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External Reference e Onionlab integram design e tecnologia na exposição do Pavilhão da Espanha / Expo Dubai 2020

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Com o tema “Conectar mentes, construir o futuro”, a Expo Dubai 2020 —realizada de 1º de outubro de 2021 a 31 de março de 2022— é a primeira exposição universal sediada em um país árabe e na região do Oriente Médio. O Pavilhão da Espanha, sob o lema “Inteligência para a vida”, sintetiza a ideia de preservar uma boa qualidade de vida no planeta, para nós e para as próximas gerações.

O edifício, cujo projeto foi desenvolvido pelo escritório amann cánovas maruri, está localizado no Distrito da Sustentabilidade da exposição e chama a atenção por sua série de proeminentes cones truncados que se elevam acima da paisagem, evocando a sensação de uma praça tradicional. Em seu interior, o pavilhão abriga duas áreas expositivas temáticas complementares projetadas pelo consórcio formado por External Reference e Onionlab. Nelas, as empresas barcelonesas aplicaram uma surpreendente mistura de design, arte e tecnologia, criando uma experiência imersiva única.

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Lógica de projeto que transcende os rótulos do mercado imobiliário: a 'pesquisa' e a 'tectônica' da Challenge Design | Série Especial ArchDaily

Série Prática Profunda da ArchDaily  apresenta entrevistas com projetistas que possuem uma longa trajetória em tipologias arquitetônicas específicas. As firmas de arquitetura selecionadas devem ter mais de dez anos de atuação ou possuir um portfólio robusto de projetos concluídos e em andamento em um nicho específico, acompanhado de uma produção teórica consolidada. A Challenge Design é um escritório de arquitetura inovador com forte atuação no setor imobiliário, tendo construído diversos projetos que abrangem complexos comerciais, residências de alto padrão, resorts turísticos, hotéis de luxo e edifícios culturais e artísticos. Pautada na "essência do projeto", a Challenge Design foca na pesquisa contínua e na inovação singular, acumulando prêmios internacionais, incluindo o prêmio de design em madeira Wood WORKS! do Canadá. Dedicar-se ao estudo de estruturas de madeira em meio a projetos imobiliários de alta rotatividade e fundar o Centro de Pesquisa de Design e Construção em Madeira Junzhi Technology posiciona o escritório como uma prática fora do comum, tornando-o o perfil ideal para esta edição da série.

Vivenciando o design com visualização arquitetônica em tempo real

Como qualquer outra forma de arte, a visualização arquitetônica tem o poder de impactar o seu público, seja o/a cliente, potenciais compradores ou futuros inquilinos. Quando as pessoas podem realmente experienciar o projeto, tornam-se mais propensas a interagir, colaborar e opinar muito antes da versão final, o que lhes proporciona um sentimento de contribuição para o todo — e dá ao/à profissional a certeza de que a proposta é exatamente o que desejam.

Torre de Água da Tonkin Liu vence o Prêmio RIBA Stephen Lawrence 2021

O Royal Institute of British Architects (RIBA) concedeu o Stephen Lawrence Prize de 2021 à Water Tower, do escritório Tonkin Liu, um projeto de reuso adaptativo que converte uma estrutura industrial desativada no campo em um espaço residencial. O projeto demonstra um forte compromisso com a reciclagem de materiais, mantendo grande parte da estrutura original ao mesmo tempo em que cria interiores adaptáveis. A estética utilitária se funde a uma reengenharia criativa do projeto, revelando uma abordagem arquitetônica alinhada aos valores contemporâneos de sustentabilidade.

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Samaneh Moafi, do Forensic Architecture, sobre o uso de gás lacrimogêneo no Chile: “O gás tóxico não está apenas colonizando o espaço público de nossas cidades”

Em 18 de outubro de 2019, um aumento de 4 centavos de dólar na tarifa do metrô de Santiago causou revolta nas ruas da capital chilena. A indignação da população escalou rapidamente, levando a demandas por mudanças estruturais imediatas no sistema econômico e social chileno. Paralelamente às demandas por mudança, confrontos diários entre manifestantes e a polícia resultaram no uso excessivo de gás lacrimogêneo por parte desta última em todo o país.

Embora o uso de gás lacrimogêneo seja proibido em guerras desde 1925, forças policiais de todo o mundo têm permissão para usá-lo com o único propósito de dispersar manifestantes, como ocorreu no Chile. O exemplo mais emblemático pode ser observado na Plaza Dignidad (Praça da Dignidade), anteriormente conhecida como Plaza Italia antes da eclosão da revolta social no país: todos os dias, uma câmera registra as atividades ao redor da icônica rotatória, capturando o uso constante e excessivo de gás lacrimogêneo a cada sexta-feira.

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O que acontece com o saco de lixo depois que o colocamos na calçada?

Já estamos acostumados com campanhas de educação ambiental, algumas gerações mais recentes tiveram aulas na escola sobre o tema, as informações são bem simples e já estão marteladas na cabeça de muita gente: Reduzir, Reutilizar e Reciclar. Apesar disso por algum motivo a maioria ainda não consegue seguir a simples recomendação de separar os diferentes resíduos que descartamos diariamente: os orgânicos (passíveis de serem reaproveitados como adubo), os sólidos (passíveis de reciclagem) e finalmente os rejeitos (o que não é reaproveitável) que vão necessariamente direto para os aterros sanitários.

"A representação universal é utópica": Erica Malunguinho fala sobre equidade urbana

Quando atravessa um espaço, um corpo carrega em si muitos significados. A leitura que se traduz entre esse diálogo pessoa-arquitetura, e as sensações que daí surgem, demonstram muito da desigualdade social e estruturas violentas intrínsecas ao imaginário ocidental que privilegia um mesmo padrão: o homem branco. Encontrar um lugar de reequílibrio no qual seja possível criar uma alternância de poder - em raça e gênero - é um compromisso de Erica Malunguinho.

Como as cidades estão assumindo um papel central no combate à crise climática

Desde que o acordo de Paris foi firmado em 2015, minimizar os efeitos e consequências das mudanças climáticas em curso no planeta tem sido, pelo menos declarativamente, um objetivo comum em todo o mundo; no entanto, as ações que estão sendo tomadas variam amplamente de país para país. Pensando nisso, as principais grandes cidades do planeta decidiram se posicionar e partir para a ação ao invés de apenas esperar ordens de cima. Fato é que muitas das iniciativas levadas a cabo pelas administrações municipais e regionais acabam sendo neutralizadas pelo consequente aumento das emissões de carbono em outras regiões do país e do mundo. Além disso, é importante ressaltar que a vulnerabilidade e a capacidade de adaptação frente às consequências do agravamento da crise climática varia muito de lugar para lugar. Procurando esclarecer e discutir o conceito de desigualdade ambiental, este artigo chama a atenção para o fato de que a crise climática só pode ser combatida de maneira eficaz através de um esforço global conjunto, coordenado e transdisciplinar.

Como as cidades estão assumindo um papel central no combate à crise climática - Image 1 of 4Como as cidades estão assumindo um papel central no combate à crise climática - Image 2 of 4Como as cidades estão assumindo um papel central no combate à crise climática - Imagem de DestaqueComo as cidades estão assumindo um papel central no combate à crise climática - Image 3 of 4Como as cidades estão assumindo um papel central no combate à crise climática - Mais Imagens+ 1

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Casas de tijolos na Espanha: o uso da alvenaria em projetos de interiores e exteriores

A facilidade de acesso, a alta disponibilidade no mercado, a resistência e durabilidade assim como o valor relativamente baixo fazem do tijolo um dos materiais mais utilizados na industria da construção civil, servindo muitas vezes, como símbolo de identidade da arquitetura de uma determinada região. No caso da Espanha, país profundamente influenciado pela cultura e arte mudéjar, o tijolo, que tem sido amplamente utilizado na arquitetura espanhola desde tempos imemoriais, ocupa ainda hoje uma posição privilegiada no cenário da arquitetura contemporânea. Recorrentemente utilizados para a construção de planos, arcos e abobadas, tijolos também aparecem na forma de estruturas vazadas como cobogós e muxarabis, permitindo a iluminação e ventilação natural de espaços interiores, especialmente em se tratando de um território cálido como o sul da Europa.

Pensando nisso, apresentamos à seguir uma série de projetos de arquitetura contemporânea que fazem uso deste material, acompanhados de um breve memorial descritivo fornecido pelos arquitetos responsáveis.

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A madeira resiste bem a terremotos?

Para alguns, pode ser aterrorizante pensar que habitamos uma esfera orbitando em volta do Sol, cujo núcleo possui temperaturas de até 6.000ºC e todas as atividades humanas localizam-se sobre a crosta terrestre, a menor das camadas em espessura, nas chamadas placas tectônicas. Essas placas flutuam sobre o manto, mais precisamente na astenosfera e às vezes se chocam, causando tremores de terra. Como vemos neste mapa interativo, os terremotos são muito mais frequentes do que imaginamos, ocorrendo dezenas diariamente pelo mundo, muitos imperceptíveis. Mas alguns são extremamente potentes e, quando ocorrem próximo de áreas urbanas, são uma das forças mais destrutivas da Terra, causando mortes e danos no ambiente construído.

Com o avanço de pesquisas, testes e experimentações na engenharia, países e regiões com atividades tectônicas já possuem conhecimentos para reduzir o perigo de morte e os danos causados. Algumas soluções e materiais funcionam melhor no caso de um terremoto. A madeira é um deles. 

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Resolvendo o condicionamento térmico através do isolamento de paredes e coberturas

Condições inadequadas de vida em um edifício desencadeiam desconfortos e até mesmo patologias no ser humano. Experimentos científicos já demonstraram que a falta de concentração e até mesmo os acidentes cotidianos são influenciados tanto pelas altas quanto pelas baixas temperaturas no interior de um espaço. E embora a sensibilidade térmica varie de pessoa para pessoa – dependendo de suas vestimentas, gênero, hábitos e idade –, os princípios básicos por trás do conforto térmico são universais. O conforto térmico é determinado principalmente pela temperatura do ar e pela umidade presente. Nesse sentido, o corpo humano busca manter uma temperatura corporal quase constante de 37°C, trocando calor continuamente com o meio ambiente.

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Cobrar mais pelo estacionamento nas ruas pode promover equidade no transporte

Quando parte das ruas é dedicada ao estacionamento, opta-se por dar uma destinação privada a um dos ativos mais valiosos da cidade. De ciclovias e faixas dedicadas para ônibus a calçadas mais espaçosas, parklets ou mesmo faixas de tráfego veicular misto, o cardápio de usos mais benéficos à coletividade é vasto. Mais do que nunca, é preciso repensar a mobilidade em nome de cidades mais prósperas e inclusivas. E a cobrança do estacionamento rotativo é um bom ponto de partida.

O transporte coletivo, a bicicleta e a caminhada são as opções mais sustentáveis na mobilidade urbana. Porém, enquanto sistemas de ônibus definham em meio à falta de recursos e à queda na demanda, e ciclistas e pedestres dispõem de infraestrutura precária em seus deslocamentos, cidades investem recursos vultosos na manutenção das vias – e ainda reservam parcela significativa para motoristas armazenarem um bem privado.

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Casa projetada por Frank Lloyd Wright escapa de demolição e será restaurada

Relegada ao esquecimento até poucos meses atrás, uma das casas projetadas por Frank Lloyd Wright em estilo colonial holandês não parecia estar caminhando para um final muito feliz. Naquela ocasião, a residência projetada e construída pelo arquiteto em 1894 na região suburbana de Chicago, estava correndo sérios riscos de demolição quando foi colocada à venda por um valor de aproximadamente um milhão e trezentos mil dólares. Pouco tempo depois, ou melhor, na semana passada, a histórica Frederick Bagley House, definida pela organização sem fins lucrativos responsável pela conservação da obra construída de Frank Lloyd Wright como “uma obra exordial única e insubstituível”, parece agora caminhar em direção a um futuro bastante promissor—ou melhor, para um novo recomeço.

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18 meses depois, revisitamos nossas previsões sobre o ambiente construído em um mundo sob a COVID-19

Há apenas 18 meses, a população global teve sua vida virada de cabeça para baixo pela pandemia de COVID-19. Quase imediatamente, arquitetos/as e designers começaram a especular sobre como projetar um mundo melhor, que fosse flexível, funcional e saudável. Embora a pandemia esteja longe de acabar — com muitos avanços científicos e políticas de saúde pública ainda necessários para de fato nos permitir vivenciar o nosso “novo normal” —, talvez seja o momento de refletir sobre nossas previsões e analisar quais aspectos da pandemia foram reações de curto prazo e quais aspectos da vida podem se refletir permanentemente na forma como pensamos o ambiente construído.

Pavilhão da Finlândia na Expo 2020 Dubai evoca conexão do país com a natureza

Pavilhão da Finlândia na Expo 2020 Dubai evoca conexão do país com a natureza - Imagem de Destaque
© Marc Goodwin

O Pavilhão Finlandês para a Expo 2020 de Dubai procura evidenciar a profunda conexão do país escandinavo com a natureza e a sustentabilidade—algo que contribui e muito para com a alta qualidade de vida de seus habitantes. Intitulado “Snow Cape”, o pavilhão projetado pela JKMM Architects evoca sutilmente os cenários naturais finlandeses através de sua materialidade e atmosfera, ao mesmo tempo que incorpora muitos dos princípios de economia circular defendidos pelo país nórdico. A estrutura de acesso, onde os visitantes são recebidos, assume a forma de uma tenda, criando um importante espaço de encontro e socialização entre os povos, lembrando a herança nômade do povo Finlandês— conectando ainda com o título do pavilhão escrito em árabe.

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The Second Studio Podcast: Entrevista com Randy Collins, engenheiro estrutural

The Second Studio (antigo The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais da área criativa em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.

Uma grande variedade de temas é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros apresentam dicas para profissionais de design, análises de edifícios e projetos, ou reflexões descontraídas sobre a vida cotidiana e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Nesta semana, David e Marina recebem Randy Collins, S.E., fundador e diretor da FTF Engineering, Inc., para discutir o papel e as responsabilidades de engenheiros/as estruturais, o dimensionamento de estruturas resistentes a terremotos, as limitações dos requisitos estruturais dos códigos de obras, a contratação de profissionais de engenharia, a colaboração com arquitetos/as, a geração de valor para clientes e muito mais.

Vestígios urbanos do passado colonial: Dar es Salaam e Nairobi

Observando rapidamente o continente africano, encontraremos uma enorme diversidade de padrões de assentamentos humanos, variando desde pequenos ambientes urbanos, enclaves rurais até extensas metrópoles. Sobrevoando este vasto território, podemos concluir também que muitas cidades africanas estão trabalhando para superar a lacuna histórica que as separa do resto do mundo—embora essa “evolução”, na maioria dos casos, esteja apenas acentuando as desigualdades estruturais que permeiam este continente de norte a sul. E esta dinâmica não é uma novidade, pois a aparência de muitas das cidades africanas ainda hoje é resultado de uma longa história de opressão e segregação.

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As mulheres e o canteiro de obras autogestionário

Muitas vezes despercebida ou desconsiderada, a desigualdade de gênero na arquitetura traz consequências tanto às mulheres e suas carreiras quanto aos espaços e produtos criados. Há, porém, um nicho de trabalho dentro da construção civil que contradiz essa lógica, propondo a criar um espaço de trabalho mais igualitário. Este texto propõe uma reflexão sobre essa desigualdade e como ela é desafiada pelas práticas autogestionárias. 

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Equidade e Arquitetura: Um problema global e de todos(as) (na opinião de nossos(as) leitores(as))

Durante o mês de setembro, aconteceu a 4ª edição da Bienal de Arquitetura de Chicago sob o título Available City (Cidade Disponível) – e foi a ocasião perfeita para abrir o debate sobre o papel da arquitetura na equidade urbana.

A arquitetura pode promover a equidade nas cidades? Existem limites para isso? A partir de uma perspectiva crítica, discutimos o assunto por meio de uma pergunta inicial ao nosso público leitor: Quão equitativa é a arquitetura?

Após ler e compilar todos os comentários recebidos, tanto de profissionais da construção quanto de estudantes e pessoas interessadas em arquitetura, concordamos que a equidade na arquitetura é, antes de tudo, um tema multiescalar, um problema global e de todos nós.

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"A re-existência do habitar, da língua e do território", Arte a 360 grados + Comunal

"A re-existência do habitar, da língua e do território", Arte a 360 grados + Comunal - Image 1 of 4"A re-existência do habitar, da língua e do território", Arte a 360 grados + Comunal - Image 2 of 4"A re-existência do habitar, da língua e do território", Arte a 360 grados + Comunal - Image 3 of 4"A re-existência do habitar, da língua e do território", Arte a 360 grados + Comunal - Image 4 of 4A re-existência do habitar, da língua e do território, Arte a 360 grados + Comunal - Mais Imagens+ 47

O projeto “Tequiocalco. Campa tlachializtli mozcalializtli in totlamatiliz huan toyuhcatiliz” – localizado no estado de Tlaxcala, México - que se traduz para o espanhol como Centro Autónomo de Investigación y Revitalización de Saberes Comunitarios (CAIRSCO), é o "lugar onde observamos ou investigamos e revitalizamos nossa sabedoria e cultura, formas de ser ou o que é vivido na comunidade".

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Casas brasileiras: 40 residências e refúgios rurais

Casas brasileiras: 40 residências e refúgios rurais - Imagem de Destaque
Casa da Mangueira / Alan Chu. Foto: © Djan Chu

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Grandes cidades se tornaram os lugares mais perigosos durante a pandemia, além disso, toda a situação pandêmica validou o trabalho remoto e colocou em questão a necessidade de morar em centros urbanos e densos. Por esse motivo, o êxodo urbano provavelmente será um tema constante num futuro próximo e levantará grandes discussões no campo da arquitetura e urbanismo sobre como lidar com esse movimento.

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Além do vermelho: arquiteturas com tijolos cinzas e pretos

A canção do grupo inglês Pink Floyd “Another brick in the wall” (Outro tijolo na parede) traz à crítica um sistema educacional alienante e pouco motivador. As pessoas, ou as crianças, são retratadas como tijolos, por conta de sua homogeneidade, seja na forma de viver ou de pensar em uma sociedade pouco afeita à contestação. Os tijolos funcionam muito bem nessa comparação, por terem mudado muito pouco na história e pelo mundo em suas formas retangulares. Mas isso não vale em relação às suas cores. Ainda que estejamos acostumados a remeter ao vermelho quando falamos de tijolos, há infinitas possibilidades de tons, conforme a composição e o processo de fabricação das peças. 

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Em Risco: Os comuns rurbanos do Alto Fucha em Bogotá

Este artigo de Ana López Ortego (Colectivo Arquitectura Expandida) © uma colaboração do Colectivo RE e foi publicado originalmente em 02 de agosto de 2020 na segunda edição de Huevo de pato, uma publicação que tem por objetivo compartilhar pensamentos e experiências como estratégia para a democratização do saber e do fazer.

BIG projeta vale tecnológico em Matosinhos, Portugal

Matosinhos, ao norte de Portugal, receberá o mais novo projeto do BIG, escritório dinamarquês liderado por Bjarke Ingels. Intitulado Fuse Valley, o projeto consiste em um complexo corporativo de uso misto localizado nas adjacências da cidade dedicado a Farfetch, plataforma global para moda de luxo, e ao Castro Group, empresa que atua nas áreas de promoção imobiliária e construção.

Vendendo a ideia de um empreendimento "sustentável" que abrirá caminho para um "futuro vale tecnológico" que nascerá em Matosinhos nos próximos quatro anos, as empresas destacam que mais de 80% dos espaços exteriores serão "totalmente abertos à comunidade, numa total harmonia e respeito pelo meio-ambiente envolvente."

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