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Cidades: O mais recente de arquitetura e notícia

Curso "Políticas Habitacionais: Resultados e Desafios"

Laboratório Arq.Futuro de Cidades lança curso sobre políticas habitacionais no Brasil

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Entre rachaduras e silêncios: a cidade-fantasma que assombra Maceió

Desde março de 2018, quando um tremor de magnitude 2,5 na escala Richter assustou os moradores de Maceió, a população da capital do estado alagoano passou a tomar conhecimento e, aos poucos, a lidar com as consequências de uma tragédia que logo viria à tona. Após o surgimento de uma série de rachaduras e crateras em diferentes bairros da cidade, feitas as análises geológicas devidas, foi constatada a principal causa do afundamento do solo: a atividade de extração de salgema, minério utilizado na fabricação de soda cáustica e PVC, empreendida em Maceió há mais de 40 anos pela empresa petroquímica Braskem.

Com novos tremores em novembro de 2023 e o risco iminente de desabamento das minas, o caso de Maceió voltou a ser noticiado pelas mídias brasileiras e seu desenrolar lança luzes sobre uma série de complexidades urbanas que estão implicadas na tragédia. Desde os danos físicos à infraestrutura da cidade, passando pelas remoções e deslocamentos populacionais, a inflação e a especulação imobiliária, o desenrolar dos acontecimentos provocados pelo desastre revela cenas dolorosas, no que já vem sendo tratado como uma das piores tragédias urbanas do mundo. Imersa na crise, a população da cidade sofre diante dos danos incalculáveis: "A rachadura não foi só nos imóveis, foi em nós, na alma".

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O direito à laje: vida social e outras formas de conceber o espaço

Parte da revisão e atualização da teoria arquitetônica recusa os binarismos vigentes tanto no senso comum quanto na esfera de ensino e transmissão de arquitetura. A oposição entre centro-periferia, a cidade “formal” e “informal”, o projeto como técnica e a construção como improviso são dualidades recorrentes na arquitetura, e possuem uma longa história de disputas. Apesar da hegemonia do norte-global em relação ao que deve ser a boa arquitetura, ou como se deve projetar, a realidade sempre se mostrou mais complexa, diversa e multidimensional.

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Seis arquitetas do Oriente Médio e da Ásia para conhecer

Há e sempre existiram mulheres arquitetas, planejadoras e políticas urbanas inspiradoras, mas em todo o mundo, as profissões de ambiente construído – e em particular seus escalões superiores – permanecem fortemente dominadas por homens, mais do que outras esferas, como educação ou saúde.

Hoje, 64% dos arquitetos formados no Brasil são mulheres. Na Engenharia, houve um aumento de 42% no número de mulheres registradas no CREA desde 2016. Mas, onde estão esses reflexos na sociedade brasileira? No mundo o processo é mais lento. Temos apenas 40% de mulheres arquitetas e pouquíssimas nos papéis de líderes.

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Escadarias urbanas: poesias verticais nas cidades

As escadarias desempenham um papel importante nos trânsitos e deslocamentos dentro das cidades, podendo moldar a forma como as comunidades interagem e se movem em seus ambientes urbanos. Muitas vezes despercebidas em meio à paisagem, elas são testemunhas importantes da história, conectores fundamentais, e mais do que simples elementos arquitetônicos, elas são espaços onde o ritmo da vida urbana se desenrola. Entre os prédios, morros, ladeiras e ruas movimentadas, as escadarias se revelam como palcos de deslocamentos, de encontros e desencontros, onde o tecido da cidade se entrelaça às histórias contadas a cada degrau.

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Seis a cada dez brasileiros sentem medo diante da previsão de chuvas intensas, aponta pesquisa

Diante da previsão de chuvas fortes nas regiões onde moram, 64% dos brasileiros sentem medo. Para 76% das pessoas, as cidades não estão preparadas para enfrentar chuvas fortes, tempestades ou alagamentos. Os dados fazem parte de uma pesquisa inédita realizada pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, em cooperação com a UNESCO no Brasil e o apoio da Associação Nacional de Municípios e Meio Ambiente (ANAMMA ) e da Aliança Bioconexão Urbana. O resultado completo do estudo será apresentado no dia 2 de dezembro durante a 28a Conferência de Mudanças Climáticas da ONU, a COP 28, que acontece em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

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O que o mundo ainda pode fazer para manter o aquecimento global abaixo de 1,5°C

Quando o assunto é mudanças climáticas, as manchetes às vezes parecem contraditórias. Em um dia, lemos sobre incêndios florestais catastróficos causando estragos pelo mundo; no dia seguinte, temos um artigo otimista sobre o rápido avanço da energia solar e eólica. Juntas, essas narrativas podem dificultar a compreensão do panorama geral da ação climática. Os países estão de fato implementando soluções efetivas se as emissões de gases do efeito estufa (GEE) continuam aumentando? Em que áreas o mundo tem progredido o suficiente para superar a crise climática e quais são as lacunas? Que medidas específicas são necessárias para entrarmos no rumo certo?

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Água nos espaços públicos: 15 projetos urbanos que incorporam recursos hídricos em seus desenhos

A água é essencial para todas as formas de vida na Terra, desempenhando um papel crucial na manutenção dos processos biológicos, na sobrevivência dos ecossistemas e no apoio ao bem-estar dos seres humanos. Além disso, a água – em muitas culturas – é associada à rituais e cerimônias assumindo as mais variadas simbologias.

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O que sabemos e o que não sabemos sobre o futuro do calor extremo nas cidades

2023 registrou recordes de temperatura em todo o mundo. Pessoas de diferentes regiões do planeta já enfrentam ondas de calor históricas, incêndios florestais e secas com apenas 1,1°C de aquecimento em relação aos níveis pré-industriais. Com as políticas atuais, que colocam o mundo a caminho de um cenário de 2,5°C a 2,9°C de aquecimento até 2100, o calor sufocante que sentimos este ano é apenas uma pequena amostra do futuro que temos pela frente.

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Acertos e contradições no retrofit dos centros urbanos: o caso de São Paulo

Considerada em 2022 a quinta cidade mais populosa do mundo, São Paulo é formada por uma imensidão de desafios “dignos” dos seus mais de 22 milhões de habitantes. Entre os inúmeros problemas urbanos enfrentados, o esvaziamento do centro histórico da cidade tem sido notícia recorrente há pelo menos quatro décadas,§ com governos anunciando medidas que poderiam reverter a situação. Nesse meio tempo, o mesmo centro presenciou o aumento das ocupações de moradia em prédios abandonados, trazendo à tona não apenas a importância da sua ressignificação, mas também sua vocação habitacional.

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Como a neuroarquitetura pode influenciar a percepção de segurança em espaços urbanos e edifícios

A interseção entre arquitetura e neurociência, conhecida como neuroarquitetura, emerge como um campo inovador, trazendo à tona a influência significativa do design, seja de espaços urbanos ou de edifícios, na percepção humana, incluindo o aspecto de segurança. Esta área de estudo ganha relevância em um contexto em que a arquitetura urbana não é apenas uma questão estética ou funcional, mas também um elemento crucial na criação de ambientes que promovam bem-estar e segurança.

Como a neuroarquitetura pode influenciar a percepção de segurança em espaços urbanos e edifícios - Image 1 of 4Como a neuroarquitetura pode influenciar a percepção de segurança em espaços urbanos e edifícios - Image 2 of 4Como a neuroarquitetura pode influenciar a percepção de segurança em espaços urbanos e edifícios - Image 3 of 4Como a neuroarquitetura pode influenciar a percepção de segurança em espaços urbanos e edifícios - Image 4 of 4Como a neuroarquitetura pode influenciar a percepção de segurança em espaços urbanos e edifícios - Mais Imagens+ 4

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As grades do condomínio são para trazer proteção? O dilema dos prisioneiros urbanos

Acredito que muitos leitores aqui passam pelo mesmo, digamos, “constrangimento” que eu: basta sairmos da nossa “bolha” e a defesa de questões urbanísticas que, para nós, parecem óbvias (como a necessidade de eliminação de grades e muros, a adoção de fruição pública, de permeabilidade visual, uso misto e fachada ativa, por exemplo), sempre esbarra no mesmo obstáculo — a falta de segurança pública.

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O que é um oásis urbano? Na luta contra o calor excessivo das cidades

Estamos prestes a terminar o ano mais quente dos últimos 125 mil anos. Nos últimos dias, as altas temperaturas têm influenciado negativamente o cotidiano de uma grande porção da população, principalmente aquela que passa a maior parte do dia nas ruas, longe dos espaços climatizados. O excesso de calor tem distintas fontes, entre as naturais e as catalisadas pelo homem, e com um futuro nada promissor em relação a este tema, é necessário buscar por medidas de forma estrutural para combater o modo como ele pode agravar a saúde da população.

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Planejamento participativo: moldando cidades por meio do envolvimento comunitário

Afastando-se de abordagens hierárquicas, as práticas contemporâneas adotam modelos mais inclusivos e participativos nos processos de projeto. O planejamento participativo, uma noção que prioriza envolver toda a comunidade na tomada de decisão, tem recebido reconhecimento e popularidade em todo o mundo. Cidades ao redor do planeta interpretaram o planejamento participativo de acordo com suas necessidades únicas, utilizando tecnologia e recursos governamentais para acelerar e aprimorar o processo.

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Sistema cicloviário brasileiro apresenta um cenário de desigualdade e ineficiência

O estudo intitulado Priorizar o transporte ativo por bicicletas!, publicado pelo Centro de Estudos da Metrópole (CEM), núcleo de pesquisa da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo, apresenta uma análise instrumental de planejamento relacionado ao sistema cicloviário de São Paulo, comparando o cenário atual com o que foi planejado para o futuro, sob o panorama das desigualdades.

O jornalista Flávio Soares, mestrando da Escola Politécnica (Poli) da USP, integrante da equipe de pesquisa do CEM e um dos autores do artigo, explica os principais pontos analisados para a construção de ciclovias e ciclofaixas nas cidades.

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Entenda por que o Rio de Janeiro precisa de vias mais seguras

No dia 6, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, solicitou à CET-Rio, empresa que cuida da gestão de tráfego na capital carioca, a readequação dos limites de velocidade nas vias da orla. A medida é de extrema importância considerando que, segundo a Prefeitura, mais de 600 pessoas perderam as suas vidas em sinistros no trânsito do Rio no ano passado, e mais de 60% foram devido a atropelamentos.

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A evolução da arquitetura de Viena: Barroco, Secessão e contemporâneo

Comumente conhecida como a "Cidade da Música", Viena se destaca como um testemunho vivo da evolução arquitetônica ao longo dos séculos. Ao abranger uma variedade de estilos, desde os palácios barrocos imponentes até os projetos inovadores do Art Nouveau e o movimento de Secessão de Viena, a cidade atrai visitantes por suas maravilhas arquitetônicas. O passado movimentado de Viena se reflete em sua paisagem arquitetônica, resistindo a guerras, expansões imperiais e mudanças nas tendências artísticas, enquanto mantém sua identidade única como símbolo de resiliência e reinvenção.

De Adolf Loos e Otto Wagner, pioneiros do modernismo, aos tempos de hoje, o horizonte de Viena é marcado por arquitetos internacionalmente renomados. Um exemplo é Zaha Hadid, cujos designs fluidos e futuristas ultrapassam os limites da arquitetura. O trabalho de Hadid na Biblioteca e Centro de Aprendizado na Universidade de Economia e Negócios, estabelece um contraste dinâmico com a paisagem histórica da cidade. Além disso, escritórios como o CRAB Studio, fundado por Sir Peter Cook e Gavin Robotham, introduzem experimentalismo na arquitetura de Viena, incorporando conceitos contemporâneos ao tecido urbano. Esses arquitetos e estúdios contribuem para a riqueza arquitetônica de Viena, acrescentando novos capítulos à sua história.

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Pode a arquitetura combater a intolerância?

O respeito ao próximo parece algo ainda distante de prevalecer na humanidade. Num mundo no qual as notícias nos abocanham com as mais distintas formas de violência, é sempre necessário buscar formas de encontrar o valor e a dignidade de cada pessoa e formas de respeitar o diferente. É necessário trabalhar a nossa tolerância perante o que desconhecemos e, neste sentido, a arquitetura pode ser uma importante aliada.

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