A arquitetura pode ser engraçada. Naturalmente, ela costuma ser um alvo fácil e bem-humorado de piadas, como quando Frank Gehry é satirizado em Os Simpsons; no entanto, os próprios edifícios também podem ser divertidos. Filósofos como Kant acreditavam que o humor residia na incongruência entre o que se espera e o que se vivencia. Existe todo tipo de expectativa depositada sobre as edificações, bem como uma infinidade de maneiras pelas quais essa incongruência pode se desenvolver entre tais expectativas e o que o edifício realmente entrega. Este vídeo explora alguns dos edifícios humorísticos mais interessantes da história, desde o Maneirismo de Giulio Romano até as lojas BEST do SITE Architects, entre muitos outros. Por fim, o vídeo aponta para algumas práticas contemporâneas que recorrem ao humor para alcançar algo que vai muito além de uma simples risada.
A Comissão de Engajamento Cívico de Nova York (CEC), o Departamento de Assuntos Culturais (DCLA), o Mayor’s Fund to Advance New York City e o/a artista público/a em residência (PAIR) Yazmany Arboleda lançaram oficialmente o The People’s Festival. Esta série de eventos ao ar livre realizada nos cinco distritos da cidade contou com apresentações ao vivo, oficinas interativas, além de informações e recursos comunitários. O festival teve como âncora o The People’s Bus, um ônibus municipal aposentado que anteriormente era utilizado para transportar pessoas detidas em Rikers Island.
Uma oportunidade única de entrar na mente de Bernhard Aebi, do escritório Aebi & Vincent Architects, por meio de seu impressionante projeto de hostel em Berna — com o apoio da fabricante suíça de mobiliário Horgenglarus.
Teatro de Ópera e Balé por Coop Himmelb(l)au. Imagem cortesia de Architectural Concept For Kamal Theatre Competition
O júri do concurso aberto do Teatro Acadêmico Estatal Galiasgar Kamal Tatar anunciou sua lista de 8 finalistas internacionais. O concurso demandava o desenvolvimento de um conceito arquitetônico que levasse em consideração o desenvolvimento sustentável e a história de Kazan, criando um teatro que se integrasse harmoniosamente ao entorno e, ao mesmo tempo, se tornasse um novo marco urbano singular.
A diretora de Edifícios Sustentáveis do Grupo VELUX, Lone Feifer, fala sobre a Build for Life Conference e a visão da empresa para um futuro mais sustentável para o ambiente construído.
Há apenas 18 meses, a população global teve sua vida virada de cabeça para baixo pela pandemia de COVID-19. Quase imediatamente, arquitetos/as e designers começaram a especular sobre como projetar um mundo melhor, que fosse flexível, funcional e saudável. Embora a pandemia esteja longe de acabar — com muitos avanços científicos e políticas de saúde pública ainda necessários para de fato nos permitir vivenciar o nosso “novo normal” —, talvez seja o momento de refletir sobre nossas previsões e analisar quais aspectos da pandemia foram reações de curto prazo e quais aspectos da vida podem se refletir permanentemente na forma como pensamos o ambiente construído.
Reformar um espaço para fins gastronômicos pode ser um dos desafios mais interessantes para um/a arquiteto/a, devido à liberdade projetual que costuma caracterizar esses projetos. Isso nos permite brincar com revestimentos, iluminação e mobiliário para criar espaços únicos que sejam atraentes e funcionais, tanto para a equipe do restaurante quanto para os clientes.
Mergulhamos em nossa biblioteca de projetos para selecionar 5 restaurantes que aproveitaram o processo de reforma e suas complexidades para criar espaços singulares, apresentados pela ICEX e Interiors from Spain.
Recentemente, tem se observado um interesse crescente e a adoção de uma estética surgida em refúgios rurais, conhecida como cottagecore. Essa tendência remete à época de Laura Ingalls Wilder e a outros tempos mais simples de pioneirismo, colonização e antigos assentamentos europeus. O cottagecore engloba elementos como flores, madeira, tons quentes, telhados de palha, móveis desgastados pelo tempo e outros objetos e motivos associados à vida no campo. Embora o poder restaurador dos chalés e refúgios seja reconhecido há muito tempo, sua popularidade e o interesse renovado por eles coincidem com a pandemia, em um momento no qual nossas vidas são marcadas pelo tempo excessivo em espaços fechados e pela comunicação feita exclusivamente por meios digitais.
Uma "interpretação simbólica do fluxo de movimento", o projeto de Calatrava para o Pavilhão dos Emirados Árabes Unidos na Expo 2020 Dubai é uma experiência imersiva e multissensorial de 15.000 metros quadrados.
Ao longo de mais de 70 anos, a fabricante americana de móveis de escritório Haworth desenvolveu uma compreensão única de como os nossos ambientes ajudam as pessoas a prosperarem no local de trabalho. Imagem cortesia de Haworth
A Haworth, especialista em mobiliário corporativo, alia conscientização, análise e imaginação em sua busca por criar espaços de trabalho que causem um impacto positivo em nossas vidas.
As maquetes são úteis para arquitetos/as em diversas etapas, desde as fases iniciais do projeto até a divulgação de um edifício após sua conclusão. No entanto, o que há nas maquetes que as torna uma ferramenta tão importante e poderosa? E de que maneira diferentes escritórios de arquitetura as incorporam em seus processos de projeto singulares? Este vídeo explora essas questões analisando três escritórios: Morphosis, MVRDV e Herzog & de Meuron. Frequentemente, as empresas contam com oficinas de maquetes e equipes dedicadas a essa produção, responsáveis por tudo, desde as primeiras decisões de projeto até apresentações cruciais para clientes e, inclusive, o marketing do edifício. Ouvimos os profissionais que trabalham nessas oficinas e analisamos como os três escritórios estudados abordam as maquetes de forma única.
A proposta vencedora para o redesenho do centro de exposições ConfEx, em Tessalônica, apresenta uma série de pavilhões com grandes coberturas em balanço que parecem flutuar em um parque, criando a infraestrutura necessária para eventos internacionais e, ao mesmo tempo, proporcionando um espaço público robusto para a população local. Desenvolvido pelo escritório Sauerbruch Hutton, em parceria com Gustafson Porter + Bowman na arquitetura de paisagem e Elena Stavropoulou, o projeto se apoia na rede de marcos urbanos existente para criar uma nova paisagem híbrida que atende ao objetivo da cidade do norte da Grécia de se tornar o principal polo de negócios e turismo da região.
Fundació Mies van der Rohe, a Comissão Europeia e o Pavilhão da Irlanda inauguraram uma exposição intitulada “Estratégias de Transformação: A Arquitetura Europeia como Cuidadora”, que destaca a participação da União Europeia na Expo 2020 Dubai e apresenta sua contribuição para o enfrentamento de desafios globais, em linha com os temas principais do evento. A exposição foi aberta ao público em 2 de novembro no Pavilhão da Irlanda, na Jubilee Avenue da Expo, e ficará em cartaz até o final de 2021.
Antelope Canyon (EUA) / Vitra Design Museum (Alemanha). Imagem cortesia da Rheinzink
A natureza está sempre presente nas coisas e na arquitetura — e é algo empolgante, estético e surpreendente. Isso fica especialmente evidente na exposição de fotografias de paisagens de Gerhard Schönnenbeck, justapostas a objetos arquitetonicamente impressionantes que foram perfeitamente cenografados com painéis de revestimento de zinco desenvolvidos pela RHEINZINK.
Em sua série “Inspirada pela natureza”, a RHEINZINK apresenta essas reflexões que Gerhard Schönnenbeck capturou tão bem com sua câmera.
Com o estilo de vida contemporâneo priorizando o ato de receber em casa, as ilhas de cozinha voltadas para a área social — com assentos integrados — transformaram o "ficar em casa" no novo "sair". Mas o que define a ilha de cozinha perfeita?
Um mapa de inundação futura de Mastic, Nova York. Direita: Um plano para adensar as áreas mais altas e secas da cidade e recuar da linha costeira. . Imagem cortesia de Rafi Segal e Susannah Drake
Muita coisa pode acontecer no espaço entre o título e o subtítulo de um livro, como demonstra A Blueprint for Coastal Adaptation: Uniting Design, Economics, and Policy (Island Press, 2021). Aqui, ao contrário da norma, o subtítulo assume um tom mais evocativo ao elevar o design ao mesmo patamar da economia e das políticas públicas. Para alguns, isso pode parecer uma manobra espúria, mas o volume faz jus ao seu credo: sua equipe editorial é composta por dois docentes de design e um professor de escola de negócios, sem mencionar as diversas trajetórias de seus colaboradores e colaboradoras.
Blueprint aprofunda-se nas decisões de políticas públicas que moldaram a condição frágil da infraestrutura costeira. O livro constrói um panorama convincente do contexto mais amplo no qual o design atua, com o objetivo de tornar o ambiente construído mais equitativo para quem se encontra na linha de frente de determinados cataclismos das mudanças climáticas.
Esta é a história da jornada do arquiteto Grant Gibson com uma residência no centro do Missouri. Os proprietários da premiada estrutura, projetada originalmente por Grant em parceria com seu mentor, Doug Garofalo, encomendaram recentemente ao arquiteto o projeto de uma ampliação. O desafio reside no fato de que a casa original foi concebida de modo a praticamente inviabilizar qualquer tipo de acréscimo, somando-se a isso o falecimento de Garofalo pouco tempo após a conclusão da obra original. Agora, Grant, juntamente com seu escritório CAMES Gibson, precisa projetar uma ampliação para uma casa que resiste de forma desafiadora a alterações, e fazê-lo de maneira a respeitar o projeto original, sem deixar de ser coerente com suas próprias convicções e filosofia de projeto. Os clientes trabalham em estreita colaboração com Grant para viabilizar o novo projeto e encontrar uma solução para esse complexo desafio.
Westfield Mall of the Netherlands / MVSA Architects. Imagem cortesia de Kriskadecor
Na arquitetura e no design de interiores, os forros são elementos fundamentais que combinam funcionalidade com atributos estéticos, como cores, texturas e materiais. Ao mesmo tempo em que proporcionam qualidade e conforto, forros exclusivos e bem planejados podem criar um impacto visual dramático, definindo o tom e o caráter de um edifício. No entanto, embora a “quinta parede” de um ambiente seja um componente de projeto crucial, ela raramente recebe o devido destaque em projetos de arquitetura — ou, pelo menos, não tanto quanto a decoração, o mobiliário, o papel de parede ou outros elementos que definem a atmosfera interna. Por isso, é importante explorar as inúmeras oportunidades criativas que um forro pode oferecer, indo além do típico tom branco liso que continua a dominar a maioria dos espaços internos.
O uso de materiais orgânicos e naturais, bem como de produtos que os emulam com sucesso, tem sido uma forte tendência que continua a ganhar popularidade no design de interiores. Especialmente no último ano, quando as restrições de isolamento influenciaram drasticamente o tempo que as pessoas passaram em suas casas, o setor registrou uma demanda crescente por produtos capazes de trazer a natureza e o conforto visual para os ambientes internos — seja na forma de mobiliário ou de outros elementos decorativos. Trata-se, sem dúvida, de um movimento de design que veio para ficar.
No entanto, além do interesse por objetos inspirados na natureza, a principal consideração de arquitetos/as e designers ao selecionar um material costuma ser sua qualidade, resistência e facilidade de manutenção. Por isso, o ideal é aliar o aspecto natural à funcionalidade ao criar ambientes internos práticos e acolhedores. Com isso em mente, a fabricante de materiais derivados de madeira EGGER expandiu seu portfólio de lacas para desenvolver uma nova linha que une a estética orgânica a outras propriedades vantajosas.
Renderização geral. Imagem cortesia de Alchemy Architects
Reconhecido internacionalmente pelo conceito weeHouse®, o escritório Alchemy tem provado, desde 1992, que até as menores habitações podem causar um grande impacto. weeHouse®, termo registrado pela Alchemy em 2002, foi concebido como um sistema de projeto modular que prioriza a qualidade em detrimento da quantidade, consolidando-se sob o lema “menos é mais”. O escritório sediado em Minnesota, liderado por Geoffrey Warner FAIA, projeta estruturas modernas e elegantes, com atenção especial ao uso de materiais locais expressivos e sensibilidade ambiental.
A Squam Lake House, em New Hampshire, embora não seja tecnicamente uma weeHouse, precisou respeitar rigorosamente a área e o volume de uma cabana em ruínas situada a cerca de 4,5 metros da margem. Fabricados majoritariamente fora do canteiro de obras pela Bensonwood, utilizando painéis de parede pré-envidraçados de 45 cm de espessura e estrutura de carvalho branco, os painéis foram montados em apenas 4 dias.
Eric Winter, AIA e arquiteto da Alchemy, compartilhou percepções valiosas sobre o processo de projeto da obra.
O Rapt Studio concluiu recentemente a nova sede da VF Corporation em Denver, Colorado. Com a missão de impulsionar estilos de vida ativos e sustentáveis para o bem das pessoas e do planeta, a VF reúne um portfólio diversificado de marcas globais. Sua nova sede de dez andares abriga várias dessas marcas sob o mesmo teto, permitindo, ao mesmo tempo, que cada uma delas preserve sua individualidade e expressão.
Na reedição desta semana, o autor Andrés Duany apresenta uma série de declarações sobre o mundo da arquitetura atual. Ele considera que esses entendimentos são fruto de nossa época, uma reação direta e uma consequência dos padrões observados.
A pandemia transformou a forma como trabalhamos em todo o mundo. As empresas repensaram rapidamente os fluxos de trabalho tradicionais para manter a conectividade e focar na experiência de seus profissionais. Ao reimaginar os espaços de trabalho de forma holística, a equipe de design da Humana — sediada em Louisville — está desenvolvendo novos modelos de ambiente profissional que garantem a segurança e o bem-estar de sua equipe, ao mesmo tempo que proporcionam maior flexibilidade e diversas formas de colaboração.
Como parte da conferência online Build for Life da Velux, o ArchDaily sediará as sessões Daylight in Architecture. Hoje, Chris Precht, Sanne van der Burgh e Louis Becker discutirão como potencializar os edifícios para beneficiar o meio ambiente e melhorar a qualidade de vida.