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Ciclovias: O mais recente de arquitetura e notícia

100architects transforma ponte em Xangai em equipamento lúdico de lazer e mobilidade

O escritório 100architects desenvolveu uma proposta para recuperar a ponte peatonal Puji Road em Xangai, China. Intitulado High Loop, o projeto procura transformar a plataforma de 1km de extensão em um equipamento lúdico e colorido, sem alterar profundamente sua estrutura.

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Como a chegada dos veículos autônomos transformará nossas cidades?

Ainda não sabemos quando, mais é apenas uma questão de tempo até que os algoritmos assumam o controle de tudo, ou de quase tudo. Embora não seja nenhuma novidade, veículos auto-dirigidos ou autônomos vem sendo desenvolvidos há mais de 3000 anos quando marinheiros adaptavam cata-ventos conectados aos lemes de seus navios para que o mesmo pudesse navegar de forma independente. Acontece que ao longo dos últimos dez anos, a humanidade assistiu um esforço sem precedentes em busca do desenvolvimento de novas tecnologias de auto-direção voltadas para o aprimoramento de veículos urbanos autônomos. Atualmente, a tecnologia vem sendo testada em pelo menos trinta e seis estados dos EUA, e acredita-se que em um futuro não muito distante, 90% da frota de veículos de cidades como Lisboa e Austin poderão ser substituídos por veículos auto-dirigidos.

BIG projeta a primeira cidade da Toyota no Japão

O BIG acaba de divulgar seu mais recente projeto, a Toyota Woven City, primeiro empreendimento imobiliário da empresa no Japão. Localizado aos pés do monte Fuji, o projeto, desenvolvido em colaboração com a Toyota Motor Corporation, é a primeira incubadora urbana do mundo voltada para o desenvolvimento de estratégias de mobilidade.

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Pontos de ônibus: boa impressão ou frustração no transporte coletivo

Não depende só dos ônibus um sistema de transporte coletivo de qualidade: a qualidade também está diretamente associada a elementos adjacentes – como os pontos de ônibus. Em todas as cidades que fazem parte do Grupo de Benchmarking QualiÔnibus, esse foi o elemento apontado pela população como um dos fatores mais problemáticos. Mas o que as cidades podem fazer para melhorá-los?

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Como o desenho das ruas de São Paulo influencia nos acidentes de trânsito

Cinco brasileiros morrem em acidentes de trânsito a cada hora. Estatísticas de extrema relevância como essa podem despertar muitas reações positivas, mas nem sempre são o suficiente para mudar a realidade. Porém, saber que na cidade de São Paulo os cruzamentos concentram mais acidentes por quilômetro e que esses aumentaram 5% de 2017 para 2018, já é uma informação capaz de dar insumos aos tomadores de decisão sobre medidas que possam reduzir tais números. Agir nos cruzamentos mais perigosos salvará vidas.

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Berlim lidera ranking de mobilidade, São Paulo fica em penúltimo lugar

Berlim é líder mundial em mobilidade urbana, de acordo com o estudo Mobility Futures, da empresa de dados e consultoria Kantar, que avaliou grandes cidades do mundo. A capital da Alemanha ficou no topo da mobilidade, e isso devido a diversos fatores, principalmente maior economia nas viagens, facilidade de acesso a uma ampla rede de infraestrutura de transporte público e de serviços de compartilhamento.

Qual será o futuro dos postos de gasolina?

Ao longo das últimas décadas, postos de gasolina passaram de uma novidade à objetos onipresentes em paisagens urbanas e rurais do mundo todo. Com a popularização dos automóveis durante a segunda metade do século XX, postos de gasolina transformaram-se em uma das tipologias arquitetônicas universais mais vulgares. Hoje, somente nos Estados Unidos, existem cerca de 130.000 estruturas deste tipo espalhadas pelos quatro cantos do país, uma para cada 2.000 mil veículos da frota americana que beira atualmente os 270 milhões. No entanto, à medida que a população mundial continua migrando das áreas rurais para às cidades, áreas urbanas cada vez mais densas e com sistemas de transporte público cada dia mais eficientes e sustentáveis, é hora de reinventar esta tradicional tipologia para que ela não se torne obsoleta da noite para o dia.

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5 Cidades que são exemplos de caminhabilidade

Caminhar é mais do que um movimento mecânico: é apropriar-se cotidianamente do espaço da cidade. Estar no ambiente urbano de forma ativa, percebendo a cidade e os detalhes que dela fazem parte. Essa escolha, no entanto, nem sempre depende apenas da vontade das pessoas; está atrelada também a fatores externos, como as condições físicas e sociais dos indivíduos e a existência ou não de infraestruturas que permitam essa opção.

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7 Mitos sobre ciclovias (e qual é a verdade)

Ao passar de carro ao lado de uma ciclovia, é difícil não ouvir um comentário como “ela está sempre vazia”, “isso tira espaço dos carros” ou “as lojas perdem clientes”. Mas será que essas afirmações têm algum fundo de razão? Veja alguns mitos muito populares sobre as ciclovias – e qual é a verdade sobre elas.

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Ciclovias do mundo - Conheça o OpenCycleMap

Há um certo tempo o planejamento cicloviário se tornou um tópico prioritário para diversos países no mundo que buscam seriamente mitigar os problemas causados pela extrema urbanização. Nesse sentido, vale conferir quais países estão aumentando suas malhas cicloviárias e entender quais os padrões de desenvolvimento estabelecidos para cada uma delas. O OpenCycleMap é um projeto que permite ver claramente quais são esses países e analisar suas redes com um enorme nível de detalhe.

Abertura Expo (I)Mobilidades: Trajetórias e Narrativas + Roda de Conversa

O Coletivo Sabinada convida para a abertura da exposição (I)Mobilidades: Trajetórias e Narrativas, realizada pelo Coletivo Sabinada, que integra o projeto de experimentação artística "(I)Mobilidade Urbana: Percursos e recortes de uma problemática social construída e invisibilizada" (edital PIBExA 2018/PROEXT-UFBA). Cinco artistas do novo cenário cultural baiano - Ana Elisa Improta, Tita Anjos, Oliver Dorea, Diego J. Cardoso, Milena Ferreira e Janusberg Barbosa - foram convidados a criara obras a partir da pesquisa elaborada pelo Coletivo Sabinada sobre a mobilidade dos estudantes da FAUFBA. Os resultados, sistematizados em um banco de dados, foram disponibilizados aos artistas que os utilizaram como disparadores para suas produções.

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MobiliDADOS: as políticas de mobilidade urbana nas eleições de 2018

Como promover a discussão baseada em dados confiáveis durante as eleições, e a incorporação de indicadores de mobilidade urbana aos planejamentos a serem apresentados posteriormente, quandos os eleitos assumirem seus mandatos? Concentrada nesta pergunta, a equipe do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP Brasil) têm feito um esforço, em parceria com a Purpose Climate Lab, para influenciar as campanhas das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Recife.

A estratégia é promover a articulação entre organizações e movimentos sociais que atuam localmente nas agendas de mobilidade e sustentabilidade. De posse de indicadores apurados e disponibilizados na plataforma MobiliDADOS, estas organizações passam a dispor de subsídios importantes para a incidência no debate eleitoral. A ferramenta apresenta dados ilustrados e contextualizados sobre a realidade do transporte em diversas cidades e regiões metropolitanas, fornecendo insumos para questionar as propostas dos candidatos aos cargos do Executivo e do Legislativo.

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Mobilidade não é sinônimo de transporte

O termo mobilidade apareceu, nos últimos anos, de maneira crescente nos meios de comunicação, possivelmente motivado pela instituição da Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU), em janeiro de 2012, e a exigência da elaboração dos Planos de Mobilidade Urbana. No entanto, o termo mobilidade muitas vezes perde o sentido quando se torna sinônimo de transporte. Perde, já que essas duas palavras não têm o mesmo significado. Mobilidade não se resume ao transporte.

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Conectividade possibilita compartilhamento de bicicletas sem estações fixas em São Paulo

Os serviços de compartilhamento de bicicletas têm ganhado cada vez mais adeptos em diversas cidades brasileiras. Em São Paulo, o modelo da Yellow vai disponibilizar 20 mil bikes com tecnologia inovadora, sem a necessidade de retirar ou de devolver em estações. Elas terão monitoramento via GPS, através de chips da Vodafone Brasil – parceira no país da Datora Mobile – que permitem a conectividade e localização das bicicletas por aplicativo. A operação do serviço teve início no último dia 2 de agosto.

Groningen: referência holandesa em mobilidade urbana

A cidade de Groningen, localizada ao norte da Holanda, é uma referência internacional em mobilidade urbana. Com pouco mais de 200 mil habitantes, Groningen é considerada como a Capital de Ciclismo daquele país – cerca de 61% de todas as viagens na cidade são realizadas através do uso de bicicletas.

Essa mudança de mentalidade remonta à década de 70, quando as cidades holandesas começaram a ser dominadas por carros e as realidades locais foram alteradas. A tendência era realizar reformas em vizinhanças antigas que pudessem dar espaço ao deslocamento de veículos para o centro.

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Você sabe o que é necessário para promover o uso da bicicleta como meio de transporte nas cidades brasileiras?

Como já tem sido discutido em diversos países do mundo, a promoção da bicicleta como meio de transporte tem diversos benefícios para as cidades e seus cidadãos, tais como: redução de doenças crônicas (como hipertensão e doenças cardiorespiratórias), taxas menores de sobrepeso e obesidade, menos mortes e lesões no trânsito, níveis mais baixos de poluição do ar, entre outros. Apesar de constantemente disseminados todos esses impactos positivos, na América Latina menos de 10% [1] da população adulta usa a bicicleta como meio de transporte, enquanto que em países europeus como Holanda e Dinamarca, esse número ultrapassa 25% das viagens [2].

Com o objetivo de melhor compreender a relação entre ambiente construído e promoção da bicicleta no Brasil, um estudo [3] buscou entender as associações entre uso da bicicleta como meio de transporte e ciclovias e transportes de massa na cidade de São Paulo. A pesquisa foi

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Equipamentos urbanos para espaços públicos ajudam a construir uma cidade ciclável

Projetar espaços públicos sem considerar a circulação e o estacionamento de bicicletas não é mais uma opção no mundo de hoje. A acessibilidade para o tráfego livre de ciclistas também deve ser acompanhada de condições de segurança adequadas, incorporando esses dispositivos da melhor maneira possível a parques, calçadas, estacionamentos e a paisagem urbana como um todo.

Você está projetando um espaço urbano, ou os exteriores do seu projeto exigem uma conexão correta com a circulação de bicicletas? Verifique esses elementos de suporte que podem ajudar você a criar uma cidade melhor para os ciclistas.

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Como os planos de mobilidade urbana afetam a vida nas cidades

Cidades são peças fundamentais para o funcionamento de muitos países. Com o alto crescimento populacional das últimas décadas, os centros urbanos precisaram enfrentar uma série de desafios, sendo um dos principais deles planejar a mobilidade. No Brasil, com a sanção da Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU), em 2012, as cidades brasileiras receberam novas diretrizes para planejar e guiar suas ações políticas para estabelecer uma mobilidade mais sustentável. Para isso, a PNMU determina a elaboração de Planos de Mobilidade Urbana para cidades com mais de 20 mil habitantes como requisito para o repasse de recursos orçamentários federais. Essa imposição visa, como consequência final, transformar as cidades e o modo como o brasileiro se desloca diariamente.

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