
Beacon School Ensino Médio / Andrade Morettin Arquitetos Associados + Guido Otero Arquitetura + Ricardo Gusmão Arquitetos
Casa Los Navegantes / María Catalina Picon Meleda + Alberto Browne Cruz
Casa BF2 / Peninsula Arquitetura

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Arquitetos: Peninsula Arquitetura
- Área: 300 m²
- Ano: 2025
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Fabricantes: Boobam, Fernando Jaeger, Lider Design
Veil House / Turkel Design

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Arquitetos: Turkel Design
- Área: 3919 ft²
- Ano: 2025
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Fabricantes: Panda Windows & Doors
Casa Particular Dois / José Adrião Arquitetos

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Arquitetos: José Adrião Arquitetos
- Área: 411 m²
- Ano: 2026
O limite da cozinha: serviço, armazenamento e fronteiras domésticas em interiores compactos

Em casas compactas, a cozinha raramente é apenas um espaço para cozinhar. Ela costuma funcionar como um limite: uma parede de serviços ou uma fronteira entre o trabalho doméstico e a vida social. Sua importância reside não apenas na preparação de alimentos, mas na maneira como organiza o restante da casa, sobretudo devido às limitações das instalações hidráulicas e às exigências de ventilação. Antes que uma sala de estar possa parecer aberta, a cozinha geralmente precisa absorver a intensidade prática do dia a dia: água, calor, odores, eletrodomésticos, mantimentos e armazenamento.
Isso é especialmente visível nos densos interiores do Leste Asiático, onde o espaço doméstico é frequentemente moldado por áreas limitadas, novas estruturas familiares, trabalho híbrido e pela especificidade cultural do ato de cozinhar. A cozinha aberta pode ser apresentada como um atrativo de estilo de vida, mas em muitos apartamentos ela representa, na verdade, um desafio de planejamento. Ela precisa conciliar o trabalho doméstico, apoiar encontros informais e, às vezes, como estratégia de otimização de espaço, substituir o hall de entrada ou o corredor. Mais do que um mero gesto de design, o limite da cozinha é, portanto, um acordo espacial entre o serviço e o convívio.
Tenjin Business Center II / OMA
OBEL anuncia vencedor de 2026 e OMA conclui centro empresarial no Japão: Destaques da semana

Uma semana de notícias de arquitetura destacou as crescentes conexões entre as mudanças ambientais, os sistemas públicos e o papel em evolução da prática arquitetônica. Eventos climáticos extremos em diferentes regiões chamaram a atenção para a vulnerabilidade de assentamentos, infraestruturas e redes territoriais, ao passo que novas abordagens para a habitação demonstram como mudanças na contratação, na construção e na governança podem influenciar os resultados arquitetônicos. Paralelamente, o reconhecimento de profissionais de destaque aponta para o impacto duradouro das ideias arquitetônicas ao longo de gerações, no momento em que a profissão continua a se engajar com questões de resiliência, mudanças sistêmicas e as condições mais amplas que moldam o ambiente construído.
Sauna de Cristal para Skellefteå / Bigert & Bergström

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Arquitetos: Bigert & Bergström
- Área: 50 m²
- Ano: 2026
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Fabricantes: IKI Sauna, Norra Timber, PVD-coated mirror stainless steel sheet , Spa-Plex
Museu de Arte Contemporânea de Suzhou é inaugurado como o primeiro museu de arte concluído pelo BIG

O Museu de Arte Contemporânea de Suzhou está agora oficialmente aberto ao público às margens do Lago Jinji, em Suzhou, na China. O edifício de 60.000 m² foi projetado pelo escritório BIG – Bjarke Ingels Group, ARTS Group, VIA.inc e SHUISHI para o Departamento de Cultura, Esporte e Turismo do Parque Industrial de Suzhou. O projeto foi concebido como uma vila de 12 pavilhões sob uma cobertura contínua que se assemelha a uma fita, com um corredor coberto que traça um caminho pela paisagem como uma rede de espaços de exposição. A implantação é inspirada na tradição dos jardins de Suzhou, tombados pela UNESCO. A inauguração do projeto ocorre após uma série de exibições prévias, incluindo a exposição "Materialism", organizada pelo escritório, que continua em cartaz. O complexo de edifícios deve se tornar um novo ponto de encontro para a arte contemporânea, o design e a vida pública, marcando o primeiro museu de arte concluído pelo BIG.
De terrenos residuais a lugares cívicos: 6 parques públicos mexicanos

O rápido crescimento urbano do México nas últimas décadas deixou muitas cidades enfrentando problemas como bairros fragmentados, altos índices de criminalidade e uma grave escassez de espaços públicos de qualidade. Em muitas áreas urbanas de baixa renda, o desenvolvimento informal ocorreu de forma paralela a infraestruturas básicas, como canais de drenagem, linhas ferroviárias e ravinas íngremes, dividindo comunidades e criando áreas vazias perigosas. Para mitigar essa segregação espacial e a falta de equipamentos urbanos, órgãos públicos e profissionais da arquitetura em todo o México estão intervindo nessas zonas de amortecimento abandonadas para construir parques públicos. Ao converter antigas barreiras físicas em corredores de pedestres acessíveis, esses projetos reconectam bairros segregados, restabelecem linhas de visão seguras e oferecem espaços para convivência comunitária e recreação diária.
Casa da Floresta de Paredes / IGArchitects
Casa PIN’N PAN / ForX Design Studio

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Arquitetos: ForX Design Studio
- Ano: 2023
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Fabricantes: American Standard, MDC, TOA
Greentown ThinkWorks / LYCS Architecture + GLA
Casa Circular / Ignacio Muñoz
Casa Adentro / TETRO Arquitetura

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Arquitetos: TETRO Arquitetura
- Área: 1370 m²
- Ano: 2024
Edifício KAYA / Jeff Svitak

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Arquitetos: Jeff Svitak
- Área: 83448 ft²
- Ano: 2025
Casa Eco / Mateus Castilho Arquitetura

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Arquitetos: Mateus Castilho Arquitetura
- Área: 550 m²
- Ano: 2025
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Fabricantes: Agnaldo Martins, Vito Quintans






















