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Bienal de Veneza de 2018: O mais recente de arquitetura e notícia

Mapas do Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2018 estão à venda para ajudar a combater o coronavírus na Amazônia

O Amanhã (de)Novo, uma iniciativa sem fins lucrativos, promove a venda de 10 mapas em grande escala—produzidos para a exposição do pavilhão brasileiro na Bienal de Arquitetura de Veneza 2018—para ajudar a combater a COVID-19 no Brasil.

As cartografias revelam diferentes faces do Brasil e expõem a natureza das divisões visíveis e invisíveis que definem o país. Os mapas foram produzidos pelos curadores da exposição Gabriel Kozlowski, Sol Camacho, Laura González Fierro e Marcelo Maia Rosa em colaboração com mais de 200 profissionais de 10 disciplinas diferentes.

Entendendo o Grafton Architects, das Diretoras da Bienal de Veneza 2018

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"Quando você lê Amor em tempos de Cólera você começa a perceber o realismo mágico da América do Sul." Yvonne Farrell, Shelley McNamara e eu estávamos aninhados num canto do átrio raso do Centro Barbican falando sobre o assunto de suas mais recentes honrarias, o prêmio inaugural do Royal Institute of British Architects, concedido na noite anterior. Naquela mesma noite, as duas arquitetas irlandesas, que fundaram sua prática em Dublin nos anos 1970, também deram uma palestra sobre a Universidade de Engenharia e Tecnologia (UTEC) -seu "Machu Picchu moderno" em Lima- para um público repleto em London Portland Place.

Embora este projeto tenha colocado um foco em seu trabalho, elas foram reveladas hoje como diretoras da Bienal de Arquitetura de Veneza de 2018 - o mais importante evento arquitetônico do calendário cultural.

Como (não) projetar uma Bienal: "Freespace" é realmente um espaço livre?

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Este artigo foi originalmente publicado pela Metropolis Magazine sob o título "Taking a Second Look at This Year's Nebulous Venice Architecture Biennale."

Uma das poucas verdades incontestáveis que emergiram durante a 16ª Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza, inaugurada no último dia 26 de maio e aberta ao público até o próximo dia 25 de novembro, é que a sensibilidade e habilidade em projetar não necessariamente fazem de um arquiteto um bom curador de uma bienal.

GrupoSP participa da exposição FREESPACE na Bienal de Veneza com a instalação "unnamed spaces"

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Como parte de nossa cobertura da Bienal de Veneza 2018, apresentamos a seguir a participação do escritório paulistano GrupoSP: uma instalação intitulada "unnamed spaces" que faz parte da exposição FREESPACE. Abaixo, os arquitetos descrevem sua contribuição com suas próprias palavras.

Espaços sem nome [unnamed spaces] era uma forma pela qual o professor e artista Flávio Motta [1] costumava designar os espaços livres, gentis e abertos de arquiteturas radicais que abrigavam a imprevisibilidade da vida. Podem também se referir aos espaços abertos ou as clareiras existentes em nossa urbe.

Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2018: Muros de Ar - Cartografias

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O conceito e título Muros de ar foi pensado para responder à proposta Freespace, das curadoras Yvonne Farrell e Shelley McNamara, como uma provocação capaz de questionar: 1. as diferentes formas de muros que constroem, em diversas escalas, o território brasileiro; 2. as fronteiras da própria arquitetura em relação a outras disciplinas.

Assim, partimos para uma reflexão sobre o quanto a arquitetura no Brasil e seus desdobramentos urbanos são de fato, livres. Sem a pretensão de chegar a uma resposta, mas com a ambição de abrir a conversa para um público grande e diverso, optamos por tentar tornar visíveis processos que muitas vezes não são percebidos, em função de sua natureza ou escala. As barreiras imateriais que são erguidas entre pessoas ou bairros, e os processos de urbanização do Brasil em uma escala continental são exemplos de questões sobre as quais nos debruçamos. 

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"O lugar que permanece": Pavilhão do Líbano na Bienal de Veneza 2018

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Como parte de nossa cobertura da Bienal de Arquitetura de Veneza 2018, apresentamos o Pavilhão Libanês. Para conhecer a proposta inicial, consulte o nosso post publicado anteriormente "Pavilhão do Líbano na Bienal de Veneza 2018 Para Refletir Sobre o Ambiente Construído Através de uma Análise Sobre o Território Não Construído".

Intitulado “O Lugar Que Permanece”, o Pavilhão Libanês, na primeira participação do país na Bienal de Veneza, mostrou as características e perspectivas dos territórios libaneses não construídos e como essas terras podem melhorar o ambiente construído e suas condições de vida. A curadora Hala Younis escolheu se concentrar em Nahr Beirute (rio de Beirute) e sua bacia hidrográfica, avaliando sua base e os desafios que a acompanham, como a “natureza frágil do território, a escassez de recursos e a mercantilização”.

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Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2018: Muros de Ar - Os limites dos objetos

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O capítulo Os limites dos objetos aborda o tema Muros de ar na escala das intervenções arquitetônicas e urbanas, numa tentativa de medir a capacidade da produção brasileira recente para mediar relações conflituosas entre os domínios público e privado.

Em oposição à abordagem cartográfica, que mapeia os múltiplos tipos de barreiras que constituem o território brasileiro, esta seção apresenta objetos arquitetônicos que estimulam a transposição dos muros que estão presentes em nossas cidades. As propostas selecionadas compartilham a motivação de investigar novos modos de lidar com os limites, as divisões e as rupturas dos tecidos urbanos. Ao mesmo tempo, trazem à tona a necessidade premente de usar o projeto como uma forma de transformar condições de exclusão em possibilidades de aproximar as pessoas.

Carla Juaçaba fala sobre sua capela para o Pavilhão do Vaticano na Bienal de Veneza 2018

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Carla Juaçaba foi uma das dez arquitetas selecionadas pelo Vaticano em sua primeira participação na Bienal de Arquitetura de Veneza. Juntando-se a nomes como Norman Foster, Eduardo Souto de Moura e Smiljan Radic, a arquiteta brasileira contribuiu com uma capela que apresenta "a síntese dos elementos da igreja católica", articulando a cruz e o banco para criar um espaço de contemplação em uma clareira na ilha veneziana de San Giorgio Maggiore.

Stadium: Pavilhão do Chile na Bienal de Veneza 2018

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Stadium, pavilhão do Chile na Bienal de Veneza 2018, é apresentado através da construção de um modelo em grande escala do Estádio Nacional de Santiago, com o objetivo de ilustrar as políticas habitacionais locais.

A exposição, com curadoria da arquiteta Alejandra Celedón, busca fazer com que esses elementos - frágeis e pesados ao mesmo tempo - contem a história do momento em que os cidadãos "sem-teto" se tornam proprietários pela primeira vez, como "fragmentos simbólicos desta transmutação. "

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En Reserva: Pavilhão do Peru na Bienal de Veneza 2018

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En Reserva, pavilhão do Peru na Bienal de Veneza 2018, tenta mostrar a existência de uma camada milenar escondida na cidade de Lima, revelando sua generosidade urbana e arquitetônica através de diferentes escalas.

A exposição, com curadoria das arquitetas Marianela Castro de la Borda e Janeth Boza e do jornalista Javier Lizarzaburu, apresenta uma grande caixa que é percorrida de maneira perimetral, convidando o visitante a reconstruir as ligações entre o passado e o presente para, então, imaginar o futuro.

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Catalunha na Bienal de Veneza 2018: exposição "Dream and Nature" por RCR Arquitectes

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Rafael Aranda, Carme Pigem e Ramón Vilalta, vencedores do Prêmio Pritzker 2017, estão presentes na Bienal de Veneza 2018 com o projeto "Dream and Nature" [Sonho e Natureza], representante da Catalunha, com co-curadoria da jornalista Pati Núñez e do arquiteto Estel Ortega.

Como parte dos eventos paralelos da Bienal, a instalação apresenta as pesquisas, ideias e sonhos por trás de seu projeto de reconversão de La Vila, no Vall de Bianya (Girona):

O objetivo é que quem visita o espaço sinta um imenso desejo de conhecer La Vila, além de perceber a força da natureza, uma força que pode transformá-lo. Gostaríamos de tornar El Sueño uma experiência muito sensorial.

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Muros de Ar: curadores apresentam o pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2018

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Muros de Ar é o tema que norteia a participação brasileira na 16ª Exposição Internacional de Arquitetura em Veneza. Com curadoria conjunta de Laura González Fierro, Sol Camacho, Gabriel Kozlowski e Marcelo Maia Rosa, o Pavilhão do Brasil reúne 17 projetos de diferentes regiões do país, selecionados a partir de uma chamada aberta, além de uma série de grandes desenhos cartográficos que abordam diferentes aspectos da urbanização do país através das lentes da arquitetura.

Instalação de Atelier Marko Brajovic transforma grades em mobiliário urbano no Pavilhão do Brasil em Veneza

Como parte da participação brasileira na Bienal de Veneza 2018, intitulada Muros de Ar, o Atelier Marko Brajovic levou a instalação NSDC, que propõe o redesenho de grades da cidade em mobiliários urbanos, considerando o processo de design como uma ferramenta de transformação, usada para moldar a paisagem urbana e seu uso.

Pavilhão da China na Bienal de Veneza 2018 investiga possibilidades para um futuro rural

Como parte de nossa cobertura da Bienal de Arquitetura de Veneza 2018, apresentamos a proposta para o Pavilhão Chinês. Abaixo, os participantes descrevem sua contribuição em suas próprias palavras.

A motivação para esta exposição é mais do que apenas xiangchou, termo chinês que se refere à nostalgia das terras rurais. Voltamos ao campo onde a cultura chinesa surgiu para recuperar valores e possibilidades esquecidos; a partir daí, construiremos um futuro rural.
– Li Xiangning (Curador)

Um dos principais desafios enfrentados pelas cidades contemporâneas é o futuro do desenvolvimento rural. Na China, o campo se tornou uma nova fronteira para experimentos nessa área, e o país está desenvolvendo uma zona rural a uma velocidade e escala inéditas. Atraídos pela promessa de oportunidades ilimitadas, arquitetos, artistas, empreendedores - bem como fluxo de capital - estão convergindo para áreas rurais em todo o país.

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Bienal de Veneza 2018 anuncia membros do júri

Bienal de Veneza 2018 anuncia membros do júri - Imagem de Destaque
© Andrea Avezzù

A diretoria da Biennale di Venezia, por recomendação das curadoras de 2018 Yvonne Farrell e Shelley McNamara, do escritório Grafton Architects, anunciou o júri da próxima edição da Bienal.

O júri será responsável por premiar o Leão de Ouro de Melhor Participação Nacional, o Leão de Ouro de Melhor Participação na Exposição Internacional FREESPACE e o Leão de Prata para Jovem Participação na Exposição Internacional FREESPACE. Os jurados também poderão conceder uma menção especial a participações nacionais e duas menções especiais aos participantes da Exposição Internacional.

Portugal divulga os 12 projetos que farão parte de seu pavilhão na Bienal de Veneza 2018

Com seu pavilhão Public Without Rhetoric, Portuga levará à Veneza na 16ª Bienal de Arquitetura doze projetos de obras públicas "criadas num momento em que a Europa Ocidental se confronta com os seus limites e possibilidades e a arquitetura acentua o seu inconformismo, reforçando o seu papel na intervenção política e social."

Pavilhão Português na Bienal de Veneza 2018 apresenta "Public Without Rhetoric"

Como parte da cobertura da Bienal de Arquitetura de Veneza de 2018, apresentamos a proposta para o Pavilhão Português. Abaixo, os curadores Nuno Brandão Costa e Sérgio Mah explicam sua contribuição com suas próprias palavras.

Kenneth Frampton é premiado com o Leão de Ouro na Bienal de Veneza 2018 por sua trajetória profissional

Kenneth Frampton é premiado com o Leão de Ouro na Bienal de Veneza 2018 por sua trajetória profissional - 1 的图像 4
Kenneth Frampton. Image Cortesia de The Venice Biennale

O arquiteto, historiador, crítico e educador britânico Kenneth Frampton foi laureado com o Leão de Ouro por sua trajetória profissional na Bienal de Veneza de 2018. A decisão foi tomada pelo Conselho da Bienal de Veneza, presidido por Paolo Baratta, sob recomendação das curadores da Bienal, Yvonne Farrell e Shelley McNamara, do escritório Grafton Architects.

Tendo estudado na Architectural Association em Londres, Frampton é professor na Escola de Graduação em Arquitetura, Planejamento e Preservação da Universidade de Columbia, em Nova Iorque desde 1972. Também lecionou em várias outras instituições, incluindo o ETH Zurich, o Royal College of Art em Londres, e o Instituto Berlage em Amsterdã. Seu trabalho mais influente, "História Crítica da Arquitetura Moderna", foi descrito pelo presidente da Bienal, Paolo Baratta, como um livro com o qual "nenhum aluno de nenhuma faculdade de arquitetura não está familiarizado."