
Sob a superfície do solo encontra-se um material que moldou silenciosamente a arquitetura do mundo moderno. O petróleo raramente é discutido no discurso arquitetônico, mas sua extração, circulação e consumo reorganizaram profundamente a lógica espacial dos territórios. Oleodutos, refinarias, plataformas de perfuração, portos, rodovias e complexos petroquímicos compõem uma vasta paisagem infraestrutural que sustenta a vida contemporânea, formando uma arquitetura dispersa da energia.








