1. ArchDaily
  2. Noticias

Noticias

Padrões e texturas de madeira em casas brasileiras

O Brasil produz cerca de 150 milhões de metros cúbicos de madeira por ano. Devido à ampla variedade de espécies de árvores no país, os designers que buscam materiais naturais e de origem local têm diversas opções à disposição. Por esse motivo, não é surpresa que a madeira seja um elemento comum em casas tradicionais e contemporâneas do Brasil, sendo usada tanto na construção como na criação de superfícies decorativas.

A beleza dos padrões de fibras da madeira, combinada com paletas de cores quentes, ricas e variadas, faz com que a madeira seja um material muito procurado para compor espaços interiores, ao mesmo tempo em que oferece a resistência e estabilidade necessárias para pisos e estruturas. Sua coloração natural e apelo estético permitem uma abordagem simples e minimalista, conferindo aos espaços uma sensação atemporal.

Padrões e texturas de madeira em casas brasileiras - Image 1 of 4Padrões e texturas de madeira em casas brasileiras - Image 2 of 4Padrões e texturas de madeira em casas brasileiras - Image 3 of 4Padrões e texturas de madeira em casas brasileiras - Image 4 of 4Padrões e texturas de madeira em casas brasileiras - Mais Imagens+ 19

Integrar espaços: 7 reformas com reforços estruturais para maiores vãos

Acesso exclusivo | 

Quando o próximo projeto ocorre num antigo edifício, é comum encontramos plantas compartimentadas, espaços com pouca luz e circulações intricadas que dificultam a fluidez que a vida contemporânea pede. Deste modo, na hora de reformar, arquitetos tendem a fazer intervenções cirúrgicas ao demolir algumas paredes. Uma solução capaz de resolver diversos dos problemas apresentados, mas que deve seguir um cuidadoso planejamento para manter a obra em pé. E, neste caso, um dos recursos mais adotados é o reforço estrutural.

Integrar espaços: 7 reformas com reforços estruturais para maiores vãos - Image 1 of 4Integrar espaços: 7 reformas com reforços estruturais para maiores vãos - Image 2 of 4Integrar espaços: 7 reformas com reforços estruturais para maiores vãos - Image 3 of 4Integrar espaços: 7 reformas com reforços estruturais para maiores vãos - Image 4 of 4Integrar espaços: 7 reformas com reforços estruturais para maiores vãos - Mais Imagens+ 8

Lugares de protesto na África: espaços públicos para engajar e promover a democracia

Acesso exclusivo | 

O protesto é uma ferramenta poderosa para gerar mudanças e os espaços públicos sempre foram uma plataforma para o engajamento social nas sociedades. No dia 15 de setembro foi comemorado o Dia Internacional da Democracia e para celebrar a data examinamos a África, os protestos emergentes do último ano e como os cidadãos de vários países africanos contestam a justiça política, exigem melhores condições de vida aos governos e questionam a soberania de suas nações.

Com manifestações que vão desde grandes marchas organizadas até movimentos espontâneos menores, os habitantes desses países ocupam os espaços públicos de maneiras simbólicas e significativas para amplificar suas vozes. Esses espaços incluem praças públicas com significado cultural e histórico, edifícios políticos ou áreas de protesto improvisadas, como estradas e locais abertos. Por meio disso, as cidades africanas mostram como as pessoas tornam esses espaços seus e como o poder de sua confluência não pode ser ignorado ao revelar a essência democrática dos espaços públicos.

Lugares de protesto na África: espaços públicos para engajar e promover a democracia - Image 1 of 4Lugares de protesto na África: espaços públicos para engajar e promover a democracia - Image 2 of 4Lugares de protesto na África: espaços públicos para engajar e promover a democracia - Image 3 of 4Lugares de protesto na África: espaços públicos para engajar e promover a democracia - Image 4 of 4Lugares de protesto na África: espaços públicos para engajar e promover a democracia - Mais Imagens+ 6

A.I. Timber: pioneirismo na construção sustentável com o auxílio da inteligência artificial

A madeira engenheirada tem emergido como uma alternativa sustentável para substituir os componentes de concreto nas construções, uma vez que este contribui, sozinho, para 8% das emissões globais de CO2. Com variados exemplos nas mais distintas escalas e programas, este material tem se mostrado promissor para revolucionar a indústria, agregando eficiência, resistência e conforto. Mesmo quando lidamos com processos altamente padronizados e eficientes na fabricação das peças estruturais, sempre há espaço para aprimoramento e redução de desperdícios. Principalmente porque o processo industrial tradicional de serrar os troncos em partes pode gerar resíduos substanciais.

É nesse contexto que surge o A.I. Timber, um material de construção inovador projetado para minimizar o desperdício, ao preservar os contornos naturais das árvores. No lugar dos métodos convencionais de serrar troncos únicos em placas padronizadas, A.I. Timber utiliza a Inteligência Artificial de forma engenhosa para encaixar esses troncos como peças de um quebra-cabeça perfeitamente montado. Para entender mais sobre a iniciativa e o futuro deste material, conversamos com Carlo Ratti e Mykola Murashko, que coordenaram o projeto.

Ciclovias, entre desenho urbano e saúde pública

Acesso exclusivo | 

As ciclovias, com suas faixas distintas e sinalização dedicada, têm ganhado destaque na paisagem urbana de muitas cidades ao redor do mundo. Seus impactos abrangem desde a redução do tráfego rodoviário até a promoção de um estilo de vida mais saudável e sustentável. O episódio 212 do Arquicast aborda esse tema crucial, com a participação da arquiteta e mestre em engenharia de transportes Janaína Amorim, sócia da Metrics Mobilidade. Na conversa, foram discutidos os melhores exemplos globais, as tendências em design e arquitetura, e o impacto das ciclovias na saúde pública.

Aeroporto Internacional de Santiago está entre os selecionados mundiais do Prix Versailles 2023

Concedido anualmente na UNESCO desde 2015, o Prix Versailles é um conjunto de prêmios de arquitetura que destaca as melhores realizações contemporâneas em todo o mundo. Hoje, com o anúncio da Seleção Mundial para as categorias de aeroportos, campus, estações de passageiros e instalações esportivas, marca-se oficialmente o início da nova edição de 2023.

Arquiteturas para adiar o fim do mundo

Acesso exclusivo | 

Em 2019, quando o mundo estava prestes a enfrentar a maior pandemia dos últimos tempos, o líder indígena, ambientalista e filósofo brasileiro Ailton Krenak lançou o livro “Ideias para adiar o fim do mundo”. O pequeno encarte, com um pouco mais de 80 páginas, não poderia ter surgido em melhor época servindo simultaneamente como alento e como alerta à uma humanidade que via os rumos da história se contorcendo diante dos seus olhos.

Arquiteturas para adiar o fim do mundo - Image 1 of 4Arquiteturas para adiar o fim do mundo - Image 2 of 4Arquiteturas para adiar o fim do mundo - Image 3 of 4Arquiteturas para adiar o fim do mundo - Image 4 of 4Arquiteturas para adiar o fim do mundo - Mais Imagens+ 8

Maximalismo: o que é e por que conhecer?

Acesso exclusivo | 

O Maximalismo pode ser definido como um movimento estético contrário ao minimalismo. Ao invés de pregar o “Menos é mais” , frase mais famosa do movimento minimalista, no maximalismo a frase da vez é “Mais é mais”.

Dentro das correntes do Movimento pós-moderno, que designa as condições sociais e estéticas que passaram a circular no mundo depois da Segunda Guerra Mundial, o maximalismo pode ser descrito como a ausência de valores e regras, imprecisão pluralidade, mistura do real e do imaginário, espontaneidade e liberdade de expressão.

Formas inesperadas: o apelo estético da madeira em 30 projetos de interiores

Ao longo da história da arquitetura, a madeira tem sido um elemento fundamental na evolução do projeto e da construção de edifícios. Desde as antigas estruturas de madeira do Japão até as catedrais europeias medievais, a capacidade estrutural e o apelo estético da madeira deixaram uma marca indelével na civilização humana. Somente na Revolução Industrial é que ocorreu uma mudança significativa em direção aos materiais de construção alternativos, como aço e concreto, relegando o material a um papel secundário na construção. No entanto, à medida que os arquitetos contemporâneos enfrentam as consequências das alterações climáticas, a madeira tem registado um regresso notável, oferecendo uma alternativa ecológica e estruturalmente robusta. Empresas de renome internacional estão centrando seus projetos no potencial da madeira, abraçando a sua rica história e, ao mesmo tempo, aproveitando tecnologias avançadas para criar estruturas inspiradoras e sustentáveis que representam uma mistura harmoniosa de sabedoria histórica e inovação moderna.

Formas inesperadas: o apelo estético da madeira em 30 projetos de interiores - Image 1 of 4Formas inesperadas: o apelo estético da madeira em 30 projetos de interiores - Image 2 of 4Formas inesperadas: o apelo estético da madeira em 30 projetos de interiores - Image 3 of 4Formas inesperadas: o apelo estético da madeira em 30 projetos de interiores - Image 4 of 4Formas inesperadas: o apelo estético da madeira em 30 projetos de interiores - Mais Imagens+ 36

Deck molhado: inovando na arquitetura de piscinas

Acesso exclusivo | 

O deck é uma palavra que surgiu na língua inglesa para designar o convés dos navios. Hoje, adotamos o termo para nomear as superfícies geradas por tábuas de madeiras, em áreas externas, que podem circundar ou não piscinas, jacuzzis e ofurôs. As soluções podem ser extremamente variadas, tanto que surgiu uma nova modalidade no mercado e que se aponta como possível tendência: o deck molhado.

Deck molhado: inovando na arquitetura de piscinas - Image 1 of 4Deck molhado: inovando na arquitetura de piscinas - Image 2 of 4Deck molhado: inovando na arquitetura de piscinas - Image 3 of 4Deck molhado: inovando na arquitetura de piscinas - Image 4 of 4Deck molhado: inovando na arquitetura de piscinas - Mais Imagens

Arranha-céus de madeira: uma tipologia de baixa emissão de carbono para o século XXI

A madeira, um material de construção milenar, deixou uma marca significativa na evolução da arquitetura. Estruturas como casas geminadas e antigas catedrais têm testemunhado o uso criativo da madeira como principal material construtivo. Com o avanço da tecnologia e o crescimento vertical das paisagens urbanas, a madeira emergiu como uma forte concorrente do aço e do concreto no projeto de arranha-céus.

Recentes avanços na engenharia, na ciência dos materiais e nas técnicas de construção abriram portas para uma nova era de experimentação, permitindo a construção de arranha-céus de madeira em todo o mundo. Eles representam uma mudança em relação aos métodos tradicionais de construção, combinando funcionalidade com a preocupação com o meio ambiente. A madeira, como material, com sua resistência mecânica e ao fogo, é uma esperança para uma indústria em busca de um futuro mais sustentável.

Arranha-céus de madeira: uma tipologia de baixa emissão de carbono para o século XXI - Image 1 of 4Arranha-céus de madeira: uma tipologia de baixa emissão de carbono para o século XXI - Image 2 of 4Arranha-céus de madeira: uma tipologia de baixa emissão de carbono para o século XXI - Image 3 of 4Arranha-céus de madeira: uma tipologia de baixa emissão de carbono para o século XXI - Image 4 of 4Arranha-céus de madeira: uma tipologia de baixa emissão de carbono para o século XXI - Mais Imagens+ 4

Arquitetura orientada a dados: explorando 4 ferramentas

Acesso exclusivo | 

Arquitetura é uma disciplina multifacetada influenciada por diversas fontes de dados e informações, que desempenham um papel fundamental para moldar a produção arquitetônica. No passado, instrumentos horológicos como o relógio de sol eram usados para obter dados, como o tempo, e obter conhecimento sobre a incidência solar em diferentes épocas do ano e locais geográficos. Isso possibilitou determinar a orientação ideal dos edifícios, resultando em benefícios como melhor aproveitamento da luz solar e maior conforto térmico.

Embora fatores culturais, sociais e até religiosos possam influenciar o projeto arquitetônico, fatores quantitativos são especialmente relevantes ao tomar decisões nas fases iniciais do processo criativo, durante a construção e ao longo do ciclo de vida de um edifício. Portanto, é importante coletar e processar informações relevantes, como localização, incidência solar, capacidade de ocupação, interações dos ocupantes, desempenho energético e emissões de carbono, entre outros aspectos.

Novos espaços para bicicletas: o futuro da mobilidade urbana

Acesso exclusivo | 

Qual será o papel das bicicletas nas cidades do amanhã? Sua implementação como uma forma de mobilidade mais sustentável para o deslocamento ao trabalho ou à escola, bem como para a realização de diferentes atividades domésticas e recreativas, tornou-se uma oportunidade para milhares de arquitetos/as e urbanistas.

Torre Dhaka, primeiro projeto da OMA em Bangladesh começa a ser construída

A construção do primeiro projeto da OMA em Bangladesh, a Torre Dhaka, acaba de começar. Com 150 metros de altura e 180.000 m² de área para escritórios, será um dos edifícios mais altos do país. Projetado pelo OMA em colaboração com a incorporadora local Shanta Holdings, a torre representa um marco significativo na paisagem urbana de Bangladesh.

A arquiteta mexicana Cristina Grappin apresenta a Casa Nido para o Sorteio Tec do Tec de Monterrey

Acesso exclusivo | 

Como parte de uma iniciativa do Tec de Monterrey, este ano celebra-se o Primeiro Prêmio do 215º Tradicional Sorteo Tec com uma obra da arquiteta mexicana Cristina Grappin. Com este projeto, o sorteio universitário do Tecnológico de Monterrey reforça o apoio ao Programa Líderes del Mañana, uma iniciativa para impulsionar a mudança, a mobilidade social e o impacto duradouro de jovens com excelência acadêmica.

Zeladoria de espaços públicos: a solução é alugar o Brasil?

Acesso exclusivo | 

Há alguns dias, num belo domingo de sol em pleno inverno, minha esposa e eu resolvemos levar nossos dois filhos pequenos para conhecerem o Parque Villa-Lobos, no extremo oeste da cidade de São Paulo, já quase na divisa com Osasco.

Não é um parque a que costumamos ir com frequência hoje em dia; mas é, sem dúvida, um local que faz parte da nossa memória afetiva. Ela cresceu em Cotia; eu, em Osasco. Ambas as cidades ficam na parte oeste da Região Metropolitana de São Paulo e o Parque talvez fosse o principal espaço público relativamente próximo das nossas casas durante nossa infância e juventude. Temos inclusive algumas fotos de lá no começo do nosso namoro, em 2013, à toa, ora estirados num amplo gramado verde, ora abraçados embaixo de uma árvore florida.

Newsletter dos Apoiadores - Edição #4

Acesso exclusivo | 

Como será o nosso ambiente construído?

Como editores/as e curadores/as do maior site de arquitetura do mundo, nossa equipe ocupa uma posição privilegiada que nos permite vivenciar em primeira mão um volume imenso de insights sobre arquitetura de todo o mundo, nos capacitando a vislumbrar como será o futuro de nossas cidades.

Com a missão de difundir as melhores informações para nossos/as leitores/as, assumimos a responsabilidade de ficar atentos/as a acertos e inovações que, no futuro, possam se tornar referências e ferramentas para melhores ambientes urbanos e de convívio.

Parte do nosso trabalho consiste em identificar padrões recorrentes e específicos de cada contexto que formam o que chamamos de tendências, as quais apresentamos regularmente em nosso site sob diversos formatos.

A seguir, apresentamos alguns caminhos para navegar pelas Tendências no ArchDaily.

Guia de Copenhague para arquitetos/as: Marie-Louise Høstbo e uma cidade atemporal para design, arte e arquitetura

Este ano, o título de Capital Mundial da Arquitetura passou do Rio de Janeiro para Copenhague. Para Audrey Azoulay, diretora-geral da UNESCO, “Copenhague dará continuidade às conquistas do Rio, mostrando como a arquitetura e a cultura podem responder aos desafios do nosso tempo, especialmente na área ambiental”.

Sob a perspectiva de diferentes profissionais da arquitetura da Dinamarca, como Marie-Louise Høstbo, diretora de design na Fritz Hansen, exploramos o caráter singular do norte de Copenhague. Ao visitar alguns de seus locais favoritos — que exemplificam a cultura e a abordagem sustentável da cidade —, analisamos como Copenhague preserva um forte legado e de que forma a arquitetura e o desenvolvimento urbano desempenham um papel essencial na construção de sua identidade, promovendo sustentabilidade e habitabilidade. Do refúgio costeiro sereno de Bellevue à ressignificação da doca seca que resgata o passado marítimo da cidade, Høstbo mostra como a Capital Mundial da Arquitetura integra perfeitamente "o design, a arte e a arquitetura do passado, do presente e do futuro".

Projetar com uma abordagem sustentável e orientada ao produto: uma entrevista com RoarcRenew Architects

Acesso exclusivo | 

O escritório RoarcRenew Architects foi selecionado para as Novas Práticas de 2023 do ArchDaily. Em dois dos distritos comerciais mais movimentados de Xangai, a Anfu Road e o Columbia Circle, as lojas projetadas pelo RoarcRenew Architects atraem multidões. Em espaços de apenas cem metros quadrados, a equipe de arquitetura projeta meticulosamente cada elemento, explorando e inovando continuamente. Sua recente instalação de bambu, realizada em colaboração com a Taikoo Li, é um exemplo notável de design sustentável em espaços comerciais.

O RoarcRenew transmite consistentemente um conceito arquitetônico claro em seus projetos. A lógica de construção reflete os princípios fundamentais que regem o nosso mundo, envolvendo substâncias e juntas: as juntas podem tanto representar as substâncias no mundo físico quanto conectá-las. Em seus projetos, o RoarcRenew introduziu a série JointsPavilion (JP) para o sistema construtivo e a série SoftJoints (SJ) para sistemas de mobiliário doméstico. Isso permite que a equipe utilize sua experiência na criação de conexões elegantes que simplificam e realçam a beleza de diversos elementos.

Rayon: um software que revoluciona o desenvolvimento de projetos colaborativos

Rayon, uma inovadora ferramenta de projeto online que tem como objetivo criar uma nova abordagem colaborativa para o desenvolvimento de "prédios mundanos" na cidade, foi selecionada como uma das melhores Novas Práticas do ArchDaily 2023. Fundado em 2021 por Bastien Dolla e Stanislas Chaillou, o software de projeto colaborativo reúne profissionais das indústrias de arquitetura, engenharia e construção. A empresa acredita que existe uma "cultura do ordinário" na arquitetura. Essa cultura representa um ecossistema de edifícios que podem parecer comuns ou não são marcos impressionantes na cidade. No entanto, esses edifícios e seus profissionais da construção constituem 90% do tecido urbano e contribuem para a cultura do design que coletivamente dá identidade à cidade. Os fundadores acreditam que as gerações anteriores de software negligenciaram essa cultura e propõem o Rayon como uma nova ferramenta para preencher essa lacuna, aprimorando a colaboração e a ergonomia do usuário.

The Sphere, a maior estrutura esférica do mundo é inaugurada em Las Vegas

The Sphere, no Venetian Resort (anteriormente conhecida como MSG Sphere), abriu suas portas ao público na noite de sexta-feira passada em Las Vegas, com uma série de shows que tiveram como atração principal a banda de rock irlandesa U2. Anunciado pela primeira vez em 2018, foi projetado pelo renomado escritório de arquitetura Populous, especializado em estádios. Com 34 metros de altura e 157 de largura, o projeto custou US$ 2,3 bilhões e é considerado a maior estrutura esférica do mundo. Localizado a leste da Las Vegas Strip e conectado ao complexo do Venetian Resort, este projeto foi concebido para ser palco de diversos eventos, incluindo shows de música, exibições de cinema — a fachada externa é revestida com uma tela LED de alta resolução — e até mesmo algumas competições esportivas.

The Sphere, a maior estrutura esférica do mundo é inaugurada em Las Vegas - Image 1 of 4The Sphere, a maior estrutura esférica do mundo é inaugurada em Las Vegas - Image 2 of 4The Sphere, a maior estrutura esférica do mundo é inaugurada em Las Vegas - Image 3 of 4The Sphere, a maior estrutura esférica do mundo é inaugurada em Las Vegas - Image 4 of 4The Sphere, a maior estrutura esférica do mundo é inaugurada em Las Vegas - Mais Imagens

Conheça as instalações efêmeras construídas para os pavilhões Mextrópoli 2023

Em sua nona edição, o Festival de Arquitetura e Cidade MEXTRÓPOLI realizou o concurso Arquine No. 25 | Pavilhão MEXTRÓPOLI 2022, uma plataforma onde a arquitetura, o urbanismo e a arte se encontram para pensar e celebrar a Cidade do México. O evento também tem como vocação conectar a população por meio da ocupação do espaço público com peças de arquitetura que possam ser ativadas por visitantes. Celebrar os espaços públicos ou propor um novo olhar sobre os lugares pelos quais circulamos cotidianamente é a razão pela qual o MEXTRÓPOLI exibe essas peças de arquitetura efêmera.

Newsletter dos Apoiadores - Edição nº 3

Acesso exclusivo | 

Por que somos fascinados pelo novo? 

No ArchDaily, somos mais do que apenas arquitetos e arquitetas. Somos uma equipe dinâmica com trajetórias diversas, que vão desde software e finanças até design, jornalismo, arte, contabilidade e até seguros! Ainda assim, há algo que nos conecta: a criatividade. E a criatividade é também o que temos em comum com você.

É por isso que, ao analisarmos como melhorar o conteúdo que geramos para você, frequentemente nos perguntamos o que podemos fazer para alimentar a sua mente (e a nossa) de modo a fomentar a criatividade.

Pessoas altamente criativas costumam ter um profundo conhecimento especializado e a capacidade de pensar de forma divergente. É por essa razão que o nosso fluxo de publicações é composto por projetos e conteúdos periódicos, novos, frescos e diversos, nos quais você nunca sabe o que virá a seguir.

É por isso que somos sempre fascinados pelo novo.

Bienal Internacional de Arquitetura de Euskadi Mugak 2023: Reconstruir, reabitar, repensar

Desde o mês de outubro até 24 de novembro de 2023, acontece a Bienal Internacional de Arquitetura de Euskadi: Mugak. Em sua quarta edição, o evento reúne uma multiplicidade de atividades abertas e gratuitas em San Sebastián, Bilbao e Vitoria-Gasteiz sob o lema “reconstruir, rehabitar, repensar”, fomentando o debate sobre o impacto da arquitetura no contexto da atual crise multidimensional — que envolve sua responsabilidade ambiental, econômica e social, bem como sua capacidade transformadora e de cuidado. 

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.