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Ciclovias: O mais recente de arquitetura e notícia

Sorocaba possui modelo de rede de ciclovias no Estado de São Paulo

Sorocaba possui modelo de rede de ciclovias no Estado de São Paulo - Imagem de Destaque
Epitacio Pessoa/AE via Estadão

A cidade de Sorocaba, interior de São Paulo, possui a maior rede de ciclovias do Estado, são 106 km de extensão, e possui o menor índice de acidentes envolvendo ciclistas (índice próximo a zero).

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Por Claudio Olivares Medina, Ciclismourbano.info, via Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil.

Estrada para bicicletas com 30 km de extensão foi construída na Suécia

De tempos em tempos são anunciados projetos de novas ciclovias que servirão para melhorar os deslocamentos dos ciclistas e o uso do espaço público. Mesmo estes projetos sendo um avanço em comparação à realidade dos ciclistas há alguns anos, ainda há muito a melhorar, sobretudo em entender que a infraestrutura cicloviária deve estar aliada a um plano que permita que a bicicleta transforme-se em uma real alternativa de transporte.

São Paulo terá corredores de ônibus acompanhados por ciclovias

As operações para a criação novos corredores de ônibus na cidade de São Paulo incluem também a implantação de novas ciclovias.

“Tarifa Zero” nos ônibus de Corvallis, Estados Unidos

Vídeo: Capacete invisível para bicicletas

As ciclovias deveriam ser vistas como um padrão urbano

Mobilidade Urbana e Transporte Sustentável são os temas tratados pelo ITDP na Rio + 20

Novo urbanismo de transformação e reciclagem: Projeto Madrid Centro

O Projeto Estratégico para o Centro de Madrid realizado pela iniciativa da Prefeitura da Capital constituiu a oportunidade de ensaiar um novo enfoque urbanístico capaz de afrontar os desafios derivados da globalização, mudanças climáticas e transformações. A estrutura do Projeto Madrid Centro é organizada como sintaxe inovadora de conceitos e políticas urbanísticas capazes de reinventar/reinterpretar a cidade conforme princípios de responsabilidade social, cultural e ambiental.
Madrid evoluiu desde macrocefalia centralizadora à perda de peso relativo a respeito do entorno metropolitano. Na última década, a cidade seguiu o caminho do modelo urbano anglo-saxão: crescente tendência à suburbanização metropolitana, primeiro das famílias e em segundo momento das instituições e atividades econômicas. Este processo é particularmente preocupante quando se refere às atividades mais inovadoras. O alojamento no centro manifesta uma heterogeneidade marcada. Convivem processos de modernização e de entrincheiramento de grandes bolsões de deterioração estrutural. Em síntese, pode-se afirmar que a “bolha” imobiliária experimentada durante a última década se manifestou no Centro numa polarização dos processos de “gentrificação” (atração de rendas altas suburbanas a arredores de qualidade reabilitada) e de “guetização” (consolidação de grandes bolsões de deterioração residencial vinculadas à imigração, particularmente aquela de caráter irregular).
Em relação com o espaço público e paisagem é detectado um processo de banalização e perda de identidade associado à degradação do meio ambiente urbano gerado pela preeminência do automóvel.

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Oito passos para a criação de cidades aptas para o ciclismo / Reino Unido

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