1. ArchDaily
  2. Circular Economy

Circular Economy: O mais recente de arquitetura e notícia

Governos municipais transformam edifícios industriais em hubs de construção circular em Nova York, Londres e Bruxelas

Áudio disponível

Na última semana de agosto, o governo da cidade de Nova York anunciou um novo projeto para o MADE Bush Terminal, em Sunset Park, Brooklyn. A iniciativa consiste na transformação de um antigo edifício industrial em um centro de recuperação, armazenamento, triagem e redistribuição de materiais de construção durante um programa piloto de um ano. A proposta acompanha uma onda de centros de construção circular semelhantes lançados ou anunciados recentemente na Europa: um galpão adaptado em Bruxelas, a conversão de uma área industrial nas Royal Docks, no leste de Londres, e uma rede transfronteiriça apoiada pela CirCoFin que abrange Munique, Copenhague, Lisboa e Escócia. Cada um desses projetos reaproveita edifícios e infraestruturas industriais para apoiar o reuso de materiais de construção.

Governos municipais transformam edifícios industriais em hubs de construção circular em Nova York, Londres e Bruxelas - Image 1 of 4Governos municipais transformam edifícios industriais em hubs de construção circular em Nova York, Londres e Bruxelas - Image 2 of 4Governos municipais transformam edifícios industriais em hubs de construção circular em Nova York, Londres e Bruxelas - Image 3 of 4Governos municipais transformam edifícios industriais em hubs de construção circular em Nova York, Londres e Bruxelas - Image 4 of 4Governos municipais transformam edifícios industriais em hubs de construção circular em Nova York, Londres e Bruxelas - Mais Imagens+ 1

Um banco de madeira e a geografia dos materiais

Áudio disponível

As imagens dos bancos do High Line Park, em Nova York, correram o mundo quando o projeto foi inaugurado em 2009. Emergindo diagonalmente do mesmo material e padrão modular da pavimentação, eles transitam de forma fluida do concreto para a madeira, evocando os trilhos ferroviários que outrora ocupavam o local. Para resistir a décadas de exposição às intempéries, o projeto exigia uma espécie de madeira de durabilidade excepcional, e o ipê, extraído da Amazônia brasileira, foi o escolhido. Seu crescimento lento produz uma madeira de lei densa e de baixa porosidade, naturalmente resistente ao desgaste, à umidade e à deterioração biológica. Essa escolha, no entanto, gerou polêmica na época devido a preocupações com a certificação do manejo florestal da madeira. Essa perspectiva mais ampla transforma a forma como pensamos os materiais. Sua origem ainda importa, mas o que acontece após o fim da vida útil do edifício também é fundamental.

Decisões arquitetônicas, implicações planetárias: entrevista com a equipe curatorial da UIA 2026 Barcelona

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

Barcelona é a primeira cidade na história do Congresso Mundial de Arquitetos da UIA a sediar o evento duas vezes. A edição de 1996, Presente e Futuros: Arquitetura nas Cidades, aconteceu em um momento de forte efervescência, quando a cidade pós-olímpica consolidava um modelo urbano que se tornaria um dos mais estudados e contestados do urbanismo contemporâneo, e quando a arquitetura aprendia a pensar a grande metrópole como seu principal campo de investigação. Trinta anos depois, a mesma cidade retoma a questão sob uma condição distinta: aquela em que o ambiente construído não pode mais ser compreendido como um objeto autônomo, mas apenas por meio dos sistemas ecológicos, materiais e políticos mais amplos que o sustentam. O tema do Congresso de 2026 — Devir. Arquiteturas para um Planeta em Transição — não abandona as preocupações urbanas de 1996; ele as reabre a partir de uma escala planetária.

A equipe de curadoria por trás desta edição, formada por Pau Bajet, Maria Giramé, Mariona Benedito, Tomeu Ramis, Pau Sarquella e Carmen Torres, aborda a arquitetura como uma ferramenta crítica e transformadora enraizada no território, atuando na intersecção entre prática profissional, pesquisa e ensino. Seu programa estrutura o Congresso em torno de seis linhas temáticas interconectadas (Devir Mais-que-humano, Devir Circular, Devir Incorporado, Devir Interdependente, Devir Hiperconsciente e Devir Sintonizado) e o distribui por três locais de características bastante distintas — Les Tres Xemeneies del Besòs, o Disseny Hub em Glòries e o CCIB —, cada um escolhido tanto pelo que representa quanto pelo que pode abrigar.

Decisões arquitetônicas, implicações planetárias: entrevista com a equipe curatorial da UIA 2026 Barcelona - Imagen 1 de 4Decisões arquitetônicas, implicações planetárias: entrevista com a equipe curatorial da UIA 2026 Barcelona - Imagen 2 de 4Decisões arquitetônicas, implicações planetárias: entrevista com a equipe curatorial da UIA 2026 Barcelona - Imagen 3 de 4Decisões arquitetônicas, implicações planetárias: entrevista com a equipe curatorial da UIA 2026 Barcelona - Imagen 4 de 4Decisões arquitetônicas, implicações planetárias: entrevista com a equipe curatorial da UIA 2026 Barcelona - Mais Imagens+ 3

Do resíduo à parede: bagaço de cana-de-açúcar como material de construção de baixo carbono

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

De sistemas de revestimento acústico e térmico a blocos de alvenaria e tecidos produzidos a partir de resíduos agrícolas, a experimentação com materiais de base biológica continua a impulsionar soluções sustentáveis para a indústria da construção civil. Diante da necessidade urgente de repensar como concebemos e interagimos com os materiais que moldam o ambiente construído, profissionais, pesquisadores/as e educadores/as vêm abordando diferentes escalas de projeto e fases de planejamento, reconhecendo a importância de reduzir as emissões de carbono e o impacto ambiental do setor. Em parceria com o Projeto Bagaceira, o protótipo de painel acústico e térmico Sugarcrete®, desenvolvido pela University of East London (UEL), demonstra como o design de baixo carbono pode transformar resíduos agrícolas em materiais de construção de alto desempenho.

A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que sobrevivem ao seu uso original

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

Com 48 leitos psicogeriatras e 68 apartamentos acessíveis para cadeirantes, acomodações para cuidadores/as informais e espaço para cuidados domiciliares, o edifício De Keyzer foi inaugurado em Amsterdã em 2011. Seu programa havia sido concebido inteiramente para pessoas idosas que necessitam de assistência, mas, logo após a conclusão da obra, o edifício foi vendido a um fundo de investimento e os apartamentos começaram a ser alugados para famílias jovens com crianças.

Para os/as arquitetos/as do projeto, Tom Frantzen e Karel van Eijken, o episódio poderia ter sido interpretado como uma falha de previsão. Em vez disso, tornou-se uma confirmação. "Isso mostrou, com muita clareza, que os edifícios podem acabar sendo usados de maneiras completamente diferentes das originalmente planejadas", lembra Frantzen. A transformação só foi possível porque os apartamentos eram generosos e porque a estrutura permitia usos mais diversos do que os previstos no programa original. Caso o edifício tivesse sido projetado exclusivamente para sua função inicial, a mudança de uso provavelmente exigiria uma reforma destrutiva ou, em caso extremo, a demolição.

A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que sobrevivem ao seu uso original - Imagen 1 de 4A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que sobrevivem ao seu uso original - Imagen 2 de 4A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que sobrevivem ao seu uso original - Imagen 3 de 4A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que sobrevivem ao seu uso original - Imagen 4 de 4A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que sobrevivem ao seu uso original - Mais Imagens+ 10

Arquivo: Desconstrução e Reutilização de Materiais para uma Arquitetura Circular

Áudio disponível

A indústria da construção civil enfrenta hoje um paradoxo inevitável: a necessidade urgente de soluções sustentáveis para o futuro das cidades colide com o esgotamento do próprio termo "sustentabilidade", muitas vezes reduzido a um selo comercial vazio. Nesse cenário, a Arquivo – uma das iniciativas vencedoras do ArchDaily's 2025 Next Practices Award – surge como uma facilitadora e mediadora entre diferentes agentes da construção civil por meio do desmonte – ou melhor, da desconstrução – e do reuso de componentes construtivos. Etimologicamente, se "construção" deriva do latim construere (amontoar, reunir), o prefixo "des-" impõe uma inversão conceitual: não se trata de destruir, mas de desmontar com inteligência para compreender a lógica das partes.

Enquanto as práticas convencionais de demolição geram um enorme volume de resíduos e alto consumo energético, a Arquivo propõe o reuso como uma alternativa viável para a economia circular. A empresa atua na lacuna entre o descarte e a nova construção, guiada por uma premissa clara: "O reuso só se realiza plenamente quando o material ganha uma nova vida."

Arquivo: Desconstrução e Reutilização de Materiais para uma Arquitetura Circular - 1 的图像 4Arquivo: Desconstrução e Reutilização de Materiais para uma Arquitetura Circular - 2 的图像 4Arquivo: Desconstrução e Reutilização de Materiais para uma Arquitetura Circular - 3 的图像 4Arquivo: Desconstrução e Reutilização de Materiais para uma Arquitetura Circular - 4 的图像 4Arquivo: Desconstrução e Reutilização de Materiais para uma Arquitetura Circular - Mais Imagens+ 10

Projetando a Economia do Reuso: Como arquitetos podem construir cadeias de suprimentos, e não apenas edifícios

Ao redor da Europa — e além dela — arquitetos enfrentam um ponto de inflexão. À medida que metas de redução de emissões colidem com a escassez de materiais e com a urgência crescente dos compromissos climáticos, o ambiente construído é forçado a encarar, de forma mais profunda, como consome, circula e descarta recursos. O que antes era tratado como resíduo revela-se agora como um arquivo arquitetônico adormecido, um ecossistema urbano de materiais à espera de serem recuperados, revalorizados ou reimaginados. Nesse movimento, os arquitetos começam a assumir um papel radicalmente diferente — não apenas como autores de edifícios, mas como orquestradores dos fluxos que os sustentam.

Essa mentalidade emergente está remodelando as bases da prática. Em vez de depender de longas e extrativas cadeias de suprimento, designers começam a construir redes de ciclo fechado, criando bancos de materiais, negociando protocolos de desconstrução e participando de novas formas de mineração urbana.

Projetando a Economia do Reuso: Como arquitetos podem construir cadeias de suprimentos, e não apenas edifícios - Image 1 of 4Projetando a Economia do Reuso: Como arquitetos podem construir cadeias de suprimentos, e não apenas edifícios - Image 2 of 4Projetando a Economia do Reuso: Como arquitetos podem construir cadeias de suprimentos, e não apenas edifícios - Image 3 of 4Projetando a Economia do Reuso: Como arquitetos podem construir cadeias de suprimentos, e não apenas edifícios - Image 4 of 4Projetando a Economia do Reuso: Como arquitetos podem construir cadeias de suprimentos, e não apenas edifícios - Mais Imagens+ 3

Do lixo ao luxo: arquitetos e designers dão nova vida a objetos descartados

Acesso exclusivo | 

Um aspecto fundamental em uma economia circular é a transformação de nossa maneira de enxergar o lixo. Rotular um objeto como "resíduo" implica desvalorizá-lo e encerrar seu papel em uma economia linear tradicional. Mesmo que o objeto esteja fora de vista, sua vida continua no aterro sanitário. Essa mudança de perspectiva em relação ao lixo implica em abrir nossas mentes para as oportunidades que a abundância de resíduos apresenta. Os designers e arquitetos reunidos a seguir não apenas conseguiram eficientemente resgatar objetos descartados como também aumentaram seu valor agregado, atribuindo-lhes novo significado por meio de sua cuidadosa curadoria.

Do lixo ao luxo: arquitetos e designers dão nova vida a objetos descartados - Image 1 of 4Do lixo ao luxo: arquitetos e designers dão nova vida a objetos descartados - Image 2 of 4Do lixo ao luxo: arquitetos e designers dão nova vida a objetos descartados - Image 3 of 4Do lixo ao luxo: arquitetos e designers dão nova vida a objetos descartados - Imagem de DestaqueDo lixo ao luxo: arquitetos e designers dão nova vida a objetos descartados - Mais Imagens+ 3

Transformando resíduos de milho em um material inovador de base biológica

Acesso exclusivo | 

A prática do upcycling, predominante em setores da moda à construção, não só revitaliza itens descartados, acrescentando valor e função, mas também contribui para transformá-los em recursos valiosos. Adotar o espírito da economia circular, aproveitando resíduos agrícolas, como espigas de milho, palha de arroz e bagaço de cana-de-açúcar para materiais de construção marca uma mudança fundamental em direção a práticas sustentáveis, promovendo um sistema de circuito fechado que minimiza os resíduos e otimiza a eficiência dos recursos.

CornWall®, desenvolvido pela Stone Cycling, surge como uma inovação pioneira neste sentido. Inspirado na mudança imperativa para uma economia de base biológica, incorpora uma solução transformadora que aborda as preocupações prementes do impacto ambiental da indústria da construção. Conversamos com Ward Massa, um visionário da Stone Cycling, sobre este material. Trata-se de um material de acabamento de paredes fabricado a partir de biomassa vegetal, obtida principalmente a partir dos núcleos das espigas de milho de origem regional. Estes resíduos orgânicos estão amplamente disponíveis e destinam-se normalmente à fermentação, à queima como biomassa ou a tornarem-se simples resíduos orgânicos.

Criando ícones: um caminho para a construção de edifícios monumentais no sul global

Edifícios que são projetados para contar histórias e memórias, evocar um senso de aspiração, definir narrativas culturais e construir uma identidade nacional sempre serão importantes em todas as sociedades. Quando os edifícios têm esse poder de moldar comunidades, impactar a imagem de uma cidade e mudar o curso do crescimento socioeconômico, então podem ser identificados como icônicos. Embora o termo "icônico" seja subjetivo, é uma palavra que expande os limites da arquitetura em qualquer contexto. Ele exige originalidade espacial, propõe uma tecnologia de materiais inovadora e necessita de um investimento socioeconômico considerável para ser realizado.

No entanto, uma vez que as economias dos países em desenvolvimento do sul global nem sempre podem atender aos requisitos dessas estruturas arquitetônicas, seria possível existir um modelo socioeconômico mais adequado para estruturas monumentais nesse contexto? Os princípios graduais de mudanças e crescimentos pequenos e adaptáveis podem ser aplicados à aspiração finita e icônica dessa arquitetura?

Criando ícones: um caminho para a construção de edifícios monumentais no sul global - Image 1 of 4Criando ícones: um caminho para a construção de edifícios monumentais no sul global - Image 2 of 4Criando ícones: um caminho para a construção de edifícios monumentais no sul global - Image 3 of 4Criando ícones: um caminho para a construção de edifícios monumentais no sul global - Image 4 of 4Criando ícones: um caminho para a construção de edifícios monumentais no sul global - Mais Imagens+ 2

Integrando patrimônio e inovação: 7 instalações arquitetônicas na Dubai Design Week 2023

Entre 7 e 12 de novembro, a Dubai Design Week 2023 reuniu mais de 500 designers, arquitetos e profissionais criativos para explorar a relação entre práticas tradicionais e tecnologias emergentes. O objetivo era criar soluções que promovessem a sustentabilidade ambiental e tivessem impacto social através do design. Como um dos eventos culturais mais importantes no Oriente Médio, o festival oferece uma ampla gama de instalações, obras de arte e experiências imersivas, todas explorando tópicos importantes do design voltado para a sustentabilidade ambiental.

As intervenções e instalações deste ano se inspiraram nos ecossistemas naturais da região, assim como nas tradições e habilidades artesanais locais, combinando essas práticas com tecnologias inovadoras, explorações de biomateriais e novas abordagens para o design. Um tema recorrente entre as intervenções foi a celebração do patrimônio do Oriente Médio e o engajamento com as práticas vernaculares.

Integrando patrimônio e inovação: 7 instalações arquitetônicas na Dubai Design Week 2023 - Image 6 of 4Integrando patrimônio e inovação: 7 instalações arquitetônicas na Dubai Design Week 2023 - Image 15 of 4Integrando patrimônio e inovação: 7 instalações arquitetônicas na Dubai Design Week 2023 - Image 29 of 4Integrando patrimônio e inovação: 7 instalações arquitetônicas na Dubai Design Week 2023 - Image 36 of 4Integrando patrimônio e inovação: 7 instalações arquitetônicas na Dubai Design Week 2023 - Mais Imagens+ 43

Estratégias de design passivo são mesmo eficientes na redução da pegada de carbono?

Áudio disponível

É de conhecimento (e afirmação) geral que a arquitetura é um campo transdisciplinar. Vale-se de preceitos e saberes de outras disciplinas para que o objeto construído atue da maneira desejada. Isso pressupõe, obviamente, o locus: seu ambiente de implantação, entorno e todos os elementos que o compõem – outras construções, espécies animais e vegetais, clima etc. É possível dizer que arquitetura só pode existir dentro de um contexto, e que, escalonando a dimensão deste contexto, pode-se chamá-lo meio ambiente.

Estratégias de design passivo são mesmo eficientes na redução da pegada de carbono? - Image 1 of 4Estratégias de design passivo são mesmo eficientes na redução da pegada de carbono? - Image 2 of 4Estratégias de design passivo são mesmo eficientes na redução da pegada de carbono? - Image 3 of 4Estratégias de design passivo são mesmo eficientes na redução da pegada de carbono? - Image 4 of 4Estratégias de design passivo são mesmo eficientes na redução da pegada de carbono? - Mais Imagens+ 5

Mario Cucinella Architects divulga projeto para pavilhão italiano na Expo Osaka 2025

O escritório Mario Cucinella Architects apresentou o projeto do pavilhão italiano para a Expo Osaka 2025. A proposta foi concebida como uma entidade dinâmica, com o propósito de promover o conhecimento e a inovação por meio da interação entre diferentes gerações e culturas. Será um repositório colaborativo de experiências italianas, abrangendo experimentos artísticos, científicos e sociais. A exposição foi planejada em torno dos tesouros culturais da Itália, com o objetivo de destacá-los, desconstruí-los e reinterpretá-los de maneira contemporânea.

Mario Cucinella Architects divulga projeto para pavilhão italiano na Expo Osaka 2025 - Imagen 1 de 4Mario Cucinella Architects divulga projeto para pavilhão italiano na Expo Osaka 2025 - Imagen 2 de 4Mario Cucinella Architects divulga projeto para pavilhão italiano na Expo Osaka 2025 - Imagen 3 de 4Mario Cucinella Architects divulga projeto para pavilhão italiano na Expo Osaka 2025 - Imagen 4 de 4Mario Cucinella Architects divulga projeto para pavilhão italiano na Expo Osaka 2025 - Mais Imagens

Cidades como laboratórios vivos: os projetos de smart cities para Amsterdã, Singapura e Barcelona

Cidades são uma tela para a criatividade arquitetônica e o dinamismo da vida urbana. Nos últimos anos, elas assumiram um papel adicional: o de laboratórios vivos para uma arquitetura e um urbanismo inovadores. Cidades internacionais tornaram-se terrenos experimentais para a tecnologia arquitetônica, com práticas sustentáveis e princípios de design centrados no ser humano sendo testados e refinados. Essa mudança de paradigma não apenas transformou os aspectos físicos dos ambientes urbanos, mas também redefiniu a relação entre arquitetura, comunidade e o ambiente construído.

Cidades como laboratórios vivos: os projetos de smart cities para Amsterdã, Singapura e Barcelona - Image 1 of 4Cidades como laboratórios vivos: os projetos de smart cities para Amsterdã, Singapura e Barcelona - Image 2 of 4Cidades como laboratórios vivos: os projetos de smart cities para Amsterdã, Singapura e Barcelona - Image 3 of 4Cidades como laboratórios vivos: os projetos de smart cities para Amsterdã, Singapura e Barcelona - Image 4 of 4Cidades como laboratórios vivos: os projetos de smart cities para Amsterdã, Singapura e Barcelona - Mais Imagens+ 1

O que é madeira engenheirada?

Acesso exclusivo | 

A madeira é o concreto do futuro. Provavelmente você já deve ter ouvido essa frase, visto que, as apostas nas construções em madeira estão cada vez mais altas. Entretanto, não estamos falando das técnicas construtivas tradicionais que utilizam madeira, mas sim, desse conhecido material aliado à tecnologia de ponta.

O que é madeira engenheirada? - Image 1 of 4O que é madeira engenheirada? - Image 2 of 4O que é madeira engenheirada? - Image 3 of 4O que é madeira engenheirada? - Image 4 of 4O que é madeira engenheirada? - Mais Imagens+ 7

Arquitetura da nuvem: a pegada do data center

No contexto contemporâneo, como já foi dito inúmeras vezes, parece que vivemos no que se chama de uma era digital. Uma pandemia global aumentou a popularidade dos meios digitais de comunicação — como o Microsoft Teams e o Zoom, e o aplicativo de mensagens multiplataforma WhatsApp com mais de 2 bilhões de usuários ativos. Do ponto de vista ambiental, vemos a migração dos negócios para a “nuvem” como uma vitória da sustentabilidade. Em termos simplificados e para citar um exemplo específico, as empresas podem abster-se de armazenar dados em discos rígidos externos, e armazenar seus dados em serviços de hospedagem de arquivos online.

Arquitetura da nuvem: a pegada do data center - Image 1 of 4Arquitetura da nuvem: a pegada do data center - Image 2 of 4Arquitetura da nuvem: a pegada do data center - Image 3 of 4Arquitetura da nuvem: a pegada do data center - Image 4 of 4Arquitetura da nuvem: a pegada do data center - Mais Imagens+ 3

O que fazemos com os resíduos? A economia circular e o hemisfério sul

Muitas pessoas pelo mundo concordam que estamos passando por uma emergência climática. O relatório do IPCC, divulgado no ano passado, dificulta a leitura. Os profissionais do ambiente construído passaram a direcionar as ações climáticas, com organizações como ACAN e Architects Declare promovendo o ensino sobre o carbono e pedindo aos designers que reavaliassem sua prática.

O que fazemos com os resíduos? A economia circular e o hemisfério sul - Image 1 of 4O que fazemos com os resíduos? A economia circular e o hemisfério sul - Image 6 of 4O que fazemos com os resíduos? A economia circular e o hemisfério sul - Image 2 of 4O que fazemos com os resíduos? A economia circular e o hemisfério sul - Image 3 of 4O que fazemos com os resíduos? A economia circular e o hemisfério sul - Mais Imagens+ 7

White Arkitekter + ReGen Villages desenvolvem comunidade autossuficiente na Suécia

A White Arkitekter, em colaboração com a ReGen Villages, desenvolveu o projeto de uma comunidade autossuficiente e resiliente na Suécia, que funciona a partir de princípios de economia circular. Inspirado em jogos de computador, o projeto conta com produção de alimentos orgânicos e produção de energia de fontes renováveis, além de promover a reciclagens e contar com edifícios neutros em carbono.