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Cidades e Natureza: O mais recente de arquitetura e notícia

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Sonhar nas ruínas: como um ritual do sono em Logroño propõe uma nova arquitetura cívica

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As cidades são cada vez mais projetadas para mitigar riscos e, para isso, precisam coletar dados sobre o clima, a infraestrutura, a biodiversidade e a fragmentação social, de modo que a linguagem da resiliência se torne parte integrante do planejamento. No entanto, as condições subjacentes que produzem a polarização, o desengajamento cívico e o colapso ecológico muitas vezes não são questionadas. As ferramentas que dominam a prática urbana tendem a abordar apenas um registro da experiência humana, enquanto as dimensões emocionais e imaginativas da transformação não são tratadas como soluções viáveis.

O filósofo Félix Guattari propôs que a transformação ecológica sustentada depende da atenção simultânea a três ecologias distintas: a ecologia da mente, a ecologia da sociedade e a ecologia do meio ambiente. As políticas ambientais hegemônicas tendem a se concentrar em apenas uma ou duas delas, achatando uma condição complexa em um problema delimitado com uma resposta clara. Rituais ancestrais nos lembram que a transformação depende de práticas que engajam simultaneamente o corpo, a comunidade e o meio ambiente.

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Renaturalizando a cidade: 6 projetos não construídos da comunidade do ArchDaily

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No contexto atual de rápidas mudanças ambientais urbanas, como ondas de calor e secas, novas prioridades estão surgindo no desenho de espaços públicos. O "rewilding" refere-se à prática de restaurar ecossistemas autossustentáveis por meio da reintrodução da biodiversidade, implementando estratégias para reverter os efeitos da perda de habitat, do declínio de espécies e da degradação dos ecossistemas. Essas estratégias podem ser identificadas nesta seleção de projetos conceituais enviados por leitores e leitoras do ArchDaily, nos quais a arquitetura é utilizada como ferramenta para restaurar o equilíbrio ecológico entre as espécies, invertendo seu papel moderno de agente de perturbação ecológica.

Diante da realidade de que as mudanças climáticas estão tornando as cidades cada vez mais inabitáveis, a população se depara com a escolha de abandonar ou transformar seus ambientes. Os projetos não construídos reunidos neste artigo oferecem alternativas transformadoras para cidades mais habitáveis, combinando estratégias de construção, arquitetura e paisagismo em parques urbanos e espaços intersticiais suburbanos. Funcionando como laboratórios ecológicos, essas propostas incorporam uma perspectiva multiespécies ao processo de projeto, adotando uma concepção de tempo mais adequada ao desenvolvimento dos ecossistemas.

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Leitura do território: as paisagens do Estudio Ome

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Sediado na Cidade do México, o Estudio Ome, fundado por Susana Rojas Saviñón e Hortense Blanchard, é um escritório de arquitetura e paisagismo que atua em florestas, terrenos vulcânicos, fragmentos urbanos e antigos sítios industriais. Vencedor do prêmio ArchDaily 2025 Next Practices Awards, o estúdio desenvolve projetos a partir da observação contínua das condições ecológicas e territoriais, em que as decisões de projeto decorrem diretamente do comportamento do solo, da água, da vegetação e do relevo.

Cada projeto começa com encontros sucessivos. O primeiro contato com o terreno se dá por meio de caminhadas e da observação prolongada, permitindo que os padrões de drenagem, a erosão e as variações sazonais se tornem legíveis antes de qualquer medição formal. Essas visitas constituem a base para interpretar tanto as camadas visíveis quanto as subterrâneas — a hidrologia e as transformações históricas que continuam a exercer influência sobre a superfície.

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Arquiteturas do olhar: 25 mirantes para experienciar a paisagem

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Os mirantes são estruturas destinadas à observação da paisagem a partir de pontos elevados. Implantados em meio à natureza ou no cenário urbano, funcionam como dispositivos que organizam o olhar e estabelecem uma relação direta entre o corpo e o território. Nessa fronteira entre o observador e a paisagem, os mirantes podem assumir diferentes configurações, desde pequenos gestos até estruturas monumentais, sempre em resposta ao contexto em que se inserem. Independente da escala, são – em certa medida -, tentativas de domesticar a vastidão, recortes precisos que tornam legível aquilo que, sem mediação, poderia se apresentar como excesso.

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Vice-presidente dos EUA Kamala Harris defende soluções baseadas na natureza

No Dia da Terra, a Vice-Presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, destacou os muitos benefícios das soluções baseadas na natureza e reconheceu o importante papel dos arquitetos paisagistas neste trabalho. Na Universidade de Miami, ela também anunciou US$ 562 milhões em financiamento para projetos de resiliência costeira, apoiando 149 projetos em 30 Estados, por meio da Iniciativa de Prontidão Climática das Costas da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA). As observações da Vice-Presidente Harris se baseiam no apoio da administração Biden-Harris ao planejamento e ao design com sistemas ecológicos de maneira equitativa.

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Conviver na Amazônia no século XXI: guia de planejamento e desenho urbano para as cidades da floresta peruana

Dirigindo-se ao universo da maior floresta tropical do mundo, o livro "Convivir en la Amazonía en el Siglo XXI: Guía de Planificación y Diseño Urbano para las ciudades en la selva baja peruana" ( em português, "Conviver na Amazônia do Século XXI: Guia de planejamento e desenho urbano para as cidades da selva baixa peruana"), foi selecionado como finalista na categoria de publicações da XII Bienal Iberoamericana de Arquitetura e Urbanismo. A edição, publicada em 2019 como parte das Publicações de Arquitetura PUCP, no âmbito do projeto CASA [Ciudades Auto-Sostenibles Amazónicas] da iniciativa Ciudades Resilientes al Clima do IDRC, FFLA e CDKN, concentra suas pesquisas no departamento de Loreto, apresentando-se como "um guia para arquitetura e desenho urbano, para assentamentos na floresta amazônica, incluindo os processos sociais a serem considerados".

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