1. ArchDaily
  2. Arquitetura

Arquitetura: O mais recente de arquitetura e notícia

Acesso exclusivo

Grande Museu Egípcio junto às pirâmides de Gizé está pronto para ser inaugurado

Projetado pelo escritório de arquitetura irlandês Heneghan Peng, o tão aguardado Grande Museu Egípcio—uma estrutura inteiramente dedicada à egiptologia e implantada junto às grandes pirâmides do Egito—, deverá finalmente ser inaugurado no próximo verão. A apenas 2 km de distância das pirâmides de Gizé e considerado o maior museu do mundo dedicado a uma única civilização, o complexo cultural do Grande Museu Egípcio está sendo construído para abrigar uma coleção de aproximadamente 100.000 artefatos antigos, cobrindo uma área total de 24.000m² além de contar com um museu infantil anexo, um centro de conferências, espaços educacionais, um núcleo de conservação e restauração assim como extensos jardins paisagistas dentro e fora do edifício principal.

Grande Museu Egípcio junto às pirâmides de Gizé está pronto para ser inaugurado - Image 1 of 4Grande Museu Egípcio junto às pirâmides de Gizé está pronto para ser inaugurado - Image 2 of 4Grande Museu Egípcio junto às pirâmides de Gizé está pronto para ser inaugurado - Image 3 of 4Grande Museu Egípcio junto às pirâmides de Gizé está pronto para ser inaugurado - Image 4 of 4Grande Museu Egípcio junto às pirâmides de Gizé está pronto para ser inaugurado - Mais Imagens+ 16

A estranheza das renderizações arquitetônicas “imperfeitamente perfeitas”

Há pouco mais de 50 anos, em 1970 mais especificamente, um roboticista japonês chamado Masahiro Mori cunhava um importante conceito ou hipótese no campo da estética, robótica e computação gráfica: Uncanny Valley—traduzido para o português como Vale da Estranheza. Naquela época, as renderizações arquitetônicas, ou melhor, colagens e fotomontagens, ainda eram feitas com o emprego de métodos analógicos. Uma década depois, o surgimento dos primeiros computadores pessoais e a popularização dos programas CAD impulsionaram uma ampla adoção de métodos digitais para a elaboração de imagens ilustrativas de projetos de arquitetura. Quase quarenta anos depois, as renderizações arquitetônicas evoluíram a tal ponto que é quase impossível distinguir um render de uma fotografia. Resultado direto do desenvolvimento de novas tecnologias, da utilização de softwares cada vez mais sofisticados e computadores cada dia mais rápidos e eficientes, os limites entre representação e realidade parecem se desmanchar no ar. A sutileza desta suspicaz semelhança, e o desconforto que ela provoca, é a nossa porta de entrada para o misterioso Vale da Estranheza de Mori.

A estranheza das renderizações arquitetônicas “imperfeitamente perfeitas” - Image 1 of 4A estranheza das renderizações arquitetônicas “imperfeitamente perfeitas” - Image 2 of 4A estranheza das renderizações arquitetônicas “imperfeitamente perfeitas” - Image 3 of 4A estranheza das renderizações arquitetônicas “imperfeitamente perfeitas” - Image 4 of 4A estranheza das renderizações arquitetônicas “imperfeitamente perfeitas” - Mais Imagens+ 5

Acesso exclusivo

Museu da Universidade de Cornell projetado por I.M. Pei, pelas lentes de Nipun Prabhakar

O fotógrafo indiano Nipun Prabhakar compartilhou conosco uma série de imagens do Herbert F. Johnson Museum of Art, projetado pelo arquiteto sino-americano I.M Pei. O arquiteto fora contratado em 1968 pela Universidade de Cornell para construir um museu que também deveria servir como um centro cultural e de ensino para a comunidade acadêmica. Concluído em 1973, o edifício recebeu o Prêmio de Honra do Instituto Americano de Arquitetos em 1975.

Museu da Universidade de Cornell projetado por I.M. Pei, pelas lentes de Nipun Prabhakar - Image 1 of 4Museu da Universidade de Cornell projetado por I.M. Pei, pelas lentes de Nipun Prabhakar - Image 2 of 4Museu da Universidade de Cornell projetado por I.M. Pei, pelas lentes de Nipun Prabhakar - Image 3 of 4Museu da Universidade de Cornell projetado por I.M. Pei, pelas lentes de Nipun Prabhakar - Image 4 of 4Museu da Universidade de Cornell projetado por I.M. Pei, pelas lentes de Nipun Prabhakar - Mais Imagens+ 16

Evolução da planta residencial: da Revolução Industrial ao período entre Guerras

A introdução de novas técnicas e materiais, juntamente com as inovações na infraestrutura, resultantes da revolução industrial, abriu o caminho para a habitação vertical. Investigando especificamente um período de tempo em que um fluxo populacional foi direcionado para as cidades e as divisões de classes sociais foram questionadas, este artigo analisa a evolução da planta residencial na Europa entre 1760 e 1939.

Estudando a transformação da unidade habitacional durante a revolução industrial até o período entre guerras, este artigo destaca quatro exemplos proeminentes que repensaram os layouts tradicionais e responderam aos desafios de sua época. Ainda hoje influentes, os modelos mencionados, restaurados para uso, fazem parte do tecido urbano do século XXI. Localizados em Londres, Paris, Amsterdã e Moscou, as plantas mostram os padrões de bem-estar interior em constante mudança, diretamente ligados a uma metamorfose mais ampla, equalizando e proporcionando o crescimento das populações urbanas. Descubra a evolução das unidades habitacionais, desde as casas geminadas até as cidades-jardim da Inglaterra; o Bloco de Haussmann, uma vida vertical para uma burguesia moderna; a Extensão de Amsterdã, das Alcovas aos Blocos de Habitação Social; e a Transition Type House na Rússia.

Evolução da planta residencial: da Revolução Industrial ao período entre Guerras - Image 1 of 4Evolução da planta residencial: da Revolução Industrial ao período entre Guerras - Image 2 of 4Evolução da planta residencial: da Revolução Industrial ao período entre Guerras - Image 3 of 4Evolução da planta residencial: da Revolução Industrial ao período entre Guerras - Image 4 of 4Evolução da planta residencial: da Revolução Industrial ao período entre Guerras - Mais Imagens+ 16

Inovação sob a ótica do design sustentável marca a Semana da Europa 2021

O belga Lionel Jadot domina a arte de fazer móveis desde muito jovem. Mas não é somente essa habilidade que faz dele um profissional completo. Ele é arquiteto, designer de interiores, desenhista, artista e cineasta e estará, ao lado de grandes nomes do design brasileiro e internacional, no Café com Europa, nos dias 12 e 13 de maio, como parte da programação da XVII Semana da Europa.

Acesso exclusivo

Madeira engenheirada na arquitetura indígena da América do Norte: adaptação e resiliência

A popularidade crescente dos produtos de madeira em massa, no Canadá e nos Estados Unidos, levou a uma redescoberta dos seus fundamentos entre os arquitetos. Não menos importante para os arquitetos indígenas, para quem a madeira engenheirada oferece um caminho para recuperar e desenvolver as tradições de construção de seus ancestrais. Como a madeira é um recurso natural renovável e uma fonte de empregos florestais, ela se alinha aos valores indígenas de administração e comunidade, obscurecidos pelas práticas de construção dominantes do século XX.

Pavilhão suíço na Bienal de Veneza explora as diversas dimensões de um país de muitas fronteiras

Intitulado “Oræ — Experiences on the Border”, (oræ, que em latim que significa “fronteiras”) o pavilhão suíço para a 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza explora as diversas dimensões de um país de muitas fronteiras, investigando desde questões territoriais a assuntos políticos. Concebido por uma equipe multidisciplinar de arquitetos e artistas da cidade de Genebra, entre eles Mounir Ayoub e Vanessa Lacaille do escritório Laboratoire d'Architecture, o cineasta Fabrice Aragno e o escultor Pierre Szczepanski, o pavilhão apresenta uma série de projetos participativos desenvolvidos ao longo das fronteiras da Suíça, os quais evidenciam a diversidade do território helvético, de seus habitantes, da sua arquitetura e muito mais.

Pavilhão suíço na Bienal de Veneza explora as diversas dimensões de um país de muitas fronteiras - 1 的图像 4Pavilhão suíço na Bienal de Veneza explora as diversas dimensões de um país de muitas fronteiras - 2 的图像 4Pavilhão suíço na Bienal de Veneza explora as diversas dimensões de um país de muitas fronteiras - 3 的图像 4Pavilhão suíço na Bienal de Veneza explora as diversas dimensões de um país de muitas fronteiras - 4 的图像 4Pavilhão suíço na Bienal de Veneza explora as diversas dimensões de um país de muitas fronteiras - Mais Imagens+ 4

Acesso exclusivo

De estruturas vazias a parques interativos: a evolução dos estacionamentos

Em teoria, as vagas de estacionamento têm apenas uma função: estacionar um carro com segurança até que ele seja usado novamente e, em termos de projeto, as garagens são flexíveis e simples, exigindo intervenções mínimas. No entanto, os estacionamentos hoje em dia não são mais considerados espaços de função única. Quanto mais vazio o local, mais potencial ele tem para integrar funções adicionais. Arquitetos e urbanistas redefiniram os estacionamentos tradicionais, acrescentando instalações recreativas e comerciais à estrutura. Em vez de uma planta típica com marcações amarelas e brancas no chão, agora estamos vendo estruturas convidativas que incorporam fachadas verdes e playgrounds na cobertura, com lava-carros, cafeterias e áreas de trabalho / estudo.

De estruturas vazias a parques interativos: a evolução dos estacionamentos - Image 1 of 4De estruturas vazias a parques interativos: a evolução dos estacionamentos - Image 2 of 4De estruturas vazias a parques interativos: a evolução dos estacionamentos - Image 3 of 4De estruturas vazias a parques interativos: a evolução dos estacionamentos - Image 4 of 4De estruturas vazias a parques interativos: a evolução dos estacionamentos - Mais Imagens+ 20

Acesso exclusivo

"Gosto das contradições e desordem das cidades": entrevista com Yaiza Terré

Yaiza Terré fundou em 2008 seu próprio estúdio de arquitetura em Barcelona, onde atualmente desenvolve sua atividade profissional com foco em projetos de reforma e reinterpretação baseados na reutilização e na reciclagem. Aprop Ciutat Vella é uma de suas obras: um edifício de residências de emergência modular feito a partir de containers reciclados, realizado em conjunto com Straddle3 e Eulia Arkitektura. Recentemente, este foi reconhecido com o primeiro lugar no Prêmio Obra do Ano 2021 na versão em espanhol (o melhor da arquitetura construída na América Latina e Espanha). Por isso, nos aproximados desse projeto para conhecer mais de sua prática arquitetônica.

Na entrevista que apresentamos a seguir com Yaiza Terré, entenderemos a importância deste último prêmio em sua capacidade de abrir o debate sobre a regeneração e a crise habitacional nas cidades. Ao mesmo tempo, o questionamos sobre suas inspirações, interesses e motivações acerca da recuperação e revalorização; entendemos um pouco mais sobre seu processo de trabalho colaborativo e reflexivo; e abordamos seus próximos projetos e projeções para o futuro das cidades espanholas. 

Pavilhão belga na Bienal de Veneza explora relação entre arquitetura e cidade

Com o título de Composite Presence [Presença Composta em tradução literal], o pavilhão belga da 17ª Exposição Internacional de Arquitetura - A Bienal de Veneza, irá explorar a complexa relação entre arquitetura e as cidades de Flandres e Bruxelas, a partir do tema "a memória como uma prática arquitetônica". Com curadoria de Bovenbouw Architectuur, em colaboração com o Flanders Architeture Institute, o pavilhão nacional estará aberto para visitas de 22 de maio a 21 de novembro de 2021.

Pavilhão belga na Bienal de Veneza explora relação entre arquitetura e cidade - 1 的图像 4Pavilhão belga na Bienal de Veneza explora relação entre arquitetura e cidade - 2 的图像 4Pavilhão belga na Bienal de Veneza explora relação entre arquitetura e cidade - 3 的图像 4Pavilhão belga na Bienal de Veneza explora relação entre arquitetura e cidade - 4 的图像 4Pavilhão belga na Bienal de Veneza explora relação entre arquitetura e cidade - Mais Imagens+ 10

GEO.graphias

GEO.graphias • desenhos de arquitectura
exposição coletiva com curadoria de Antonio Lettieri, Catarina Croft e Amílcar Nunes.

da MEMÓRIA ,
do CORPO,
do TEMPO,
da LINGUAGEM construída por 5 jovens ateliers portugueses, hoje.

Acesso exclusivo

Substituir asfalto por grama torna nossas cidades mais sustentáveis e acessíveis

O Índice de Prosperidade da Cidade (City Prosperity Index) é uma ferramenta criada pela UN-Habitat em 2012 para avaliar o progresso de uma determinada cidade segundo cinco princípios: produtividade, infraestrutura, qualidade de vida, igualdade e sustentabilidade ambiental. Em maior ou menor grau, cada um destes cinco fatores tem um impacto considerável na maneira como ocupamos nossas ruas e espaços públicos. Como uma das principais infra-estruturas urbanas, ruas e avenidas podem desempenhar uma infinidade de diferentes funções em uma cidade, facilitando tanto a mobilidade e o deslocamentos de pessoas, bens e veículos, quanto a organização e distribuição dos sistemas de energia, abastecimento de água, coleta de lixo, etc. Somando-se a isso, vias públicas muitas vezes podem assumir a condição de espaços verdes, praças e até parques lineares, promovendo a biodiversidade, proporcionando sombra e disponibilizando uma série de espaços de encontro e socialização. Nesse sentido, as ruas são muito mais do que apenas uma infra-estrutura de mobilidade, elas são também espaços públicos vibrantes, os quais dizem muito sobre progresso e a qualidade de vida de uma cidade.

SOM conclui reforma do mirante da icônica Willis Tower em Chicago

Após extenso processo de renovação, o escritório Skidmore, Owings & Merrill (SOM) concluiu o projeto de reforma do mirante da Willis Tower e inaugurou uma nova exposição interativa mostrando como a arquitetura moldou a identidade de Chicago ao longo da história.

SOM conclui reforma do mirante da icônica Willis Tower em Chicago - Imagem 1 de 4SOM conclui reforma do mirante da icônica Willis Tower em Chicago - Imagem 2 de 4SOM conclui reforma do mirante da icônica Willis Tower em Chicago - Imagem 3 de 4SOM conclui reforma do mirante da icônica Willis Tower em Chicago - Imagem 4 de 4SOM conclui reforma do mirante da icônica Willis Tower em Chicago - Mais Imagens

A ventilação natural não é a solução mais eficiente em todos os casos

A ventilação serve a duas finalidades principais em um espaço: em primeiro lugar, retirar os poluentes presentes e fornecer ar limpo. A segunda é atender às necessidades metabólicas dos ocupantes, proporcionando temperaturas agradáveis aos espaços, se o clima permitir. É sabido que ambientes com ventilação inadequada podem trazer sérios malefícios à saúde dos ocupantes e, principalmente em climas quentes, desconforto térmico. Um estudo da Universidade de Harvard mostrou que em edifícios com boa ventilação e melhor qualidade do ar (com menores taxas de dióxido de carbono), os ocupantes apresentam melhores desempenhos das funções cognitivas, respostas mais rápidas a situações extremas e melhor raciocínio em atividades estratégicas.

Não é difícil perceber que a ventilação desempenha papel vital na garantia de uma boa adequada do ar e no conforto térmico em edifícios. Todos já sentimos isso. Mas quando falamos de ventilação, sempre nos vêm à mente uma brisa leve da janela, balançando o nosso cabelo, com um aroma agradável e uma temperatura que nos traz conforto. Em climas amenos, isso pode até ser uma realidade na maioria dos dias do ano. Em climas severos ou locais poluídos isso é bem diferente.

Snøhetta projeta edifício para o campus de pesquisa e engenharia da Ford em Michigan

O escritório norueguês Snøhetta divulgou seu projeto para um novo edifício da Ford Motor Company, que faz parte da transformação do Campus de Pesquisa e Engenharia (R&E) da empresa em Dearborn, Michigan. Resultado de um processo de pesquisa e planejamento de três anos, o projeto foi desenvolvido em colaboração com o Grupo IBI, Ghafari e Arup, líder em sustentabilidade e engenharia.

Arquitetura para colorir: 7 cidades de cores vibrantes vistas de cima

Fascinantes e fotogênicas, cidades coloridas costumam não apenas atrair os olhares dos milhares de turistas que as visitam anualmente, mas também de muitas arquitetas e arquitetos em todo o mundo. Sob o ponto de vista aéreo — que aliás, é o mesmo através do qual muitos visitantes têm o primeiro contato com essas cidades, a partir das janelas dos aviões —, são sobretudo as diferentes tonalidades dos telhados e das coberturas as responsáveis pelo visual multicolorido.

Os motivos por trás da multiplicidade das cores observadas do alto podem ser bastante variados. Enquanto a arquitetura de algumas cidades faz uso das cores nas coberturas como estratégia climática, outras seguem a colorir as casas com base em uma tradição da qual muitas vezes não se sabe ao certo a origem. De toda maneira, a presença da variedade de cores em uma cidade sem dúvidas chama a atenção pelo seu apelo visual.

Arquitetura para colorir: 7 cidades de cores vibrantes vistas de cima - Imagen 1 de 4Arquitetura para colorir: 7 cidades de cores vibrantes vistas de cima - Imagen 2 de 4Arquitetura para colorir: 7 cidades de cores vibrantes vistas de cima - Imagen 4 de 4Arquitetura para colorir: 7 cidades de cores vibrantes vistas de cima - Imagen 5 de 4Arquitetura para colorir: 7 cidades de cores vibrantes vistas de cima - Mais Imagens+ 3

Os diferentes usos das renderizações na arquitetura

Com renderizações cada vez melhores se tornando onipresentes, alunos e arquitetos sentem a pressão de dominar um conjunto adicional de habilidades para transmitir suas ideias. Até que ponto as renderizações ajudam ou atrapalham um portfólio ou um projeto? Qual a importância dessas imagens no processo de projeto? As renderizações informam sobre um determinado conjunto de habilidades além das relacionadas aos softwares? Este artigo explora diferentes perspectivas sobre o papel das renderizações na profissão.

Os diferentes usos das renderizações na arquitetura - Image 1 of 4Os diferentes usos das renderizações na arquitetura - Image 2 of 4Os diferentes usos das renderizações na arquitetura - Image 3 of 4Os diferentes usos das renderizações na arquitetura - Image 4 of 4Os diferentes usos das renderizações na arquitetura - Mais Imagens+ 3

Em busca do render ideal: como compreender e aprimorar o uso dessa tecnologia

Em busca do render ideal: como compreender e aprimorar o uso dessa tecnologia - Image 1 of 4Em busca do render ideal: como compreender e aprimorar o uso dessa tecnologia - Image 2 of 4Em busca do render ideal: como compreender e aprimorar o uso dessa tecnologia - Image 3 of 4Em busca do render ideal: como compreender e aprimorar o uso dessa tecnologia - Image 4 of 4Em busca do render ideal: como compreender e aprimorar o uso dessa tecnologia - Mais Imagens+ 22

A renderização se tornou uma ferramenta indispensável na maioria dos escritórios de arquitetura. Para compreender como essas imagens podem auxiliar no processo projetual, evoluíram no decorrer do tempo e, principalmente, quais aspectos levar em conta para criar uma representação que se destaque no momento de apresentar sua obra, conversamos com Guilherme Bravin e Marcus Vinicius Damon, que além de serem fundadores do Estúdio Módulo, também coordenam o {CURA}, uma escola livre de arquitetura baseada principalmente na representação arquitetônica.