O design dos mapas e a importância dos ambientes construídos continuam a ser essenciais para a experiência dos jogadores dentro dos mundos virtuais dos videogames, principalmente no gênero de tiro em primeira pessoa (FPS), como em Valorant, da Riot Games. A Riot, que tem como característica tentar romper paradigmas que a indústria dos videogames usa há décadas, continua a surpreender e a desafiar as expectativas de seus antecessores no gênero de tiro.
O Thermal Energy Center na sede da Microsoft em Redmond, Washington, alimenta o campus quase inteiramente por meio de eletricidade fornecida por trocas de energia geotérmica. O projeto funciona como um programa piloto para a Calculadora de Carbono Incorporado na Construção (EC3), um banco de dados gratuito de EPDs de construção e calculadora de impacto de construção correspondente.
A crescente demanda dos consumidores por transparência — especialmente em torno da sustentabilidade e das práticas ambientais — traz implicações para as indústrias, desde vestuário até produtos de saúde. A Mars Inc. lançou recentemente um mapa de abastecimento de cacau para combater o desmatamento e aumentar a responsabilidade da empresa. Além disso, o Índice de Transparência da Moda incentiva as empresas de vestuário a serem mais transparentes sobre seus esforços sociais e ambientais.
Agora é hora da indústria da construção civil, caracterizada pela falta de informações sobre os materiais e práticas utilizadas na construção e durante todo o ciclo de vida de um edifício, recuperar o atraso. O custo da ausência de ação é muito alto para ser ignorado. Isso porque os edifícios respondem por 39% do total das emissões globais de carbono. Tradicionalmente, maior parte dos esforços de redução de carbono na construção civil se concentra no uso operacional de carbono — o uso diário de energia de um edifício responde por cerca de 28% das emissões. Os 11% restantes vêm do que é frequentemente ignorado: o carbono incorporado.
https://www.archdaily.com.br/pt/976266/estrategias-para-reduzir-o-carbono-incorporado-no-ambiente-construidoPeter Alspach, Margaret Montgomery
A 26ª Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (COP 26) começou ontem em Glasgow, reunindo mais de 190 líderes mundiais, com o objetivo de acelerar as ações para o alcance dos objetivos do Acordo de Paris e da Convenção da ONU sobre Mudança do Clima. As principais organizações e personalidades da arquitetura estão participando da cúpula de duas semanas para mostrar o compromisso da indústria de AEC (Arquitetura, Engenharia e Construção) em reduzir as emissões de carbono e instigar as lideranças a implementar estratégias claras para atingir as metas climáticas globais.
Quando olhamos para a arquitetura africana, vemos a diversidade arquitetônica de um continente moldado em sua forma atual, por uma combinação de fatores internos e externos. Ao analisar a arquitetura africana, há também uma tendência de certas regiões terem precedência sobre outras partes do continente. As obras modernistas tropicais de Maxwell Fry e Jane Drew em Gana e na Nigéria, por exemplo, são extremamente bem documentadas. Assim como a arquitetura da era colonial extremamente bem preservada da capital da Eritreia, Asmara. No entanto, parecem haver partes do continente que “escapam do radar” nas conversas sobre arquitetura africana — assim o livro Architectural Guide: Subsaharan Africaé uma adição bem-vinda aos estudos da arquitetura africana.
Se alguma vez nos perguntarmos como será o futuro, tudo o que temos a fazer é olhar para o nosso passado e observar o quão longe avançamos desde milhares, centenas ou mesmo décadas atrás. A vida era radicalmente diferente naquela época e será tão diferente no futuro. E como sabemos que o futuro apenas se parece com o presente, temos a possibilidade de moldar o nosso futuro da maneira que quisermos. O mais recente livro publicado pela TASCHEN do BIG, Formgiving - Uma história do futuro arquitetônico explora o passado, o presente e o futuro, desenhando uma linha do tempo do ambiente, desde conceituar até construir a forma.
Para a 17ª Bienal Internacional de Veneza, que acontecerá em maio deste ano, a Áustria está criando uma plataforma digital para debater como enxergamos a arquitetura do futuro. Sua participação, intitulada Platform Austria, com curadoria de Peter Mörtenböck e Helge Mooshammer, busca articular as profundas mudanças estabelecidas pelo desenvolvimento de plataformas digitais no nosso ambiente construído.
O escritório de arquitetura finlandês Lundén Architecture Company foi escolhido para projetar a intervenção no pavilhão nórdico da Bienal de Arquitetura de Veneza de 2018. A proposta de Eero Lundén, intitulada Another Generosity, explora a relação entre a natureza e o ambiente construído.
O objetivo é explorar novas maneiras de projetar edifícios, enfatizando esta delicada, e muitas vezes invisível, interação entre o espaço construído e o natural.
https://www.archdaily.com.br/pt/890878/pavilhao-nordico-na-bienal-de-veneza-de-2018-explorara-a-relacao-entre-o-ambiente-construido-e-a-paisagem-naturalNiall Patrick Walsh