O Hábitat X faz parte de uma pesquisa com mais de 12 anos de desenvolvimento, liderada pelo arquiteto argentino Alejandro Borrachia, que contou com a participação de mais de 100 professores/as, estudantes e graduados/as da Universidade de Morón – Escola Superior de Arquitetura e Design (UM-ESAD), juntamente com atores multidisciplinares e aliados estratégicos privados e estatais. Focado na busca teórica e na materialização de uma série de protótipos, o projeto propõe relacionar-se com um programa específico com base nas preocupações e necessidades atuais da sociedade, além de vincular-se a processos, hipóteses e estudos de caso que deem origem a mudanças disciplinares inéditas.
Um novo espaço abre suas portas em um antigo casarão dos anos 1930 localizado no bairro de San Miguel Chapultepec, na Cidade do México. Trata-se de uma iniciativa cultural chamada ARCO, que funde arte, design e arquitetura para criar um espaço colaborativo que abriga o escritório de arquitetura WORC e o estúdio especializado em mobiliário VETA.
Placas hexagonales. Image Cortesía de Susana Caruso
Esta pesquisa em componentes cultiváveis como substitutos de derivados do petróleo para produtos utilizados na fabricação de materiais com resíduos é desenvolvida no âmbito de um Projeto UBACyT dirigido pela arquiteta Marta Yajnes e é realizada no contexto do Centro Experimental de la Producción (CEP) da Faculdade de Arquitetura, Design e Urbanismo da Universidade de Buenos Aires.
Cortesia de Foster + Partners | Ampliação da Sede do Banco de Compensações Internacionais (BIS)
Os espaços de escritório no design e na arquitetura desempenham um papel crucial na definição de como trabalhamos e interagimos em ambientes profissionais. Eles são concebidos de maneira cuidadosa para promover a produtividade saudável, incentivar o trabalho em equipe e proporcionar aos/às profissionais um ambiente acolhedor e motivador. Após a pandemia de Covid-19, o estilo de vida corporativo passou por uma transformação significativa. Diante disso, as empresas vêm se adaptando e redesenhando novas formas de trabalhar, implementando horários flexíveis e políticas de trabalho híbrido.
Essa evolução nos estilos de vida corporativos influenciou ainda mais o design de escritórios, que agora se concentra prioritariamente na saúde, na segurança, no espaço pessoal e na colaboração. Há décadas os espaços de trabalho no design e na arquitetura vêm se adaptando às transformações desse panorama. À medida que eles evoluem para atender às novas demandas dos/as profissionais, diversas iterações de projeto são exploradas, promovendo diferentes valores.
A seleção desta semana de Melhores Projetos Não Construídos apresenta propostas enviadas pela comunidade do ArchDaily que destacam diferentes espaços corporativos. Variando de uma sede bancária mais formal na Suíça a um centro de negócios de uso misto na Ucrânia, esses projetos exercem forte influência sobre a maneira como as pessoas trabalham nos espaços.
Durante a visita à 18ª Mostra Internacional de Arquitetura, a equipe do ArchDaily teve a oportunidade de conversar com diversos/as curadores/as dos pavilhões nacionais, além de Lesley Lokko, responsável pela curadoria geral do evento. Os debates aprofundaram-se no caráter singular da edição deste ano, focada em compreender a África como um "Laboratório do Futuro". Sob essa perspectiva, a bienal tornou-se "uma experiência de cura", nas palavras de Lesley Lokko, ao reinterpretar e desconstruir conceitos como descolonização, descarbonização, gestão de recursos e a busca pelo potencial oculto em formas vernáculas de prática.
Alinhadas à proposta curatorial de Lokko, as exposições apresentadas nos pavilhões nacionais exploraram as condições específicas de seus territórios, buscando revelar e evidenciar os desafios e oportunidades singulares enfrentados por suas paisagens culturais locais. Ao longo das entrevistas, os/as curadores/as compartilharam suas inspirações pessoais, as motivações por trás das escolhas dos programas, as mensagens que as mostras buscam transmitir e suas expectativas para o futuro da profissão.
Mauro Gil-Fournier é doutor em arquitetura, pesquisador e professor que, após 15 anos de trajetória profissional, decidiu fundar a Arquitecturas Afectivas: "uma comunidade que faz arquitetura com prazer, desenvolvendo os afetos das pessoas, de outros seres e de coisas vivas".
Como funciona o processo para fazer arquiteturas afetivas? Por que elas são importantes para o futuro da arquitetura? Na conversa a seguir com Mauro, nos aprofundamos nesse conceito que traz como premissa "que outros possam projetar a partir de sua melhor expressão".
Durante a visita à 18ª Exposição Internacional de Arquitetura, a equipe do ArchDaily teve a oportunidade de conversar com vários/as curadores/as dos pavilhões nacionais, bem como com a curadora geral do evento, Lesley Lokko. O debate aprofundou-se na singularidade da edição deste ano, centrando-se na compreensão da África como o “Laboratório do Futuro”. Sob essa perspectiva, nas palavras de Lesley Lokko, a Bienal tornou-se uma “experiência de cura”, reinterpretando e desconstruindo os significados por trás de conceitos como descolonização, descarbonização e gestão de recursos, além de revelar o potencial oculto de práticas locais e vernáculas.
Alinhadas à diretriz curatorial de Lokko, as exposições dos pavilhões nacionais exploraram as especificidades de seus respectivos territórios, buscando revelar e enfatizar os desafios e oportunidades singulares enfrentados por suas paisagens culturais locais. Nas entrevistas, os/as curadores/as compartilharam suas inspirações pessoais, os fatores que motivaram a escolha de seus projetos, as mensagens centrais de suas propostas e suas expectativas para o futuro da disciplina.
O arquiteto e urbanista Peter Calthorpe está lançando um novo livro, Ending Global Sprawl: Urban Standards for Sustainable Resilient Development. No entanto, ao ligar para Calthorpe na semana passada para entrevistá-lo sobre a publicação, ele se mostrou mais interessado em falar sobre outro assunto: a aprovação, no ano passado, do projeto de lei AB 2011 na Califórnia, a chamada “Lei de Habitação de Interesse Social e Empregos de Qualidade de 2022” (Affordable Housing and High Road Jobs Act of 2022). Trata-se de uma legislação que visa aumentar significativamente a oferta de moradias ao permitir a construção residencial em zonas comerciais. Calthorpe participou ativamente da elaboração de diversos aspectos do projeto, que entrará em vigor no dia 1º de julho.
Casa Carlson-Reges (1992-1996). Imagem cortesia de Michael Rotondi
Os edifícios de Michael Rotondi — museus, centros cívicos, instalações educacionais, mosteiros, restaurantes e residências — evocam mecanismos cinéticos que se dobram, articulam, torcem e se abrem. Eles expressam os sentimentos, o pensamento e o estado de espírito do arquiteto no momento em que foram projetados e, em algumas ocasiões, durante sua montagem e construção. Rotondi nasceu em 1949 em Los Angeles.
Ele fundou a RoTo Architects, um escritório voltado para a pesquisa em sua cidade natal, em 1991, após codirigir o Morphosis por 16 anos com Thom Mayne. Paralelamente à sua prática profissional, o arquiteto leciona e profere palestras no SCI-Arc (Southern California Institute of Architecture), instituição que ele cofundou in 1972, cujo programa de pós-graduação liderou de 1978 a 1987, e da qual foi o segundo diretor por uma década, de 1987 a 1997.
Em janeiro de 2023, o Copenhagen Architecture Festival realizou um workshop de cinema e arquitetura em parceria com a Universidade Barleti e a Trienal de Arquitetura de Tirana, explorando a inclusividade na capital da Albânia. Nesta entrevista, o professor Saimir Kristo compartilha suas reflexões sobre sua cidade efervescente e o potencial do cinema para narrar seu verdadeiro caráter.
A arquitetura esportiva na Península Ibérica está passando por um processo de mudança. Enquanto em Barcelona ocorre a transformação do Camp Nou pelos escritórios IDOM, Nikken Sekkei e b720, na capital espanhola as obras de renovação do Santiago Bernabéu por L35 Architects, em colaboração com GMP Architekten e Ribas & Ribas, aproximam-se de sua fase final.
L35 Architects é um escritório de arquitetura, urbanismo e design com filiais em Barcelona, Madri, Paris, Milão, Genebra, Miami, México, Bogotá, São Paulo, Santiago, Istambul e Abu Dhabi. Atualmente, o escritório não apenas trabalha na remodelação do estádio em Madri, mas também no complexo cultural e esportivo El Campín em Bogotá, no estádio Bolívar em La Paz, na revitalização da orla marítima de Toulon, na França, e na renovação da Stazione Roma Termini.
Entrevistamos Tristán López-Chicheri, diretor-geral do L35 Architects, para conhecer em detalhes o estado atual das obras.
Projetar sistemas de controle predial para espaços inteligentes, flexíveis e sustentáveis está se tornando cada vez mais complexo diante das novas exigências das residências contemporâneas. No caminho rumo às casas inteligentes, a engenharia elétrica tem gerado inúmeros avanços que elevam o desempenho, ao mesmo tempo que enriquecem a estética e reduzem os impactos ambientais. Alinhados a essas tendências globais, os sistemas da JUNG para tecnologia predial moderna exploram continuamente novas possibilidades em todas as áreas das instalações elétricas contemporâneas, como comutação e controle. Como vitrine de uma sustentabilidade inteligente, a instalação temporária INVISIBLE é um espaço no qual a engenharia elétrica explora as vantagens ocultas das conexões.
Coluna de chuveiro AXOR Citterio E e AXOR Starck. Imagem cortesia de AXOR
Hadi Teherani costuma abordar seus projetos de arquitetura e design de forma holística. Nascido em Teerã e criado em Hamburgo, o profissional é um designer prolífico e versátil, com obras espalhadas pela Alemanha e por todo o mundo. Seus projetos receberam prêmios de renome internacional por sua sustentabilidade ecológica e abordagem integrada. Talvez resida aí a origem de seu fluxo contínuo de ideias: ele encara o processo criativo como uma resposta àquilo que vê, sente e vivencia.
O conceito de banheiro AXOR DISTINCTIVE de Teherani nasce de percepções pessoais e de um design inspirado. Quando a marca o questionou sobre como definiria o seu "banheiro personalizado", o arquiteto respondeu que o projeto reflete uma visão íntima desse espaço, originada de sua própria autoimagem — tanto no uso diário quanto no design e no mobiliário.
Com formação acadêmica em ciências biológicas, psicologia, engenharia ambiental e gestão energética, Salvador Rueda conversa com o ArchDaily na Costa Rica sobre mobilidade sustentável, planejamento urbano e a implementação das superquadras em Barcelona.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138699/salvador-rueda-na-cidade-o-publico-e-o-privado-devem-trabalhar-juntosArchDaily Team
Rahul Mehrotra é um arquiteto atuante baseado em Boston e Mumbai, e leciona na GSD de Harvard, onde atualmente é chefe do Departamento de Planejamento e Desenho Urbano e diretor do programa de Mestrado em Arquitetura em Desenho Urbano. Nascido em 1959, Mehrotra cresceu em Lucknow, cidade no norte da Índia e um importante polo cultural e artístico. Seu pai era gerente em uma grande empresa de máquinas-ferramenta. A família se mudava muito devido às frequentes promoções do pai de Mehrotra, o que os levava a morar em diferentes residências de propriedade da empresa. Além de alguns anos em Lucknow e Délhi, eles viveram em diferentes bairros de Mumbai.
Cobertura Retrátil, Dallas. Imagem Cortesia de ShadeFX
O sombreamento refere-se a uma região ou estado em que a luz solar é parcialmente obstruída por objetos ou estruturas. Este conceito desempenha um papel crucial no projeto arquitetônico, pois impacta significativamente o conforto e a funcionalidade. Oferece alívio da luz solar direta, ajuda a regular a temperatura e reduz o ofuscamento. Por essas razões, arquitetos/as incorporam estrategicamente elementos de sombreamento para aprimorar a qualidade e a utilidade dos espaços, especialmente em áreas residenciais externas. Nesse contexto, a ShadeFX fabrica soluções inovadoras de proteção solar, chuva e privacidade, personalizadas para cada projeto, independentemente do tamanho ou da complexidade.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138662/quatro-solucoes-de-sombreamento-retratil-para-areas-externas-residenciaisEnrique Tovar
Edifício Terra, Villa Devoto, Buenos Aires, Argentina . Imagem Cortesia de - Roberto Scaia arquitecto & asoc.
Nos últimos anos, o habitar coletivo tornou-se uma solução recorrente para muitos moradores urbanos. Geralmente trata-se de uma estrutura isolada ou de um conjunto de edifícios que reúne tanto residências individuais e privadas quanto áreas comuns. De uso predominantemente residencial, esses empreendimentos costumam se localizar em áreas centrais, oferecendo fácil acesso a uma ampla gama de serviços. No cenário econômico atual, muitas pessoas optam por modelos de habitação coletiva onde a manutenção das áreas compartilhadas é gerida de forma comum, sem abrir mão de seus espaços privativos.
A seleção desta semana das Melhores Obras Não Construídas destaca projetos visionários de habitação coletiva enviados pela comunidade do ArchDaily. De um complexo habitacional em Zurique que explora os limites da privacidade, passando por um empreendimento na planta situado na "Cidade Jardim de Buenos Aires", até uma residência suburbana em Atenas, esta curadoria de projetos não construídos evidencia como arquitetos e arquitetas estão superando a arquitetura residencial convencional, expandindo as fronteiras de comunidade, colaboração e participação.
O principal objetivo de bares, pubs e restaurantes é proporcionar aos clientes – tanto individuais quanto em grupo – um ambiente e uma atmosfera onde possam aliviar as tensões do dia ou da semana, seja com uma bebida tranquila em um canto reservado, seja em grupos maiores e mais sociáveis.
Mesmo antes de a pandemia trazer horários de fechamento mais rígidos, o avanço da TV sob demanda e dos serviços de entrega de comida já fazia com que ficar em casa – com o abraço acolhedor do travesseiro a poucos passos de distância – se tornasse uma escolha cada vez mais popular. Diante disso, não surpreende o surgimento crescente de estabelecimentos que oferecem um entretenimento mais ativo do que apenas uma noite de trívia ou salas de karaokê.
Apresentamos a seguir cinco exemplos de bares e restaurantes projetados para quem gosta de jogar.
Nenhum tema permeia mais áreas da sociedade atual do que as preocupações com o clima global nas próximas décadas. Quão extremos serão seus efeitos e, acima de tudo, como podemos nos adaptar o mais rápido possível para enfrentar e gerenciar melhor essa situação? Afinal, uma coisa é certa: os últimos cem anos poderiam ser definidos pelo termo "excesso" — em relação às emissões, ao consumo de recursos e ao desequilíbrio na natureza. Movida pela determinação internacional de limitar as mudanças climáticas, a indústria vem reagindo com firmeza e reconhecendo a crise como uma oportunidade.
Assim, é natural que a maior plataforma internacional de HVAC (aquecimento, ventilação e ar-condicionado) e água também assuma esse desafio e o torne o tema central de sua próxima edição. “Soluções para um futuro sustentável” será o lema quando a ISH convidar mais uma vez o público a Frankfurt am Main, de 13 a 17 de março de 2023. Após uma pausa mais longa devido à pandemia, desta vez a feira apresentará um número especialmente grande de inovações. Como de costume, as empresas expositoras dividem-se em dois segmentos principais: ISH Energy, que compreende os setores de aquecimento e ar, e ISH Water, que engloba tudo o que diz respeito ao design de banheiros e à tecnologia de instalações.
Em qualquer cidade, os centros culturais podem desempenhar um papel fundamental na preservação e celebração do patrimônio e da história de uma comunidade, oferecendo espaço para uma ampla gama de atividades e iniciativas que incentivam a interação social e o compartilhamento de ideias e memórias. Trata-se também de instituições que promovem a educação e o aprendizado, frequentemente oferecendo aulas, oficinas e palestras sobre diversos temas relacionados à cultura, à história e às artes. Ao desempenhar esses papéis cruciais em uma determinada comunidade, esses espaços também podem se tornar polos de atração para turistas interessados em conhecer identidades, culturas e tradições locais.
A seleção com curadoria desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca propostas enviadas pela comunidade do ArchDaily dedicadas a instituições culturais. De um centro cultural multifuncional em Buenos Aires a uma reserva técnica cultural na Coreia do Sul ou uma biblioteca revestida de madeira no Vietnã, esta seleção apresenta projetos que buscam incentivar as comunidades a se reunirem para celebrar suas culturas e histórias compartilhadas. O artigo reúne projetos de escritórios como LOOP Architects, Eddea, Salon Alper Derinboğaz e Boozhgan Architecture Studio.
A segunda parte de "Stories of Lisbon's Light" se passa em Cascais, um vibrante refúgio litorâneo a uma hora de Lisboa, situado no extremo mais ocidental do continente europeu. Em plena Riviera Portuguesa, o arquiteto Bruno Novo trouxe seu toque moderno e minimalista a uma casa de veraneio onde a luz natural é a grande protagonista. Ao priorizar elementos naturais e intervenções minimalistas que ampliam e conectam os espaços internos e externos, a residência foi concebida sob medida para as férias em família.
Com o mero toque de um interruptor, a iluminação tem a capacidade de transformar completamente um espaço, definir sua atmosfera e criar uma experiência multissensorial fascinante. Ela pode projetar sombras e realces, adicionar profundidade e textura, e tem até mesmo o poder de despertar emoções e influenciar nosso bem-estar. Muito mais do que uma simples fonte prática de luz, trata-se de uma ferramenta para esculpir espaços e expressar uma identidade marcante. As luminárias surgem em diversas formas, tamanhos e estilos, cada uma com caráter e propósito únicos; da elegância rebuscada de um lustre pendente ao minimalismo fluido de uma luminária de embutir na parede. As possibilidades de expressão criativa são infinitas. Inovando e rompendo as fronteiras do design de iluminação tradicional, as luminárias esculturais de Tom Dixon são um testemunho dessas possibilidades.
Diz-se que o que se vê é o que se leva. As técnicas de preparo simplificadas e os equipamentos utilizados em redes de fast-food, por exemplo, ficam totalmente visíveis para os clientes na fila de espera. Contudo, esse conceito de projetar ambientes de hospitalidade abertos e transparentes ao menos oferece honestidade ao público, pois, embora os ingredientes mais frescos e as técnicas de alta gastronomia não estejam presentes, a gordura e a sujeira antes associadas a esse tipo de estabelecimento também não estão.
Ao comparar essa realidade com a de estabelecimentos mais sofisticados, que mantêm a cacofonia de uma cozinha comercial oculta aos olhos do público durante o serviço, passa-se a questionar o que mais poderia estar escondido. Ao adotar o mesmo conceito de cozinha aberta, cozinhas profissionais que contam com chefs talentosos/as e ingredientes de alta qualidade conseguem provar seu valor.
Há alguns anos, uma das minhas professoras favoritas da universidade (que me inspirou a estudar urbanismo) me procurou com um pequeno pedido: ela queria transformar a janelinha do seu quarto em uma varanda para olhar a rua.