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Comunidades: O mais recente de arquitetura e notícia

Kéré Architecture projeta centro de saúde no Burundi utilizando materiais locais e construção comunitária

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O escritório Kéré Architecture projetou um novo centro de saúde na região de Bubanza, no Burundi, cerca de 40 quilômetros ao norte da antiga capital do país, Bujumbura. Comissionado pela ONG Ineza Clinic, o projeto visa melhorar o acesso à saúde para a população rural da região, complementando os serviços do hospital geral já existente, com foco em maternidade e atendimento cirúrgico especializado. O plano de Francis Kéré distribui o programa em dez pavilhões conectados por uma via que sobe a encosta em zigue-zague em direção a um centro de visitantes, formando um complexo de 3.000 m². O projeto combina materiais provenientes da região circundante, artesanato tradicional e transferência de conhecimento, minimizando sua pegada de carbono, apoiando a economia local e fortalecendo as equipes da região. A construção já foi iniciada, e a conclusão da primeira fase está prevista para este ano.

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Sustentabilidade social: o papel do processo participativo de projeto na criação de espaços coletivos

O conceito de sustentabilidade social está cada vez mais presente nas discussões arquitetônicas contemporâneas à medida que a valorização dos usuários — por meio de necessidades subjetivas e não estáticas — tem se tornado protagonista no momento da concepção projetual. A sustentabilidade social na arquitetura trata, portanto, de projetar e construir edifícios e espaços urbanos que promovam o bem-estar, a inclusão e a coesão das comunidades. Ela se concentra na criação de ambientes que viabilizem interações sociais positivas, apoiem diversas necessidades e melhorem a qualidade de vida geral das pessoas que habitam e usam esses espaços. Uma arquitetura socialmente sustentável considera os aspectos sociais, culturais, econômicos e de saúde de uma comunidade, com o objetivo de enfrentar os desafios sociais e proporcionar benefícios de longo prazo aos moradores.

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O icônico complexo Gallaratese em Milão, pelas lentes de Kane Hulse

Após a Segunda Guerra Mundial, a falta de moradia se espalhou por grande parte da Europa e Milão não foi uma exceção. Vários planos e soluções foram concebidos para enfrentar essa crise, e comunidades satélites para acomodar entre 50.000 e 130.000 residentes foram erguidas. A primeira dessas comunidades começou a ser construída em 1946, apenas um ano após o fim da guerra: o projeto Gallaratese.

No final de 1967, o renomado Studio Ayde, liderado por Carlo Aymonino, foi escolhido para projetar o Gallaratese 2. Aymonino convidou Aldo Rossi para contribuir com suas visões singulares para uma comunidade microcósmica ideal. Juntos, os dois arquitetos italianos começaram uma jornada para moldar um ícone habitacional inovador e historicamente significativo para Milão. Registrada pelas lentes de Kane Hulse, a obra e sua importância para a arquitetura são revisitadas nesta série de fotografias.

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Heatherwick Studio lança iniciativa para promover a saúde das ruas e espaços públicos

Com muitas ruas vazias e a Associação Nacional de Serviços de Saúde do Reino Unido levada ao limite, o Heatherwick Studio propôs um novo tipo de espaço de saúde. A iniciativa Health Street se insere no coração das comunidades, reimaginando a forma como enxergamos o bem-estar e a saúde de maneira holística. Esta abordagem de fomento da saúde se baseia na integração de instalações lideradas pela comunidade nas ruas locais.

UNStudio publica guia sobre como construir comunidades no mundo pós-pandemia

Em relatório recentemente publicado e disponibilizado de forma pública e gratuita, o UNStudio procura documentar e esclarecer o processo de construção de comunidades desenvolvidos pelo estúdio neste primeiro momento de retomada pós-pandemia. Por meio de exemplos práticos, o UNStudio busca pôr em evidencia algumas das várias estratégias projetuais utilizadas tanto em projetos de arquitetura quanto de planejamento urbano que procuram favorecer e potencializar a interação humana e os processos de trocas entre as pessoas em uma era de tantos medos e incertezas. Além disso, o relatório enfatiza a importância dos chamados “terceiros lugares” e da incessante busca do estúdio por uma escala mais humana na arquitetura e no planejamento urbano, assim como a influência das novas formas e modalidades de trabalho e socialização que emergiram ao longos dos últimos anos.

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Lehrer Architects projeta micro-moradias para pessoas em situação de rua em Los Angeles

A Lehrer Architects converteu uma série de terrenos baldios de Los Angeles em espaços para micro-moradias voltadas a acolher pessoas em situação de rua—um modelo experimental concebido para combater a falta de moradia na cidade. Trabalhando em parceira com o Departamento de Obras e Engenharia da cidade de Los Angeles, a Lehrer Architects desenvolveu um projeto bastante simples porém eficiente. Casas construídas com estruturas de paletes reutilizados foram pintadas em cores vibrantes para promover o sentido de comunidade e restaurar a dignidade da população em situação de rua através da arquitetura.

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Vídeo aéreo mostra a construção de um dos maiores complexos habitacionais de Nova Iorque

O projeto da ODA New York para o Bushwick II, um complexo residencial localizado no terreno da antiga cervejaria Rheingold, está ganhando forma em Bushwick, um bairro em rápido processo de desenvolvimento em Nova Iorque. Administrado pela All Year Management, as unidades do 123 Melrose já estão sendo comercializadas. Enquanto isso, a construção do 10 Monthieth, projetado pelo Rabksy Group, acaba de ser inaugurada.

Juntos, os projetos ocupam três quarteirões inteiros da cidade, um total de mais de 125 mil metros quadrados brutos. Bushwick II será o maior complexo habitacional que este bairro de Brooklyn já viu.

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10 Exemplos de organização arquitetônica de projetos comunitários

O projeto de um espaço que reivindique a ação humana conjunta, que deixe de lado os interesses individuais para poder tratar das questões de interesse comum, evidencia a necessidade de responder às considerações da ação do encontro.

Contar com lugares compartilhados de diversos tipos é fundamental para o desenvolvimento social das comunidades, no entanto, diversas foram as experimentações ao redor do espaço de reunião e dos espaços de serviço que os alimentam. O desenvolvimento desse tipo de encontro é uma tarefa inerente ao arquiteto em seu papel ativo, social e contemporâneo no melhoramento da qualidade de vida.

A seguir, explore uma série de projetos que exemplificam tipos de organização arquitetônica em projetos comunitários.

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Como usar sacos de terra e garrafas de vidro para 'construir' uma comunidade

O projeto de C-re-a.i.d. para um povoado Maasai, no norte da Tanzânia, é uma resposta morfológica à necessidade imposta de assentar-se, utilizando materiais sustentáveis, locais e acessíveis, para redefinir sua cultura de construção.

O projeto é construído através de uma série de sacos de terra e garrafas de vidro que, além de conformar espaços privados e confortáveis, permitem uma construção rápida e fácil.

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"Cidade Dormitório" em Lima: Módulo habitável para assentamentos informais

Os arquitetos equatorianos José Fernando Gómez e Fausto Quiroz, do escritório Natura Futura Arquitectura, foram convidados a ir a Lima para intervir em um espaço na região de Lomas de Collique, por ocasião do Encuentro Nacional de Estudiantes de Arquitectura del Perú CNEA, realizado entre os dias 15 e 23 de janeiro deste ano.

O exercício foi realizado junto ao professor Lucio Torres e uma equipe de 35 estudantes de arquitetura, e resultou em um módulo mínimo habitável construído a partir de materiais básicos disponíveis na região. 

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Embarq Brasil e IAB-RJ lançam manual para incentivar o uso de bicicletas em comunidades

Apostar na bicicleta como meio sustentável de transporte em comunidades menos desenvolvidas economicamente é incentivar um modelo acessível, saudável e viável. Esta é uma das conclusões do Manual de Projetos e Programas para Incentivar o Uso de Bicicletas em Comunidades, lançado recentemente na sede do Departamento Rio de Janeiro do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RJ). O estudo foi desenvolvido pela EMBARQ Brasil em parceria com o IAB-RJ e as secretarias municipais de Habitação e Meio Ambiente do Rio.

O evento de lançamento contou com a presença do presidente do IAB-RJ, Pedro da Luz Moreira; da diretora de Relações Estratégicas e Desenvolvimento da EMBARQ Brasil, Rejane Fernandes; da gerente de Projetos da Secretaria de Habitação, Reanne Vianna; e da gerente do Plano Cicloviário da Secretaria de Meio Ambiente, Maria Lucia Navarro Maranhão. O especialista em mobilidade sustentável, arquiteto Ricardo Montezuma, também participou da cerimônia, e ministrou palestra sobre o panorama favorável a este modal no mundo.