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Arquitetas: O mais recente de arquitetura e notícia

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Mulheres na liderança urbana: 6 pioneiras que você deve conhecer

"Cidades felizes, vibrantes e bem-sucedidas surgem da visão de muitos, não de poucos poderosos." - Jane Jacobs.

Embora tenhamos visto progresso na representação feminina ao longo do século passado, as perspectivas e vozes das mulheres ainda são significativamente marginalizadas. Este ano, a ONU relatou que, em apenas 22 países as mulheres ocupam cargos de Chefes de Estado ou de Governo e que, 119 países nunca tiveram uma líder feminina, apesar do forte argumento de que sua liderança contribui para tomadas de decisão mais inclusivas e um governo mais representativo. Além disso, as mulheres ocupam apenas 10% dos cargos de maior importância nas principais empresas de arquitetura do mundo.

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Mulher e arquiteta: as pedras em um caminho dominado pelos homens

O Dia Internacional da Mulher é celebrado em todo o mundo desde sua oficialização pela ONU na década de 70. Em linhas gerais, esta é uma data que simboliza a luta histórica de nós mulheres para termos nossas condições equiparadas as dos homens.

No embalo das comemorações deste dia, como mulher e arquiteta, decidi trazer aqui um panorama sobre trajeto profissional das mulheres na arquitetura – principalmente, no nosso país -, denunciando a discrepância que ainda existe no meio como forma de fortalecer a luta que o dia internacional da mulher simboliza. É um alerta, um desabafo e também um pedido de cooperação para que cada um reconheça o seu lugar e, sobretudo, reconheça o nosso lugar, como mulheres, na criação do cenário arquitetônico do nosso país.

Lina Bo Bardi recebe o Leão de Ouro Especial da Bienal de Veneza pelo conjunto de sua obra

Lina Bo Bardi, uma das mais importantes arquitetas da história brasileira, foi reconhecida postumamente pela Bienal de Veneza com o Leão de Ouro Especial pelo conjunto de suas conquistas.

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Memorial para as vítimas de feminicídio em espaços públicos na Cidade do México

Memorial para as vítimas de feminicídio em espaços públicos na Cidade do México - Imagen 2 de 4Memorial para as vítimas de feminicídio em espaços públicos na Cidade do México - Imagen 3 de 4Memorial para as vítimas de feminicídio em espaços públicos na Cidade do México - Imagen 4 de 4Memorial para as vítimas de feminicídio em espaços públicos na Cidade do México - Imagen 5 de 4Memorial para as vítimas de feminicídio em espaços públicos na Cidade do México - Mais Imagens+ 11

No dia 8 de março de 2021 diferentes manifestações foram realizadas por ocasião do Dia Internacional da Mulher incluindo a #8M na Cidade do México que tem como objetivo tornar visível e exigir justiça diante da onda de feminicídios que ocorre todos os dias em todo o país e que aumenta a cada ano. Ela, por sua vez, tem desencadeado outras várias manifestações como a de 16 de agosto de 2019 e a de 8 de março de 2020, onde milhares de mulheres se reuniram para se manifestar de forma pacífica (e violenta), transgredindo o espaço público e deixando como resultado, diversos danos nas ruas, nos transportes públicos e principalmente - durante a marcha de 16 de agosto de 2019 - no Monumento ao Anjo da Independência (que ainda se encontra em processo de restauração), atitudes pelas quais o movimento feminista foi desacreditado com os danos sendo superpostos às demandas manifestadas.

Unesp concede título de Doutora Honoris Causa na área de design a Adélia Borges

O Conselho Universitário da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp) decidiu conceder o título de Doutora Honoris Causa a Adélia Borges, curadora, jornalista e crítica atuante na área do design. O processo para a concessão do título teve a iniciativa do Departamento de Design da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC), do campus de Bauru. Na justificativa do título, o Conselho afirma que ele foi conferido “por sua atuação como crítica e curadora com relevante contribuição para a pesquisa, divulgação e valorização do Design Brasileiro no cenário nacional e internacional, demonstrando profundo conhecimento da área e abrangente visão sociopolítica e cultural”. A cerimônia solene de entrega ocorrerá em 8 de março de 2021, Dia Internacional da Mulher, às 14h30, com transmissão pelo canal da TV Unesp no YouTube.

A importância da comunicação entre arquitetos e clientes: Betoneira entrevista Stephanie Ribeiro

Como explicar para o publico geral a importância de contratar um arquiteto? No décimo terceiro episódio do Betoneira a convidada é Stephanie Ribeiro, que nos conta como venceu esse desafio com a oportunidade de estar a frente do programa Decore-se da GNT. A conversa gira em torno dos erros e acertos dos arquitetos e clientes na hora de se comunicar.

Azócar Catrón: "A questão não é a escala do projeto, mas a escala da paisagem"

Ricardo Azócar e Carolina Catrón fundaram em 2015 seu escritório de arquitetura e urbanismo na cidade de Concepción, na região central do Chile. Em pouco tempo, seu trabalho começou a ser amplamente celebrado. Um exemplo disso foi o reconhecimento de seu projeto "Duas torres e um caminho", que ganhou o prêmio Obra Revelação da CA-CCP 2016 e foi reconhecido pelo Y.A.L.A. da Bienal de Veneza de 2018. Além disso, seu artigo "Catalejo" ganhou o Primeiro Premio de Publicações da Bienal da Costa Rica de 2018 e mais recentemente o ArchDaily destacou seu trabalho como um dos melhores jovens escritórios de arquitetura de 2020.

É neste contexto que realizamos a entrevista a seguir, na qual perguntamos sobre seus interesses atuais, as motivações territoriais e seus projetos colaborativos, além de discutirmos sobre sua carreira ascendente, seus próximos projetos e prospecções para o futuro da arquitetura do Chile. 

Educação espacial e o futuro das cidades africanas: uma entrevista com Matri-Archi

Liderado por Khensani de Klerk e Solange Mbanefo, Matri-Archi é um coletivo com sede na Suíça e África do Sul que visa aproximar e empoderar mulheres para a educação espacial e o desenvolvimento das cidades africanas. Por meio da prática projetual, textos, podcasts e outras iniciativas, Matri-Archi — eleito um dos melhores novos escritórios de 2021 pelo ArchDaily — se dedica ao reconhecimento e à capacitação das mulheres no campo espacial e na indústria da arquitetura.

O ArchDaily teve a oportunidade de conversar com as codiretoras do coletivo sobre temas como espaço hegemônico, arquitetura informal, tecnologia, idiossincrasias locais e o futuro das cidades africanas e globais. Acompanhe a entrevista a seguir.

Maria Elisa Baptista é a primeira mulher a ocupar a presidência do IAB

A arquiteta e urbanista Maria Elisa Baptista é a nova Presidente da Direção Nacional do IAB. Ela sucede a Nivaldo Andrade, cujo mandato se encerrou em 26 de setembro deste ano. Em quase um século de existência, está a primeira vez que uma mulher ocupa o cargo.

A chapa é composta, ainda, por Rafael Pavan dos Passos (Vice-Presidente Nacional, do IAB-RS), Cláudio Listher Marques Bahia (Secretário Geral, do IAB-MG), Rosilene Guedes Souza (Diretora Administrativo-financeira, do IAB-MG), Luiz Eduardo Sarmento Araújo (Diretor Cultural, do IAB-DF), Fernando Túlio Salva Rocha Franco (Vice-Presidente Extraordinário de Relações Institucionais, do IAB-SP), e Luiza Rego Dias Coelho (Vice-Presidente Extraordinária de Ações Afirmativas, do IAB-DF).

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Corpo e memória: a mulher no território urbano

Pensando na trajetória de ocupação da cidade de São Paulo e na busca pela produção de um urbanismo universal e democrático é importante entender o papel e o movimento das mulheres no contexto urbano, principalmente nas periferias da cidade. Aqui trataremos do bairro do Jardim Damasceno e seus espaços em movimento – as escadarias – entendendo como esses corpos se expressam nesse contexto, quais são suas ações e transformações e como a questão de gênero é percebida por esses corpos.

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Não existe arquitetura neutra: uma conversa sobre acessibilidade

A acessibilidade é frequentemente abordada como um campo relacionado à deficiência, física ou mental. Quando se trata de projetos arquitetônicos, ela sempre surge como uma consideração periférica e não como algo fundamental. No entanto, existem outras barreiras.

Nesta edição do Editor's Talk, os editores do ArchDaily Brasil compartilham seus pensamentos sobre o que entendem como acessibilidade e se é possível criar uma arquitetura neutra.

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Capacitando arquitetas e estudantes afro-americanas: conversa com Tiffany Brown, fundadora do 400 Forward

Pioneira em justiça, equidade, diversidade e inclusão na profissão da arquitetura, Tiffany Brown é a fundadora do 400 Forward, uma iniciativa que busca, inspira e orienta a próxima geração de mulheres arquitetas. Nomeado à luz do licenciamento da 400ª arquiteta afro-americana em 2017, o programa visa familiarizar as meninas com a arquitetura, fornecendo-lhes ferramentas para lidar com questões de injustiça social.

Impulsionando a presença de mulheres afro-americanas na profissão da arquitetura – atualmente menos de 0,3% nos EUA – 400 Forward também oferece bolsas e material de estudo para exames de licenciamento em arquitetura para mulheres afro-americanas. Para saber mais sobre a iniciativa, o ArchDaily teve a oportunidade de conversar com a fundadora Tiffany Brown sobre o programa, a diversidade no campo e o empoderamento das arquitetas e estudantes.

Tainá de Paula e Guilherme Wisnik conversam sobre exclusão racial, crise sanitária e sociedade

Precariedade urbana, vulnerabilidade social, exclusão racial, crise sanitária, hecatombe ambiental, Estado genocida. Insatisfação crescente nas ruas, falseamento de dados sobre a pandemia, recessão econômica. Que pactos sociais e políticos serão possíveis para reformular a democracia num país esfacelado? Guilherme Wisnik conversa com Tainá de Paula, arquiteta e urbanista, ativista das lutas urbanas, mestre em Urbanismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Rebelarchitette lança novo mapa mundial de mulheres na arquitetura

Rebelarchitette criou uma nova ferramenta que visa diminuir as desigualdades no mundo arquitetônico, um mapa público interativo mostrando 732 mulheres arquitetas de todo o mundo.

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MMW, uma plataforma de representações arquitetônicas produzidas por mulheres

Mulher, Mujer, Woman, ou simplesmente MMW, é uma plataforma dedicada à curadoria de representações arquitetônicas cujo objetivo é ampliar a divulgação da produção feminina em nosso campo disciplinar. Desenvolvido pelas arquitetas Carol Vasques e Débora Boniatti como reação à ainda escassa difusão de referências femininas, a plataforma busca "evidenciar a importância e relevância da mulher no passado, presente e futuro da profissão."

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Mulheres no ArchDaily refletem sobre o futuro da arquitetura

Todo dia 8 de março, em nível global, a luta por direitos iguais e sufrágio universal é comemorada como parte de uma data estabelecida pela ONU em 1975. Essa comemoração reúne os esforços de mulheres que exigiram seu direito de votar, estudar, ocupar cargos públicos e combater a discriminação no trabalho. Essa luta é fruto da luta de muitas mulheres que se sacrificaram pela causa. Vários eventos que vivemos todos os dias mostram que a situação social mudou. No entanto, é essencial que homens e mulheres se comprometam com o progresso e a justiça para que as coisas aconteçam.

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Mulheres nas cidades

São 6:00 da manhã de uma terça-feira. Onde você está? 

Geovana sai de casa já atrasada. Normalmente demora duas horas em três conduções para chegar no trabalho que fica no centro da cidade. Mas choveu durante toda a noite e sua casa inundou. Ela, a mãe e os irmãos tentaram salvar seus móveis e demais pertences. Às 2:00 da manhã quando a chuva acalmou, ela conseguiu descansar um pouco, para acordar na sequência. Depois da chuva de ontem sabe que as ruas do seu bairro estarão alagadas, e que o trajeto casa-trabalho levará mais uma hora do que o normal.

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Mulheres à obra: iniciativas de capacitação feminina para o canteiro de obras

Mulheres à obra: iniciativas de capacitação feminina para o canteiro de obras - Image 1 of 4
Imagem © Arquitetura da Periferia, via Facebook. Cortesia de Portal Aprendiz

A conquista de maior protagonismo das mulheres no mercado de trabalho é um processo em contínuo andamento, e reflexo de grandes esforços históricos ligados à luta por direitos comuns e situações de igualdade em relação aos homens. Embora seja objeto de constante discussão e revisão - sobretudo quando se leva em conta o fato de que o espectro de gênero não deve assumir a dualidade homem e mulher para uma compreensão coerente e complexa do quadro de disparidades -, a relação entre os tipos de ocupação, rentabilidade no trabalho e o gênero segue, de forma geral, apontando condições desfavoráveis às mulheres.