobre essas estruturas. O que pode não ser imediatamente aparente é a encruzilhada que este sereno edifício branco representa: foi neste projeto na região sudoeste da Alemanha (perto da fronteira suíça) que Gehry realizou sua primeira estrutura no que seria seu estilo atualmente.

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Clássicos da Arquitetura: Exposição desconstrutivista de 1988 no MoMA

Quando Philip Johnson foi o curador o Museu de Arte Moderna (MoMA) na "Exposição Internacional de Arquitetura Moderna", em 1932, ele fez isso com a intenção explícita de definir o Estilo Internacional. Como curador convidado na mesma instituição em 1988, ao lado de Mark Wigley (agora Decano Emérito da Columbia GSAPP), Johnson tomou a abordagem oposta: ao invés de apresentar a arquitetura derivada de um conjunto rigidamente uniforme de princípios projetuais, ele reuniu uma coleção de trabalhos de arquitetos cujas abordagens semelhantes (mas não idênticas) tiveram resultados similares. Os arquitetos que ele selecionou - Peter Eisenman, Frank Gehry, Zaha Hadid, Rem Koolhaas, Daniel Libeskind, Bernard Tschumi e o escritório Coop Himmelblau (liderado por Wolf Prix) - provaram ser alguns dos arquitetos mais influentes do final do século XX até os dias atuais. [1,2]

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Disjunções / Bernard Tschumi

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