Vladimir Belogolovsky

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30 projetos impulsionados pela tecnologia apontam para o nosso futuro: Em conversa com Francisco Gonzalez-Pulido

Vladimir Belogolovsky conversa com o arquiteto mexicano-americano Francisco Gonzalez-Pulido sobre sua exposição 30 Projects/30 Years/30 Stories, atualmente em cartaz no Museo Metropolitano de Monterrey, no México. 30 Projects/30 Years/30 Stories, uma grande retrospectiva sobre a obra do arquiteto mexicano-americano Francisco Gonzalez-Pulido, foi inaugurada em 18 de junho no Museo Metropolitano de Monterrey, no México. A exposição permanecerá em cartaz até 21 de setembro.

30 projetos impulsionados pela tecnologia apontam para o nosso futuro: Em conversa com Francisco Gonzalez-Pulido - 1 的图像 430 projetos impulsionados pela tecnologia apontam para o nosso futuro: Em conversa com Francisco Gonzalez-Pulido - 2 的图像 430 projetos impulsionados pela tecnologia apontam para o nosso futuro: Em conversa com Francisco Gonzalez-Pulido - 3 的图像 430 projetos impulsionados pela tecnologia apontam para o nosso futuro: Em conversa com Francisco Gonzalez-Pulido - 4 的图像 430 projetos impulsionados pela tecnologia apontam para o nosso futuro: Em conversa com Francisco Gonzalez-Pulido - Mais Imagens+ 17

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"Queria dançar aqui!": Em conversa com Antoine Predock sobre Bahías, uma comunidade de 13 casas na Costa Rica

Vladimir Belogolovsky conversa com Antoine Predock sobre o projeto Bahías, uma comunidade de 13 casas que será construída em breve na Costa Rica, inspirada por uma visão de folhagem construída. 

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“A arquitetura é como compor uma música”: Em conversa com Rick Joy

Vladimir Belogolovsky conversa com o arquiteto norte-americano Rick Joy sobre suas primeiras inclinações em direção à arquitetura, que tipo de arquitetura ele gosta de visitar e sobre projetar seus edifícios como instrumentos.

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“Não produzimos nada; embalamos um sonho”: em conversa com Totan Kuzembaev

Vladimir Belogolovsky conversa com o arquiteto russo Totan Kuzembaev sobre a flexibilidade nos edifícios, a liberdade no projeto e o fato de que, mesmo após liderar um escritório de sucesso por quase vinte anos, ele ainda continua buscando maneiras de fazer arquitetura.

“Não produzimos nada; embalamos um sonho”: em conversa com Totan Kuzembaev - 3 的图像 4“Não produzimos nada; embalamos um sonho”: em conversa com Totan Kuzembaev - 8 的图像 4“Não produzimos nada; embalamos um sonho”: em conversa com Totan Kuzembaev - 9 的图像 4“Não produzimos nada; embalamos um sonho”: em conversa com Totan Kuzembaev - 11 的图像 4“Não produzimos nada; embalamos um sonho”: em conversa com Totan Kuzembaev - Mais Imagens+ 10

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“O mais importante é que posso estimular processos”: em conversa com Christoph Hesse

Vladimir Belogolovsky conversa com Christoph Hesse via Skype, ligando Nova York ao escritório do arquiteto em Korbach, na Alemanha, para discutir seus projetos pioneiros e a relevância de se trabalhar no campo.

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O icônico Thompson Center de Chicago enfrenta ameaça de demolição

Cada cidade possui edifícios singulares que definem sua identidade. Paris tem o Centro Pompidou, Londres tem o Lloyd's, Nova York tem o Museu Guggenheim. Obviamente, Chicago, a capital mundial da arquitetura, não é exceção, abrigando o James R. Thompson Center. O edifício foi nomeado em homenagem ao governador republicano de Illinois, que exerceu quatro mandatos consecutivos entre 1977 e 1991, cuja visão audaciosa viabilizou a inauguração da obra em 1985. Sede de escritórios do governo do estado de Illinois, a estrutura se diferenciava drasticamente de tudo o que havia sido construído até então.

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O Thompson Center: Um edifício sob ameaça de demolição em Chicago

Cada cidade tem seu edifício exótico. Paris tem o Centre Pompidou. Londres, o Lloyd's of London. Nova York, o Guggenheim. Naturalmente, Chicago, a capital mundial da arquitetura, também tem o seu. Trata-se do James R. Thompson Center, batizado em homenagem ao ex-governador republicano de Illinois por quatro mandatos (1977-1991), que teve a coragem de viabilizar sua construção em 1985. Sede de escritórios do governo estadual de Illinois, o edifício é diferente de tudo o que você já viu.

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“Você abre a porta de sua morada e vê as montanhas”: Em conversa com Li Xinggang, do Atelier Li Xinggang

Vladimir Belogolovsky conversa com o arquiteto chinês LI Xinggang, do escritório Atelier Li Xinggang, com sede em Pequim, sobre as particularidades de trabalhar em um instituto de projeto, a filosofia do arquiteto — descrita como "cenário poético e geometria integrada" — e seu papel no projeto do Ninho de Pássaro, além dos motivos pelos quais ele o considera a obra mais importante da arquitetura contemporânea na China.

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“Limitações são tão importantes quanto as possibilidades”: em conversa com Yingfan Zhang e Xiaojun Bu, do Atelier Alter

Vladimir Belogolovsky conversa com a dupla de arquitetura Yingfan Zhang e Xiaojun Bu, cofundadores/as do Atelier Alter, sobre a arquitetura em movimento, a crença na tabula rasa e o acelerado processo de urbanização na China.

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“A verdade está na tensão das possibilidades”: em conversa com Eric Owen Moss

Embora os edifícios de Eric Owen Moss sejam fáceis de reconhecer, é difícil categorizá-los. Eles constituem um choque de formas e superfícies que colidem, rompem-se, contorcem-se, sobrepõem-se, dobram-se, dividem-se, derretem-se e explodem, aparentemente fora de controle — tudo para evitar a associação com qualquer coisa que possa evocar, mesmo de longe, algum tipo de metodologia de projeto.

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“Um vaso pode dar forma a um ambiente”: em conversa com John Wardle

John Wardle (n. 1956) fundou o escritório John Wardle Architects em Melbourne, Austrália, em 1986. Seu interesse precoce pela arquitetura surgiu no contato com objetos e fragmentos preciosos de edifícios demolidos no depósito de demolição de um amigo de seu pai.

Wardle estudou arquitetura no RMIT, graduando-se em 1981. Ele retornou à sua alma mater para obter seu título de mestre quase 20 anos depois, quando já era um profissional experiente, liderando seu próprio escritório de sucesso. Hoje, ele chefia uma grande equipe com mais de 90 colaboradores, com filiais em Melbourne e Sydney.

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“Cada geração tem a responsabilidade de projetar uma vida melhor”: em conversa com Wang Hui, do URBANUS

Após estudar arquitetura na Universidade de Tsinghua, em Pequim, e na Universidade de Miami, em Oxford, Ohio, o arquiteto Wang Hui (n. 1967) — nascido e radicado em Pequim — cofundou a URBANUS em 1999, em Shenzhen, junto aos sócios Liu Xiaodu e Meng Yan. Após se formar em 1997, Wang Hui trabalhou em Nova York até 2002, ao mesmo tempo em que colaborava remotamente, em paralelo, para a URBANUS. O arquiteto chefia o escritório da empresa em Pequim, que ele próprio estabeleceu em 2003, supervisionando projetos no triângulo Pequim-Tianjin-Tangshan, na região do Delta do Rio Yangtzé e em outras partes da China.

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“Fazer arquitetura depende de uma boa comunicação”: entrevista com Tong Ming

Tong Ming (n. 1968, Nanjing, China) obteve seus diplomas de graduação (1990) e mestrado (1993) em arquitetura pela Southeast University, em Nanjing. Em 1995, Tong mudou-se para Xangai para cursar o doutorado em Planejamento Urbano na Tongji University, concluído em 1999. Em seguida, trabalhou no Suzhou Design Institute até fundar seu próprio escritório independente de base universitária, o TM Studio, em 2004. Ele também mantém outro espaço de estúdio, o UNO, Urban Network Office, no West Bund, especializado na organização de seminários, workshops, exposições e palestras.

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“Na arquitetura, é possível criar uma versão melhor do mundo”: Em conversa com Zhang Lei, do AZL Architects

O arquiteto Zhang Lei, radicado em Nanjing (n. 1964, Jiangsu, China), não acredita na história, apenas no tempo. Ele está convencido de que a história é algo que acontece em nosso próprio tempo, sendo moldada por circunstâncias específicas, demandas programáticas atuais, técnicas construtivas de ponta e sensibilidades contemporâneas.

“Na arquitetura, é possível criar uma versão melhor do mundo”: Em conversa com Zhang Lei, do AZL Architects - Imagen 2 de 4“Na arquitetura, é possível criar uma versão melhor do mundo”: Em conversa com Zhang Lei, do AZL Architects - Imagen 5 de 4“Na arquitetura, é possível criar uma versão melhor do mundo”: Em conversa com Zhang Lei, do AZL Architects - Imagen 7 de 4“Na arquitetura, é possível criar uma versão melhor do mundo”: Em conversa com Zhang Lei, do AZL Architects - Imagen 15 de 4“Na arquitetura, é possível criar uma versão melhor do mundo”: Em conversa com Zhang Lei, do AZL Architects - Mais Imagens+ 12

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“Um edifício deve ser acolhedor e proteger as pessoas em seu interior”: Em conversa com Douglas Cardinal

Douglas Cardinal (n. 1934) é um arquiteto canadense indígena visionário baseado em Ottawa, Ontário. Ele cresceu em Red Deer, Alberta. Sua mãe, de origem alemã, era apaixonada por pintura e música, e ambas se tornaram paixões dele também durante seus anos em um internato católico. Em 1953, ele ingressou no curso de arquitetura da University of British Columbia, em Vancouver, mas foi forçado a se retirar dois anos depois devido à sua oposição declarada à geometria rígida dos modelos da Bauhaus e do Estilo Internacional, defendidos pelo corpo docente. Ele desejava criar edifícios que respondessem à natureza e ao ritmo orgânico da vida, inspirando-se em sua experiência de infância de íntima relação com o meio ambiente.

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“Como um edifício pode desempenhar um papel pedagógico?”: Em conversa com o Crossboundaries

Escritório interdisciplinar de arquitetura e desenho urbano, o Crossboundaries foi fundado em 2005 em Pequim por Binke Lenhardt (n. 1971, Mannheim, Alemanha) e Hao Dong (n. 1973, província de Shanxi, China). Os dois se conheceram em Nova York em 1999, enquanto cursavam o mestrado em Arquitetura no Pratt Institute. Dong havia se graduado pelo Instituto de Engenharia Civil e Arquitetura de Pequim, e Lenhardt havia recebido seu diploma em Arquitetura pela Universidade de Ciências Aplicadas de Dortmund, na Alemanha. Antes de ir para os EUA, Lenhardt trabalhou na Holanda e na Alemanha, onde é arquiteta registrada. Após se formarem no Pratt em 2000, a dupla de profissionais trabalhou em diversos escritórios em Nova York antes de se mudar para Pequim em 2002, época em que a cidade já se preparava para os Jogos Olímpicos de Verão de 2008. Passaram a trabalhar no Beijing Institute of Architectural Design (BIAD) depois que Lenhardt estudou chinês em uma universidade local e alcançou fluência em mandarim. A dupla consolidou sua trajetória profissional no BIAD.

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“Nossa arquitetura é para as pessoas”: Em conversa com Ralph Johnson, da Perkins + Will

Ralph Johnson (n. 1948) é diretor global de design na Perkins and Will, sediada em Chicago. O arquiteto ingressou na empresa em 1977 e lidera sua ideologia de projeto desde 1985. Johnson é o nome por trás das obras mais icônicas do escritório, incluindo o Rush University Transformation Project (2012), o Aeroporto Internacional O’Hare (1993) e a Sede Internacional da Boeing (1990) – todos em Chicago –, a Sede da Guarda Costeira dos Estados Unidos (2015) em Washington DC, o Tinkham Veale University Center na Case Western Reserve University (2015) em Cleveland, e o Museu de História Natural de Xangai (2015). Monografias sobre o trabalho do arquiteto têm sido publicadas regularmente sob seu próprio nome desde meados dos anos 1990. Ele atuou como crítico convidado no Illinois Institute of Technology e na University of Illinois, sua alma mater, onde se formou bacharel em arquitetura em 1971. Obteve seu mestrado em arquitetura pela GSD de Harvard em 1973.

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“Meus edifícios são passeios”: Em conversa com Antoine Predock

O arquiteto Antoine Predock (nascido em 1936 em Lebanon, Missouri) iniciou seus estudos de engenharia na Faculdade de Engenharia da Universidade do Novo México. Um encontro casual com o professor de arquitetura Don Schlegel despertou uma paixão vitalícia pela disciplina. Após migrar para o curso de arquitetura – primeiro na Universidade do Novo México e, depois, por conselho de Schlegel, transferindo-se para a Universidade Columbia –, Predock obteve o título de Bacharel em Arquitetura em 1962. Depois de viajar pela Europa com uma bolsa de viagem da Universidade Columbia, com foco em obras na Espanha, ele iniciou seu estágio em San Francisco com Gerald McCue, futuro diretor da Graduate School of Design de Harvard. Em 1966, Predock retornou ao Novo México, local que considera seu lar espiritual, para fundar o escritório que, desde então, tornou-se mundialmente reconhecido. Em 1985, foi agraciado com o Rome Prize, realizando uma residência e estudos na Academia Americana em Roma.

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