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Arranha-céus: O mais recente de arquitetura e notícia

As Torres de Terra de Shibam: Uma Cidade Vertical no Deserto do Iêmen

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Símbolos do desenvolvimento tecnológico e da densidade urbana, os edifícios em altura, tal qual conhecemos hoje, surgiram no final do século XIX, principalmente nos Estados Unidos, como resposta ao crescimento acelerado do comércio urbano e à necessidade de expandir as cidades sem ocupar mais território. O termo arranha-céu, por exemplo, foi cunhado na década de 1880 e originalmente se referia a edifícios com cerca de 10 a 20 pavimentos — uma altura impressionante para a época.

No entanto, a ideia de construir verticalmente é bem mais antiga do que os arranha-céus de aço e vidro sugerem. Muito antes da revolução industrial, algumas sociedades já experimentavam formas de urbanização vertical como solução para limitações de espaço, defesa territorial ou adaptação ambiental.

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Como os edifícios super altos estão envelhecendo?

Em 1853, na Feira Mundial de Nova York, um senhor de terno e cartola subiu a uma plataforma suspensa e ordenou que a corda a qual a sustentava fosse cortada. Ele caiu alguns centímetros, mas o sistema de segurança entrou em ação e a plataforma se manteve estável para delírio da multidão que estava assistindo. Nesse momento, talvez nem Elisha Graves Otis tivesse dimensão de como sua invenção iria mudar definitivamente o rumo da arquitetura.

Com o invento do elevador, o céu se tornou o limite, e a partir de então os primeiros edifícios de 7 a 10 andares começaram a surgir. Mosette Broderick, diretora de Estudos de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Nova York, comenta que o Edifício Equitable Life Assurance, inaugurado em 1870 com sete andares, causava fascínio e medo ao mesmo tempo. O último andar, por exemplo, raramente era alugado.

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Nikken Sekkei conclui o maior arranha-céu em balanço do mundo em Dubai

A escritório japonês Nikken Sekkei acaba de concluir uma nova construção no distrito financeiro central de Dubai, abrangendo o "maior balanço do mundo", que flutua a 100 metros do solo. Composto por duas torres conectadas por uma ponte horizontal fechada, o "One Za'abeel" atua como um novo ponto de entrada para a cidade. Projetado para ser um símbolo do crescimento e expansão de Dubai, o projeto oferece fácil acesso à região central da cidade. O plano inclui restaurantes, espaços comerciais, locais de trabalho e acomodações em hotel.

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Visão 2030 da Arábia Saudita através de mega projetos

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A Arábia Saudita, em meio a uma transformação significativa, não apenas está alterando sua paisagem, mas também redefinindo sua identidade em nível global. Como parte da Visão 2030, que orienta suas ações, o reino está empenhado em promover novos desenvolvimentos, com o objetivo de revitalizar a cultura e diversificar a economia. A capital, Riade, está na vanguarda dessa transformação ao sediar a Expo Mundial de 2030. Isso representa o compromisso do país com o progresso, enquanto vários mega projetos estão em andamento, transformando a estrutura do reino.

Em meio aos diversos projetos, várias empresas de renome estão envolvidas em mega projetos em diferentes escalas. O renascimento cultural, por exemplo, é evidenciado pela Ópera de Snøhetta em Diriyah, enquanto a Torre de Jeddah segue uma trajetória que superará o Burj Khalifa. Ao mesmo tempo, a conversão de uma usina de dessalinização em Jeddah pelo Heatherwick Studio em um próspero centro cultural demonstra a reutilização de espaços industriais. Desde os projetos costeiros da Foster + Partners até os arranha-céus no centro da cidade que estão redesenhando o horizonte, o país passa por transformações significativas em seu ambiente construído.

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One High Line: torres torcidas do BIG estão próximas de serem concluídas

Imagens divulgadas pelo BIG mostram o One High Line próximo da conclusão. Localizado na "Architecture Row", em Nova York, o conjunto de torres torcidas marca o horizonte do Rio Hudson junto de vizinhos como o edifício IAC de Frank Gehry, o Museu de Arte Americana de Renzo Piano e The Chelsea Nouvel ("100 Eleventh Avenue") de Jean Nouvel, juntamente com futuros projetos de Thomas Heatherwick e outros arquitetos renomados. As duas torres projetadas pelo BIG criam um pátio central que ativa o espaço público com instalações comerciais e de varejo. A parte externa das torres e boa parte dos interiores estão concluídos, e o pátio deverá ser finalizado no início de 2024.

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MVRDV e Space Encounters trabalham juntos para criar um novo modelo de sustentabilidade em Amsterdã

A proposta do MVRDV e do Space Encounters para uma torre residencial de 22 andares está prestes a ser implementada no bairro de Sluisbuurt, em Amsterdã. Com o objetivo de fortalecer a comunidade, o edifício possui uma estrutura de madeira, uma fachada que gera energia e muitos espaços comunitários. O projeto busca servir como um modelo de sustentabilidade ambiental.

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NEOM apresenta dois arranha-céus costeiros futuristas na Arábia Saudita

O ambicioso mega projeto NEOM da Arábia Saudita divulgou seu mais recente empreendimento: Epicon, um sofisticado destino costeiro que redefine os padrões de hospitalidade e arquitetura na região do noroeste saudita. Estrategicamente situado ao longo do Golfo de Aqaba, Epicon surge com duas torres imponentes, moldando o skyline com um hotel e luxuosos apartamentos.

O arrojado projeto compreende duas torres, uma de 225 metros e outra de 275 metros de altura. Elas abrigam um hotel premium com suítes e apartamentos exclusivos. Epicon se vende como um refúgio para escapar da rotina, proporcionando experiências que variam de alta gastronomia a esportes aquáticos.

Torre Guangxi China Resources vence o prêmio de "Melhor Edifício em Altura" de 2023

A Torre Guangxi China Resources foi reconhecida com o prestigioso prêmio de "Melhor Edifício em Altura" de 2023 pelo Conselho de Edifícios Altos e Habitat Urbano (CTBUH). A torre de 403 metros de altura em Nanning, China, é um projeto da Goettsch Partners (GP) e foi construída pela CR Land. Com 86 andares e mais de 270 mil metros quadrados, a torre abriga o hotel Shangri-La Nanning, além de espaços de escritórios e áreas comerciais.

Economia da biofilia: o sentido de projetar com a natureza

Este artigo foi originalmente publicado em Common Edge.

Um simples passeio no parque tranquilizará até mesmo o indivíduo mais tenso. Mas e quanto aos lugares onde as pessoas passam muito mais tempo, como escolas, escritórios e hospitais? Qual papel a arquitetura pode desempenhar na incorporação da natureza nesses ambientes? E qual o custo adicional disso? Bill Browning publicou um livro - The Economics of Biophilia: Why Designing With Nature in Mind Makes Financial Sense, 2nd Edition (escrito com Catie Ryan e Dakota Walker) - argumentando que o custo de trazer a natureza para ambientes construídos não é proibitivo, mas aditivo. Um estrategista ambiental com uma longa história em construção sustentável, Browning é um dos sócios (com os arquitetos Bob Fox e Rick Cook) da consultoria de design sustentável Terrapin Bright Green. Recentemente conversei com Browning sobre arquitetura biofílica – e, como ele foi membro fundador do conselho de administração do Green Building Council dos EUA, também sobre os pontos fortes e fracos do sistema de classificação LEED.

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Construção do arranha-céu mais alto do mundo é retomada após 5 anos parada

Após uma pausa de cinco anos, a construção da Torre Jeddah na Arábia Saudita foi retomada. Com o objetivo de se tornar o arranha-céu mais alto do mundo e superar o Burj Khalifa dos Emirados Árabes Unidos, a torre projetada por Adrian Smith + Gordon Gill Architecture começou a ser construída em 2013. O projeto enfrentou muitos atrasos, incluindo uma pausa em 2018 e outros contratempos devido à pandemia de Covid-19.

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Arranha-céus de madeira: uma tipologia de baixa emissão de carbono para o século XXI

A madeira, um material de construção milenar, deixou uma marca significativa na evolução da arquitetura. Estruturas como casas geminadas e antigas catedrais têm testemunhado o uso criativo da madeira como principal material construtivo. Com o avanço da tecnologia e o crescimento vertical das paisagens urbanas, a madeira emergiu como uma forte concorrente do aço e do concreto no projeto de arranha-céus.

Recentes avanços na engenharia, na ciência dos materiais e nas técnicas de construção abriram portas para uma nova era de experimentação, permitindo a construção de arranha-céus de madeira em todo o mundo. Eles representam uma mudança em relação aos métodos tradicionais de construção, combinando funcionalidade com a preocupação com o meio ambiente. A madeira, como material, com sua resistência mecânica e ao fogo, é uma esperança para uma indústria em busca de um futuro mais sustentável.

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Torre Dhaka, primeiro projeto da OMA em Bangladesh começa a ser construída

A construção do primeiro projeto da OMA em Bangladesh, a Torre Dhaka, acaba de começar. Com 150 metros de altura e 180.000 m² de área para escritórios, será um dos edifícios mais altos do país. Projetado pelo OMA em colaboração com a incorporadora local Shanta Holdings, a torre representa um marco significativo na paisagem urbana de Bangladesh.

Redefinindo o horizonte: os arranha-céus de última geração da América do Norte

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Arranha-céus são símbolos icônicos de modernização urbana e avanços tecnológicos em toda a América do Norte. Com efeito, essas estruturas são consideradas um sinal de prosperidade econômica, densidade urbana e da ambição humana. Em grandes cidades em todo o sub-continente, eles dão forma para o horizonte e identidade a essas metrópoles. Cidades como Nova York, Toronto e Miami mostram poder por meio desses projetos de ponta, que vão além de sua estatura física.

De maneira geral, arranha-céus são caracterizados por sua altura notável e pioneirismo na engenharia. Eles utilizam materiais como aço, vidro e concreto, e servem como espaços multifuncionais, que vão desde moradia até hotéis e escritórios. Arquitetos de todo o mundo ampliam os limites da criatividade arquitetônica, do design, da sustentabilidade e da funcionalidade ao construir esses edifícios. As estruturas permitem que os arquitetos maximizem o uso da terra de novas maneiras em áreas urbanas densamente povoadas.

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Arranha-céu bioclimático: as estratégias de ecodesign de Kenneth Yeang

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Erguendo-se sobre as cidades globais, o arranha-céu moderno há muito tempo é um símbolo de crescimento econômico e declínio ambiental. Durante anos, eles foram criticados pelos ambientalistas por serem consumidores descontrolados de energia. O arquiteto malaio Kenneth Yeang reconheceu o arranha-céu como uma necessidade nas cidades modernas e adotou uma abordagem pragmática para tornar mais verde a tipologia de construção que, de outra forma, seria insustentável. Os arranha-céus bioclimáticos de Yeang buscam combinar a economia de espaço com a sustentabilidade e a melhoria dos padrões de vida.

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Arábia Saudita divulga projeto de edifício cubo de 400 metros de altura em Riad

O governo da Arábia Saudita revelou o projeto do Mukaab, um arranha-céu em forma de cubo que se tornará o coração do distrito de New Murabba no centro de Riad. O Mukaab tem a ambição de se tornar a maior estrutura construída do mundo, com medidas de 400 metros de altura, largura e comprimento. O edifício estará situado no noroeste de Riad, em uma área de 19 quilômetros quadrados, que se tornará um dos maiores empreendimentos urbanos do mundo. O arranha-céu Mukaab e o distrito de Murabba foram anunciados por Sua Alteza Real, o Príncipe Herdeiro Mohammad bin Salman bin Abdulaziz, que é Primeiro Ministro e Presidente da Nova Companhia de Desenvolvimento de Murabba (NMDC).

Quay Quarter Tower projetada pela 3XN vence o International High-Rise Award 2022/23

O escritório de arquitetura dinamarquês 3XN ganhou o 10º International High-Rise Award, prêmio para o arranha-céu mais inovador do mundo em 2022/23, com a torre comercial Quay Quarter Tower em Sydney, na Austrália. Dos mais de 1.000 arranha-céus concluídos nos últimos dois anos, o Quay Quarter Tower foi selecionado porque implementou soluções inovadoras em um momento de crescentes desafios ecológicos, integrando a estrutura de arranha-céus existente da década de 1970 no novo edifício.

Os arquitetos Kim Herforth Nielsen (fundador e diretor de criação do 3XN) e Fred Holt (sócio e diretor do 3XN) receberão o prêmio na cerimônia da 10ª edição do IHA em Paulskirche, Frankfurt, juntando-se à lista de laureados que inclui Norra Tornen do OMA (2020), Torre Reforma do LBR&A Arquitectos (2018), 57 West do BIG (2016) e Torre Agbar do Ateliers Jean Nouvel (2006).

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BIG divulga primeiras fotos da Vancouver House e da Telus Sky, no Canadá

Bjarke Ingels Group - BIG divulgou uma série de fotos da Vancouver House e da torreA torre Telus Sky, de 220 metros de altura, e a Vancouver House, de 149 metros de altura, acomodam escritórios de uso misto e espaços residenciais, com conexões para ciclovias e vias de pedestres em suas plataformas. Além disso, ambos possuem o mais alto nível de Design Energético e Ambiental. A Vancouver House é o primeiro edifício LEED Platinum da cidade, e a TELUS em Calgary agora tem a maior planta LEED Platinum na América do Norte, com 70.725 metros quadrados. Telus Sky, feitas pela primeira vez desde sua inauguração em 2020, durante a pandemia. Numa espécie de "yin e yang", ambos os arranha-céus são moldados por uma silhueta curvilínea que envolve o entorno como uma cortina gigante que revela o edifício para o horizonte.

A torre Telus Sky, de 220 metros de altura, e a Vancouver House, de 149 metros de altura, acomodam escritórios de uso misto e espaços residenciais, com conexões para ciclovias e vias de pedestres em suas plataformas. Além disso, ambos possuem o mais alto nível de Design Energético e Ambiental. A Vancouver House é o primeiro edifício LEED Platinum da cidade, e a TELUS em Calgary agora tem a maior planta LEED Platinum na América do Norte, com 70.725 metros quadrados.

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Quão alto podemos construir? Materiais e métodos construtivos para arranha-céus do futuro

Muitos planejadores urbanos preveem que até 2050 mais de 6 bilhões de pessoas viverão nas cidades e, muitas vezes, em condições que expandi-las não é uma opção. Portanto, a única maneira de acompanhar a densidade crescente é construir para cima. Construir mais alto sempre traz inúmeros desafios e também uma competição não tão sutil entre os escritórios de arquitetura para terem seu nome vinculado aos maiores edifícios. Tão logo um arranha-céu é nomeado um dos mais altos do mundo, outro chega à prancheta e leva o título poucos anos depois. Embora o céu seja o limite, como isso afeta a construtibilidade dos projetos e quais feitos de métodos e materiais de construção nos permitiram construir nas nuvens?