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Barrio Informal: O mais recente de arquitetura e notícia

A Cozinha Pública: Como os Mercados Asiáticos Transformam o Ato de Comer em Vida Cívica

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In many Asian cities, eating has never belonged entirely to the private home. It spills into markets, hawker centers, street stalls, and wholesale districts embedded within larger buildings or areas. These are places where the city exchanges information and watches other people pass through. They are not restaurants in the conventional sense, nor are they simply markets. In some way, their vibrancy and usage reflect the society's conditions at that moment. They are public kitchens: shared infrastructures where domestic routines are partially transferred into collective space.

Hong Kong's Municipal Services Buildings and curbside dining are where food is understood not only as culture, but as urban organization. The cooked-food center in the city folds eating into a larger civic machine of wet markets, libraries, and sports halls. The dai pai dong and street-side table, meanwhile, transform the curb into a temporary dining room. Looking beyond Hong Kong, similar questions emerge across the region. How do cities make room for social eating? Where does cooking happen when domestic space is limited? What kind of architecture supports the mess and heat of everyday food?

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ONU-Habitat lança guia prático para criar espaços urbanos sustentáveis

O Laboratório Urbano UN-Habitat publicou "My Neighborhood", uma publicação que oferece uma lista de princípios de projeto urbano com o objetivo de criar cidades mais sustentáveis e resilientes. Contendo ações aplicáveis ​​à escala do bairro, o guia se dedica a apresentar uma abordagem integrada que responde a setores-chave, como transporte, iniciativas urbanas locais, moradia, espaços públicos, serviços públicos e outros.

Vencedores do Prêmio UIA 2030: contribuições da arquitetura para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Na décima primeira sessão do Fórum Urbano Mundial em Katowice, Polônia, a União Internacional de Arquitetos (UIA), juntamente com a UN-HABITAT, anunciou os vencedores do Prêmio UIA 2030. Buscando reconhecer contribuições da arquitetura para a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e a Nova Agenda Urbana, esta edição premiou obras da Alemanha, Hong Kong, Argentina, Bangladesh e China dentre um total de 125 projetos de 40 países. As obras premiadas demonstram qualidade de projeto e alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

Organizado em seis categorias — Categoria Aberta; Melhorando a Eficiência Energética; Habitação Adequada, Segura e Acessível; Planejamento Territorial Participativo, Eficiente e Inclusivo; Acesso a Espaços Verdes e Públicos; e Utilizando Materiais Locais —, os jurados escolheram um vencedor por seção, mas não conseguiram identificar um vencedor geral na categoria aberta e optaram por reconhecer seis projetos como Altamente Recomendados, homenageando no total 5 premiados e 15 recomendações.

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Desenho ecológico: estratégias para cidades vulneráveis na América Latina

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Em nossas cidades, frente a todos os urgentes desafios globais que enfrentamos hoje—crises ambientais, sanitárias e econômicas—, há uma questão importantíssima a qual deveríamos tentar responder antes de todas as outras: como preparar as populações mais vulneráveis para enfrentar estes desafios?

Acontece que os dados não são nem um pouco animadores, ao mesmo tempo que a população urbana continua crescendo a um ritmo muito acelerado—produto de uma população desesperada por um futuro melhor e mais promissor—, nos encontramos com o fato de que as cidades, cada dia mais, são as principais responsáveis pela criação e o agravamento destes mesmos problemas. Nesta linha, há outro dado muito particular que tem muito a dizer sobre a atual condição de nossas cidades: 3 em cada 5 cidades da América Latina e Central encontram-se em áreas onde desastres naturais costumam ocorrer com frequência.