Powerhouse Company, em colaboração com o escritório de paisagismo DELVA, revelou o projeto de um novo centro de visitantes para Koekamp, que desempenhará um papel fundamental como porta de entrada para o novo parque nacional Hollandse Duinen. A intervenção abrirá ao público parte de Koekamp, uma área verde próxima à Estação Central de Haia. O centro de visitantes, encomendado pela comissão florestal holandesa, tem conclusão prevista para 2024.
Tying the Knot - Atlanta Legacy Makers por OBJ. Imagem cortesia de OBJ
Uma das principais responsabilidades de urbanistas e designers é criar locais na cidade para encontros, manifestações, lazer e descanso. A seleção a seguir de espaços públicos não construídos apresenta projetos que expandem essas áreas para além de margens ou orlas fluviais, devolvem às comunidades locais espaços antes subutilizados e buscam otimizar áreas frequentemente negligenciadas. Intervenções desse tipo são fundamentais para melhorar a qualidade de vida da população e tornar as cidades mais agradáveis de se viver.
A seleção desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca propostas enviadas pela comunidade do ArchDaily. Localizados próximos a um patrimônio mundial da UNESCO na Itália, sobre um lixão ilegal em Dallas, no Texas, ou em uma cidade medieval no norte da Espanha, os projetos reunidos nesta curadoria mostram como arquitetos/as e urbanistas reconhecem o potencial dos espaços urbanos.
Os tijolos exibindo uma variedade de minerais de argila e cores. Imagem cortesia de Lola Ben-Alon
O uso de materiais à base de terra manifesta-se em duas práticas ao longo da história: na construção de edifícios e – de forma muito menos conhecida ou compreendida conclusivamente – em certos padrões de consumo alimentar. Simplificando, a terra, o coletor de nutrientes mais importante do planeta, pode ser utilizada tanto para construir quanto para comer.
Quando você caminha pela cidade, você tem medo de ser você mesmo? Por mais estranha que a pergunta possa soar para alguns, ela é realidade para grande parte de pessoas LGBTQIA+, que em algum momento já foram vítimas de hostilidades ao serem notadas performando fora do padrão heteronormativo no espaço público. Se a violência parte de camadas sociais que vão além do espaço desenhado, isso não exime a importância de pensar projetos que podem extrapolar a esfera física e inserir um elementar fator simbólico e de representatividade para incluir e educar seus cidadãos. Esse é o caso do Homomonument, que há mais de três décadas se tornou uma plataforma de celebração e manifestação queer no coração de Amsterdã.
A história e a cultura das Filipinas se refletem em sua herança arquitetônica, com inúmeras influências de outras nações abrindo caminho para os designs contemporâneos que vemos hoje, uma mistura de influências culturais entre os edifícios de estilo ocidental. A arquitetura filipina cresceu junto com o progresso da nação e de seu povo, mas as memórias de um passado de glórias ainda estão atreladas à história da nação.
Viver em um ambiente urbano pode ser cansativo. Estilos de vida ocupados e competitivos deixam as pessoas atordoadas com os efeitos do estresse. Os indivíduos que vivem em áreas urbanas são mais propensos a desenvolver problemas de saúde mental e demonstram uma notória falta de conexão pessoal. Luzes rosadas e arranha-céus da cidade dividem espaço com o aumento dos níveis de estresse, colocando uma questão essencial aos arquitetos — como os espaços afetam o bem-estar?
Construídas para evitar congestionamentos e facilitar o deslocamento pelas cidades, as estradas rápidas e os viadutos implementados nos centros dos municípios ou em seus entornos não cumprem com o seu propósito. Elas trazem mais problemas que resultados, separando vizinhanças, impactando os negócios e a vitalidade das comunidades e aumentando o tráfego e a poluição ambiental e sonora.
https://www.archdaily.com.br/pt/984308/as-vias-expressas-urbanas-estao-chegando-ao-fimSomos Cidade
A Wassily Chair, de Knoll Int. ao lado da cadeira Vitra/Herman Miller Eames Lounge, Camaleonda Sofá da B&B Italia e o lado de Plástico Vitra e Cadeira de ovo de Fritz Hansen
De certa forma, mobiliários clássicos são como uma mistura entre uma obra de arte e uma barra de ouro: investimentos seguros que geralmente aumentam em valor com o tempo. Em nossa segunda seleção de ícones de design do século XX, desta vez apresentamos Ray e Charles Eames, Marcel Breuer, Arne Jacobsen e Mario Bellini, com algumas peças de móveis do século passado que permanecem mais modernas hoje do que nunca, em termos de design e conforto. Saiba mais sobre isso na Plataforma Architonic..
Ao projetar os espaços interiores das residências, profissionais de arquitetura inclinam-se cada vez mais ao desenvolvimento de ambientes onde a flexibilidade e o melhor aproveitamento das superfícies permitam oferecer soluções alinhadas às necessidades programáticas e funcionais demandadas, contribuindo para alcançar o bem-estar e o conforto que transformam uma casa em um verdadeiro lar.
O ArchDaily apresenta a seguir uma entrevista em que o jovem escritório uruguaio nos conta detalhadamente sobre seus projetos, motivações, dificuldades e formas de trabalhar.
Agustina Coulleri (AC): Como decidiram abrir um escritório de arquitetura?
A essência da democracia é o autogoverno e a autonomia do povo, com base em seus próprios direitos. Suas características são demonstradas na igualdade e na participação. Se democracia significa um modo de vida pública mais equitativo na arquitetura, então esse modo de vida depende da homogeneização da estrutura espacial do edifício, com espaços públicos abertos, transparentes e com diversas funções. Também é possível argumentar que o nascimento, a manutenção e o desaparecimento da democracia ocorreram no espaço público.
O regime democrático de Atenas começou no século VI a.C. A praça tornou-se um ponto de encontro, um símbolo da política democrática da arquitetura. Embora o acesso das pessoas à assembleia tenha se tornado mais amplo e prático com o avanço da tecnologia, a existência do espaço público na cidade permanece crítica, representando as demandas espaciais dos direitos públicos dos cidadãos além das condições básicas de sobrevivência e cumprindo uma importante função espiritual de expressar a democracia. Isso posto, como a arquitetura pode ser democrática? Como podemos perceber o caráter público da arquitetura?
Quais os principais desafios urbanos das cidades africanas? Quais suas semelhanças com a realidade brasileira? Qual o papel da ONU-Habitat na resolução desses problemas?
Para responder a essas e outras perguntas, e compartilhar suas experiências com o urbanismo africano, o podcast do Caos Planejado recebe Jeiza Barbosa, Oficial Nacional da ONU-Habitat para Cabo Verde, e Evandro Holz, assessor técnico internacional da ONU-Habitat.
A arquitetura é há muito tempo uma profissão que opera em apartheid estético. A estética favorita do meio, o Modernismo, relegou todos os outros "estilos" à insignificância marginalizada em termos de reconhecimento, ensino e publicações. A última geração viu aqueles que seguem uma estética considerada "tradicional" criarem um sistema completamente separado de escolas, prêmios e publicações.
Trazer o fogo para os interiores é o desejo de muitos durante o inverno. Além de esquentar o ambiente, ele cria uma sensação única e que remonta aos primórdios da habitação humana, nos levando a um certo conforto emocional. Se antes eram necessários chaminé e um estoque de lenhas para garantir isso, hoje existem as lareiras ecológicas, que podem ser embutidas ou portáteis: uma ótima escolha para quem mora em apartamentos ou não gosta da fumaça gerada pelo fogo.
https://www.archdaily.com.br/pt/984528/o-que-sao-e-como-funcionam-as-lareiras-ecologicasArchDaily Team
Um futuro mais próspero, resiliente e inclusivo nas cidades brasileiras depende de uma retomada verde. Com investimentos urbanos sustentáveis, o Brasil pode conciliar a recuperação da economia brasileira no curto prazo com a transição gradual para uma trajetória de desenvolvimento de baixo carbono. Mas como financiar essa oportunidade?
Com o tema Travessias, a Bienal de Arquitetura de São Paulo (BIA)propõe o debate sobre o movimento dos corpos e territórios por meio de uma programação que exerce a troca de experiências, memórias e identidades através de trabalhos plurais e multifacetados. A 13ª edição do evento aposta na formação de uma curadoria colaborativa e interdisciplinar a fim de criar pontes entre diferentes narrativas e sugere a (re)construção de um novo projeto de ocupação dos espaços.
O armazenamento de energia renovável, sobretudo eólica e solar, ainda é um desafio. Mas, cientistas da Universidade Técnica Chalmers, na Suécia, estão dando um grande passo rumo à criação de uma bateria ecológica feita de cimento. O projeto, ainda em fase de protótipo, é focado na construção civil.
A dupla de arquitetos brasileiros Mário Rubem Costa Santana e Rafael Lamary Silva Santos foi premiada com menção especial no concurso para uma casa de acolhimento infantil no Senegal, promovido pela organização Kaira Looro. A competição buscava propostas para um "espaço destinado à prevenção da desnutrição infantil" na África Subsaariana.
https://www.archdaily.com.br/pt/985412/arquitetos-brasileiros-sao-premiados-em-concurso-para-casa-de-acolhimento-infantil-no-senegalArchDaily Team
Como solução temporária para o deslocamento de ucranianos do nordeste e leste, a Drozdov & Partners, juntamente com o Replus Bureau e o Ponomarenko Bureau, começou a reformar abrigos para deslocados internos (IDPs) em Lviv e região, usando campi escolares e outras instalações como alojamentos temporários.
Existe um futuro para as nossas cidades se não tivermos um modo de vida sustentável? Há algum tempo, a sustentabilidade urbana vem sendo abordada mais sob a ótica das mudanças climáticas do que a partir de uma visão holística que incorpore a sociedade e a maneira como vivemos em comunidade.
Que novas formas de viver estamos experimentando diante das diversas transformações sociais, econômicas e ecológicas? Sem dúvida, precisamos colocar em pauta os diferentes casos de referência que surgiram em diversas partes do mundo e compreender as últimas tendências sobre a maneira como vivenciamos as nossas cidades.
Queremos que vocês, nosso público leitor, não apenas tomem a iniciativa de propor exemplos de coliving, cooperativas e qualquer novo tipo de habitação social que considerem referência, mas que também compartilhem suas reflexões sobre o assunto no formulário abaixo. Os comentários serão selecionados e publicados em um próximo artigo.
Muitas vezes, ao morar no Japão, seja ocupando uma casa compartilhada ou alugando seu próprio apartamento, você terá uma quantidade limitada de espaço. Isso decorre principalmente da escassez de terrenos no país: 73% das terras disponíveis são montanhosas e outra grande porcentagem das terras planas é usada para agricultura. Além disso, há também a questão da superlotação nas áreas urbanas. Devido a esses fatores, o preço da terra é muito elevado, obrigando a maioria das pessoas a viverem em residências pequenas.
O festival internacional de arquitetura Open House Madrid chega com uma surpresa neste ano de 2022, oferecendo acesso gratuito a cinco lugares “mágicos” para desfrutar da cidade a partir das alturas, de 23 a 25 de setembro.
Movimentos artísticos históricos e suas características visuais pavimentaram consideravelmente o caminho para a arquitetura moderna. Ao longo dos anos, arquitetos e arquitetas vêm adotando técnicas e abordagens estilísticas para criar suas próprias composições, fundindo ambas as disciplinas. O cubismo, um dos estilos mais influentes do século XX, e bastante criticado por sua experimentação com uma abordagem artística não representacional, é talvez a inspiração arquitetônica mais significativa. Assim como esse movimento artístico radical rejeitou o conceito então enraizado de que a arte deveria imitar a natureza, profissionais da arquitetura também seguiram essa tendência, projetando estruturas que se apropriaram das características vanguardistas do cubismo para criar edifícios que, até hoje, permanecem como marcos icônicos da profissão.